Mata de galeria

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NOV.B.20 (2)

Fotografia em cores, formato paisagem. De baixo para cima no registro, a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) transpassa a fotografia em sentido vertical, com um dos seus lados de curso em processo de asfaltagem, passando pela ponte sobre o córrego Riacho Fundo, com sentido ao Eixo Rodoviário Sul (DF-002) do Plano Piloto. Dos dois lados da EPAR, mata de galeria que acompanha o curso d’água. Ao redor da estrada vegetação campestre do Cerrado, provavelmente um campo limpo ou vegetação que foi removida para construções.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (58)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro aéreo da primeira disposição viária dos fluxos do Balão do Aeroporto nos primeiros anos da construção de Brasília-DF, entre os anos de 1956 e 1958. No registro, realizado sobre a Estrada Parque Dom Bosco sentido destino ao Plano Piloto. Do quadrante superior direito para a esquerda inferior do registro, a Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) corta a fotografia diagonalmente, que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023). Caracteriza-se em fase de obra, apenas terraplanada, sem pavimentação. A direita, o chão em terra batida com marcações de maquinário evidencia parte da ação antrópica ocorrida do processo de obra do balão. De baixo para cima no registro, a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) transpassa a fotografia em sentido vertical, com um dos seus lados de curso em processo de asfaltagem, passando pela ponte sobre o córrego Riacho Fundo, com sentido ao Eixo Rodoviário Sul (DF-002) do Plano Piloto. Na parte superior da fotografia nota-se vasta vegetação de Cerrado, em que nos dois lados da EPAR há trechos com alta densidade de árvores, indicando ser a mata de galeria que acompanha o Córrego Riacho Fundo. Ao fundo, há trechos campestres (ou que sofreram intervenção humana) e trechos com maior densidade de árvores, evidente no canto superior esquerdo. Mais recentemente, o Balão do Aeroporto passou por reformas com a justificativa de gerar maior conectividade entre as vias das cidades no quesito de transporte público com a intenção de facilitar a movimentação de turistas para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas em 2016, porém, “o antigo balão do aeroporto passou por uma verdadeira devastação ambiental para que o novo projeto de via exclusiva para ônibus de passageiros, turistas e delegações fosse posto em prática” (Medeiros, 2013).

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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (104)

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro aéreo do trevo que faz conexões entre a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004). No registro, toda a estrutura do trevo apresenta processo avançado de obra, devido a tráfego de veículos em todos os sentidos: à esquerda do registro, a faixa direita da EPAR - em processo de asfaltamento avançado, percorrendo a fotografia diagonalmente interligando-se com a EPNA, e três veículos transitam pela via - uma caminhonete, um ônibus e um carro; à direita do registro, a via que parte do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) - como visto no trecho superior a direita, não tendo a pavimentação finalizada - e conecta-se a EPAR, rumo ao Aeroporto de Brasília. Ainda referente às vias, no quadrante superior: à direita, à faixa da esquerda da EPAR sobe em diagonal, conectando-se a EPGU com rumo ao Guará; à direita, a faixa de conexão entre a via do Eixo Rodoviário e a EPGU ainda não apresenta asfaltamento concluído, havendo apenas a demarcação e terraplenagem. As faixas internas se projetam em elipse e são responsáveis pelos retornos de cada acesso, apesar de não apresentarem asfaltamento, estão demarcadas e terraplanadas, havendo a presença de maquinários e pequenas instalações de suporte à obra. Após o trevo, no plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2017, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Mais ao fundo, à direita, tem-se parte de uma das nascentes do Lago Paranoá coberto por uma vegetação de Mata de Galeria e Mata Ciliar. Na extremidade superior do registro, parte da via Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023). Margeando a via há a presença de parte da vegetação do Cerrado, com gramíneas baixas e ao fundo das vias, , a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (38)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986). Vista aérea da construção do sanemaneto serviço de águas de Brasília, DF a qual é provavelmente adutora da Granja do Torto. Em primeiro plano nota-se a construção linear da adutora com montes de materiais de terra sobre o chão e tubos para direcionamento de água. Nas laterais vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) que sofreu intervenção humana, devido a presença de marcas de veículos e abertura de valas ao longo da vegetação. Ao fundo, há um aumento na densidade de árvores nativas do Cerrado, sendo uma mata de galeria que acompanha o Córrego Bananal. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.10 (118)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Mostra, em vista aérea, a área de construção da barragem da Granja do Torto. A imagem destaca, no primeiro plano, solo expoto com marcas de veículos, indicando a remoção vegetal e manipulação da área. Vê-se à esquerda o ribeirão do Torto margeado por mata de galeria e, à direita, a galeria de desvio (descarga de fundo) em construção. Ainda à direita da fotografia, barracões em madeira, servindo de apoio provisório à obra. Destaca-se no centro da fotografia, a escavação que receberá posteriormente a adutora que conduz a água da baragem do Torto. Próximo ao canto superior esquerdo da imagem, nota-se edificações que faziam parte da Granja modelo n° 3 (Granja do Torto). Grande parte da fotografia é composta por paisagem nativa do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Ver item B10 22. A Captação de Água do Torto, localizada no Parque Nacional de Brasília (PNB), foi construída durante a construção de Brasília, em 1959 e é composta por uma barragem de terra, um sistema de extravasor de cheias (vertedouro), um descarregador de fundo e uma tomada d’água de captação de água bruta. A barragem, faz parte dos três mananciais que são tratados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília, sendo eles o Bananal, Santa Maria e o Torto. De acordo com a CAESB, a ETA Brasília é responsável pela produção de 25% da água tratada no Distrito Federal. Remissiva aos itens B10(12), B10(14), B10(41), B10(42), B10(73), B10(74), B10(75), B10(76), B10(77), B10(78), B10 (79), B10(80), B10(81), B10(82), B10 (83) e B10(94); ver Fotografias referentes à Granja Modelo do Torto na Pasta B6.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil