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NOV.B.19 (17)

"Fotografia em cores, formato paisagem, Mário Fontenelle. Imagem do mapa de planejamento habitacional do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). Por essa razão, do lado esquerdo, há uma grande planta do PPB com suas respectivas quadras e grandes áreas, enquanto, do lado esquerdo, há o título do desenho com uma legenda de cores e outra de números. Além do título, aparece destacada por uma linha de chamada a Rede Hospitalar da área.
A legenda inicial é segmentada por sete faixas de cores correspondentes a determinada quantidade de habitantes, sendo elas: amarelo claro, 49.250 hab; azul claro, 39.400 hab; rosa claro, 48.900 hab; laranja, 38.600 hab; amarelo, 40.000 hab; azul escuro, 10.000 hab; e rosa escuro, 60.000 hab. Em contrapartida, a segunda legenda está ilegível devido a resolução da fotografia.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (71)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, Mário Fontenelle. Imagem do mapa de planejamento habitacional do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). Por essa razão, do lado esquerdo, há uma grande planta do PPB com suas respectivas quadras e grandes áreas, enquanto, do lado esquerdo, há o título do desenho com uma legenda de cores e outra de números. Além do título, a prancha de desenho possui a numeração ¼, indicando que essa é a primeira de 4 folhas de projeto. Também, aparece destacada, por uma linha de chamada espessa, a Rede Hospitalar da área.
A legenda inicial é segmentada por sete faixas de cores, não identificadas em escala preto e branco, correspondentes às determinadas quantidades de habitantes: 49.250 hab, 39.400 hab, 48.900 hab, 38.600 hab, 40.000 hab, 10.000 hab, 60.000 hab. Em contrapartida, a segunda legenda está ilegível devido a qualidade de resolução da digitalização.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil