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NOV.B.2 (177)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-177
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia aérea, em preto em branco. Em primeiro plano, encontra-se o Eixo Monumental sem pavimentação, adjacente à via, nota-se um fragmento de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Em segundo plano, encontra-se o terreno, fruto de processo de terraplanagem (técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo), correspondente à Esplanada dos Ministérios. No sentido leste-oeste, estão os edifícios administrativos apenas com sua malha estrutural aparente, compostos de vigas e pilares metálicos, alguns desses materiais são transportados por guindastes-pinças. Ao centro, está a praça central que constitui-se quase completamente de um espaço vazio, característica marcante da arquitetura moderna. No entanto, destoam-se apenas as construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais distante da Esplanada. No lado direito, deste complexo, as edificações estão iniciando a construção de suas empenas, é possível visualizar a presença de andaimes nos quatros prédios iniciais. Ao fundo, situa-se a vegetação nativa de Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

Sin título

NOV.B.2 (176)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-176
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do Palácio do Supremo Tribunal Federal praticamente finalizado. Em primeiro plano, terra batida com tábuas de madeira sobre o mesmo. Em destaque, o Palácio do Supremo Tribunal Federal com as sete colunas das fachadas leste e oeste finalizadas; a volumetria central do edifício está com as esquadrias que irão abrigar os vidros das janelas e nesta é possível visualizar os três pavimentos do STF. Próximo ao edifício, vários trabalhadores atuam na obra, além de uma torre vazada de madeira, à direita da fotografia e, mais ao fundo ainda, o Palácio do Planalto em construção. Ao fundo, o Palácio do Congresso Nacional em construção tendo as estruturas de madeira na parte da Câmara dos Deputados, parte da cúpula do Senado Federal praticamente finalizado e as duas torres do edifício ainda em construção com as estruturas aparentes.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (175)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-175
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia aérea, em preto em branco. Vista aérea, da região central do Plano Piloto. Ressalta-se os edifícios ministeriais , no sentido leste-oeste, quase finalizados, encadeados com edifícios administrativos correspondente aos Ministérios composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. Na ponta inferior, é possível visualizar as cúpulas de emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo sem tintura), as quais possuem um traço delicado. Ainda situam-se galpões (à frente do Congresso Nacional e ao lado do Eixo que provavelmente acumulam materiais de construção. À frente está a estrutura marcante da Rodoviária. O Eixo Monumental alonga-se pelo amplo terreno de Brasília. Adjacente a essa via, está em processo de construção o futuro Banco do Brasil. O edifício do Hospital de Base, encontra-se do outro lado, destoa-se em meio ao Cerrado Nativo ocupando as superquadras ainda não construídas. Lateralmente, localiza-se a Superquadra 104 Sul com diversos prédios e edificações administrativas compondo a região. Nas laterais e ao fundo da imagem, observam-se fragmentos de vegetação do Cerrado, com estradas de terra batida que indicam algum nível de intervenção humana.

Sin título

NOV.B.2 (174)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-174
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da Esplanada dos Ministérios e de parte do Palácio do Congresso Nacional a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, à direita da fotografia, duas das sete colunas presentes nas fachadas leste e oeste do STF. Em segundo plano, terra batida com materiais de construção e trabalhadores atuando na obra da Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes. À esquerda, um dos ministérios e, mais à frente, o grande monte de terra que será parte da pista de veículos do Eixo Monumental em Brasília ao lado da cúpula da Câmara dos Deputados do Palácio do Congresso Nacional, finalizada. Mais à direita, na lateral da fotografia entre as colunas do Palácio do Supremo Tribunal Federal, as torres do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção, porém, já com as esquadrias que irão abrigar os vidros das janelas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (173)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-173
  • Unidad documental simple
  • 03/09/1959
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em destaque, percorrendo o complexo que engloba a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, está pavimentado o Eixo Monumental. À esquerda, ressalta-se a estrutura aparente do edifícios ministeriais composta de vigas e pilares metálicos, com andaimes, galpões estão espaçados de madeira que provavelmente de acúmulos de materiais de construção. Localiza-se um fragmento de Cerrado (fitofisionomia não identificável) acumulada no canto esquerdo. Acúmulos de materiais ao longo da via. Ao fundo, localiza-se depósitos que possivelmente podem servir de refeitórios ou habitações. Nota-se a presença de um caminhão transitando e um trabalhador deslocado ao centro. À direita da via , situa-se a praça central da Esplanada dos Ministérios, no final do Congresso Nacional com seus monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. As cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Ao fundo das construções, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

