Mata de galeria

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NOV.B.10 (118)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Mostra, em vista aérea, a área de construção da barragem da Granja do Torto. A imagem destaca, no primeiro plano, solo expoto com marcas de veículos, indicando a remoção vegetal e manipulação da área. Vê-se à esquerda o ribeirão do Torto margeado por mata de galeria e, à direita, a galeria de desvio (descarga de fundo) em construção. Ainda à direita da fotografia, barracões em madeira, servindo de apoio provisório à obra. Destaca-se no centro da fotografia, a escavação que receberá posteriormente a adutora que conduz a água da baragem do Torto. Próximo ao canto superior esquerdo da imagem, nota-se edificações que faziam parte da Granja modelo n° 3 (Granja do Torto). Grande parte da fotografia é composta por paisagem nativa do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Ver item B10 22. A Captação de Água do Torto, localizada no Parque Nacional de Brasília (PNB), foi construída durante a construção de Brasília, em 1959 e é composta por uma barragem de terra, um sistema de extravasor de cheias (vertedouro), um descarregador de fundo e uma tomada d’água de captação de água bruta. A barragem, faz parte dos três mananciais que são tratados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília, sendo eles o Bananal, Santa Maria e o Torto. De acordo com a CAESB, a ETA Brasília é responsável pela produção de 25% da água tratada no Distrito Federal. Remissiva aos itens B10(12), B10(14), B10(41), B10(42), B10(73), B10(74), B10(75), B10(76), B10(77), B10(78), B10 (79), B10(80), B10(81), B10(82), B10 (83) e B10(94); ver Fotografias referentes à Granja Modelo do Torto na Pasta B6.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (38)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986). Vista aérea da construção do sanemaneto serviço de águas de Brasília, DF a qual é provavelmente adutora da Granja do Torto. Em primeiro plano nota-se a construção linear da adutora com montes de materiais de terra sobre o chão e tubos para direcionamento de água. Nas laterais vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) que sofreu intervenção humana, devido a presença de marcas de veículos e abertura de valas ao longo da vegetação. Ao fundo, há um aumento na densidade de árvores nativas do Cerrado, sendo uma mata de galeria que acompanha o Córrego Bananal. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (104)

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro aéreo do trevo que faz conexões entre a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004). No registro, toda a estrutura do trevo apresenta processo avançado de obra, devido a tráfego de veículos em todos os sentidos: à esquerda do registro, a faixa direita da EPAR - em processo de asfaltamento avançado, percorrendo a fotografia diagonalmente interligando-se com a EPNA, e três veículos transitam pela via - uma caminhonete, um ônibus e um carro; à direita do registro, a via que parte do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) - como visto no trecho superior a direita, não tendo a pavimentação finalizada - e conecta-se a EPAR, rumo ao Aeroporto de Brasília. Ainda referente às vias, no quadrante superior: à direita, à faixa da esquerda da EPAR sobe em diagonal, conectando-se a EPGU com rumo ao Guará; à direita, a faixa de conexão entre a via do Eixo Rodoviário e a EPGU ainda não apresenta asfaltamento concluído, havendo apenas a demarcação e terraplenagem. As faixas internas se projetam em elipse e são responsáveis pelos retornos de cada acesso, apesar de não apresentarem asfaltamento, estão demarcadas e terraplanadas, havendo a presença de maquinários e pequenas instalações de suporte à obra. Após o trevo, no plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2017, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Mais ao fundo, à direita, tem-se parte de uma das nascentes do Lago Paranoá coberto por uma vegetação de Mata de Galeria e Mata Ciliar. Na extremidade superior do registro, parte da via Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023). Margeando a via há a presença de parte da vegetação do Cerrado, com gramíneas baixas e ao fundo das vias, , a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (58)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro aéreo da primeira disposição viária dos fluxos do Balão do Aeroporto nos primeiros anos da construção de Brasília-DF, entre os anos de 1956 e 1958. No registro, realizado sobre a Estrada Parque Dom Bosco sentido destino ao Plano Piloto. Do quadrante superior direito para a esquerda inferior do registro, a Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) corta a fotografia diagonalmente, que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023). Caracteriza-se em fase de obra, apenas terraplanada, sem pavimentação. A direita, o chão em terra batida com marcações de maquinário evidencia parte da ação antrópica ocorrida do processo de obra do balão. De baixo para cima no registro, a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) transpassa a fotografia em sentido vertical, com um dos seus lados de curso em processo de asfaltagem, passando pela ponte sobre o córrego Riacho Fundo, com sentido ao Eixo Rodoviário Sul (DF-002) do Plano Piloto. Na parte superior da fotografia nota-se vasta vegetação de Cerrado, em que nos dois lados da EPAR há trechos com alta densidade de árvores, indicando ser a mata de galeria que acompanha o Córrego Riacho Fundo. Ao fundo, há trechos campestres (ou que sofreram intervenção humana) e trechos com maior densidade de árvores, evidente no canto superior esquerdo. Mais recentemente, o Balão do Aeroporto passou por reformas com a justificativa de gerar maior conectividade entre as vias das cidades no quesito de transporte público com a intenção de facilitar a movimentação de turistas para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas em 2016, porém, “o antigo balão do aeroporto passou por uma verdadeira devastação ambiental para que o novo projeto de via exclusiva para ônibus de passageiros, turistas e delegações fosse posto em prática” (Medeiros, 2013).

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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (2)

Fotografia em cores, formato paisagem. De baixo para cima no registro, a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) transpassa a fotografia em sentido vertical, com um dos seus lados de curso em processo de asfaltagem, passando pela ponte sobre o córrego Riacho Fundo, com sentido ao Eixo Rodoviário Sul (DF-002) do Plano Piloto. Dos dois lados da EPAR, mata de galeria que acompanha o curso d’água. Ao redor da estrada vegetação campestre do Cerrado, provavelmente um campo limpo ou vegetação que foi removida para construções.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil