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NOV.B.2 (654)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-654
  • Item
  • 1956 - 1957
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato, autor desconhecido. Vista de uma das colunas das fachadas frontal (oeste) e posterior (leste) do Palácio da Alvorada durante o período final de construção. Na imagem, em primeiro plano, é possível identificar o elemento estrutural e plástico externo revestido de mármore branco, o gramado recém plantado, o subsolo aflorado,vedado por esquadrias de metal e vidro, e a parte interna da cobertura pintada de branco. Atrás da coluna, do lado esquerdo, é visível uma parte do topo de uma escada de madeira. Em segundo plano, é retratado o volume interno principal do Palácio com seu fechamento, em pele de vidro com montantes de alumínio, praticamente finalizado, apenas com lacunas no lado direito da imagem. Essas partes faltantes de vidro e a permeabilidade permitida pelo material nos demais trechos permitem visualizar o trabalho que estava sendo executado na parte interna da edificação. Por essa razão, é possível identificar estruturas de cimbramento, mesas de trabalho e pessoas no interior da obra.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE: O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”."

Untitled

NOV.B.2 (653)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-653
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da construção do que viria a ser a sala de estar e a sala de música do Palácio da Alvorada. Situado às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. No terceiro terço à direita da fotografia, há uma parede em mármore na cor preta com um andaime e alguns caixotes a sua frente. Próximo as esquadrias das janelas, na parte exterior, um andaime, ao fundo dois duas colunas, sendo uma delas, ao lado direito, a semi-coluna da rampa de acesso central ao edifício, na segunda metade do lado esquerdo da fotografia uma coluna completa, a forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86). Em terceiro plano dispõe-se a vista do anexo de serviços da Residência Oficial do Presidente da República, com 7 operários sobre a laje. O Palácio da Alvorada foi construído para ser a residência oficial da Presidência da República, horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (652)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-652
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato retrato do Palácio da Alvorada em fase de construção. Situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. O enquadramento da fotografia foca em capturar uma das colunas cônicas do edifício, a forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86). O pilar está em processo de revestimento pelo mármore branco. Na base do edifício, um terreno de terra seca batida com tábuas, estacas de madeira e pedaços de concreto espalhadas de forma desordenada debaixo do piso do primeiro pavimento, um vão preenchido por escoras. A esquerda, um trabalhador de boné e camisa xadrez de mangas curtas. No vão entre o piso do primeiro pavimento e a laje do edifício há escoras de madeira espalhadas por toda a estação da captura fotográfica. O Palácio da Alvorada foi construído para ser a residência oficial da Presidência da República, horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (651)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-651
  • Item
  • abril de 1958
  • Part of Untitled

"Vista frontal de parte da fachada frontal do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, chão de terra com troncos de madeira e formas da concretagem do local do espelho d’água de 60 cm de profundidade do edifício à direita da fotografia. Próximo às colunas, uma escada de madeira está apoiada sobre um poste de madeira a qual sua fiação passa horizontalmente pela fotografia. Em destaque, duas das colunas da fachada com revestimento de mármore branco, sendo que a da esquerda possui metade da sua forma em relação às demais colunas e esta tem um andaime apoiada em si. Sob a base das colunas, há materiais de construção e sob a coluna da direita há dois homens trabalhando. A fachada do Palácio da Alvorada está com os perfis e os vidros das esquadrias, esta reflete as imagens dos andaimes e mais homens atuando na obra.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE SOBRE AS COLUNAS DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”."

