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NOV.B.2 (270)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-270
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de noite de parte da sala de estar e da sala de música, ao fundo, no pavimento térreo do Palácio da Alvorada e do mezanino do pavimento superior. Parte da sala possui pé direito duplo e o pavimento é todo revestido com piso de madeira, este está com iluminação amarela nos abajures e nas fileiras de iluminação com spot. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, uma escada com guarda-corpo vazado com perfil metálico, esta leva para o nível do subsolo do edifício. Em segundo plano, uma marquesa brasileira (versão híbrida de leito e de sofá que remontam ao estilo francês “restauration” e ao Brasil do século 19) de madeira jacarandá com braços curvados para dentro e arrematados por travessa torneada, assento em palhinha, pernas reviradas para fora; algumas poltronas em madeira de jacarandá e tecido do século XX, com estrutura retilínea, traços em ângulos retos descendo as pernas no mesmo contexto, assento e espaldar almofadado vermelho; com dimensões de 78x74x76 cm; sob a marquesa e essas poltronas, um tapete simples, aparentemente bege, centraliza os móveis e ao fundo, dois abajures estão encostados em uma parede revestida com espelho reflete parte da sala; há leves cortinas nas janelas da fachada oeste. Ao fundo, à esquerda da fotografia, a sala de música com seis poltronas Barcelona, na cor branco, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm. Ao centro das poltronas Barcelona está um tapete simples de cor, aparentemente, cinza, e uma pequena mesa de centro no formato quadrado com perfis metálicos e tampo de vidro (acima da mesa de centro há alguns objetos de decoração). Toda a sala de música possui piso de madeira e uma parede revestida de espelho, à direita da fotografia, e ao fundo uma parede de mármore na cor preta. Em segundo plano, à esquerda, mais uma poltrona Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich e um conjunto do que aparenta ser simples poltronas brancas. Ao fundo, o piano de cauda do século XX de autoria da fabricante alemã Grotrian-Steinweg em madeira ebanizada (técnica que consiste em escurecer a madeira), marfim e metal; e uma banqueta também do mesmo século com os mesmos materiais. No teto, há duas fileiras de iluminação com spots as quais são refletidas pela parede com revestimento de espelho.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Untitled

NOV.B.2 (271)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-271
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal das torres Anexas. Em evidência, na rampa externa, ainda sem acabamento finalizado, encontra-se um homem negro prestes a dar outro passo em sua caminhada, trajando uma camisa de gola polo inserida por dentro de uma calça social que é sustentada por um cinto preto à mostra. Ulteriormente a ele, há um outro rapaz negro de camisa social, também gola polo, de tonalidade mais escura, porém de mangas compridas e calça preta, deslocando-se na superfície diagonalmente. À esquerda da rampa, destaca-se a presença de um poste de iluminação que detém um alto-falante, em sua base, presencia-se um acúmulo de terra misturado levemente com um amontoado de areia, em seguida ao poste elétrico, é possível visualizar a silhueta de estantes de madeira e próximo a varanda, uma coluna envolta por escoras de madeira. No lado direito, observa-se, no sentido baixo-cima, uma mulher de cabelos curtos ondulados, na altura do pescoço, vestindo um casaco e calça clara sentada sob um pano branco. Adjacente a ela, há um homem usando óculos de grau e trajando camisa longa xadrez, ele é acariciado no pescoço por uma mulher de cabelo curto ondulado usando vestido médio de gola rolê. Posteriormente a ela, é possível ver apenas a cabeça de outros dois cidadãos, um de camisa clara e outro de camisa escura. Ao centro da fotografia, sobressai as torres anexas com sua estrutura de aço aparente, contendo entre os edifícios plataformas provisórias, para o possível deslocamento dos trabalhadores. Além disso, verifica-se, à frente de ambas edificações, a presença de dois grandes andaimes que perpassam todos os pavimentos já construídos e cortam as quatros plataformas de proteção localizadas, paralelamente, na base da edificação e ao centro. No sentido oeste, nota-se o Senado ainda sem acabamento finalizado rodeado por dois postes de iluminação interligados.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (272)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-272
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista da parte inferior da escada interna do Palácio da Alvorada ainda em construção que leva para o pavimento superior onde fica a parte íntima do Palácio. Ao centro, a escada que possui formato de espinha de peixe com a parte central da estrutura em formato de letra T em concreto armado. Este está com tábuas de madeira em suas laterais para auxiliar no processo da construção e ao fundo há diversos trabalhadores. O mesmo está no pavimento térreo e dá acesso à sala íntima do palácio no primeiro andar, o qual constitui a parte residencial do Palácio.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (290) com a escada finalizada.
"

Untitled

NOV.B.2 (273)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-273
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal do Senado; Em primeiro plano, situa-se o canteiro de obras do Congresso Nacional, à esquerda, evidencia-se a rampa externa em estágio avançado em construção. À leste da rampa, é possível visualizar apenas dois trabalhadores em perfil, adjacentes, a uma mesa de madeira e diversos vergalhões de aço dispostos em fileiras, são permeados por duas placas indicativas. Ao centro da rampa, está um obreiro ao lado de outro profissional de cócoras. No sentido leste da rampa, pousam-se várias barras de aço que juntamente, a uma pequena construção temporária bastante simplória, formam um pequeno corredor. Neste espaço estão presentes dois trabalhadores usando chapéu de palha, um deles agachado, e outro em pé realizando funções da obra. Posteriormente, há outro operário deslocando em sentido ao barril e um poste de iluminação, mais ao fundo, em um nível mais rebaixado, está outro transitando pelo canteiro. À direita da construção simples, quatro profissionais montando estruturas necessárias à obra, dois trabalhadores estão na mesma mesa de carpintaria, os outros dois encontram-se em outros lugares. Adiante, destaca-se as escoras de madeira relacionadas ao processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção. Perto de sua base, nota-se acúmulo de areia que também manifesta-se em menor proporção, na parte direita da rampa, adjacente à varanda do edifício principal. Sob a plataforma, destaca-se o Senado com estrutura quase completa mas acabamento inconcluso. Observa-se que perto da parede direita do monumento, há alguns profissionais esparsos no ambiente, perto da extremidade do edifício principal, visualiza-se uma rampa temporária de madeira utilizada para dar acesso à cobertura da cúpula da Câmara. No sentido leste-oeste desta edificação, evidencia-se uma caixa d'água, no intermédio, entre um guindaste localizado, próximo a um grande andaime fincado na plataforma, e um poste de iluminação adjacente a um barril. Lateralmente, observa-se o que seriam estacas de madeira. Na extrema esquerda, é possível ver apenas a cabeça de obreiros e mais um barril, circunvizinhos de um grande guindaste posicionando fora da plataforma. Abaixo da parede lateral esquerda, alastra-se área rente a base da Câmara , diversos trabalhadores estão socializando ou efetuando tarefas de seu ofício. Ao fundo, se faz pouco nítido, a esbelta cobertura e parte da cortina de vidro do Supremo Tribunal Federal.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (274)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-274
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a vista frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. No primeiro terço inferior da imagem, vê-se restos de materiais da obra, sendo parte destes resquícios advindos do cerceamento em madeira que delimita a área de terra revolvida da área de pedregulho e areia, separando claramente a região de obras do Palácio da Alvorada. Acima do primeiro terço, encontram-se montes de terra espalhados na região dentro do cerceamento do canteiro. Na região central da imagem está localizado o Palácio da Alvorada, em aparente fase construtiva concluída, recebendo visitas (como se nota uma aglomeração de pessoas ao centro, ao lado esquerdo de um ônibus amarelo e a circulação de outro ônibus de mesmo modelo na pista à esquerda do Palácio). A fachada frontal do Palácio da Alvorada recebe 10 colunas em formato parabolóide que servem de apoio para a cobertura retilínea e longitudinal da construção. Seu invólucro (envoltória) envidraçado é visível por detrás das colunas. Ao lado esquerdo da fachada do Palácio está a Capela anexa à construção principal. Na linha do horizonte, tem-se um alojamento de trabalhadores no limite à esquerda da imagem, um vislumbre da capela da Ermida Dom Bosco com sua estrutura triangular, em formato da letra “A” e a vasta vegetação que varia do Cerrado típico (cerrado sentido restrito) à direita e Cerrado denso (cerrado sentido amplo) à esquerda do registro. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (275)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-275
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com aspecto lamacento com materiais de construção sobre o mesmo, cercado de madeira, uma pequena construção que se assemelha a uma guarita e dois trabalhadores próximo ao mesmo. Em segundo plano, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Ao lado, visualiza-se a rampa temporária de madeira utilizada para dar acesso à cobertura da cúpula da Câmara e também um guindaste. Além disso, os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. O terreno foi escavado para abrigar a fundação das torres. É possível perceber pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós) entre as duas torres do Congresso Nacional, servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Ao centro das torres, na fachada principal, a construção da rampa Solene do Congresso Nacional na fachada frontal (oeste) do referido edifício, levemente deslocada para a esquerda, que é a entrada principal tanto para o Salão Negro, hall social do Palácio. A base das cúpulas é o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. O edifício principal possui cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Há diversas figuras humanas sobre a laje de cobertura deste edifício e da cúpula do Senado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (276)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-276
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Em primeiro plano temos o helicóptero do modelo BELL 47J (H-13J) - RANGER, que transportava o então presidente da república, Juscelino Kubitschek com o objetivo de inspecionar as obras da nova capital federal. Em segundo plano à esquerda temos o Palácio da Alvorada com suas obras concluídas e à direita um conjunto de palmeiras ornamentais. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (277)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-277
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Em primeiro plano, um fotógrafo de camisa listrada para dentro da calça branca segura uma filmadora ao lado de outro cidadão de camisa xadrez e cabelo com gel olha fixamente para o Congresso Nacional. Observa-se que o edifício principal está em estágio avançado de construção, com esquadrias montadas e todas as colunas de concreto presentes na varanda. Acima, na plataforma, sobressai as torres anexas iniciando seu processo montagem das empenas cegas nos primeiros pavimentos, nas laterais, nota-se dois elevadores provisórios que estendem-se um pouco acima das plataformas de proteção localizadas ao centro. Entre os edifícios, observa-se sutilmente a aparição de pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós), servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. No sentido oeste, pousa-se o Senado apresentando uma clara divisão em sua superfície possivelmente em processo de cura de concreto diferentes, o lado direito possui umas pontas brancas em sua camada de concreto. No topo, é possível visualizar dois postes de iluminação em ambas divisões e na parte direita, se faz pouco nítido a presença de dois indivíduos. No lado oposto das torres, destaca-se a Câmara dos Deputados, em sua circunferência esquerdas presencia-se a silhueta de alguns obreiros próximos às escoras.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (278)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-278
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a vista diagonal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e uma mancha arroxeada no quadrante inferior direito. No primeiro terço vertical à esquerda, vê-se parte da estrutura exposta do bloco principal do Palácio da Alvorada, onde um trabalhador, vestindo macacão e usando chapéu, se equilibra sobre vergalhões metálicos que seccionam os painéis de vidro na fachada. Abaixo deste trabalhador, dois outros operários trabalham entre escada, andaimes e materiais de construção, sem capacetes e equipamentos de proteção individual (EPI). No terço vertical central, mais três operários trabalham na fachada frontal do Palácio, se pendurando em andaimes ou vergalhões. No terço vertical direito, seis operários estão no gramado central do Palácio, sendo: dois operários conversando próximos a uma rampa de acesso ao bloco principal, três operários em volta de placas de concreto no chão e um operário em um plano atrás, à direita do poste de energia. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram, infelizmente, comuns devido à falta de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela vertiginosa altura. Como relatado em áudios transcritos de trabalhadores da época: ...“Você parava por ali assim, e dava uma olhada na Esplanada dos Ministérios, sempre à tardezinha, à noite. Meu Deus do céu! Parecia fogos de artifício. Era o cidadão trabalhando, peão, gente caindo, muita gente morrendo. Não cuidava muito da segurança, tinha que fazer. E foi fazendo.” (DE FARIA, 1989 apud VIDESOTT, 2009). Sobre a estrutura do Palácio, nota-se que, no momento do registro, a obra estava em sua fase de finalização de revestimentos e aplicação de planos de vidro nas esquadrias. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (279)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-279
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com aspecto lamacento com materiais de construção sobre o mesmo. Em segundo plano, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Além disso, os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. O terreno foi escavado para abrigar a fundação das torres. É possível perceber pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós) entre as duas torres do Congresso Nacional, servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Ao centro das torres, na fachada principal, a construção da rampa Solene do Congresso Nacional na fachada frontal (oeste) do referido edifício, levemente deslocada para a esquerda, que é a entrada principal tanto para o Salão Negro, hall social do Palácio. A base das cúpulas é o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. O edifício principal possui cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Há diversas figuras humanas sobre a laje de cobertura deste edifício e da cúpula do Senado. Ao fundo, à esquerda, parte da construção do Palácio do Planalto, também em fase de construção.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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