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NOV.B.23 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-3
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, espelhada e em formato paisagem registra Lago Paranoá com o Palácio da Alvorada (à direita) e Brasilia Palace Hotel (à esquerda) ao fundo. Em primeiro plano, o Lago Paranoá com o gramado às suas margens e um veículo no canto direito. O formato das seichas (ondulações em corpos de água confinados) na parte inferior da fotografia indica que ela foi tirada de algum tipo de veículo náutico. Em segundo plano, observa-se o Palácio da Alvorada à direita, o Palácio do Congresso Nacional em construção ao centro e o Brasilia Palace Hotel à esquerda. Ainda no mesmo plano, observa-se árvores nativas do Cerrado dispostas de forma esparsa. Em terceiro plano, há o horizonte ensolarado com muitas nuvens. O Palácio da Alvorada, obra de Oscar Niemeyer (1907-2012), foi o primeiro projeto a ser construído em Brasília, sendo a primeira edificação em alvenaria da cidade. O palácio foi inaugurado em 30 de junho de 1958 para ser a residência oficial do Presidente da República. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. Projetado por Niemeyer, o Brasília Palace Hotel foi inaugurado em 1958, sendo o primeiro empreendimento do Brasil a ser construído com vigas metálicas produzidas no próprio país. Conta com dois paineis de Athos Bulcão e a ideia era que o local deveria acolher, primeiramente, os profissionais que chegavam para a construção da capital. Contudo, acabou também servindo para que visitantes pudessem ver ao vivo a grandiosa construção de Juscelino Kubitschek (1902-1976). O Palácio do Congresso Nacional, projetado por Oscar Niemeyer, foi inaugurado juntamente com Brasília, em 21 de abril de 1960, e abriga a Câmara dos Deputados e o Senado Federal. O edifício contém duas torres anexas de 28 andares: uma delas pertence à Câmara e a outra ao Senado. O local é reconhecido internacionalmente devido a sua arquitetura modernista. Dentre as suas funções, destaca-se a de ser local de manifestação política e representação democrática de deputados e senadores, de onde surgem as legislações federais.

Untitled

NOV.B.23 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-4
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem registra o Lago Paranoá a partir do salão de festas do Brasília Palace Hotel. Em primeiro plano, sob a marquise do salão, é possível ver um jardim com espécies tropicais, ladeado por pavimentação com paginação diagonal. Em segundo plano, há um gramado com uma estrada de terra adjacente, margeado por postes de madeira, e cerrado típico (cerrado sentido restrito) que avança até o Lago Paranoá. Em terceiro plano, verifica-se morros com cobertura vegetal nativa do Cerrado praticamente inalterado pela ação humana, e horizonte ensolarado com poucas nuvens ao fundo. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. Projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012), o Brasília Palace Hotel foi inaugurado em 1958, sendo o primeiro empreendimento do Brasil a ser construído com vigas metálicas produzidas no país. Conta com dois paineis de Athos Bulcão (1918-2008) e a ideia era que o local deveria acolher primeiramente, os profissionais que chegavam para a construção da capital. Mas acabou também servindo para que visitantes pudessem ver ao vivo a grandiosa construção de Juscelino Kubitschek (1902-1976).

Untitled

NOV.B.23 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-5
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra vista aérea da região da Barragem do Paranoá. Na parte inferior da imagem, observa-se a construção da Barragem do Paranoá, margeada por vegetação nativa de Cerrado, com casebres que servem de acampamento e apoio na borda inferior. A vegetação circunda toda a imagem, sendo mais adensada na lateral esquerda e mais rasteira na parte inferior. No centro da imagem se encontra o Lago Paranoá, indo rumo ao Palácio da Alvorada na parte superior, e na lateral esquerda solo revolvido para aterramento da barragem. A barragem do Paranoá foi pensada como a solução do problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. A construção se iniciou no final de 1957, com o represamento do Rio Paranoá, envolvendo diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec. No final de 1959, com a conclusão da barragem, deu-se início à formação do Lago Paranoá. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. Um acampamento foi montado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que inicialmente estava em uma área hoje inundada. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento era deslocado para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à cidade do Paranoá.

Untitled

NOV.B.23 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-6
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra Lago Paranoá com o Palácio da Alvorada ao fundo. Em primeiro plano, observa-se o Lago Paranoá e em segundo plano, gramado com o Palácio da Alvorada em um plano mais elevado e à direita o Brasília Palace Hotel. Em terceiro plano, observa-se o horizonte com muitas nuvens. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. O Palácio da Alvorada, obra de Oscar Niemeyer (1907-2012), foi o primeiro projeto a ser construído em Brasília, sendo a primeira edificação em alvenaria da cidade. O palácio foi inaugurado em 30 de junho de 1958 para ser a residência oficial do Presidente da República. Projetado por Niemeyer, o Brasília Palace Hotel foi inaugurado em 1958, sendo o primeiro empreendimento do Brasil a ser construído com vigas metálicas produzidas no próprio país. Conta com dois paineis de Athos Bulcão (1918-2008) e a ideia era que o local deveria acolher primeiramente, os profissionais que chegavam para a construção da capital. Contudo, acabou também servindo para que visitantes pudessem ver ao vivo a grandiosa construção de Juscelino Kubitschek (1902-1976).

