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NOV.B.2 (345)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-345
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista parcial da construção da cúpula do Senado Federal do Palácio do Congresso Nacional com candangos na obra (a palavra candango é uma variação de candongo, da língua quimbundo, dos bantos do sudoeste de Angola, e era usada de forma depreciativa contra os colonizadores daquele continente. Ao serem traficados para a região canavieira nordestina, os africanos mantiveram o sentido pejorativo para se referir aos senhores portugueses e, depois, aos próprios brasileiros (HOLSTON,1993). Com o decorrer do tempo, porém, o alvo da depreciação foi invertido. A palavra virou sinônimo de cafuzo, mestiço, mameluco e negro. Posteriormente, seu significado foi ampliado, passando a abranger genericamente as populações pobres do interior do país, sobretudo trabalhadores itinerantes, de baixa qualificação profissional, situação predominante entre aqueles que chegaram ao canteiro de obras da futura capital). Em destaque, quatro trabalhadores homens com vestes simples (blusa clara com mangas compridas, calça escura e um grande chapéu claro em sua cabeça) estão sobre a cúpula. À esquerda, uma estreita escada, aparentemente de madeira, provisória sobre a casca da cúpula para os trabalhadores terem acesso ao topo do mesmo. No Palácio do Congresso Nacional, as suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. A cúpula ainda sem o acabamento final na superfície. Ao fundo, os anexos que constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (346)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-346
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Imagem aproximada da delimitação da estrutura de alvenaria da Capelinha do Palácio da Alvorada, estágio inicial da construção; em destaque, estão as esperas da armadura de aço da estrutura de concreto armado posicionadas dentro das delimitações no chão de terra batida, resultado do processo de terraplenagem. Ao centro das marcações vê-se algumas tábuas de madeira apoiadas nas esperas, margeando as marcações, estão dois suportes de madeira com lâmpadas no topo, protegidos por uma cobertura de chapa metálica, que serviam de apoio à construção da Capelinha, iluminando o local nos turnos noturnos da obra, a fim de cumprir os prazos curtos de entrega determinados. Ao fundo da imagem cercado por vegetação típica do Cerrado, nota-se a Ermida Dom Bosco e um caminho de terra que levava do templo ao palácio residencial. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Untitled

NOV.B.2 (347)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-347
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com alguns materiais de construção sobre o mesmo. Em segundo plano, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. A cúpula do Senado está praticamente finalizada com algumas figuras humanas sobre o mesmo, enquanto a da Câmara está em processo cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, circundando o mesmo. Mais ao centro um pouco à esquerda, percebe-se os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (348)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-348
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Construção do que aparenta ser a Capela do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, há formas de madeira que foram utilizadas na concretagem do piso e vista do concreto no piso. Ao centro, pequenas barras de aço saem do piso de concreto e formam um caminho curvilíneo. Além das barras, há alguns postes de madeira, uns parecem ter iluminação, uma caixa de madeira para armazenamento de ferramentas e à direita da fotografia, alguns trabalhadores atuando na obra. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Untitled

NOV.B.2 (349)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-349
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista parcial da construção da cúpula do Senado Federal do Palácio do Congresso Nacional com candangos na obra (a palavra candango é uma variação de candongo, da língua quimbundo, dos bantos do sudoeste de Angola, e era usada de forma depreciativa contra os colonizadores daquele continente. Ao serem traficados para a região canavieira nordestina, os africanos mantiveram o sentido pejorativo para se referir aos senhores portugueses e, depois, aos próprios brasileiros (HOLSTON,1993). Com o decorrer do tempo, porém, o alvo da depreciação foi invertido. A palavra virou sinônimo de cafuzo, mestiço, mameluco e negro. Posteriormente, seu significado foi ampliado, passando a abranger genericamente as populações pobres do interior do país, sobretudo trabalhadores itinerantes, de baixa qualificação profissional, situação predominante entre aqueles que chegaram ao canteiro de obras da futura capital). Em destaque, um trabalhador homem com vestes simples (blusa clara com mangas compridas, calça escura e um grande chapéu claro em sua cabeça) desce uma estreita escada, aparentemente de madeira, provisória sobre a casca da cúpula para os trabalhadores terem acesso ao topo do mesmo. No topo da cúpula há outros cinco trabalhadores com vestes simples mais escuras. No Palácio do Congresso Nacional, as suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. A cúpula ainda sem o acabamento final na superfície.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-35
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores em formato paisagem. Em primeiro plano, várias peças de aço apoiadas em palestras de madeira, as quais evitam o contato direto do material com solo, e possibilitam ou impedem possíveis danificações. No sentido oeste, encontram-se mais peças de aço empilhadas e um amontoado de galhos e no sentido leste, diversos entulhos espalhados pela superfície. Em segundo plano, situa-se o solo de terra de chão batida que futuramente seria Eixo Monumental, no canto direito pousa-se pilares de aço que posteriormente vão ser utilizados para a construção dos monumentos. Em terceiro plano, ressalta-se o protótipo do futuro pilar que vai corresponder ao Palácio do Planalto, circundando este perímetro, há diversas estruturas provisórias que formam uma cerca quadrangular, poste de iluminação simples composto de madeira estão dispersos pelo território. É possível visualizar, também, sutilmente, uma placa de cor branca , na extrema direita, contendo o nome da empresa responsável por conduzir as obras e o nome do edifício construído que irá ser erigida.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (350)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-350
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista da parte superior da construção das torres anexas do Palácio do Congresso Nacional. Em destaque, os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. Entre as torres há dois guindastes, um em cada torre, para auxiliar no transporte de materiais da construção dos mesmos. No horizonte, vegetação nativa do bioma Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (351)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-351
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da cúpula da Câmara dos Deputados do Palácio do Congresso Nacional finalizada. Em primeiro plano, parte asfaltada do Eixo Monumental que passa por trás do Congresso Nacional na Praça dos Três Poderes e logo atrás, chão de terra com tábuas de madeira provisórias, diversas figuras humanas atuando na obra, alguns postes de madeira com fiação e um caminhão (à direita). Em segundo plano, à esquerda, o talude (muro) de terra alta que conecta com o Eixo Monumental e ao centro, encontra-se o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. Sobre a laje de cobertura do edifício principal, a cúpula da Câmara está finalizada com um andaime na sua lateral direita. À direita, parte dos edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos, sem a vedação completa. Estes são formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço. Atrás do Congresso Nacional, há a Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste estão os edifícios administrativos (prédios ministeriais) correspondente aos Ministérios composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto e sem esquadrias.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (352)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-352
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da cúpula da Câmara dos Deputados do Palácio do Congresso Nacional finalizada. Em primeiro plano, chão de terra com aspecto lamacento e aparentando ter alguns materiais de construção como pequenas tábuas de madeira espalhadas sobre o mesmo. Em segundo plano, o talude (muro) de terra alta percorre a fotografia horizontalmente, além de um poste de madeira com fiação ao lado do mesmo. Sobre o talude, em destaque, uma de suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, com revestimento e virado à cima) finalizada e com figuras humanas próximo ao mesmo na sua base, acima do talude de terra, e também na cobertura da cúpula.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (353)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-353
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista panorâmica do Congresso Nacional, em primeiro plano, destaca-se no canteiro de obras perto da fachada da sede do Legislativo,a formação do túnel que leva ao subsolo. À sua direita, verifica-se a presença de um gerador próximo ao poste elétrico que liga-se a outro de menor dimensão localizado à direita da rampa externa inferior, a qual ainda é sustentado por escoras de madeira fincadas ao solo. Adiante, evidencia-se a varanda do edifício principal com colunas de concreto instaladas, observa-se que suas esquadrias em processo avançado de montagem, no entanto ainda com alguns vãos. Nota-se que na parte posterior das esquadrias, observa-se a realização das fiadas para a formação das paredes internas da edificação. Na extremidade esquerda, visualizam-se cavaletes de madeira e um pequeno poste, no outro oposto, é possível enxergar dois operários de costas operando funções da obra e outro de frente, perto de uma esquadria e de uma escada tesoura. Já perto da varanda, escorado na segunda coluna de concreto, sentido esquerda-direita , é possível observar apenas o corpo de um pedreiro, no intermédio entre a segunda e terceira coluna de concreto, há um obreiro em pé próximo a escada tesoura e uma mesa de madeira. Adjunto a terceira coluna de concreto, situa-se uma escada tesoura em sua frente há um trabalhador manipulando recursos da obra adjacente a uma pequena betoneira. Ao centro, há um profissional com mãos no bolso caminhando pelo perímetro, ulteriormente, há um operário de costas realizando suas tarefas. Acima, localiza-se a Câmara dos Deputados envolta por um grande sistema de escoramento de madeira. Próximo ao monumento, uma construção temporária de paredes de tapume, ao fundo é possível enxergar a silhueta de dois operários. Perto do limite da plataforma, nota-se um pequeno cercado de madeira adjacente a três postes de madeira. À esquerda da plataforma, destaca o Senado com estrutura quase completa mas em processo de emboço, na sua base, reúnem-se três obreiros averiguando a textura de uma parede que parece estar molhada por uma mangueira que desce até o canteiro. No sentido oeste dos trabalhadores há um amontoado de madeira com entulho da obra, no sentido leste há um barril, provavelmente contendo água. Na parte direita do Senado, verifica-se mais um barril, posteriormente há um profissional olhando para outro companheiro de profissão, o qual é perceptível apenas a cabeça. Acima do Senado, sobressai a torre anexa direita, ainda em processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Mais à direita, destaca-se ao fundo o guindaste situado fora da plataforma, operando suas funções.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

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