Lago Sul

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NOV.B.18 (58)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-58
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro aéreo da primeira disposição viária dos fluxos do Balão do Aeroporto nos primeiros anos da construção de Brasília-DF, entre os anos de 1956 e 1958. No registro, realizado sobre a Estrada Parque Dom Bosco sentido destino ao Plano Piloto. Do quadrante superior direito para a esquerda inferior do registro, a Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) corta a fotografia diagonalmente, que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023). Caracteriza-se em fase de obra, apenas terraplanada, sem pavimentação. A direita, o chão em terra batida com marcações de maquinário evidencia parte da ação antrópica ocorrida do processo de obra do balão. De baixo para cima no registro, a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) transpassa a fotografia em sentido vertical, com um dos seus lados de curso em processo de asfaltagem, passando pela ponte sobre o córrego Riacho Fundo, com sentido ao Eixo Rodoviário Sul (DF-002) do Plano Piloto. Na parte superior da fotografia nota-se vasta vegetação de Cerrado, em que nos dois lados da EPAR há trechos com alta densidade de árvores, indicando ser a mata de galeria que acompanha o Córrego Riacho Fundo. Ao fundo, há trechos campestres (ou que sofreram intervenção humana) e trechos com maior densidade de árvores, evidente no canto superior esquerdo. Mais recentemente, o Balão do Aeroporto passou por reformas com a justificativa de gerar maior conectividade entre as vias das cidades no quesito de transporte público com a intenção de facilitar a movimentação de turistas para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas em 2016, porém, “o antigo balão do aeroporto passou por uma verdadeira devastação ambiental para que o novo projeto de via exclusiva para ônibus de passageiros, turistas e delegações fosse posto em prática” (Medeiros, 2013).

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Sin título

NOV.B.18 (83)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-83
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro aéreo do “Balão do Aeroporto” que faz conexão viária da Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) e a Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção da capital (1956-1958). No quadrante inferior, o Balão do Aeroporto configura-se por sua rotatória e conexões entre as vias EPAR e EPDB, estando em processo avançado de obra, com as vias pavimentadas, havendo considerável fluxo de veículos. Da direita para a esquerda, parte da via EPBD, que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023). De baixo para cima do registro, a EPAR transpassa a fotografia diagonalmente - com as vias já asfaltadas -, seu trajeto percorre pela ponte sobre a mata de galeria que acompanha o Córrego Riacho Fundo, pelo trevo de conexão da EPGU e EPNA (sob a ponte da via EPGU com sentido ao Guará), rumo ao Eixo Rodoviário Sul. A esquerda do registro, um conjunto de árvores configuram a vegetação de mata ciliar às margens do córrego Riacho Fundo. No quadrante superior à via EPGU Cruza o registro horizontalmente, sentido ao trevo de conexão entre EPIA e Guará. No quadrante superior direito encontram-se: parte da Estrada Setor Policial Militar (ESPM) com sentido a Estrada Parque Indústrias Gráficas (EPIG); o vislumbre das unidades habitacionais das Superquadras da Asa Sul em processo de construção; os edifícios ministeriais na “Esplanada dos Ministérios [...] localizada no Eixo Monumental, [...] a área é um vasto gramado com 17 prédios de construção uniforme, que abrigam os ministérios, órgãos do Poder Executivo” (GDF, 2016). No plano de fundo do registro, na linha do horizonte há a presença da vasta vegetação de Cerrado, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada).
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Sin título