Fotografia em preto e branco. No primeiro plano se encontra uma pilha de lenha, provavelmente para queima nos fornos de olaria, já que é possível identificar pelos galpões de madeira ao fundo que se vê o mesmo local de produção de tijolos cerâmicos retratado em outras imagens. É interessante na imagem os galpões de duas águas em segundo plano, o primeiro, construído em madeira e telha metálica e o outro ainda em construção, onde se vêm dois homens trabalhando em sua estrutura, de madeira. Logo atrás, um casebre que deve servir de banheiro e pilhas de areia. Em último plano na imagem está uma longa faixa de Cerrado com densidade alta/média de árvores.
Fotografia em preto e branco. A imagem é composta por um galpão de madeira e cobertura de telhas metálicas, três homens que caminham pelo local e manilhas de concreto espalhadas pelo terreno. Dentro do galpão, que é visto lateralmente, se encontram algumas tábuas de madeira, uma pilha de areia e uma máquina que não foi possível identificar. A identidade das pessoas que aparecem na imagem permanece desconhecida, no entanto, os trajes limpos e de caráter social indicam o que devia ser uma visita breve ao canteiro de produção de manilhas. Na paisagem ao fundo, há vegetação de Cerrado separada por uma cerca de arame, seguido de uma formação de morros e algumas árvores esparsas. À direita, próximo ao galpão, é possível identificar um pequizeiro.
Fotografia em preto e branco. Formato Paisagem. Nove homens posam para a foto na frente de um caminhão carregado de manilhas, provavelmente fabricadas no local e sendo preparadas para transporte. Eles parecem ocupar funções laborais diferentes, o clima no entanto parece amistoso. Todos vestem botinas de couro, alguns vestem camisas sociais enquanto outros têm suas roupas cobertas de barro. Ainda não foi possível identificá-los.
Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Esta imagem foi identificada na edição 8 da Revista Brasília de 1957, descrita desta forma: “Pedreira situada a 8km da praça dos Três Poderes, uma das que fornecem material para as obras de Brasília.” No DF, Sobradinho e Plano Piloto são duas das regiões administrativas com maior contingente de áreas mineradas.
Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Esta fotografia compõe uma série com outros itens desta pasta (3, 30 e 35), nos quais se observa um terreno de secagem de tijolos cerâmicos. Ao fundo está, da esquerda para a direita, vegetação de Cerrado com média/alta densidade de árvores, montes de argila bruta, um caminhão onde se apoiam três trabalhadores e dois galpões de madeira, um atrás do outro, onde estão armazenadas máquinas para produção oleira.
Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Nesta imagem se vêem abobadilhas para cobertura dos reservatórios de agua de concreto sendo produzidas. esses reservatorios serviram para abastecimento de água num primeiro momento da construção da barragem do Paranoá. Algumas, mais a frente, secam na forma, ao fundo se vêem algumas armações de aço sendo preparadas. No canto inferior esquerdo da foto, o terreno cai na direção de uma vala, indicando que este terreno desmatado foi também utilizado para extração de matéria prima. Ao fundo se observa uma área Cerrado com média densidade de árvores, com destaque para as árvores altas de gomeira vegetação (Vochysia thyrsoidea), terrenos em geral ricos em calcário, com algumas árvores altas. No verso da fotografia original se lê: “ Produção de manilha, do Dino”. Na pasta, o item 18 é uma réplica colorida da imagem.