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NOV.B.08 (8)

"Fotografia Colorida, Formato Paisagem, Autor desconhecido.
Lago de concreto com pelo menos oito marrecos se refrescando na em um pequeno lago. À esquerda há um abrigo feito de toras de madeira com telhado de palha, e novamente palha em seu interior.
Há uma árvore seca entre o abrigo e o lago; dois compartimentos escritos ""20"" em cada um.
Ao lado esquerdo da fotografia há uma enorme rocha. O chão é de terra.
O recinto é cercado por tela e uma parede baixa de concreto. Uma estrada de terra separa o recinto de uma área campeste de Cerrado (campo limpo) sem grades. Mais ao fundo, existe uma ponte e uma mata ciliar, que indica a existência de curso d'água no local.
O último plano apresenta horizonte com paisagem de vegetação de Cerrado composto de fitofisionomias diversas dispostas em forma de mosaico.
A fotografia foi feita no Zoológico.
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

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