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NOV.B.2 (366)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-366
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Fotografia da via N1 do Eixo Monumental, com alguns carros passando na via. Em segundo plano na lateral direita da imagem está o Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; com o parlatório, situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça; e a rampa característica da fachada principal, de acesso ao salão nobre, se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); logo atrás do palácio presidencial aparecem alguns edifícios ministeriais da Esplanada dos Ministérios. Ainda em segundo plano, na lateral esquerda da imagem aparece parte do Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa sendo possível ver a estrutura da mesma e construção, na imagem aparece apenas o plenário do Senado Federal, abrigado na cúpula, cobertura curvilínea em formato côncavo. É possível ver também uma pequena construção de madeira no canto inferior esquerdo uma construção temporária de madeira, sendo um provável acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) localizado no canteiro de obras da região da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu, servindo de suporte para os trabalhadores da obra.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (365)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-365
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista panorâmica do Congresso Nacional. Em primeiro plano, da esquerda para direita, em destaque pousa-se a rampa externa que fornece acesso ao edifício principal, na rampa inferior que leva ao Salão Negro, em sua parte inferior, à direita, é possível visualizar sutilmente um grupo de cinco trabalhadores em círculo discutindo entre eles, ao seu redor encontram-se recursos da obra, próximo a plataforma, localiza-se o poste de madeira, no sentido oeste-leste, ressalta a construção das esquadrias, compostas de alumínio anodizado, que serviram de base para os painéis de vidro do Congresso Nacional, e a formação dos pilares de concreto. Nota-se que o processo de cimbramento, o qual consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, está em curso na extrema direita do edifício principal, nos locais que representam o Salão Nobre e o Plenário da Câmara. Esse procedimento está de forma mais acentuada, no local do Plenário da Câmara, as ligações estão mais realçadas, escorada nessa estrutura destoa-se às tábuas de madeira espalhadas no chão, à direita delas verifica-se a entrada para a área subterrânea do Congresso Nacional, rente a parede direita, no nível do solo, apresentam-se, no sentido baixo-cima, um caminhão Chevrolet GMC, dois Jeep Candangos e um automóvel não identificado, à esquerda das tábuas de madeira, mais à frente, situa-se um operário de pé com veste clara e capacete branco próximo a um montante de areia, adjunto a plataforma do edifício principal ressalta-se o poste elétrico, o qual possui uma escada simplória usada para manutenção, interliga-se a outro poste, que está próximo a um veículo que assemelha-se ao caminhão Chevrolet, conhecido popularmente como “Boca de Sapo”, na caçamba do veículo, dois obreiros estão retirando objetos ao lado de um trabalhador que encontra-se de cócoras, esse mesmo poste de energia liga-se a outro, já bastante afastado da sede do Legislativo. Na extrema direita, ao lado, do talude, ressalta-se uma construção temporária de aspecto longitudinal servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, é possível visualizar um automóvel estacionado de frente um com porta-mala aberto e outro estacionado de costas rente a parede externa do depósito, em seu lado direito, há um pedreiro andando no terreno e mais um membro da obra veste de calça escura, camisa clara e usando chapéu, encostando seus cotovelos no peitoril de janela. Na superfície da plataforma, na esquerda-direita, é perceptível visualizar a parte posterior da placa adjunto de placa ao lado de uma placa pequena, ao redor, estão duas pessoas já na área externa, situa-se um barril e carrinho de mão. Próximo a cúpula, estão mais dois obreiros cercados de recursos da obra, a cúpula do Senado destoa-se com seu revestimento incompleto. Na parte direita do Senado, há dois postes de iluminação e um pequeno depósito de madeira. Ao meio, verifica-se três membros deslocando para a direita. Perto do perímetro da Câmara, quatro operários possivelmente estão elaborando argamassa, mais cinco operários estão bem próximos da base reunidos, outros dois obreiros estão parados fitando o olhar para a Câmara, ressalta-se a sequência de três membros da obra assentando o piso, outro trabalhador está se encaminhando na direção central do edifício principal, nota-se levemente uma lâmpada de iluminação fixa na extremidade da plataforma, na extrema direita, observa-se um grande andaime ancorado no topo da cúpula invertida, ao lado, visualiza-se a rampa temporária de madeira utilizada para dar acesso a cobertura da cúpula da Câmara, já na extremidade direita da cobertura, há uma grande caixa d'água sob quatro apoios, mais à esquerda, apresenta-se um guindaste operando suas funções, ao centro, é perceptível a silhueta de um operário apoiado em uma mesa, adjunto, há o poste de iluminação, ao fundo, é possível visualizar o topo de uma grua, mais à esquerda, há um obreiro agachado realizando suas tarefas. Em geral, a cúpula da Câmara apresenta-se com a estrutura quase finalizada, porém, com revestimento incompleto. Ao fundo, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, em processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Bem ao fundo, é possível visualizar levemente a estrutura das colunas de concreto, ainda em andaimes, e da cobertura correspondentes ao Supremo Tribunal Federal.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (364)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-364
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do Palácio do Congresso Nacional a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal. Em primeiro plano, quatro molduras verticais de esquadrias, onde serão inseridas as janelas; o piso entre as esquadrias e as colunas que possuem nas fachadas leste e oeste do edifício; três colunas da fachada oeste; um poste de madeira com fiação e um homem com vestes escuras próxima a uma das colunas (à direita da fotografia). Em segundo plano, terra batida com monte de terra em alguns locais. Da esquerda para a direita, um poste de madeira com fiação uma máquina para construção com alguns homens, provavelmente trabalhadores, ao lado do mesmo; monte de terra e materiais de construção (um homem próximo ao monte de terra, provavelmente um trabalhador) e um pequeno grupo de homens entre as colunas. Em terceiro plano, o Palácio do Congresso Nacional em construção tendo as estruturas de madeira na parte da Câmara dos Deputados, parte da cúpula do Senado Federal praticamente finalizado e as duas torres do edifício ainda em construção com as estruturas aparentes.
