Lago do Pirarucu

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NOV.B.08 (17)

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta um recinto cercado por uma mureta baixa com montantes de madeira e fechamento em tela métalica. Dentro da área delimitada existe um lago artificial de concreto, e nele encontra-se um grupo de pato-do-mato (família Anatidae) ou marrecos (Cairina moschata) dispersos na água e sobre a borda . À esquerda, atrás do lago, há um abrigo feito de pequenas toras de madeira com telhado de palha, material que também aparece no chão da parte interior do local coberto. Entre o abrigo e o lago, há uma árvore seca com um ninho de pássaros e também um pequeno grupo de patos no chão batido. Sobre os elementos que compõe esse ambiente, podem ser identificados: um arbusto, no canto inferior direito; três pedras grandes situadas de maneira aleatória ao redor da margem do lago artificial; também, observa-se gramíneas dispersas na terra batida e uma parte de gramado concentrado ao fundo do recinto. Atrás do cercado, há uma estrada de terra que separa o espaço destiano aos animais de uma área campestre de Cerrado (campo limpo), que marca a linha do horizonte, ligeiramente inclinada. No canto esquerdo, próximo ao horizonte, existe um cercamento feito de tábuas de madeira branca que cobre parte de uma jaula de madeira, permitindo a visualização apenas do fragmento superior do abrigo. Vale ressaltar que os elementos que compunham àquele ambiente tinha como intencionalidade deixar os animais em espaços em que pudessem ter objetos similares do local de onde foram removidos. Nessa imagem, os elementos foram: o lago artificial, que atualmente, se chama Lago do Pirarucu, devido a grande quantidade de peixes dessa espécie naquele local, pedras, arbustos, árvores e o abrigo.
Contexto histórico: A partir da análise de Daniel Silva (2001), Mestre em Desenvolvimento Sustentável, que descobriu terrenos desmatados na construção de Brasília quando estudou o Plano Diretor do Parque do Zoobotânico, a região apresentada ao fundo da fotografia é caracterizada por cerrado devastado. Assim, Silva (2001, p. 44) afirma: “[...] Elaborado antes da cidade completar dez anos, encontramos nele uma importância referência sobre o estado de degradação ambiental da região, destacando-se a destruição da mata de galeria do Riacho Fundo e Córrego Guará, assoreamento dos leitos, a poluição dos mananciais, erosão das margem e a presença de diferentes acampamento com milhares de pessoas ” (SILVA, 2001, p. 44).
Imagem associada à: NOV-D-4-4-B-8 (24); NOV-D-4-4-B-8 (27).
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.08 (24)

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta um recinto cercado por uma mureta baixa com montantes de madeira e fechamento em tela métalica. Dentro da área delimitada existe um lago artificial de concreto, e nele encontra-se um grupo de pato-do-mato (família Anatidae) ou marrecos (Cairina moschata) dispersos na água e sobre a borda . À esquerda, atrás do lago, há um abrigo feito de pequenas toras de madeira com telhado de palha, material que também aparece no chão da parte interior do local coberto. Entre o abrigo e o lago, há uma árvore seca com um ninho de pássaros e também um pequeno grupo de patos no chão batido. Sobre os elementos que compõe esse ambiente, podem ser identificados: um arbusto, no canto inferior direito; três pedras grandes situadas de maneira aleatória ao redor da margem do lago artificial; também, observa-se gramíneas dispersas na terra batida e uma parte de gramado concentrado ao fundo do recinto. Atrás do cercado, há uma estrada de terra que separa o espaço destiano aos animais de uma área campestre de Cerrado (campo limpo úmido), que marca a linha do horizonte, ligeiramente inclinada. No canto esquerdo, próximo ao horizonte, existe um cercamento feito de tábuas de madeira branca que cobre parte de uma jaula de madeira, permitindo a visualização apenas do fragmento superior do abrigo. Vale ressaltar que os elementos que compunham àquele ambiente tinha como intencionalidade deixar os animais em espaços em que pudessem ter objetos similares do local de onde foram removidos. Nessa imagem, os elementos foram: o lago artificial, que atualmente, se chama Lago do Pirarucu, devido a grande quantidade de peixes dessa espécie naquele local, pedras, arbustos, árvores e o abrigo.
Contexto histórico: A partir da análise de Daniel Silva (2001), Mestre em Desenvolvimento Sustentável, que descobriu terrenos desmatados na construção de Brasília quando estudou o Plano Diretor do Parque do Zoobotânico, a região apresentada ao fundo da fotografia é caracterizada por cerrado devastado. Assim, Silva (2001, p. 44) afirma: “[...] Elaborado antes da cidade completar dez anos, encontramos nele uma importância referência sobre o estado de degradação ambiental da região, destacando-se a destruição da mata de galeria do Riacho Fundo e Córrego Guará, assoreamento dos leitos, a poluição dos mananciais, erosão das margem e a presença de diferentes acampamento com milhares de pessoas ” (SILVA, 2001, p. 44).
Imagem associada à: NOV-D-4-4-B-8 (17); NOV-D-4-4-B-8 (27).
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil