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NOV.C.1 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-43
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma figura masculina em pé, ao lado de um caminhão de transporte da Novacap estacionado em frente ao Palácio da Alvorada. O veículo possui na placa a inscrição “SCANIA VABIS”; na lanternagem a inscrição: “NOVACAP”; na porta do motorista a inscrição: “NOVACAP”, “R 4” e desenhos em formato similares a de losangos.
A figura masculina, olha em direção às lentes da máquina fotográfica, um braço do lado esquerdo da imagem, estar erguido na altura da maçaneta do veículo, enquanto a outra está para baixo do lado do corpo. Utiliza blusa social de botão com manga, na altura dos bíceps, de tonalidade clara. Calça de tonalidade clara, deduz-se ser modelo de alfaiataria; sapato social preto. De adornos, utiliza cinto de cor escura, relógio de pulso no braço do lado direito da imagem. No lado direito da imagem, encontram-se quatro figuras masculinas em pé reunidas, próximas a árvores de palmeiras (Arecaceae). Deste grupo de homens, dois uniformizados de camisa de tom claro e calça escura, e outros dois cada um com roupas diferentes, sendo: Um de blusa e calça clara e outro de camisa de calça de tonalidades escuras. Ao fundo, corpo d’água, que remete ao Lago Paranoá e cerrado típico.
Informações adicionais:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
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Untitled

NOV.C.1 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-44
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma figura masculina, em pé, na frente de um caminhão de transporte que possui na placa a inscrição “SCANIA VABIS”; na lanternagem a inscrição: “NOVACAP”; na porta do motorista a inscrição: “NOVACAP”, “R 4” e desenhos em formato similares a de losangos. A figura pode ser um funcionário da Companhia de Construção de Brasília, que veste uma camisa social com mangas compridas de estampa xadrez, calça e sapatos sociais. O veículo está estacionado em frente ao Palácio da Alvorada, localizado ao lado esquerdo da imagem. No fundo, atrás do caminhão, há um corte-ativo onde é possível visualizar folhas de uma palmeira (Arecaceae). O conjunto dos elementos posicionados na imagem, indicam para uma fotografia pousada.
Informações adicionais:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
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Untitled

NOV.C.1 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-45
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta figura masculina sentada em uma mesa retangular de escritório, infere-se ser de material metálico com um vidro sobre a parte superior. Em um espaço fechado, de paredes de madeira com de porta pintada do mesmo material da parede, que se encontra aberta.
A figura posiciona-se de frente para a câmera com os braços sobre a mesa. À esquerda da imagem o braço realiza ação de escrita com caneta sobre papel. À direita da imagem o braço apoia a folha de papel com um cigarro entre os dedos, no mesmo braço leva um relógio de pulso. Utiliza blusa com gola redonda de mangas até altura dos bíceps do braço. Senta-se em uma cadeira de com o encosto de revestimento em couro com braço à direita da imagem.
O rosto está voltado para a mão que escreve, ficando assim um pouco inclinado. A respeito das características, utiliza cabelo curto, penteados para trás e partido do lado direito da imagem, de cor preta e fios lisos.
Acima da mesa, materiais de escritórios, como: campainha de mesa; pasta de arquivo; carimbos; almofada para carimbo; furador de papel; grampeador; bloco de papeis; encaixe de para pinceis; bandejas de papeis: uma com inscrição: “Entrada” com papeis dentro. Outra bandeja está identificada com a inscrição: “SAÍDA” com uma caixa de embalagem de cor branca que tem a inscrição estrangeira: “Sharpens both sides of blade [...] ance”. Um identificador de nome pessoal com a inscrição: “SYLVIO C. GONÇALVES” e com o cargo: “ASSESSOR DA COMISSÃO”. Há ainda, objetos outros sobre a mesa, utensílio de chapelaria (chapéu), porta cinzeiro, objeto de homenagem e entre outros objetos não-identificados.
"

Untitled

NOV.C.1 (46)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-46
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta figura masculina sentada em uma mesa retangular de escritório, infere-se ser de material metálico com um vidro sobre a parte superior. Em um espaço fechado, paredes de madeira e alvenaria.
Posicionado de frente para câmera com os braços sobre a mesa. À esquerda da imagem o braço realiza ação de escrita com caneta sobre papel. À direita o braço segura a folha de papel com um cigarro entre os dedos, no mesmo braço leva um relógio de pulso. Utiliza camisa social com gola aberta, fazendo formato em “v”; com mangas dobradas acima do cotovelo, senta em uma cadeira de com o encosto de revestimento em couro.
O rosto está voltado para a mão que escreve. A respeito das características, utiliza corte de cabelo de altura média, cor preta e fios lisos; modelo “social”. Possui bigode de largura média.
Acima da mesa, materiais de escritórios, como: campainha de mesa; pasta de arquivo Kraft; carimbo; almofada para carimbo; furador de papel; lápis; bandeja de papel com um jornal dentro, cuja manchete contém a inscrição: “[...] São João Bosco - Brasília”. A bandeja está identificada com a inscrição: “SAÍDA”, ainda sobre a mesa, um identificador de nome pessoal com a inscrição: “Arno S. Lucas” e com o cargo: “MEMBRO EXECUTIVO DA COMISSÃO”. Há ainda, telefone de disco e entre outros objetos não-identificados.
"

Untitled

NOV.C.1 (47)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-47
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta funcionários da NOVACAP em um espaço amplo com paredes de madeira e pé direito alto sustentado por vigas grossas de madeira. No teto, ao centro, três lâmpadas acesas iluminam o ambiente, mais afastada, à direita, uma quarta lâmpada encontra-se desligada. Na parede à direita da imagem, mais baixa que o teto, deduz-se ter um quadro de avisos fixado; encostado nesta mesma parede observa-se um armário-arquivo de aço. Na parede à esquerda da foto, é possível observar outros dois armários-arquivos de metal. Na parede ao fundo, uma estante abriga pastas registradoras. Em primeiro plano, observa-se o topo de uma mesa com materiais diversos para escritório. Em segundo plano, à direita e à esquerda da imagem, cinco figuras masculinas de cada lado, dispostas em fileira, trabalham em máquinas de escrever sobre as mesas.
"

Untitled

NOV.C.1 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-48
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano é possível ver um homem, ele veste um tipo de batina e segura uma caixa em suas mãos, ao seu lado se vê um equipamento semelhante à um ampliador sob uma bancada, são vistos ainda alguns outros utensílios como telefone, temporizadores, uma luminária de gabinete e uma bolsa de couro sob a mesa.
O cômodo onde o homem se encontra foi um estúdio de fotografia que pertenceu ao fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986), fotógrafo oficial do governo Juscelino Kubitscheck (1956-1961) e funcionário da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Mário se destacou como um dos principais fotógrafos do período, responsável por registrar o processo de construção da cidade que se iniciava, além da vida cotidiana de seus habitantes. Centenas de fotografias captadas pelo artista, entre as décadas de 50 e 60, integram o acervo do Fundo Novacap, material tutelado pelo Arquivo Público do Distrito Federal. Neste contexto se exalta a relevância do trabalho de Mário e seu papel como memorialista da capital, feito que acabou por lhe conceder o título de Cidadão Honorário de Brasília post mortem. A fotografia foi registrada em 03 de setembro de 1959.
"

Untitled

NOV.C.1 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-49
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco é possível ver dois homens se cumprimentando, o homem à esquerda é Mário Fontenelle (1919-1986), ele veste roupa social composta por camisa branca e calça em tons escuros, que aparentemente está recebendo a visita do homem que adentrou o cômodo, possivelmente um padre devido à batina preta que está usando. Ao redor deles é possível ver diversos equipamentos para fotografia e fotos coladas na parede ao fundo.
O cômodo onde o homem se encontra foi um estúdio de fotografia que pertenceu ao fotógrafo Mário Fontenelle, fotógrafo oficial do governo Juscelino Kubitscheck (1956-1961) e funcionário da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Mário se destacou como um dos principais fotógrafos do período, responsável por registrar o processo de construção da cidade que se iniciava, além da vida cotidiana de seus habitantes. Centenas de fotografias captadas pelo artista, entre as décadas de 50 e 60, integram o acervo do Fundo Novacap, material tutelado pelo Arquivo Público do Distrito Federal. Neste contexto se exalta a relevância do trabalho de Mário e seu papel como memorialista da capital, feito que acabou por lhe conceder o título de Cidadão Honorário de Brasília post mortem. A fotografia foi registrada em 03 de setembro de 1959.
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Untitled

NOV.C.1 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-5
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em primeiro plano se vê um grupo de três pessoas, com uma mulher ao centro e dois homens ao seu lado, eles vestem calça social e suéteres, todos se apoiam sobre uma mesa de desenho, onde a mulher aparentemente está mostrando um caderno à eles. Ao fundo é possível ver mapas pregados nas paredes e plantas arquitetônicas espalhadas pelo cômodo, que foi o espaço destinado como escritório aos funcionários da Divisão de Engenharia do DTUI (Departamento de Telefones Urbanos e Interurbanos) da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil).

Untitled

NOV.C.1 (50)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-50
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano é possível ver um homem adulto, ele veste camisa social branca e calça em cor escura, que segura a maçaneta de uma porta de madeira, onde se vê uma placa com as seguintes inscrições: “Villa Capri: Delegação Oficial da Imprensa Europea”. Atrás do homem está uma porta aberta que dá entrada para o edifício, feito em madeira revestida com forro paulista. O homem não pôde ser identificado, mas possivelmente foi trabalhador no setor de comunicação durante o período de construção da nova capital.

Untitled

NOV.C.1 (51)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-51
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano estão quatro homens adultos, eles vestem roupas sociais e caminham por uma via de terra batida, logo atrás deles outro homem dirige um veículo utilitário da época, mais especificamente um Ford Willys, com uma inscrição na parte frontal do veículo, indicando que o veículo pertencia ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI). Ao fundo é possível ver ainda a estrutura já erguida de alguns edifícios que viriam a ser construídos para receber o primeiro hospital da cidade, o Hospital do IAPI, renomeado posteriormente como Hospital Juscelino Kubitschek, o HJKO, onde funciona atualmente o Museu Vivo da Memória Candanga.
Nota-se ainda resquícios da vegetação nativa de cerrado que foi desmatada. Entre os trabalhadores é possível reconhecer o jornalista Raimundo Nonato da Silva (1918), o homem próximo ao carro, vestindo suéter e camisa social de manga-longa em cor clara. Nonato foi diretor da Divisão de Divulgação da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil) e editor da Revista Brasília, periódico mensal mantido pela construtora a fim de documentar a estruturação da cidade, sendo o primeiro veículo de comunicação da capital.
O jornalista foi contratado pela Novacap para editar o boletim da companhia com as nomeações e atos oficiais, assumindo oficialmente a direção da Divisão de Divulgação e da revista em 16 de abril de 1957, substituindo a posição de Paulo Rehfeld. O homem à esquerda não pode ser identificado, mas possivelmente também foi funcionário do departamento de comunicação da construtora.
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Untitled

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