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NOV.B.2 (672)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-672
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista panorâmica do Congresso Nacional. Em primeiro plano, da esquerda para direita, em destaque pousa-se a rampa externa que fornece acesso ao edifício principal, na rampa inferior que leva ao Salão Negro, em sua parte inferior, à direita, é possível visualizar sutilmente um grupo de cinco trabalhadores em círculo discutindo entre eles, ao seu redor encontram-se recursos da obra, próximo a plataforma, localiza-se o poste de madeira, no sentido oeste-leste, ressalta a construção das esquadrias, compostas de alumínio anodizado, que serviram de base para os painéis de vidro do Congresso Nacional, e a formação dos pilares de concreto. Nota-se que o processo de cimbramento, o qual consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, está em curso na extrema direita do edifício principal, nos locais que representam o Salão Nobre e o Plenário da Câmara. Esse procedimento está de forma mais acentuada, no local do Plenário da Câmara, as ligações estão mais realçadas, escorada nessa estrutura destoa-se às tábuas de madeira espalhadas no chão, à direita delas verifica-se a entrada para a área subterrânea do Congresso Nacional, rente a parede direita, no nível do solo, apresentam-se, no sentido baixo-cima, um caminhão Chevrolet GMC, dois Jeep Candangos e um automóvel não identificado, à esquerda das tábuas de madeira, mais à frente, situa-se um operário de pé com veste clara e capacete branco próximo a um montante de areia, adjunto a plataforma do edifício principal ressalta-se o poste elétrico, o qual possui uma escada simplória usada para manutenção, interliga-se a outro poste, que está próximo a um veículo que assemelha-se ao caminhão Chevrolet, conhecido popularmente como “Boca de Sapo”, na caçamba do veículo, dois obreiros estão retirando objetos ao lado de um trabalhador que encontra-se de cócoras, esse mesmo poste de energia liga-se a outro, já bastante afastado da sede do Legislativo. Na extrema direita, ao lado, do talude, ressalta-se uma construção temporária de aspecto longitudinal servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, é possível visualizar um automóvel estacionado de frente um com porta-mala aberto e outro estacionado de costas rente a parede externa do depósito, em seu lado direito, há um pedreiro andando no terreno e mais um membro da obra veste de calça escura, camisa clara e usando chapéu, encostando seus cotovelos no peitoril de janela. Na superfície da plataforma, na esquerda-direita, é perceptível visualizar a parte posterior da placa adjunto de placa ao lado de uma placa pequena, ao redor, duas pessoas e na área externa, situa-se um barril e carrinho de mão. Próximo a cúpula, estão mais dois obreiros cercados de recursos da obra, a cúpula do Senado destoa-se com seu revestimento incompleto. Na parte direita do Senado, há dois postes de iluminação e um pequeno depósito de madeira. Ao meio, verifica-se três membros deslocando para a direita. Perto do perímetro da Câmara, quatro operários possivelmente estão elaborando argamassa, mais cinco operários estão bem próximos da base reunidos, outros dois obreiros estão parados fitando o olhar para a Câmara, ressalta-se a sequência de três membros da obra assentando o piso, outro trabalhador está se encaminhando na direção central do edifício principal, nota-se levemente uma lâmpada de iluminação fixa na extremidade da plataforma, na extrema direita, observa-se um grande andaime ancorado no topo da cúpula invertida, ao lado, visualiza-se a rampa temporária de madeira utilizada para dar acesso a cobertura da cúpula da Câmara, já na extremidade direita da cobertura, há uma grande caixa d'água sob quatro apoios, mais à esquerda, apresenta-se um guindaste operando suas funções, ao centro, é perceptível a silhueta de um operário apoiado em uma mesa, adjunto, há o poste de iluminação, ao fundo, é possível visualizar o topo de uma grua, mais à esquerda, há um obreiro agachado realizando suas tarefas. Em geral, a cúpula da Câmara apresenta-se com a estrutura quase finalizada, porém, com revestimento incompleto. Ao fundo, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, em processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Bem ao fundo, é possível visualizar levemente a estrutura das colunas de concreto, ainda em andaimes, e da cobertura correspondentes ao Supremo Tribunal Federal.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (671)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-671
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do Palácio do Congresso Nacional a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, quatro molduras verticais de esquadrias, onde serão inseridas as janelas; o piso entre as esquadrias e as colunas que possuem nas fachadas leste e oeste do edifício; três colunas da fachada oeste; um poste de madeira com fiação e um homem com vestes escuras próxima a uma das colunas (à direita da fotografia). Em segundo plano, terra batida com monte de terra em alguns locais. Da esquerda para a direita, um poste de madeira com fiação, uma máquina para construção com alguns homens, provavelmente trabalhadores, ao lado do mesmo; monte de terra e materiais de construção (um homem próximo ao monte de terra, provavelmente um trabalhador) e um pequeno grupo de homens entre as colunas. Em terceiro plano, o Palácio do Congresso Nacional em construção tendo as estruturas de madeira na parte da Câmara dos Deputados, parte da cúpula do Senado Federal praticamente finalizado e as duas torres do edifício ainda em construção com as estruturas aparentes.
Item NOV-4-4-B-2 (364) é cópia desta fotografia.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (670)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-670
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista frontal da rampa composto de madeira que liga-se a Cúpula do Congresso Nacional ainda repleta de andaimes, nota-se cinco trabalhadores alinhados, virados de frente, utilizando vestes simples e portando chapéu, ao lado, estão dois operários de costas, apoiando uma barra, conjuntamente, no ombro, ambos utilizando proteções para o material para diminuição do desconforto, o que se encontra-se mais elevado está virando a face para trás. Mais acima, há dois pedreiros próximos um ao outro, um deles destoa-se com a camisa aberta, encontra-se com a camisa fechada, mas ambos encontram-se com chapéus. Perto da curva da rampa aparece um obreiro de costas, carregando também uma barra de aço, em conjunto, com um trabalhador que aparece apenas de relance. Bem ao fundo, é pouco perceptível um operário de roupas claras caminhando até o topo. À esquerda, da rampa, presenciam-se barras de aço no chão, sob uma calha de madeira, adjacente a ela, localizam-se duas pequenas valas. Adjunto aos andaimes,na parte inferior, destoa-se três tábuas de madeira espalhadas próximas a uma cerca. À direita da rampa, está um cercado de madeira que dá acesso ao restante da plataforma com vários entulhos espraiados na superfície, ao meio, encontra-se a rampa externa, ainda inacabada, a qual fornece acesso ao edifício principal do Congresso Nacional. Mais ao fundo estão empilhadas e agrupadas várias barras de metal, adjunto a elas, situa-se um poste elétrico de madeira próximo ao que se assemelha a uma mesa de carpintaria, no limite da superfície da plataforma, há um obreiro de calça escura, camisa clara e chapéu mirando o horizonte. Posteriormente, há um poste de madeira que interliga-se a outro localizado em um trecho da plataforma, a qual verifica-se um operário realizando alterações no piso, sequencialmente,mais atrás, está estabelecendo outra ligação com um poste simplório que apenas é possível visualizar sua imagem parcialmente.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (67)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-67
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, em formato paisagem. Vista frontal do Congresso Nacional. Em evidência estão as rampas externas, ainda inconclusas. Pousando, na rampa superior, verifica-se de cinco homens com vestes sociais caminhando para a frente, nota-se, na ponta direita, que três deles estão usando óculos escuros, entre eles, destoa-se um indivíduo usando terno e calça social. Posteriormente, localiza-se duas mulheres, uma com vestido camisa branca e saia grande escura, segurando uma bolsa com a mão direita e a outra com vestido azul está olhando para um operário de camisa branca e calça escura retornando o olhar para ela. No canto esquerdo, paralelamente, há um cidadão esparso de cabeça baixa e mãos para trás do tronco, observando, o canteiro de obra. Ulteriormente, mais ao centro, há um casal com o homem vestindo branco e a mulher com um vestido estampado vermelho usando uma grande saia escura, seguindo o fluxo. Mais atrás, é possível visualizar apenas a parte superior de uma mulher indo em direção a plataforma. No trecho inicial da rampa externa, nota-se uma pequena rampa provisória de madeira que leva ao canteiro de obras, em meio ao solo de terra batida, no limite direito, é possível observar bem sutilmente um pequeno amontoado de terra próximo a um cavalete de madeira, em seguida, presencia-se vários agrupamentos de barras de metal cilíndricas, consecutivamente, há uma escada encostada em um poste elétrico com alto falante em meio a diversas tábuas de madeira espalhadas ao solo, tal poste está ligado a outro, que encontra-se na localidade intermediária entre o canteiro e o edifício principal do Congresso Nacional, um funcionário percorre essa região, passando inicialmente, por um considerável acúmulo de terra e um entulho que alastra-se do canteiro até a plataforma improvisada que liga-se ao edifício principal. Entre os dois postes elétricos, há um obreiro alinhando os blocos de concreto de um grande conjunto. Na rampa inferior, à direita, há uma reunião de tábuas de madeira espalhadas por todo o terreno, verifica-se que as tábuas da porção inicial são de maior as calhas situadas, em seguida, são menores estão dispostas de forma entrelaçada. Avista-se por todo a extensão do edifício principal, a presença das colunas de concreto,ainda não finalizadas, na parte interna é pouco nítido a formação das fiadas das paredes e alguns funcionários realizando outras tarefas. Acima, na plataforma, da esquerda para direita, ressalta-se o Senado com sua estrutura quase completa, mas revestimento não finalizado, verifica-se duas escadas provisórias em cada parede externa, a da esquerda é mais simplória e a da direita é mais elaborada, na base, é possível visualizar dois barris. Ao centro, estão as torres anexas com sua estrutura de aço aparente ainda com poucos pavimentos construídos, entre as torres pousa-se uma plataforma que interliga as duas edificações, perto da cobertura, observa-se três gruas operando suas funções. Na extrema direita, há três pedreiros e um mais afastado, a oeste, perto das esperas em formato circular correspondentes à fundação inicial da cúpula da Câmara.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (669)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-669
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem com uma grande mancha branca circular no topo e uma pequena mancha branca também, possivelmente fruto da deterioração do material físico. Vista frontal do Palácio do Congresso Nacional situado na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Na área esquerda, nota-se a silhueta de um trabalhador próximo a cúpula da Câmara, no final da plataforma perto do talude. Na área direita, há silhuetas de três máquinas e o que parece mais dois trabalhadores sob a plataforma. Mais ao fundo, é possível visualizar três Ministérios,compostos de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (668)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-668