Sin título

NOV.B.2 (172)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-172
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de parte do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) tendo em destaque parte de uma das suas fachadas laterais com sete colunas. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, tábuas de madeira sobre o chão de terra batida, as sete colunas do Palácio do Supremo Tribunal Federal finalizadas, uma torre em madeira ao fundo entre as colunas e andaimes na sua volumetria central, além de alguns homens trabalhando na obra. Em segundo plano, à esquerda da fotografia, há sete homens sobre uma estrutura que aparenta ser o acampamento dos trabalhadores.
Item NOV-4-4-B-2 (665) é cópia desta fotografia.
Item NOV-4-4-B-2 (435) é semelhante, porém há alteração de coloração da fotografia para preto e branco, enquadramento e movimentação dos trabalhadores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (171)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-171
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em destaque, ressalta-se terra batida planificado, fruto de processo de desmatamento, que corresponde, atualmente, à praça central da Esplanada dos Ministérios. É possível visualizar os pequenos arbustos esparsos pelo terreno, além disso, localizam-se pedregulhos acumulados no canto esquerdo, próximos a uma via urbana sem pavimentação com poste localizado ao final do trajeto, é possível visualizar apenas uma parte do caminhão transitando. No sentido leste, encontram-se os edifícios administrativos encadeados com sua composição de estrutura metálica ainda sem a concretagem nas vedações e sem a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Nota-se que algumas edificações, as duas últimas, não possuem nem a parte lateral externa iniciada ou completamente finalizada e detém menos ligações em sua estrutura metálica. Adjacente, estão várias habitações temporárias provavelmente para acumular materiais de construção, em destaque, nota-se um recurso da obra concentrado. Notabilizam-se automóveis transitando pela região, algumas caminhonetes detém trabalhadores na garupa. Ao fundo, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. No canto direito, situa-se, o Supremo Tribunal Federal, pouco visível, destaca-se o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. Ao fundo, observa-se vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

Sin título

NOV.B.2 (170)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-170
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do Palácio do Congresso Nacional a partir da marquise, cobertura que se projeta para além da área edificada, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em destaque, ao centro e à direita da fotografia, se vê duas das sete colunas presentes nas fachadas leste e oeste do Palácio do Supremo Tribunal Federal. Em primeiro plano, terra batida úmida, tendo um pequeno monte de terra e alguns canos próximo ao STF. Mais ao fundo, à esquerda, o Palácio do Congresso Nacional em fase de construção com a cúpula do Senado Federal praticamente finalizada e as duas torres dos Anexos do Congresso em execução com estruturas metálicas aparentes. À direita da fotografia, entre uma das colunas, é possível visualizar parte de um caminhão e do Museu da Cidade em construção com andaimes na sua fachada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Sin título

NOV.B.2 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-17
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional ainda está com estrutura inacabada e sem tintura original completa. Os dois anexos grandes destinados aos escritórios administrativos (de volumes verticalizados de 92 metros) apresentam-se com apenas metade dos edifícios com tintura e a outra está repleta de andaimes. A Câmara está quase no estágio final de acabamento e o Senado está ainda sem revestimento externo concluído. À direita, o Palácio do Planalto sem a cobertura finalizada e, à esquerda, o Supremo Tribunal Federal está com sua estrutura fundante incompleta. Ambos os momentos do Legislativo e Judiciário estão rodeados por galpões e depósitos que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras. À frente, do triângulo equilátero formador do solo da Praça dos Três Poderes, há os Ministérios enfileirados estão com a acabamento incompleta. É possível visualizar a elevação da ponte que futuramente contribuirá com a formação da Via de Ligação Se/Ne. Todo o solo e vias (incluindo o Eixo Monumental) estão sem pavimentação. À direita, da Esplanada dos Ministérios, com diversas habitações populares está a Vila Planalto. É possível visualizar que o bioma natural da região está em estágio avançado de desmatamento, resta apenas algumas manchas de Cerrado espalhadas pelo território em questão.

Sin título

NOV.B.2 (169)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-169
  • Unidad documental simple
  • 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em primeiro plano, encontra-se uma via pavimentada, no lado sul ressaltam-se as manilhas dispersas no solo. No lado norte, nota-se uma estrutura temporária e alguns materiais de construção amontoados. Ao centro, situa-se um espaço vazio, característica marcante da arquitetura moderna, da Esplanada dos Ministérios. No sentido leste-oeste, é possível visualizar os edifícios administrativos encadeados com composição de estrutura metálica revestida de concreto, verifica-se apenas a parte lateral dessas edificações, próximos a elas estão uma série de postes de iluminação enfileirados. Em terceiro plano, está à esquerda, O Palácio do Planalto destaca-se com sua pureza das linhas, predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Ressalta-se, as noves colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma velas de barco.Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão a cortina de vidro que compõem a sede do Executivo. Em pequenos detalhes, observa-se a rampa de acesso e o Parlatório. Adjacente ao monumento, está uma habitação temporária simplória com caixa d` água. Ao centro, encontra-se o Congresso Nacional com seus monumentais escritórios administrativos verticalizados de 92 metros, que orientam a perspectiva do visitante até a Esplanada dos Ministérios e suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo), os quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. À direita, está o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. É possível notar que as edificações do Complexo Esplanada dos Ministérios-Praça dos Três Poderes estão circundados por uma cerca simples. Ao fundo, nota-se a presença da vegetação nativa do Cerrado, que se estende pela linha do horizonte.

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