Item NOV-4-4-B-2 (671) é cópia desta fotografia.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (363)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-363
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista frontal da rampa composto de madeira que liga-se a Cúpula do Congresso Nacional ainda repleta de andaimes, nota-se cinco trabalhadores alinhados, virados de frente, utilizando vestes simples e portando chapéu, ao lado, está dois operários, de costas, apoiando uma barra, conjuntamente, no ombro, ambos utilizando proteções para o material para diminuição do desconforto, o que se encontra-se mais elevado está virando a face para trás. Mais acima, estão dois pedreiros próximos um ao outro, um deles destoa-se com a camisa aberta, encontra-se com a camisa fechada, mas ambos encontram-se com chapéus. Perto da curva da rampa aparece um obreiro de costas, carregando também uma barra de aço, em conjunto, com um trabalhador que aparece apenas de relance. Bem ao fundo, é pouco perceptível um operário de roupas claras caminhando até o topo. À esquerda, da rampa, presenciam-se barras de aço no chão, sob uma calha de madeira, adjacente a ela, localizam-se duas pequenas valas. Adjunto aos andaimes,na parte inferior, destoa-se três tábuas de madeira espalhadas próximas a uma cerca. À direita da rampa, está um cercado de madeira que dá acesso ao restante da plataforma com vários entulhos espraiados na superfície, ao meio, encontra-se a rampa externa, ainda inacabada, a qual fornece acesso ao edifício principal do Congresso Nacional. Mais ao fundo estão empilhadas e agrupadas várias barras de metal, adjunto a elas, situa-se um poste elétrico de madeira próximo ao que se assemelha a uma mesa de carpintaria, no limite da superfície da plataforma, há um obreiro de calça escura, camisa clara e chapéu mirando o horizonte. Posteriormente, há um poste de madeira que interliga-se a outro localizado em um trecho da plataforma, a qual verifica-se um operário realizando alterações no piso, sequencialmente,mais atrás, está estabelecendo outra ligação com um poste simplório que apenas é possível visualizar sua imagem parcialmente.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (362)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-362
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem com uma grande mancha branca circular no topo e uma pequena mancha branca também, possivelmente fruto da deterioração do material físico. Vista frontal do Palácio do Congresso Nacional situado na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Na área esquerda, nota-se a silhueta de um trabalhador próximo a cúpula da Câmara, no final da plataforma perto do talude. Na área direita, há silhuetas de três máquinas e o que parece mais dois trabalhadores sob a plataforma. Mais ao fundo, é possível visualizar três Ministérios,compostos de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (361)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-361
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem com uma grande mancha branca circular no topo e uma pequena mancha branca também, possivelmente fruto da deterioração do material físico. Vista frontal do Museu da Cidade e do Congresso Nacional. Em primeiro plano, à esquerda nota-se a extremidade do Museu da Cidade, ressalta-se seu formato característico de par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, seu revestimento é de mármore branco. É possível visualizar sutilmente as letras do escrito: “Deste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino. Brasília, 2 de outubro de 1956 – Juscelino Kubitschek de Oliveira”. No nível do solo, há um acúmulo de materiais perto da via simples de terra. Mais à frente, destaca-se os anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa, posteriormente, encontra-se o edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, no caso é perceptível apenas o Senado. Mais ao fundo, presencia-se o Ministério com sua composição de vigas e pilares metálicos totalmente por concreto.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (360)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-360
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista frontal do Museu da Cidade e do Congresso Nacional. Em primeiro plano, à esquerda nota-se a extremidade do Museu da Cidade, ressalta-se seu formato característico de par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, seu revestimento é de mármore branco. É possível visualizar sutilmente as letras do escrito: “Deste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino. Brasília, 2 de outubro de 1956 – Juscelino Kubitschek de Oliveira”. No nível do solo, há um acúmulo de materiais perto da via simples de terra. Mais à frente, destaca-se os anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa, posteriormente, encontra-se o edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, no caso é perceptível apenas o Senado. Mais ao fundo, presencia-se o Ministério com sua composição de vigas e pilares metálicos totalmente por concreto.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (36)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-36
