Mata de galeria

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NOV.B.10 (118)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Mostra, em vista aérea, a área de construção da barragem da Granja do Torto. A imagem destaca, no primeiro plano, solo expoto com marcas de veículos, indicando a remoção vegetal e manipulação da área. Vê-se à esquerda o ribeirão do Torto margeado por mata de galeria e, à direita, a galeria de desvio (descarga de fundo) em construção. Ainda à direita da fotografia, barracões em madeira, servindo de apoio provisório à obra. Destaca-se no centro da fotografia, a escavação que receberá posteriormente a adutora que conduz a água da baragem do Torto. Próximo ao canto superior esquerdo da imagem, nota-se edificações que faziam parte da Granja modelo n° 3 (Granja do Torto). Grande parte da fotografia é composta por paisagem nativa do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Ver item B10 22. A Captação de Água do Torto, localizada no Parque Nacional de Brasília (PNB), foi construída durante a construção de Brasília, em 1959 e é composta por uma barragem de terra, um sistema de extravasor de cheias (vertedouro), um descarregador de fundo e uma tomada d’água de captação de água bruta. A barragem, faz parte dos três mananciais que são tratados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília, sendo eles o Bananal, Santa Maria e o Torto. De acordo com a CAESB, a ETA Brasília é responsável pela produção de 25% da água tratada no Distrito Federal. Remissiva aos itens B10(12), B10(14), B10(41), B10(42), B10(73), B10(74), B10(75), B10(76), B10(77), B10(78), B10 (79), B10(80), B10(81), B10(82), B10 (83) e B10(94); ver Fotografias referentes à Granja Modelo do Torto na Pasta B6.

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NOV.B.10 (102)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a Usina-Piloto Saia Velha. Em primeiro plano, observa-se à esquerda uma mata de galeria margeando um curso d'água, com troncos de árvores dispostos paralelamente ao riacho, para passagem de pessoas. Ao lado do curso d'água, observa-se mureta de concreto que contém parte do terreno nivelado e ao lado, a usina hidrelétrica. Em segundo plano, estrutura provisória de madeira na encosta de um morro, com vegetação campestre do Cerrado (provavelmente campo sujo) que na lateral direita possui um duto advindo da usina que segue em direção ao morro. Um pouco acima da encosta do morro, observa-se dois postes de transmissão de energia elétrica. Em terceiro plano, horizonte ensolarado com poucas nuvens. Ver os itens B10 (43), B10 (49), B10 (51), B10 (57) e B10 (58). A Usina - Piloto Saia Velha teve sua construção iniciada em 1957 e foi inaugurada em 1958, para que a energia gerada pudesse abastecer oficinas, residências e escritórios da NOVACAP, além do aeroporto (FONSECA, 2001, p. 191). Após décadas de reinvindicação e abandono, dando lugar a pichações e vandalismo, a usina localizada na Cidade Ocidental, município de Goiás, foi finalmente tombada como Patrimônio Artístico e Cultural do estado de Goiás em 2020 (GOIÁS, 2020). Atualmente se encontra em uma área particular, com a ideia de ser transformada em um museu histórico .

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.6 (62)

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Fotografia referência: NOV-D-4-4-B-6 (58). Trata-se da mesma imagem, com digitalização distinta. Os cortes ligeiramente diferentes nas bordas, cores mais saturadas. A imagem (62) apresenta um céu mais azul e a vegetação tem um verde mais escuro.

Em primeiro plano vê-se solo arado seco preparando para o plantio.
O segundo plano separa-se em mais elementos. À direita vê-se mata ciliar ou de Galeria com diversos indivíduos de buritis (Mauritia flexuosa) que se destacam em altura.
À esquerda uma pequena barragem com a margen esquerda desmatada, e a direita com vegetação baixa. Árvores exóticas, aparente bambuzal na lateral esquerda, campo e pasto. Na mesma linha da barragem estão 3 ou 4 casas com telhados claros e duas águas, envoltas de cerrado. Mais distante ao horizonte estão morros desmatados à esquerda, e cerrado à direita.
Ao centro da imagem, perto da terra arada, do mato e em frente a um buriti há um abrigo inacabado. Ele tem esqueleto da cobertura com troncos de madeira.
O terceiro plano ocupa mais da metade da fotografia e apresenta um céu nublado.

Informações adicionais:
O “Buriti” (Mauritia flexuosa): é uma palmeira aquática, que ocorre nas veredas do cerrado brasileiro. Veredas são constituídas de um brejo graminoso herbáceo, em fundo de vale ao longo, de mata de galeria com buritis. Seu Caule, do tipo estipe, pode ter até 30m altura. É presente em solos úmidos, argilosos ou arenosos, ácidos.
[POTT, V.J.; POTT, A. Buriti – Mauritia flexuosa. Fauna e Flora do Cerrado, Campo Grande, outubro 2004. Disponível em: http://cloud.cnpgc.embrapa.br/faunaeflora/plantas-uteis/buriti-mauritia-flexuosa. Acesso em: < 12, Julho, 2023 > 114 . ]

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NOV.B.6 (58)

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Em primeiro plano vê-se solo arado seco preparando para o plantio.
O segundo plano separa-se em mais elementos. À direita vê-se mata ciliar ou de Galeria com diversos indivíduos de buritis (Mauritia flexuosa) que se destacam em altura.
À esquerda uma pequena barragem com a margen esquerda desmatada, e a direita com vegetação baixa. Árvores exóticas, aparente bambuzal na lateral esquerda, campo e pasto. Na mesma linha da barragem estão 3 ou 4 casas com telhados claros e duas águas, envoltas de cerrado. Mais distante ao horizonte estão morros desmatados à esquerda, e cerrado à direita.
Ao centro da imagem, perto da terra arada, do mato e em frente a um buriti há um abrigo inacabado. Ele tem esqueleto da cobertura com troncos de madeira.
O terceiro plano ocupa mais da metade da fotografia e apresenta um céu nublado.

Informações adicionais:
O “Buriti” (Mauritia flexuosa): é uma palmeira aquática, que ocorre nas veredas do cerrado brasileiro. Veredas são constituídas de um brejo graminoso herbáceo, em fundo de vale ao longo, de mata de galeria com buritis. Seu Caule, do tipo estipe, pode ter até 30m altura. É presente em solos úmidos, argilosos ou arenosos, ácidos.
[POTT, V.J.; POTT, A. Buriti – Mauritia flexuosa. Fauna e Flora do Cerrado, Campo Grande, outubro 2004. Disponível em: http://cloud.cnpgc.embrapa.br/faunaeflora/plantas-uteis/buriti-mauritia-flexuosa. Acesso em: < 12, Julho, 2023 > 114 . ]

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NOV.B.02 (714)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista da fachada principal do Catetinho 1. Em primeiro plano, piso de terra com três plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.) e uma palmeira de pequeno porte. Em segundo plano, o Catetinho 1 finalizado. Este é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Na parte posterior da Residência Provisória 1, está o anexo que corresponde a cozinha, a lavanderia e o depósito de materiais do local. A obra é composta majoritariamente por madeira, não possui varanda nem beiral e tampouco pilotis, há menos suntuosidade e rebuscamentos em seus detalhes. No canto esquerdo da fotografia, uma pequeníssima parte do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2) é visualizado. Ao fundo, parte da vegetação natural da mata de galeria devido à presença da nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (710) com alteração de enquadramento para a direita e levemente para baixo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

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NOV.B.02 (713)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, um chão de terra batida foi delimitado e a flora originária alterada, removendo parte da vegetação nativa e substituindo por vegetações ornamentais, como a planta popularmente conhecida por piteira (Agave sp.), para a construção do edifício. No canto direito, uma fileira de arbustos de piteira, com duas árvores de médio porte esparsas na fileira. Em segundo plano, o Catetinho 1 com suas linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo, e ausência de beiral do telhado. A placa comemorativa de inauguração e outra logo acima do tombamento ambas em uma coluna de alvenaria, já estão inseridas no Catetinho 1. Em terceiro plano, parte lateral do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2). Ao fundo, vegetação natural da mata de galeria devido à presença da nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (533) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a esquerda.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (711) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a esquerda.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

