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NOV.B.2 (568)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-568
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro aéreo da península do Lago Paranoá – com os primeiros edifícios em alvenaria inaugurados de Brasília, durante os anos de construção de Brasília, entre 1957 e 1958. O Brasília Palace Hotel e o Palácio da Alvorada, estando em evidência, em primeiro plano, o contexto construtivo do Palácio da Alvorada (a capela e o acesso rampeado semienterrado, o espaço de bar e piscina). Enquanto, mais ao fundo, a fachada leste do Brasília Palace Hotel, estando os dois em processo avançado de obra, sendo estes inaugurados no dia 30/06/1958. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021. No quadrante inferior, parte do edifício destinada a área de lazer, onde encontra-se a piscina e uma cobertura destinada ao bar, com os acessos já delimitados e concretados. Ao lado da estrutura de concreto armado coberta, nota-se alguns materiais (tábuas de madeira empilhadas, caixotes carregados de materiais, resquícios de areia e carriolas) dispostos no solo de terra seca batida, do que aparenta ser uma via limítrofe ao terreno construído para facilitar as passagens de maquinários ou veículos, evidenciando o processo de obra em andamento. Abaixo da estrutura, é possível identificar alguns materiais de trabalho e 3 operários, estando dois deles voltados para a direção da piscina, abaixo da marquise e o último do lado direito, trajando camisa e calças claras com o corpo voltado para o registro. Mais ao fundo, outros operários ainda são possíveis de serem observados nas proximidades dos pilares do Alvorada, no trecho central do registro, transitando, conversando ou observando o terreno da obra. À direita do Palácio da Alvorada, encontra-se a capela, estando em fase final de obra, sendo possível identificar os acessos rampeados semienterrados e a passarela de acesso à superfície de entrada da capela. Sobre a superfície da capela e nos arredores da mesma, é possível identificar operários trabalhando, havendo dois sobre a laje da capela, seis na sombra próximos à entrada principal e o último sob a passarela, no acesso semi-enterrado. Aos arredores da capela é possível identificar alguns materiais: um tonel branco no início da rampa em declive; um cilindro horizontal e um volume de resíduos no centro do registro, próximo da superfície elevado, ao lado direito da passarela; o vislumbre de um escada vertical de acesso a laje na extremidade direita da capela. Adjacentes às estruturas do Palácio da Alvorada parte do terreno apresenta superfície gramada, havendo uma mudança abrupta, no quadrante inferior direito, para um solo de terra batida marcada pela passagem de veículos e maquinários nas imediações das obras finalizadas. Nota-se, portanto, a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, aparente uso de maquinário para retirada de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas. O quadrante superior identifica parte do contexto territorial ao oeste do Palácio, sendo possível identificar alojamentos – de estrutura simples retangular ou quadrada, com telhado em duas quedas – para os trabalhadores, além de delimitações com cercas, árvores esparsas e estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso ainda não pavimentados no entorno das moradias, durante o período de obras. A esquerda do acampamento, pequenas estradas vicinais direcionam-se para o oeste com sentido Esplanada dos Ministérios e o próprio Hotel de Turismo evidenciado no registro no quadrante superior. Neste, é possível identificar outro conjunto de alojamentos e instalações de apoio em suas redondezas, com estruturas de mesma características construtivas, dispostas em proximidade. Uma pequena mancha de fumaça se forma mais ao fundo dos alojamentos, enquanto na extremidade direita do registro, vislumbres de algumas instalações mais afastados do contexto de obra. A esquerda do Palace, uma torre, e um adensamento de árvores de médio porte. O Palace apresenta iminência de conclusão, com fachadas aparentam apresentar esquadrias e cortinas. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítido a presença de uma vasta vegetação de Cerrado típico (Cerrado sentido restrito), com variações de densa, ralo e de médio porte, com gramíneas secas.

Sans titre

NOV.B.2 (569)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-569
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro aéreo do canteiro de obras do Palácio da Alvorada (PA), durante os primeiros anos de construção de Brasília, entre 1956 e 1958. O PA, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado no embrião de Brasília em 30 de junho de 1958. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Modernista brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. Ao centro do registro, é possível identificar estruturas de apoio destinadas aos funcionários, tratando-se de sanitários. No quadrante inferior, pequenas valetas no solo terroso, locais com presença de gramíneas baixas e secas, e locais de terra seca batida, caracterizando o processo de ação antrópica para construção das estruturas de apoio e o canteiro de obras. Encontra-se também, resíduos de materiais utilizados na obra, como resquícios de terra, tábuas e tocos de madeiras. No quadrante superior direito, uma valeta maior, possivelmente destinada a passagem de encanações para saneamento básico do Palácio. Ainda na valeta, uma estrutura retangular de concreto armado parcialmente coberta por parte da terra aglomerada na extremidade superior da valeta. No quadrante superior central para o direito, o contexto de obra é contextualizado pela presença de agregados graúdos e miúdos destinados ao processo de construção do PA. Sendo possível identificar quatro grandes amontoados de materiais, onde o quarto – próximo a valeta maior –, encontra-se cercado por tapumes de madeiras, sustentados por pequenos tocos dispostos diagonalmente. Acima deste, tábuas e troncos finos de madeiras encontram-se empilhados. Ao centro dos três aglomerados de graúdos, uma caminhonete modelo FNM, popularmente conhecida como “FENEMÊ” estacionado entre os materiais, destinada a carga e descarga e materiais no canteiro de obras. Ao lado da caçamba da caminhonete, nota-se três operários que, possivelmente, precedem a retirada de material da caçamba, conversando em um momento de aparente descontração. O primeiro mais próximo da cabine, traja camisa clara e calça escura, enquanto manuseia uma enchada; o segundo, escorado na caçamba aberta, traja um capacete metálico, um aparente avental branco e calças claras, apoiando-se em uma enchada com a mão direita; o terceiro encontram-se com parte do corpo sobreposto pelo montante de agregado, trajando capacete e camisa clara. Os três operários olham diretamente para o momento do registro, que tinha como objetivo, registrar o processo de obra do Palácio da Alvorada, que junto ao Brasília Palace Hotel, foram os primeiros edifícios em alvenaria inaugurados de Brasília, inaugurados no dia 30/06/1958.

Sans titre

NOV.B.2 (57)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-57
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista diagonal das torres do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com a presença de uma máquina e mais ao fundo, uma pequena construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais distante da Esplanada. Ao centro, ressalta-se o Palácio do Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. As torres anexas com sua estrutura de aço aparente demonstrando sua surpreendente monumentalidade. Atrás das torres, suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. A casca da cúpula do Senado está finalizada com algumas figuras humanas em sua base, enquanto a da Câmara está em processo de finalização com trabalhadores na cobertura e andaimes circundando o mesmo. Atrás da cúpula da Câmara dos Deputados, parte do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) praticamente finalizado, podendo visualizar a parte superior das suas colunatas presentes em suas fachadas laterais.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (570)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-570
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preta e branca em formato retrato registra a fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Vista diagonal do Palácio da Alvorada, enquadrando parte do espelho d’água com a obra das Yaras e uma região da plataforma de serviços, localizada na direção sul da implantação. A obra aparenta estar concluída, visto que revestimentos, esquadrias e planos de vidros já estão instalados. Nas laterais do espelho d’água há grama plantada para paisagismo. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do lago Paranoá, apresentando um mosaico vegetativo pertencente ao bioma Cerrado. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Sans titre

NOV.B.2 (571)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-571
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preta e branca em formato paisagem registra a fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Vista diagonal do Palácio da Alvorada, enquadrando parte do espelho d’água com a obra das Iaras e uma região da plataforma de serviços, localizada na direção sul da implantação. A obra aparenta estar concluída, visto que revestimentos, esquadrias e planos de vidros já estão instalados. Nas laterais do espelho d’água há grama plantada para paisagismo. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do lago Paranoá, apresentando um mosaico vegetativo pertencente ao bioma Cerrado. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Sans titre