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores em formato paisagem. Vista lateral do edifício principal do Congresso Nacional com destaque para a cúpula do Senado. No canto direito, nota-se a rampa externa que dá acesso a laje que sustenta as cúpulas da sede do Legislativo, é possível visualizar somente a cúpula côncava do Senado, que apresenta-se com o revestimento quase completo, em sua lateral há uma escada simplória que possibilita o acesso à cobertura. Na superfície da laje, próximo ao Senado encontram-se dois barris de metal de cor preta. No pavimento inferior, verifica-se que a localidade correspondente ao futuro Salão negro está em fase inicial de construção, no sentido leste há apenas um fino poste de madeira. Já no sentido oeste, presencia-se uma pequena escada que dá acesso a parte posterior da edificação e diversos tijolos amontoados. Ressalta-se os grandes pilares de concreto circundando o edifício, no limite dessas estruturas, no sentido esquerda-direita, destoa-se a pequena estrtura de madeira apoiando uma garrafa e um trabalhador negro de cabeça baixa, trajando uma camisa cinza e calça clara e portando chapéu palha escorado a mão em uma das colunas do edifício principal, uma estaca de madeira está apioda e no edifíco principal e uma espécime de corrimao composto de madeira. É perceptível, no pavimento subterrâneo localiza-se a presença de estruturas sendo erigidas e uma fraca iluminação na área que corresponderia a futura Chapelaria. Na área à frente dos pilares, no sentido oeste-leste, o operário de vestes escuras e utilizando chapéu encontra-se acima do talude caminhando pela área., ressalta-se os desníveis no talude com estacas de madeira fincadas no solo, as quais vão expandindo-se lateralmente, dois postes de iluminação destacam-se pela sua grande dimensão com calhas de madeira espalhadas posando ao redor. Mais a frente, um operário agachado com vestes claras analisando o amontoado de terra, ao lado presencia-se um carriola, responsável por carregar material. Sobressai uma vala grande com uma cerca de madeira em seus limites. No encontro da varanda e com a rampa externa, há uma concentração de terra com um poste fixado ao chão e próximo estão os tijolos.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (359)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-359
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional a partir da marquise (na fachada dos edifícios, cobertura em balanço ou não, lateralmente aberta, para proteger da chuva e do sol” (in Dicionário Eletrônico Houaiss) do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, base do STF tendo uma de suas colunas em destaque à esquerda da fotografia da sua série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. Em segundo plano, chão de terra batida com alguns materiais de construção sobre o mesmo e uma figura humana masculina com vestes simples, calça escura e camisa clara. Ao fundo, em destaque, os anexos, formados por duas torres verticais, uma correspondente ao Senado e outra à Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço e a laje é em concreto pré-moldado. Próximo as torres, da esquerda para à direita, uma pequena construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, na base das cúpulas, local onde a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos) será posicionada. Atrás das torres, a casca da cúpula do Senado está finalizada e à direita das torres, mais construções provisórias e o talude (terreno em declive) da via que virá a ser o Eixo Monumental.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (358)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-358
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato retrato. Em primeiro plano, destacam-se dois trabalhadores estabilizando uma tábua de madeira, um deles está trajando uma camisa branca aberta e uma calça escura com uma botina, está apoiando ambas as mãos na calha já o outro operário vestindo uma camisa de manga longa escura, calça escura com cinto e chapéu só está com uma mão apoiada e a outra está segurando um martelo para a fixação do prego. Ambos estão sob um piso de madeira correspondente a um provável galpão de apoio ou serviço de vários andares para armazenar os itens da obra. Em segundo plano, escorados na parede externa do depósito de aspecto longitudinal, ressalta a presença de uma escada, seguida de uma betoneira, próximo a essas máquinas estão dois pneus acoplados. Mais a frente, espalham-se mais depósitos ocupando a praça central. Ressalta-se a base do Congresso Nacional em processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Essa técnica repete-se nos andares superiores dos monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros, que detém sua malha estrutural aparente com andaimes e sem a vedação completa. Mais ao fundo, é possível visualizar sutilmente o Ministério e a silhueta de outro, com sua estrutura composta de vigas e pilares metálicos, ainda sem revestimento por concreto, com presença de andaimes e guindaste.

Untitled

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