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NOV.B.02 (712)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal do Catetinho 1 e do Catetinho 2. Em primeiro plano, vegetação natural do Cerrado, provavelmente alterada pela ação humana e logo atrás, piso de terra com seis plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.), outras pequenas palmeiras e uma árvore popularmente conhecida como barbatimão (Stryphnodendron adstringens). Em segundo plano, a fachada lateral e principal do Catetinho 1, o qual é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. À sua direita, está o anexo que corresponde a cozinha, a lavanderia e o depósito de materiais do local. A obra é composta majoritariamente por madeira, não possui varanda nem beiral e tampouco pilotis, há menos suntuosidade e rebuscamentos em seus detalhes. Em terceiro plano, da esquerda para a direita, é possível visualizar um homem vestindo calça escura e camisa clara ao lado de um veículo, provavelmente um Ford Pick-up. Ao lado do veículo, o Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2), que possui os mesmos aspectos modernistas e inspirações da arquitetura colonial brasileira. Entretanto, seu diferencial para o Catetinho 1, é a presença de uma fachada menos permeável e aberturas nas varandas mais diminutas, sua diferença estrutural evidencia-se na sua composição de estrutura mista, ferro e pilotis com vigas levíssimas de “alma” de Eucatex, uma chapa de fibra de madeira de alta densidade que permite o empilhamento eficaz e seguro em logística (Empresa Eucatex) e madeira. Ao fundo, vegetação natural da mata de galeria devido à presença da nascente no local.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.02 (711)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, um chão de terra batida foi delimitado e a flora originária alterada, removendo parte da vegetação nativa e substituindo por vegetações ornamentais, como a planta popularmente conhecida por piteira (Agave sp.), para a construção do edifício. No canto direito, uma fileira de arbustos de piteira, com duas árvores de médio porte esparsas na fileira. Em segundo plano, o Catetinho com suas linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo, e ausência de beiral do telhado. A placa comemorativa de inauguração e outra logo acima do tombamento ambas em uma coluna de alvenaria, já estão inseridas no Catetinho 1. Em terceiro plano, parte lateral do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2). Ao fundo, vegetação natural da mata de galeria devido à presença da nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (533) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a direita.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (713) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a direita com pequeno desfoque no canto superior esquerdo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.02 (710)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista da fachada principal do Catetinho 1. Em primeiro plano, piso de terra com três plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.) e uma palmeira de pequeno porte. Em segundo plano, o Catetinho 1 finalizado. Este é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Na parte posterior da Residência Provisória 1, está o anexo que corresponde a cozinha, a lavanderia e o depósito de materiais do local. A obra é composta majoritariamente por madeira, não possui varanda nem beiral e tampouco pilotis, há menos suntuosidade e rebuscamentos em seus detalhes. No canto esquerdo da fotografia, uma pequeníssima parte do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2) é visualizado. Ao fundo, observa-se mata de galeria, que ocorre devido à presença de uma nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (714) com alteração de enquadramento para a esquerda e levemente para cima.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.02 (709)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista da fachada principal do Catetinho 1 já finalizado. Em primeiro plano, planta ornamental popularmente conhecida por piteira (Agave sp.), seguida de arbusto de baixo porte e ao lado um recorte de outra piteira (Agave sp.). Em segundo plano, o Catetinho 1 que é praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Próximo a escada, há duas árvores grandes típicas do cerrado. Ao fundo há uma mata de galeria, de vegetação rasteira, e na extrema direita, há mais um exemplar de piteira (Agave sp.) e um coqueiro de médio porte, além de um poste de madeira com fiação elétrica já instalada.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (530) com alteração de colorimetria e enquadramento.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

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