Lago Paranoá

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NOV.B.13 (1)

Fotografia colorida aérea em formato paisagem. A representação digital apresenta manchas e pontos verdes, além de uma marca circular no quadrante superior esquerdo. Registro da implantação do Brasília Palace Hotel (BPH), localizado em Brasília-DF. Vista aérea da fachada oeste do Brasília Palace Hotel durante a fase final da construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, sendo uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No centro da imagem, nota-se a extensão do edifício BPH, envolto por vegetação campestre (campo sujo) tracejado por estradas de terra que convergem no hotel, indicando intervenção humana na área verde. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada), percebe-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel durante o período de obras. Em segundo plano, à frente do renque de palmeiras centralizadas, uma instalação de apoio ao canteiro, e, ao lado direito do renque, uma edificação baixa e retilínea destinada ao apoio técnico e de serviços do hotel. Na parte inferior esquerda da imagem, há um campo de futebol de terra batida em frente ao Palace Hotel. No plano de fundo, no quadrante superior direito, é vislumbrado o volume construtivo do Palácio da Alvorada - barra horizontal e os pilares - com a capela anexa (ALMEIDA, 2012, p.72). O horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que viria a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítida a presença do Cerrado pelo horizonte, com trechos de vegetação campestre e trechos com maior densidade de árvores. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (2)

Fotografia colorida em formato paisagem. Vista aérea da composição territorial do Brasília Palace Hotel próximo ao Palácio da Alvorada. O Brasília Palace Hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, sendo uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Composição das duas primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa para a nova capital. Ainda no terço central da imagem, no quadrante intermediário direito, tem-se a presença do hotel em fase final de construção, fachadas oeste - de elementos vazados - e a norte finalizadas. No plano de fundo, no quadrante superior esquerdo, o vislumbre do que configura o volume construtivo do Palácio da Alvorada - barra horizontal e os pilares - com a capela anexa (ALMEIDA, 2012, p.72). Nos arredores dos dois edifícios, tem-se a presença de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores. No quadrante superior, do centro à direita, há a presença de prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. Delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso ainda não pavimentados no entorno do hotel, no período de obras. O horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítido a presença do Cerrado pelo horizonte, com trechos de vegetação campestre (campo sujo) principalmente ao redor do Palácio da Alvorada e do Brasília Palace Hotel, e trechos com maior densidade de árvores. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada) do registro e na porção inferior esquerda, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, aparente uso de maquinário para retirada de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos\maços: nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23; nov-d-4-4-b-1;

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NOV.B.13 (3)

"Fotografia colorida em formato paisagem, onde a representação digital apresenta manchas e riscos esverdeados devido às ações do tempo. Vista aérea da fachada leste do Brasília Palace Hotel em fase final de montagem da estrutura metálica. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, e foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O registro abrange toda a extensão construtiva do edifício, onde se nota a presença de andaimes em madeira, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento da estrutura. À frente do edifício, há terra batida onde se encontram instalações de apoio (9), destinadas ao auxílio construtivo dentro do canteiro de obras, interligadas às estradas de acesso, ainda não pavimentadas no entorno do hotel. Da esquerda para a direita, no plano inferior, tem-se uma estrutura em madeira com telhado de duas águas. Acima desta, uma caminhonete estacionada faz a carga de tábuas na caçamba, e à frente, agrupamentos de materiais depositados no solo. Ao fundo da caminhonete, há dois galpões: um aberto com telhado em duas águas e o segundo retangular. Ao lado destes, no solo, há montes de areia e uma escada metálica para acesso à laje - em balanço - do terraço do restaurante. No quadrante central da imagem, há instalações de apoio (6), sendo cinco com volume retangular e uma menor - provável banheiro - aglomeradas para facilitar os acessos por parte dos funcionários. Próximo destas, há montes de tábuas despejadas sobre a terra batida nas proximidades do ambiente de construção do hotel. Nota-se uma vegetação rala, com rebrotas e gramíneas dispersas de forma esparsa, evidenciando a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada. O horizonte contextualiza o ambiente - até então pouco habitado, devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Atrás da fachada, nota-se vegetação com média/alta densidade de árvores, possivelmente um cerrado típico ou cerradão. Torna-se nítida a presença do Cerrado no horizonte, com trechos de vegetação campestre e trechos com maior densidade de árvores, distribuídos em forma de mosaico. O Brasília Palace Hotel foi um estabelecimento pensado para as autoridades, para introduzir o modernismo como monumento - à época, rechaçado pela ausência das ornamentações tradicionais do art déco. Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos\maços: nov-d-4-4-b-1;
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NOV.B.13 (36)

Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Vista térrea registra o processo de montagem estrutural das peças metálicas que veio a ser o Brasília Palace Hotel em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro da perspectiva térrea da estrutura do edifício implantado ao contexto topográfico, considerando os planos horizontais de cada pavimento dando-se a noção da extensão construtiva da implantação do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Em primeiro plano, do lado direito do registro, uma das fachadas cegas (sul) do edifício. Ao contexto construtivo do hotel, trabalhadores (7) conversam - uns sentados e outros em pé - sobre as peças metálicas destinadas ao vigamento do primeiro pavimento, em aparente momento de descontração. Algumas escadas estão apoiadas interna e externamente para facilitar o acesso dos operários à verticalidade da estrutura. Do lado esquerdo da imagem, na base da fachada oeste, peças metálicas depositadas sobre tábuas de madeira ao solo. Abaixo das estruturas, encontram-se maquinários e materiais. Ao fundo da estrutura do edifício, na fachada leste, nota-se o levantamento para estruturação do terraço que veio a ser o restaurante, este bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Entre as estruturas do edifício e do terraço, uma caminhonete transita pelos arredores da obra, sendo responsáveis pela carga e descarga dos materiais no canteiro de obra. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Árvores - de pequeno e médio porte sobre o solo de gramíneas do Cerrado. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas.

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NOV.B.13 (37)

"Fotografia colorida em formato retrato, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Registro de trabalhadores realizando a colocação de uma viga metálica na estrutura do que veio a ser o Brasília Palace Hotel, em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No registro, em primeiro plano, três operários: um operário com chapéu, camisa de manga longa dobrada na altura do cotovelo, auxilia com uma corda o erguimento de uma viga metálica feita por uma grua posicionada verticalmente por outro trabalhador dentro do veículo, com chapéu e roupas escuras. Os demais trajam roupas sociais, dois capacetes - auxiliam na sustentação de uma viga metálica. Uma grua, operada por um trabalhador, suspende uma extremidade da peça, enquanto operários, por meio de uma corda amarrada na mesma, equilibram a subida da peça que irá ser colocada por um quarto operário acima, sentado sobre uma das vigas já instalada na estrutura. No solo, ao fundo, outro operário - trajando uma camisa e boné claro - está em pé sobre o aglomerado de vigas no chão localizadas no quadrante esquerdo do registro, observando a atividade realizada. No quadrante superior, nas vigas em balanço, notam-se botas de outros dois trabalhadores sentados nas peças metálicas - na 1ª e 4ª da direita para a esquerda, com uso de equipamento precário de segurança. Ao fundo do contexto de obra, um homem de calças claras e camisa de manga longa escura, caminha pelo terreno com seu braço esquerdo levantado. O Cerrado - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Ao fundo, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), . Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas. O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. A estrutura do Palace foi uma inovação em relação às demais construções que ocorriam em Brasília à época, recebeu estrutura de aço revestida de concreto, conferindo uma agilidade construtiva. A maioria dessas estruturas de aço da construção de Brasília eram advindas dos Estados Unidos, mas, no caso do Palace, foram utilizadas 905 toneladas de aço proveniente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e trazidas pela ferrovia de Anápolis - GO.
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NOV.B.13 (42)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Vista térrea registra o processo de montagem estrutural das peças metálicas do que veio a ser o Brasília Palace Hotel em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro da perspectiva térrea da estrutura do edifício implantado ao contexto topográfico, considerando o plano horizontal da laje do térreo, dando a noção da extensão construtiva da implantação do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Em primeiro plano, do lado direito do registro, uma grua - da fabricante Bucyrus Erie Co., fornecida pela construtora Coenge S.A, com a inscrição: “22-B” - auxilia na sustentação das peças metálicas para colocação das peças estruturais do esqueleto metálico. Um trabalhador de chapéu e roupas sociais - camisa clara, calças escuras, de sapato - está sentado sobre o degrau de acesso à grua, observando um outro trabalhador - trajando chapéu, calça e camisa clara, com o blazer sobre os ombros -, que está com uma das pernas apoiadas em um montante de materiais ao solo, enquanto observa o ambiente de obra. Abaixo das estruturas, encontram-se maquinários, vergalhões e peças metálicas enfileiradas. Do lado esquerdo da imagem, depositado na base da fachada leste envidraçada, um montante de agregado graúdo - similar a brita. Atrás da pilha, um trabalhador de chapéu e camisa clara, possivelmente segurando o cabo de enxada. Ao fundo da estrutura do edifício, na fachada sul, uma torre d’água sustentada por uma estrutura de ferro treliçada, e uma caminhonete que transita pelos arredores da obra, sendo - provavelmente responsável pela carga e descarga dos materiais destinados à construção. Ao fundo do terreno, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá, com vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas. 

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NOV.B.13 (49)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, retirada na data de 24/03/1958, em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Enquadramento de uma das empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) do bloco principal do Palace, notam-se manchas decorrente da umidade na parte superior, onde é perceptível a etapa de construção de finalização dos revestimentos e cobogós. Andaimes de madeira possibilitavam o acesso aos pavimentos mais altos, uma longa escada de madeira permitia alcance das placas de mármore da empena. Ao fundo, no quadrante inferior esquerdo, a presença de vegetação do Cerrado que envolve a península do Lago Paranoá. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). Autor da fotografia: Mario Fontenelle

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NOV.B.13 (6)

Fotografia aérea colorida em formato paisagem da extensão do Brasília Palace Hotel, em Brasília - DF, nos anos de 1956-1960. A representação digital contém manchas e riscos verdes. A vista aérea das fachadas voltadas para o noroeste retrata o contexto de implantação do Brasília Palace Hotel em fase avançada de construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, e foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício se estende transversalmente, sendo um prédio de três pavimentos com fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), além de duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) revestidas em mármore branco. Com 203 metros de comprimento, o edifício se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto, erguendo-se sobre um terreno ainda em terra seca batida. Nota-se o amplo contexto de obra ocorrido nos primeiros anos da concepção da nova capital. Segundo Esnal (2015, p. 123), "embora o concreto armado fosse o principal recurso estrutural empregado por Niemeyer em seus projetos, para o edifício deste hotel edificado em caráter de urgência foi escolhido o emprego de perfis estruturais metálicos revestidos de concreto e outros materiais de acabamento como o alumínio, o mármore e o lambril". Na parte inferior do registro, no terreno de implantação do Brasília Palace Hotel (no centro da fotografia), observa-se a intervenção antrópica devido à área descampada, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, sem árvores ou gramíneas, o que indica uma diferença brusca no solo, onde há gramas e muda-se para um terreno de terra seca. Pela ausência de vias e calçadas cimentadas, e pela presença de instalações de apoio (4) à esquerda da imagem, compreende-se que a obra ainda não foi concluída. À esquerda do edifício, observa-se uma torre de caixa d’água, duas pessoas abaixo e um Jeep Willys azul mais à frente. Atrás do plano do edifício à direita, duas pessoas caminham na estrada de terra. Mais atrás, duas duplas e um grupo de 5 trabalhadores se locomovem para uma mesma direção. Uma cordilheira extensa de Cerrado percorre a linha do horizonte, com algumas estradas de terra cortando a massa verde, composta por diferentes fitofisionomias distribuídas em forma de mosaico. Vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) é encontrada na porção inferior e atrás do hotel, sendo que na região inferior da imagem a vegetação tem aspecto ralo devido à intervenção humana na área. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008).

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NOV.B.13 (63)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, retirada em 03/02/1958 em Brasília - DF. Vista aérea das fachadas voltadas para sul e leste do Brasília Palace Hotel em fase final de obra, foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de toda a extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Nota-se a disposição de andaimes feitos em madeira nas fachadas, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento. Na fachada leste do edifício, ao térreo, identificado pela laje em T onde que veio a ser delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Próximo ao hotel - nas orientações leste e oeste, instalações de apoio (21) - estruturadas em madeira, e telhado de duas quedas - destinadas para depósito e preparo de materiais e, à esquerda, uma torre d’água. Voltado para a empena cega (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) norte, 10 alojamentos para trabalhadores, localizam-se próximo a uma estrada de terra onde, atualmente se encontra o Lago Paranoá. O Lago Paranoá só foi totalmente preenchido com sequência de chuvas do ano de 1961 e o lago artificial surgiu, e então Juscelino Kubitschek (1902-1961)  se deu o prazer de mandar ao Corção (Gustavo, torcia contra, articulista de O Globo e filósofo) o telegrama com duas palavras mais do que suficientes: ‘Encheu, viu?” (ESNAL, 2015, p. 42). Delimitações das proximidades do hotel e estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel no período de obras. Percebe-se a presença de diversos trabalhadores transitando nas proximidades das instalações e do hotel. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, sendo que na parte inferior da imagem nota-se vegetação com aspecto ralo devido a intervenção humana. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido às áreas descampadas, sem a presença de árvores e gramíneas em algumas porções, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. 

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NOV.B.13 (7)

Fotografia colorida em formato paisagem. A representação digital contém uma mancha esverdeada no quadrante inferior direito. Vista aérea das fachadas voltadas para nordeste do Brasília Palace Hotel em fase final de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, e foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O registro abrange toda a extensão construtiva da implantação do edifício no terreno, evidenciando um avanço em suas principais concepções arquitetônicas. O edifício, disposto estruturalmente em lâmina (ou barra), repousa sobre pilotis de alumínio anodizado preto, com uma marquise térrea no centro e paredes envidraçadas. Há acessos delimitados, junto a um planejamento paisagístico com gramíneas que acompanham os percursos, do hotel ao terraço do restaurante, que leva até à piscina. Transeuntes caminham próximos aos pilotis, à frente do painel de Athos Bulcão (1918-2008). Nos arredores, voltados para leste, encontram-se sobre terra batida agrupamentos de canteiros e instalações de apoio (8) aos trabalhadores, além de outras duas instalações menores. No quadrante intermediário direito, trabalhadores agrupados em aparente momento de descontração. Já voltado para oeste (fachada de cobogós) e norte (orientada para a linha do horizonte), nos arredores do hotel, há instalações que aparentam ser residências. As delimitações de estradas em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel durante o período de obras.A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então pouco habitado devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítida a presença do Cerrado, com seus relevos cobertos por uma vasta vegetação de Cerrado, com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, estendendo-se na linha do horizonte. Entretanto, ao redor do hotel, observa-se uma vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), com aspecto ralo devido à intervenção humana na área. No quadrante inferior direito do registro, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, e montes de resíduos da obra, como terra, embalagens, sacos, entre outros. Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos\maços: nov-d-4-4-b-1;

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