Untitled

NOV.B.2 (650)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-650
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da fachada posterior do Palácio da Alvorada. Registro aéreo do Palácio da Alvorada (PA) durante os seus anos finais de construção, estando em processo avançado de obra, inserido no contexto da península do Lago Paranoá – ainda não preenchido –, em evidência parte dos elementos construtivos do que futuramente viria ser a capela, o espaço de bar, o bloco de serviço semienterrado e o lago artificial do Alvorada. No quadrante central, parte do edifício destinada a área de lazer, onde encontra-se a piscina e uma cobertura destinada ao bar, com os acessos já delimitados e concretados. No quadrante inferior direito, na fachada sul do PA, encontra-se a capela, estando em fase final de obra, sendo possível identificar o acesso rampeado a partir da entrada principal, a via que dá acesso a parte inferior da capela desenvolvendo-se para um retorno de veículos, além da passarela elevado de acesso à superfície de entrada da capela a partir do edifício principal do Alvorada. No quadrante superior, identifica-se parte do contexto territorial das orientações leste e sul do Palácio, sendo possível identificar o bloco semienterrado de serviço à direita com o acesso rampeado e o espaço destinado a área de lazer; havendo a passarela elevada de acesso, o vislumbre da escultura “Ritmo dos Ritmos”, de Maria Martins; além da piscina e uma cobertura destinada ao bar, à esquerda. Acima da área de lazer, ainda na elevação leste, o lago artificial do Alvorada foi preenchido, sendo possível identificar parte do seu perímetro. Na elevação oeste, a via de acesso ao PA, que faz junção a Via Presidencial, esta que circunda a área total do Alvorada na península. A via apresenta pleno funcionamento devido às marcas de passagens de veículos, sendo possível identificar um Jeep Willys de cor clara estacionado próximo do piso de acesso, onde encontra-se a rampa do acesso principal ao edifício. No quadrante esquerdo, alguns transeuntes caminham sobre a via e no terreno descampada de terra batida que circunda o terreno do Palácio do Alvorada. Adjacentes às estruturas do Palácio da Alvorada parte do terreno apresenta superfície gramada, havendo uma mudança abrupta, no perímetro do conjunto arquitetônico, para um solo de terra batida marcada pela passagem de veículos, maquinários e processo de obra recente nas imediações das obras finalizadas. Nota-se, portanto, a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, aparente uso de maquinário para retirada de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas. A direita do terreno retangular, resquícios dos canteiros e acampamentos dos operários que realizaram a construção, sendo possível identificar apenas parte das suas fundações e vias vicinais que davam acesso a estes, facilitando o transporte de materiais e suprimentos. Em grande parte do registro, a vegetação é caracterizada por árvores esparsas nos arredores das edificações e mudanças abruptas de solo. No quadrante superior, à linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá, que contrasta com o solo do cerrado. Torna-se nítido a presença de uma vasta vegetação de Cerrado típico (Cerrado sentido restrito), com variações de densa, ralo e de médio porte, com gramíneas secas. O primeiro trecho da península caracteriza-se por uma vegetação de baixo porte, com gramíneas mais densas às margens do lago e secas nas áreas que configuram vias vicinais ou áreas descampadas - onde, anteriormente, estiveram os acampamentos e canteiros de obra. Diversas áreas desmatadas refletem o processo de obra recente.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Untitled

NOV.B.2 (65)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-65
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida com materiais de construção sobre o mesmo, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. À esquerda da fotografia, na base do monumento, há a rampa de acesso do piso térreo às cúpulas (à direito da fotografia) com diversas figuras humanas, e abaixo das cúpulas, local onde terá a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos. Ao centro, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. A casca da cúpula do Senado está finalizada, enquanto a da Câmara está em processo cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, circundando o mesmo. Ao fundo, entre o Senado e as torres, o Palácio do Planalto em fase de construção, podendo visualizar a parte superior das suas colunatas presentes em sua fachada principal; atrás da Câmara, há um grande guindaste.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (649)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-649
  • Item
  • julho de 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do, provavelmente, quarto presidencial no pavimento superior do Palácio da Alvorada. Este tem revestimento do piso todo em madeira, paredes e portas brancas. Em primeiro plano, uma porta, à esquerda, que deve levar para o corredor da parte íntima do presidente. À direita, um grande armário com revestimento de espelho o qual está refletindo dois tapetes e duas mesas, além de cortinas na parte interna da fachada do edifício. Ao fundo, um aparador, provavelmente, em madeira, com um tapete branco e listras escuras em sua frente; um grande tapete branco está sob uma cama de casal e esta tem duas pequenas mesas de cabeceira, uma em cada lado, em madeira com dois abajures, um em cada mesa de cabeceira; a mesa da cabeceira à esquerda, além do abajur, este possui em telefone de disco claro. Na parede ao fundo, uma porta que deve levar a outro aposento que também é o quarto do presidente; além disso, duas esculturas de anjos sobre a cama.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Untitled