NOV.B.2 (572)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-572
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preta e branca em formato retrato registra a fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. O enquadramento foca na Placa de Inauguração do Palácio, com a inscrição “Neste dia 30 de junho de 1958, inaugurou o Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil, Dr. Juscelino Kubitschek, este Palácio, de (ilegível) da Alvorada, residência do chefe de Estado Brasileiro e primeiro edifício erguido na Nova Capital da República. A obra foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e executada de 3 de abril de 1957 a 30 de junho de 1958 por engenheiros e operários irmanados todos no ímpeto criador que tornou possível fundar no coração de nossa pátria este centro de civilização que dá testemunho da energia e da capacidade realizadora dos brasileiros. Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil Presidente Dr. Israel Pinheiro da Silva Diretores Dr. Bernardo Sayão Dr. Ernesto Silva Dr. (ilegível)”. Em um plano atrás do Palácio da Alvorada, vê-se a estrutura concluída da Capela Anexa à norte da implantação. À frente da fachada frontal há um espelho d’água e um paisagismo com grama plantada. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do lago Paranoá, apresentando um mosaico vegetativo pertencente ao bioma Cerrado. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Sans titre

NOV.B.2 (573)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-573
  • Pièce
  • 03/07/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, à frente do edifício um dos espelhos d’água de 60 cm de profundidade. O Palácio da Alvorada está finalizado com iluminações claras na marquise (na fachada dos edifícios, cobertura em balanço ou não, lateralmente aberta, para proteger da chuva e do sol” (in Dicionário Eletrônico Houaiss) da fachada frontal do Palácio as quais valorizam sua forma arquitetônica e refletem nos espelhos d’água. Ao fundo, à direita da fotografia, parte do edifício anexo de serviços e apoio a qual é semienterrada. No horizonte, fitofisionomias do Cerrado.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (622) e (312) com alteração de coloração e leve enquadramento para a esquerda.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE SOBRE AS COLUNAS DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”."

Sans titre

NOV.B.2 (574)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-574
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preta e branca em formato paisagem registra a fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. O enquadramento captura a diagonal da fachada oeste e parte do bloco de serviços semienterrado no lado sul da implantação, destacando também a parte posterior da placa de inauguração. No terço inferior da fotografia fica aparente a parede marmorizada da rampa que dá acesso à Capela anexa do Palácio da Alvorada. Na primeira coluna, da esquerda para a direita, está um operário vestindo camisa branca e calça bege clara, cujo rosto está virado na direção do fotógrafo. À direita da placa de inauguração estão três homens vestidos de modo formal, sendo que um deles está saindo de dentro do bloco principal com algo nas mãos. Há uma inscrição na região posterior da placa de inauguração que não está legível. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Sans titre

NOV.B.2 (575)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-575
  • Pièce
  • 03/07/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista do lado esquerdo do hall de entrada principal no térreo do Palácio da Alvorada. Este pavimento possui salões para compromissos oficiais do governo que serão utilizados pelo Presidente da República. Em primeiro plano, ao lado direito da fotografia, o início da rampa do hall de entrada que leva para a sala de estar com carpete vermelho. Em segundo plano, piso do hall com carpete branco e cinco poltronas Barcelona, sendo duas pretas e três brancas, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm. Ao fundo, à esquerda da fotografia, tem uma pequena escada que leva para um corredor no pavimento térreo com salas de espera e gabinete e a direita outra escada ao qual leva para o hall do subsolo. Adjacente as escadas, parte da parede do hall é revestida com espelho e está refletindo um pequeno pedaço do painel dourado sem título confeccionado por Athos Bulcão (1918-2008) em 1958 a partir de placas de latão dourado polido com dimensões de 800 cm x 915 cm x 37,5 cm. Na parede, há a frase do poeta Augusto Frederico Schmidt (1906-1965) para Juscelino Kubitschek (1902-1976) sobre o lançamento da pedra fundamental para o início da construção de Brasília: “Dêste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sôbre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e confiança sem limites no seu grande destino. Brasília, 2 de outubro de 1956 - Juscelino Kubitschek de Oliveira”. Na fachada principal é possível visualizar as colunas do Palácio da Alvorada, o espelho d’água na entrada e algumas construções no horizonte.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (324) em cores.
"

Sans titre

NOV.B.2 (576)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-576
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preta e branca em formato paisagem registra a fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. À frente da fachada frontal está o espelho d’água e o paisagismo de grama plantada. Ao lado esquerdo do bloco principal está a plataforma que leva até a Capela anexa localizada no lado norte da implantação. O foco do enquadramento são as quatro colunas parabolóides do bloco principal. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Sans titre

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