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

"Vista frontal do Museu da Cidade e do Congresso Nacional. Em primeiro plano, à esquerda nota-se a extremidade do Museu da Cidade, ressalta-se seu formato característico de par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, seu revestimento é de mármore branco. É possível visualizar sutilmente as letras do escrito: “Deste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino. Brasília, 2 de outubro de 1956 – Juscelino Kubitschek de Oliveira”. No nível do solo, há um acúmulo de materiais perto da via simples de terra. Mais à frente, destaca-se os anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa, posteriormente, encontra-se o edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, no caso é perceptível apenas o Senado. Mais ao fundo, presencia-se o Ministério com sua composição de vigas e pilares metálicos totalmente por concreto.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (667)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-667
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista frontal do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, solo exposto. Em segundo plano, uma grande pavimentação em frente à fachada principal do Palácio do Supremo Tribunal Federal o qual está praticamente finalizado, podendo visualizar as sete colunas da fachada leste e três colunas da fachada oeste as quais estão com algumas estruturas de madeira; a volumetria central já está envidraçada; a pequena escada (à esquerda da rampa) e a larga rampa estão prontas. Na cobertura do edifício, há alguns trabalhadores e um objeto não identificável. Ao fundo, da esquerda para a direita, vários montes do solo exposto, uma construção, postes de madeira com fiação, duas torres em madeira logo ao fundo do STF, outra construção próximo a mais montes de solo exposto e uma máquina para auxiliar na construção.
Item NOV-4-4-B-2 (186) é cópia desta fotografia.
Item NOV-4-4-B-2 (443) é semelhante, porém há alteração de coloração da fotografia para preto e branco, enquadramento e movimentação dos trabalhadores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (666)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-666
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, base das colunas com a construção aparente e, mais à direita, monte de terra. Ao centro, três das sete colunas de uma das fachadas do Palácio do Supremo Tribunal Federal. Ao fundo, da esquerda para a direita, dois homens trabalhando na parte inferior das colunas; construções que aparentam ser acampamento dos trabalhadores ou depósito de materiais sobre terra batida e um veículo.
Item NOV-4-4-B-2 (182) é cópia desta fotografia.
Item NOV-4-4-B-2 (431) é semelhante, porém há alteração de coloração da fotografia para preto e branco e movimentação dos trabalhadores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (665)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-665
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de parte do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) tendo em destaque parte de uma das suas fachadas laterais com sete colunas. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, tábuas de madeira sobre o chão de terra batida, as sete colunas do Palácio do Supremo Tribunal Federal finalizadas, uma torre em madeira ao fundo entre as colunas e andaimes na sua volumetria central, além de alguns homens trabalhando na obra. Em segundo plano, à esquerda da fotografia, há sete homens sobre uma estrutura que aparenta ser o acampamento dos trabalhadores.
Item NOV-4-4-B-2 (172) é cópia desta fotografia.
Item NOV-4-4-B-2 (435) é semelhante, porém há alteração de coloração da fotografia para preto e branco, enquadramento e movimentação dos trabalhadores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (664)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-664
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Imagem enquadrando a Praça dos Três Poderes, o Palácio do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto; todos inseridos em uma espaço delimitado de acordo com o projeto de Lucio Costa e passado pelo processo de terraplenagem; margeando as obras da praça e dos palácios é possível ver estruturas de acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e das construtoras responsáveis pela obra dos monumentos. Na porção superior da imagem aparece o terreno de obras do Palácio do Planalto em estágio inicial de obras, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; à direita o palácio presidencial é margeado por vegetação de sentido restrito e logo à frente da fachada frontal passa uma via de terra que viria a se tornar a via N1 do Eixo Monumental. Na porção central da imagem, à esquerda está o terreno da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; dispostas na praça estão materiais de obra. Ainda na porção central à direita aparece uma depressão de terra que em 1988 viria a se tornar o Parque Bosque dos Constituintes, um local de grande significado histórico por homenagear os membros da Assembleia Nacional Constituinte. Esses parlamentares foram pioneiros ao incluir, na Constituição Federal, um artigo inteiramente dedicado à proteção do meio ambiente - o 225. Na porção inferior da imagem aparece o terreno de obras do Palácio do Supremo Tribunal Federal em estágio inicial de obras, monumento sede do poder Judiciário, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (7 colunas). No canto superior direito é possível observar parte da vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

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