Mata de galeria

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NOV.C.2 (71)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-71
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, um grupo de pessoas caminha por uma área com vegetação típica do Cerrado. Em primeiro plano, está Sarah Kubitschek (1908-1996), esposa de Juscelino Kubitschek (1902-1976), vestindo blusa e casaco brancos, com saia e luvas pretas. Ao seu lado, está Coracy Uchôa Pinheiro (1906-2013), esposa de Israel Pinheiro (1896-1973), vestindo roupa toda preta. Logo atrás, está Israel Pinheiro Filho (1931-2020), de calça social bege, camisa verde e mãos nos bolsos. Em seguida, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, veste calça e camisa claras, acompanhado de um homem não identificado usando uniforme militar. O grupo se aproxima de uma cerca feita com estacas de madeira e arame farpado. Em segundo plano, nota-se um extenso campo coberto por gramíneas e arbustos, característicos do bioma Cerrado. Ao fundo, uma densa mata de galeria é visível, destacando-se pela maior concentração de árvores e vegetação mais fechada. A paisagem ao redor é aberta, com uma vegetação que inclui tanto plantas rasteiras quanto árvores esparsas, indicando a diversidade do Cerrado. A fotografia foi tirada em um dia claro, com o céu azul ao fundo, proporcionando uma boa visibilidade do ambiente natural.

Sin título

NOV.B.20 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-5
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea de um canteiro de obras com materiais de construção e construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, sobre chão de terra. Ao redor do canteiro de obras, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo, uma linha com adensamento de árvores, sendo uma mata de galeria que acompanha um curso d’água. Atrás da mata de galeria, vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte.
Fotografia do mesmo local do item NOV-D-4-4-B-20’ (4).
"

Sin título

NOV.B.20 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-4
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea de um canteiro de obras com materiais de construção e construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, sobre chão de terra. Ao redor do canteiro de obras, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo, uma linha com adensamento de árvores, sendo uma mata de galeria que acompanha um curso d’água. Atrás da mata de galeria, vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte.
Fotografia do mesmo local do item NOV-D-4-4-B-20’ (5).
"

Sin título

NOV.B.20 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-24
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1959
  • Parte deSin título

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal de diversas construções longilíneas e horizontalizadas, com revestimento de tábuas de madeira escamadas (sobrepostas umas as outras), janelas altas em fita, brises longitudinais de madeira na fachada sob o alpendre (pequeno telhado saliente acima de uma porta, de uma janela, para abrigar do sol, da chuva ou para servir de ornato; telheiro) e telhado de uma água com inclinação mínima. Estas aparentam estarem na Candangolândia por conta da mata de galeria atrás da edificações, porém não é possível afirmar o mesmo. As construções estão sobre chão de terra batida e ao fundo, à direita, é possível visualizar duas figuras humanas. Atrás dos edifícios há uma faixa de vegetação adensada, uma mata de galeria com vereda, devido a presença de vários buritis (Mauritia flexuosa). Ao fundo, há vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte, com trechos campestres com ausência de árvores (campo limpo) e trechos com adensamento de árvores (possivelmente cerrado sentido restrito).

Sin título

NOV.B.20 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-2
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1959
  • Parte deSin título

Fotografia em cores, formato paisagem. De baixo para cima no registro, a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) transpassa a fotografia em sentido vertical, com um dos seus lados de curso em processo de asfaltagem, passando pela ponte sobre o córrego Riacho Fundo, com sentido ao Eixo Rodoviário Sul (DF-002) do Plano Piloto. Dos dois lados da EPAR, mata de galeria que acompanha o curso d’água. Ao redor da estrada vegetação campestre do Cerrado, provavelmente um campo limpo ou vegetação que foi removida para construções.