NOV.B.2 (648)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-648
  • Item
  • julho de 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do pé direito duplo do hall de entrada principal, mais precisamente do lado esquerdo, no térreo e no pavimento superior do Palácio da Alvorada, o mezanino. Este pavimento possui salões para compromissos oficiais do governo que serão utilizados pelo Presidente da República. Da esquerda para a direita, a fachada de vidro oeste do Palácio e as colunas internas do edifício e uma pequena escada que leva para os gabinetes, sala de espera e sala de reunião do Ministério; ao centro, pavimento térreo do hall de entrada com cinco poltronas Barcelona, sendo três na cor branca e duas na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm; ao fundo das poltronas há uma parede toda revestida por um grande espelho e este está adjacente a uma escada que leva para o subsolo do edifício; à direita, no pavimento térreo, parte da rampa de acesso do hall que dá acesso para a sala de estar, a rampa é forrada com um carpete vermelho e um piso de pedra polida; no pavimento superior há uma continuação do hall com mais algumas poltronas Barcelona de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Untitled

NOV.B.2 (647)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-647
  • Item
  • julho de 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Capela do Palácio da Alvorada, mais conhecida como Capelinha. As paredes da Capelinha são de autoria do artista brasileiro Athos Bulcão (1918-2008). O painel é em lambris de jacarandá, revestidas por folhas de ouro e o piso em granito cinza Andorinha. Em primeiro plano, à esquerda da fotografia, uma pia batismal oval em granito marrom. Em segundo plano, à direita da fotografia, castiçais com armação composto por sete hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável com sete velas acesas sobre o mesmo; e uma imagem religiosa de Nossa Senhora da Conceição (a qual a capela é dedicada) apoiada sobre uma pequena prateleira em vidro.
CURIOSIDADE SOBRE AS PEÇAS ANTIGAS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Untitled

NOV.B.2 (646)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-646
  • Item
  • julho de 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Capela do Palácio da Alvorada, mais conhecida como Capelinha. As paredes da Capelinha são de autoria do artista brasileiro Athos Bulcão (1918-2008). O painel é em lambris de jacarandá, revestidas por folhas de ouro e o piso em granito cinza Andorinha. Em primeiro plano, à direita da fotografia, parte da porta e entrada principal da Capela. A porta também é de autoria de Athos Bulcão e este é de alumínio anodizado e vidros coloridos, composta por dois montantes laterais fixos e duas folhas móveis. A porta vai do piso até a laje e sua dimensão é de 252 cm x 493 cm x 7cm. Mais à esquerda, castiçais com armação composta de nove hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável e com nove velas acesas sobre o mesmo. Em segundo plano, duas cadeiras de estrutura retilínea de madeira jacarandá, com assento forrado em veludo vermelho e encosto de palhinha e dois genuflexório (móvel para rezar, em forma de cadeira, com estrado baixo para ajoelhar, e encosto alto, sobre o qual se pousam os braços e o livro de orações) com os mesmos materiais e estrutura ambos de autoria da arquiteta, designer e galerista brasileira Anna Maria Niemeyer (1930-2012). Ao fundo, parte do altar da Capela de madeira jacarandá, cópia de altar originalmente desenhado por Anna Maria Niemeyer, de estrutura retilínea e tampo único sobre base lisa mais um conjunto dos castiçais com armação composta de nove hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável e com nove velas acesas sobre o mesmo.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Untitled

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