Lago Paranoá

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NOV.B.23 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-1
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem registra o Lago Paranoá com o Palácio da Alvorada ao fundo. Em primeiro plano, o Lago Paranoá com o gramado às suas margens, com um veículo no canto esquerdo. Em segundo plano, mais elevado, o Palácio da Alvorada e em terceiro plano, o horizonte ensolarado. O Palácio da Alvorada, obra de Oscar Niemeyer (1907-2012), foi o primeiro projeto a ser construído em Brasília, sendo a primeira edificação em alvenaria da cidade. O palácio foi inaugurado em 30 de junho de 1958 para ser a residência oficial do Presidente da República. A menção pretérita à existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo.

Sin título

NOV.B.21 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-60
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro de uma placa colocada às margens do canteiro de obra do Palácio da Alvorada (PA) durante os primeiros anos de construção de Brasília, entre 1956 e 1958. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado no embrião de Brasília em 30 de junho de 1958. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Modernista brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. No registro, no quadrante inferior, o ambiente de obra é evidenciado pela grande quantidade de materiais dispostos no solo terroso. No quadrante inferior da imagem, cercamentos de madeira e uma placa de identificação fazem as delimitações do canteiro de obra. Na placa fixada, lê-se: “Visitas à obra só não permitidas com autorização especial da administração e nos horários de refeições: das 11 às 12 e das 17:30 às 18h30 horas. Para evitar acidentes, não é permitida a entrada de senhoras, senhoritas e criança”. Em plano de fundo, nota-se um grande fluxo de operários, sendo possível identificar também: amontoados de terra, areia e brita; tábuas, troncos finos de madeira aglomerados, cavaletes e carriolas; além da placa de identificação do Palácio, nas proximidades da estrutura. O PA se encontra em etapa de obra intermediário, de forma que, até o momento do registro em questão, apresentava a etapa de construção da fundação avançada. Na estrutura elevada de construção das fundações é possível observar: número elevado de operários, estando alguns em pé e outros de cócoras realizando trabalhos sobre a estrutura; parte da fundação ainda em armações de aço; delimitações e estruturas em madeira, tapumes e escadas; além de pequenas instalações de apoio. Em plano de fundo, a vegetação do Cerrado contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do Lago Paranoá. Torna-se nítido a presença do Cerrado, com adensamento de árvores de médio porte e fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, se estendendo pelo horizonte.
"

Sin título

NOV.B.21 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-16
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) na construção do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, escrito: “MUSEU – NOVACAP – DEPARTAMENTO DE EDIFICAÇÕES – 2ª DIVISÃO”. Ao fundo, da esquerda para a direita, nota-se a construção do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), e a sua frente, há uma faixa de saudações dos trabalhadores da Construtora Rabello escrita: “Os trabalhadores da Rabello saúdam a Comitiva Presidencial”, ao centro, faixa sobre a cobertura do Museu da Cidade da Construtora Rabello e multidão de pessoas próxima ao acampamento da Construtora Rabello S/A no inferior da fotografia. Logo abaixo da placa de identificação estão sete homens, sendo que dois destes estão escorados no madeiramento que ergue a placa. O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Sin título

NOV.B.18 (52)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-52
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a asfaltagem do Eixo Monumental no Plano Piloto de Brasília-DF. Em dois quartos da imagem estende-se a pista de 6 faixas do Eixo Monumental, ainda recebem a camada de asfalto em parte do trecho (porção dos quadrantes inferiores da imagem) da estrada. Ao centro, subdividindo pistas, estão uma sequência de pequenos pedaços de madeira. Ao fundo dessa subdivisão em madeira, na mesma linha, está uma cobertura clara, possivelmente uma instalação de apoio ao canteiro de obras e seus operários. O plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítido a presença de uma vasta vegetação de Cerrado ao fundo, que se estende pelo horizonte. Na lateral esquerda, nota-se uma faixa de vegetaçao com alta densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto na Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"".
"

Sin título

NOV.B.18 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-48
  • Unidad documental simple
  • 30/09/1958
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a região do Eixo Monumental, na Esplanada dos Ministérios, retirada em 30/09/1958. Nota-se a delimitação das duas vias S1 e N1, ainda tracejadas por estradas de terra paralelas, na altura da Esplanada dos Ministérios, onde é possível ver as áreas retangulares destinadas aos edifícios ministeriais. Ao fim das vias paralelas, vê-se o platô e a estrutura da rampa do Congresso Nacional. À direita da retangular do Congresso, está parte das estruturas destinadas à Praça dos Três Poderes, local este também que abriga o Supremo Tribunal Federal. À esquerda da mesma retangular, acima da via, está o canteiro de obras para o Palácio do Planalto. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas laterais da parte inferior da imagem, nota-se vegetação de cerrado típico, e ao fundo, nas laterais e pelo horizonte, a vegetação está distribuída em forma de mosaico, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade” (NIEMEYER, s.d., n.p.). Já a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que, inicialmente, quatro edifícios se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá.

Sin título

NOV.B.18 (47)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-47
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro aéreo do trevo que faz conexões entre a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004). No registro, toda a estrutura do trevo apresenta processos diferentes de construção, no quadrante inferior, apenas três vias externas estão asfaltadas e com movimentação de veículos: à esquerda do registro, a faixa direita da EPAR - em processo de asfaltamento avançado, percorrendo a fotografia diagonalmente interligando-se com a EPNA, e três veículos transitam pela via - uma caminhonete, um ônibus e um carro; à direita do registro, a via que parte do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) - como visto no trecho superior a direita, não tendo a pavimentação finalizada - e conecta-se a EPAR, rumo ao Aeroporto de Brasília. Ainda referente às vias, no quadrante superior: à direita, à faixa da esquerda da EPAR sobe em diagonal, conectando-se a EPGU com rumo ao Guará; à direita, a faixa de conexão entre a via do Eixo Rodoviário e a EPGU ainda não apresenta asfaltamento concluído, havendo apenas a demarcação e terraplenagem. Ao redor das vias de terra batida e áreas com construções, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo há mosaico de vegetações de Cerrado, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estendem pelo horizonte. Além disso, na parte inferior e na parte superior mais a direita, nota-se árvores do Cerrado esparsas. Na parte superior á direita, nota-se adensamento de árvores em formato linear, indicando ser uma mata de galeria que acompanha uma das nascentes do Rio Paranoá. As faixas internas se projetam em elipse e são responsáveis pelos retornos de cada acesso, apesar de não apresentarem asfaltamento, estão demarcadas e terraplanadas, havendo a presença de maquinários e pequenas instalações de suporte à obra. Após o trevo, no plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2016, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Mais ao fundo, à direita, há um trecho linear com alto adensamento de árvores, sendo uma mata de galeria que margeia uma das nascentes do Lago Paranoá. Na extremidade superior do registro, parte da via Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023).
"

Sin título

NOV.B.18 (46)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-46
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro aéreo do trevo que faz conexões entre a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004). No registro, de fora pra dentro do trevo, percebe-se que a estrutura viária apresenta processos diferentes de construção, onde no quadrante inferior, da esquerda para a direita, apenas três (das quatro) vias externas de conexão estão asfaltadas e com movimento de veículos, sendo respectivamente, as vias oblíquas que conectam: (no quadrante inferior) à via EPGU a EPAR e EPGU; (no quadrante esquerdo) o Eixo Rodoviário as vias EPGU e EPNU; (no quadrante superior) à via EPNU a DF-002 e EPAR; (no quadrante do direito) à via EPAR a EPNU e EPGU. Percorrendo o centro da fotografia horizontalmente, tem-se a faixa que advém do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) e conecta-se a EPAR que é identificada sem aparente pavimentação finalizada. Transpassando o registro de baixo para cima (curvando-se obliquamente à esquerda do registro), tem-se a via EPGU percorrendo o registro, conectando-se a EPNA com rumo a Via N1. Ainda referente às vias, o trecho que conecta a via EPAR a EPNU, ainda não apresenta asfaltamento concluído, havendo apenas a demarcação e terraplenagem. As faixas internas se projetam em elipse e são responsáveis pelos retornos de cada acesso, apesar de não apresentarem asfaltamento, estão demarcadas e terraplanadas, havendo a presença de maquinários e pequenas instalações de suporte à obra no ponto de intersecção das vias. Ao redor das vias de terra batida e áreas descampadas, nota-se vegetação do Cerrado, em que a região campestre há incerteza se é originalmente vegetação campestre ou área com maior densidade de arbustos e árvores que sofreu intervenção humana. Logo atrás, há trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada), em que a vegetação se estende pelo horizonte. Além disso, no canto inferior esquerdo e no canto superior direito nota-se árvores do Cerrado esparsas e na parte superior á direita, nota-se adensamento de árvores em formato linear, indicando ser uma mata de galeria que acompanha uma das nascentes do Rio Paranoá. Após o trevo, no plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2017, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Mais ao fundo, à direita, tem-se parte de uma das nascentes do Lago Paranoá coberto por uma vegetação de Mata de Galeria, enquanto na extremidade superior do registro, parte da via Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023).

"

Sin título

NOV.B.18 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-20
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro térreo da ponte do trevo que interliga a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1958). A ponte apresenta processo avançado de construção, evidenciando estar em funcionamento devido à passagem de veículos nas proximidades, sendo possível identificar uma caminhonete azul que se locomove sobre a via que percorre abaixo da ponte. Apesar de retratar aparente funcionamento, a presença de um maquinário verde nas proximidades da ponte caracteriza o processo de obra ainda existente na região. Na quadrante inferior do registro, próximo ao ponto de registro, o primeiro plano é retratado pela presença de terra batida, com rebrotas dispersas e pequenos amontoados de terra. Se tratando de um ambiente de vias, alguns veículos são identificados, no quadrante direito, um Jeep Willys azul estacionado, um maquinário com grua, e no canto esquerdo do registro, atrás da elevação de terra da ponte tem-se o que aparenta ser um caminhão. No plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2016, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Na parte superior do registro, o relevo do planalto central se faz nítido e a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte (fitofisionomia não identificável).

Sin título

NOV.B.18 (105)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-105
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro aéreo do trevo que faz conexões entre a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004). No registro, toda a estrutura do trevo apresenta processos diferentes de construção, no quadrante inferior, apenas três vias externas estão asfaltadas e com movimentação de veículos: à esquerda do registro, a faixa direita da EPAR - em processo de asfaltamento avançado, percorrendo a fotografia diagonalmente interligando-se com a EPNA, e três veículos transitam pela via - uma caminhonete, um ônibus e um carro; à direita do registro, a via que parte do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) - como visto no trecho superior a direita, não tendo a pavimentação finalizada - e conecta-se a EPAR, rumo ao Aeroporto de Brasília. Ainda referente às vias, no quadrante superior: à direita, à faixa da esquerda da EPAR sobe em diagonal, conectando-se a EPGU com rumo ao Guará; à direita, a faixa de conexão entre a via do Eixo Rodoviário e a EPGU ainda não apresenta asfaltamento concluído, havendo apenas a demarcação e terraplenagem. As faixas internas se projetam em elipse e são responsáveis pelos retornos de cada acesso, apesar de não apresentarem asfaltamento, estão demarcadas e terraplanadas, havendo a presença de maquinários e pequenas instalações de suporte à obra. Após o trevo, no plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Margeando as vias, observa-se vegetação campestre que provavelmente sofreu remoção da parte aérea para a realização das obras, e no canto superior direito e ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). Ainda de acordo com o IPHAN (2017, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Mais ao fundo, à direita, tem-se parte de uma das nascentes do Lago Paranoá coberto por uma vegetação de Mata de Galeria e Mata Ciliar. AJUDA DO CLEITON. Na extremidade superior do registro, parte da via Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023).
"

Sin título

NOV.B.18 (104)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-104
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro aéreo do trevo que faz conexões entre a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004). No registro, toda a estrutura do trevo apresenta processo avançado de obra, devido a tráfego de veículos em todos os sentidos: à esquerda do registro, a faixa direita da EPAR - em processo de asfaltamento avançado, percorrendo a fotografia diagonalmente interligando-se com a EPNA, e três veículos transitam pela via - uma caminhonete, um ônibus e um carro; à direita do registro, a via que parte do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) - como visto no trecho superior a direita, não tendo a pavimentação finalizada - e conecta-se a EPAR, rumo ao Aeroporto de Brasília. Ainda referente às vias, no quadrante superior: à direita, à faixa da esquerda da EPAR sobe em diagonal, conectando-se a EPGU com rumo ao Guará; à direita, a faixa de conexão entre a via do Eixo Rodoviário e a EPGU ainda não apresenta asfaltamento concluído, havendo apenas a demarcação e terraplenagem. As faixas internas se projetam em elipse e são responsáveis pelos retornos de cada acesso, apesar de não apresentarem asfaltamento, estão demarcadas e terraplanadas, havendo a presença de maquinários e pequenas instalações de suporte à obra. Após o trevo, no plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2017, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Mais ao fundo, à direita, tem-se parte de uma das nascentes do Lago Paranoá coberto por uma vegetação de Mata de Galeria e Mata Ciliar. Na extremidade superior do registro, parte da via Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023). Margeando a via há a presença de parte da vegetação do Cerrado, com gramíneas baixas e ao fundo das vias, , a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada).

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