Sin título

NOV.B.18 (58)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-58
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro aéreo da primeira disposição viária dos fluxos do Balão do Aeroporto nos primeiros anos da construção de Brasília-DF, entre os anos de 1956 e 1958. No registro, realizado sobre a Estrada Parque Dom Bosco sentido destino ao Plano Piloto. Do quadrante superior direito para a esquerda inferior do registro, a Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) corta a fotografia diagonalmente, que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023). Caracteriza-se em fase de obra, apenas terraplanada, sem pavimentação. A direita, o chão em terra batida com marcações de maquinário evidencia parte da ação antrópica ocorrida do processo de obra do balão. De baixo para cima no registro, a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) transpassa a fotografia em sentido vertical, com um dos seus lados de curso em processo de asfaltagem, passando pela ponte sobre o córrego Riacho Fundo, com sentido ao Eixo Rodoviário Sul (DF-002) do Plano Piloto. Na parte superior da fotografia nota-se vasta vegetação de Cerrado, em que nos dois lados da EPAR há trechos com alta densidade de árvores, indicando ser a mata de galeria que acompanha o Córrego Riacho Fundo. Ao fundo, há trechos campestres (ou que sofreram intervenção humana) e trechos com maior densidade de árvores, evidente no canto superior esquerdo. Mais recentemente, o Balão do Aeroporto passou por reformas com a justificativa de gerar maior conectividade entre as vias das cidades no quesito de transporte público com a intenção de facilitar a movimentação de turistas para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas em 2016, porém, “o antigo balão do aeroporto passou por uma verdadeira devastação ambiental para que o novo projeto de via exclusiva para ônibus de passageiros, turistas e delegações fosse posto em prática” (Medeiros, 2013).

"

Sin título

NOV.B.18 (104)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-104
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro aéreo do trevo que faz conexões entre a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004). No registro, toda a estrutura do trevo apresenta processo avançado de obra, devido a tráfego de veículos em todos os sentidos: à esquerda do registro, a faixa direita da EPAR - em processo de asfaltamento avançado, percorrendo a fotografia diagonalmente interligando-se com a EPNA, e três veículos transitam pela via - uma caminhonete, um ônibus e um carro; à direita do registro, a via que parte do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) - como visto no trecho superior a direita, não tendo a pavimentação finalizada - e conecta-se a EPAR, rumo ao Aeroporto de Brasília. Ainda referente às vias, no quadrante superior: à direita, à faixa da esquerda da EPAR sobe em diagonal, conectando-se a EPGU com rumo ao Guará; à direita, a faixa de conexão entre a via do Eixo Rodoviário e a EPGU ainda não apresenta asfaltamento concluído, havendo apenas a demarcação e terraplenagem. As faixas internas se projetam em elipse e são responsáveis pelos retornos de cada acesso, apesar de não apresentarem asfaltamento, estão demarcadas e terraplanadas, havendo a presença de maquinários e pequenas instalações de suporte à obra. Após o trevo, no plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2017, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Mais ao fundo, à direita, tem-se parte de uma das nascentes do Lago Paranoá coberto por uma vegetação de Mata de Galeria e Mata Ciliar. Na extremidade superior do registro, parte da via Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023). Margeando a via há a presença de parte da vegetação do Cerrado, com gramíneas baixas e ao fundo das vias, , a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada).

Sin título

NOV.B.14 (63)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-63
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986). Vista da construção da descarga de fundo da Barragem do Torto. É possível visualizar a escavação realizada no chão de terra e a construção de muros de concreto para contenção de água que irá fluir pelo local. À direita da fotografia, um máquina semelhante à escavadeira ou guindaste escrito Civilsan na lateral. Próxima a estrutura de concreto e da máquina há figuras humanas. Na lateral esquerda, nota-se rebrotas em uma vegetação com aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por ação humana. Ao fundo, vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), e logo atrás, no canto direito, há uma faixa de vegetação com alta densidade de árvores, uma mata de galeria que acompanha o Córrego Bananal. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende.
Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (27) com alteração de coloração, enquadramento e movimentação da máquina."

Sin título

NOV.B.14 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-61
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do local que pressupõ-se ser onde irá construção uma ETA (Estação de Tratamento de Água) ou ETE (Estação de Tratamento de Esgoto). Em primeiro plano, um curso d'água que corre em direção horizontal, ao horizonte, sendo que na lateral direita há terra revolvida e no esquerdo vegetação do Cerrado, incerta que realmente é campestre ou se houve remoção da vegetação por ação humana. Ao fundo nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e logo atrás uma mata de galeria que acompanha um curso d'água (não identificado).

Sin título

NOV.B.14 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-60
  • Unidad documental simple
  • 19/01/1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da construção da barragem do Rio Paranoá. Em primeiro plano, nota-se uma faixa de chão de terra tendo atrás duas muretas que faz a contenção de uma pequena quantidade de água parada e terra remexida em ambas as laterais. Ao fundo, logo atrás das muretas há vegetação com maior densidade de árvores, uma mata de galeria que acompanha o Rio Paranoá, e na lateral direita vegetação campestre (campo sujo), sendo que toda a área é composta de espécies nativas do Cerrado. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia incerta).
Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (22) com alteração de coloração e enquadramento."

Sin título

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