Untitled

NOV.B.23 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-7
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra lancha no Lago Paranoá. Em primeiro plano, observa-se a lancha estacionada na margem do Lago Paranoá, sendo que na parte inferior percebe-se solo exposto e galhos secos à esquerda da lancha, e vegetação herbácea-subarbustiva de baixo porte à direita. Em segundo plano, há o Lago Paranoá, com a Barragem do Paranoá localizada à direita. Em terceiro plano, morros de vegetação nativa do Cerrado e ao fundo acampamento de casebres para moradia e apoio à construção da barragem. Em quarto plano, horizonte ensolarado com muitas nuvens. A barragem do Paranoá foi pensada como a solução do problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. A construção se iniciou no final de 1957, com o represamento do Rio Paranoá, envolvendo diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec. No final de 1959, com a conclusão da barragem, deu-se início à formação do Lago Paranoá. Um acampamento foi montado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que inicialmente estava em uma área hoje inundada. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento era deslocado para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à cidade do Paranoá. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo.

Untitled

Cemitério

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25
  • Dossiê
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Untitled

NOV. B-25 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-1
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato vertical e em preto e branco, datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. No primeiro plano, areia branca sobre a terra vermelha removida da mata seca (cerrado típico), com túmulo de amontoado de terra vermelha com ornamentos de coroas de flores e folhas por cima, tais ornamentos são alusivos à “coroa de espinhos” de uma divindade da religião do cristianismo, podendo ser chamado de Jesus Cristo ou Jeová. Trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). Sobre o túmulo uma placa (simples) em formato quadrado, aparentemente, julga-se ser, um chassi de madeira para tela, com o estado de conservação em deterioração, fincado sobre a terra, que contém uma inscrição, de cor escura sobre fundo claro da tela, em letra de forma, indica ser uma mensagem póstuma, “Homenagem da Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro” abaixo continua com “ao Herói de Brasília Dr. Bernardo Sayão de Araújo” logo mais com tamanho da fonte menor, no canto inferior direito, “Brasília 2 de Novembro de 1959”. Ao redor do túmulo, embasado com pavimentação, similar ao concreto, ou pedras em formatos quadrados em cinco fileiras, e estrutura da cruz em madeira, que contém uma coroa de espinhos sobre a Cruz.
Atrás da delimitação de areia, constata vegetação típica de campo sujo, e cerrado típico ao fundo, composta por tapete de gramíneos com árvores e arbustos esparsos. No meio da vegetação existe um fragmento que forma um caminho para a passagem de pessoas, sendo esse caminho chamado de “caminho do desejo” ou como “caminho de rato”. O percurso possui um leve formato em “S”, porém mais comprido, que direciona a estrutura de cruz em madeira e tem continuidade. Este percurso tem início ao lado direito da fotografia, logo após a delimitação do túmulo de Bernardo Sayão, e tem continuidade ao lado direito. Essa divisão de direita e esquerdo do percurso está associada à estrutura da cruz de Sayão. Após o percurso, identifica-se uma cruz outra. Para localizar essa cruz outra, é necessário se atentar a dois pontos: o primeiro é a cruz de Sayão, um pouco à esquerda, na altura do meio; e o segundo o final do caminho. Ademais, foi possível verificar uma terceira cruz, localizada à direita da primeira árvore de porte alto, também ao lado direito da fotografia. Sobre esses dois túmulos, infere-se que um destes seja do Benedito Segundo, conforme apresenta o Diário de Brasília (1960, p. 19-20), “Sábado, 17 de janeiro de 1959” sobre o sepultado de Sayão e Segundo, pois os dois faleceram no mesmo acidente da árvore. Assim menciona o Diário de Brasília (1960): “[...] o Presidente Juscelino Kubitschek, a fim de partir da cerimônia do enterramento, no cemitério da cidade, dos restos mortais do Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo. Juntamente com Bernardo Sayão é sepultado Segundo, chauffeur de seu jipe, também mortalmente atingido no acidente. ” (BRASIL, 1960, p. 20, grifos do autor). Ademais, existe uma outra narrativa, sobre Benedito Segundo, com base no historiador Adirson Vasconcelos (2011) em uma matéria da revista “O Pioneiro - Século 21”, ao descrever que: “[...] O motorista de Sayão, o Benedito Segundo, ao receber a notícia, caiu morto com um enfarte fulminante. Nos acampamentos, a consternação era geral. (VASCONCELOS, 2011, p. 08 - 09).
Acima da copa das árvores o céu com presença de nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
"

Untitled

NOV. B-25 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-2
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato vertical e em preto e branco, datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. No primeiro plano, centralizado, amontoado de terra vermelha, embasado com pavimentação, similar ao concreto, ou pedras em formatos quadrados. O amontoado de terra velha possui adornos de coroas de flores que estão distribuídas ao redor e por cima do túmulo. As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio porte, com flores similares às de margaridas e gérbera. Assim, as folhas são diferentes, sendo similares as palmeiras rasteiras (Arecaceae sp.) e filodendro coração (philodendron sp.), que possuem formato simbólico de um coração imagético. Existe fixado ao amontoado de terra estrutura da cruz de madeira, que contém uma coroa de flores de copo de leite (Zantedeschia aethiopica), e outra similar, à margarida (Asteraceae sp.) sobre a Cruz. Ainda no primeiro plano, na lateral direita da fotografia, observa-se um corte ativo, ou seja, o autor da imagem fotográfica realizou um corte no momento em que registrou apenas parte do corpo de uma figura masculina em pé, nesse sentido, a figura apresenta o ombro e a ponta do sapato do lado direito do corpo. Leva consigo uma camisa social de manga longa em tonalidade clara e a mão se esconde no bolso da calça social de tonalidade escura, sapato de couro escuro de bico fino arredondado, em cima da base de pavimentação. No segundo plano, atrás do túmulo, no centro do lado esquerdo, figura masculina em pé que está parada olhando para o túmulo. Ao olhar na direção do amontoado de terra, a cabeça, com cabelos curtos de texturas lisas e onduladas, pescoço e rosto que se inclinam para baixo; apenas o braço do lado esquerdo pode ser visualizado sendo direcionado para trás do corpo. Ademais, a figura masculina leva consigo terno e gravata, podendo visualizar até a linha dos joelhos. Sendo que, a camisa social de tonalidade clara, gravata de tonalidade escura e o terno com tom que ficam entre a tonalidade da camisa social e a gravata. No terceiro plano, ao redor do túmulo, areia de tonalidade clara distribuída sobre terra vermelha, que teve a vegetação do Cerrado removida. A forma como a areia está distribuída, possui formato imagético das proporções da letra “L”, de maneira, em que a parte menor da letra está situada na diagonal do canto direito da imagem fotográfica, e a parte maior situada na horizontal do lado direito. Por cima da areia, constata vegetação de palmeiras rasteiras (Arecaceae sp.) e arbustos de pequeno porte, esparsos. Também as sombras da cruz e da figura masculina do lado esquerdo. No quarto plano, uma estrada de terra, que vai da lateral esquerda, em um ⅓ da horizontal inferior, no sentido diagonal, da esquerda para direita, até ⅓ da horizontal superior, pouco depois da metade da fotografia e abaixo da linha horizontal da cruz de madeira. Nos lados direito e esquerdo observa-se zona com ausência de vegetação de médio e grande porte, indicando possível remoção da parte aérea recente. Ainda no mesmo plano, ao centro da fotografia, observa-se uma árvore de grande porte sem folhagens e ao lado um monte de troncos, que possivelmente se originaram da remoção de árvores nos arredores. Ao fundo, no afilamento da estrada, na parte externa, cerrado típico, acima da copa das árvores do cerrado, céu limpo com poucas nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
"

Untitled

NOV. B-25 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-3
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica datada de 1957-1960, refere-se ao cemitério de Brasília. Apresenta dois planos, sendo no primeiro o destaque para um túmulo na horizontal de uma figura infantil, cercado por ripas de madeiras em tonalidade de clara, infere-se ser branca, que encontra-se no lado esquerdo da fotografia. Por ser tratar de um túmulo, existe uma cruz de madeira fixada na estrutura do lado esquerdo. Ao lado direito, vegetação do Cerrado que foi removida, caracterizada por gramíneas de pequeno porte. Ao fundo, no segundo plano, constata vegetação típica de campo sujo e cerrado típico.
Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
"

Untitled

NOV. B-25 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-4
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica datada de 1957-1960, refere-se ao cemitério de Brasília. Apresenta dois planos, sendo no primeiro, centralizada, uma figura feminina abaixada que coloca uma vela acesa na base de uma cruz de madeira, talhada. Nota-se que nesse espaço, vegetação do Cerrado que foi removida, caracterizada por gramíneas de pequeno porte e por terra avermelhada. Sobre a disposição desses elementos na fotografia, a cruz encontra-se ao lado esquerdo e a figura feminina a direita. Segundo, Bernardo Sayão Neto (2023), identificou a figura como sendo Léa Sayão. No momento em que foi registrada a fotografia, está com cabelos curtos de texturas lisas que vão até a altura da nuca e corte similar a um “chanel” com uma pequena franja sobre a testa, o pescoço e rosto com feição séria, que se inclinam para baixo, olhando para a mão que está com a vela, a figura feminina ao pousar, está com o braço esquerdo esticado e a mão está posicionada com uma vela acesa para deixar na base da cruz; utiliza como acessórios nesse braço um anel no dedo anelar e uma pulseira de espessura fina com um pingente, infere-se que o material seja de metal. Outro braço, está apoiado em parte da perna, sendo possível visualizar apenas a sua mão que segura uma caixa de fósforo. No colo está uma bolsa de formato quadriculado com tonalidades claras. Á respeito da indumentária, leva consigo um vestido sob medida, estampado com elementos de onça. Essa peça contém uma alça larga na medida do ombro, que forma um decote circular na parte dos ombros. No segundo plano da fotografia, vegetação do Cerrado, caracterizada por gramíneas de pequeno porte.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
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