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NOV.B.21 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-61
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  • 01/01/1958
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem retirada em 01/1958. Registro de uma das placas de identificação colocada às margens de um canteiro de obra destinado à construção dos Ministérios, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa apresenta os dizeres: “Emulpress do Brasil S/A. Indústria de Concreto" e possui terra batida somente ao seu redor. Concretagem dos 11 edifícios ministeriais”, empresta esta, responsável pela concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) responsável por toda a concretagem dos 11 edifícios ministeriais. A placa está sustentada por uma estrutura treliçada feita com ripas de madeira. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Posterior a estrutura da placa, um alojamento simples feito em madeira com o telhado de uma água, possivelmente, destinava-se a uma instalação de apoio ao processo de construção dos Ministérios. A estrutura de madeira localiza-se próximo de outras estruturas destinadas aos processo de obra do local, sendo possível identificar: aglomerados de materiais, estruturas em madeira e lonas de cobertura, alojamentos em madeiras, postes de energia e uma torre d’água. Atrá da placa há vegetação campestre do Cerrado, transicionando para outras fitofisionomias no horizonte, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Autor da fotografia: Mario Fontenelle.

Untitled

NOV.B.21 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-7
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. No registro uma placa identifica o Núcleo Rural da Vargem da Benção, sendo um dos primeiros lotes destinado ao caráter rural, durante os primeiros anos da construção de Brasília - entre 1956 e 1960. A placa é sustentada por uma estrutura feita em ripas de madeira, onde lê-se: NOVACAP - Departamento de Terras e Agricultura Plano de Loteamento Rural Núcleo Vargem da Benção. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Conforme Tavares (1995, p. 19-20), por meio do convênio que o DTA firmou com o Ministério da Agricultura, cujo objetivo era o estudo de florestamento e reflorestamento, foi destinada uma área onde atualmente estão localizadas as piscinas do Parque Nacional de Brasília para o plantio de pinheiros e eucaliptos. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.
"

Untitled

NOV.B.21 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-8
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem feita em 03/09/1959. No registro uma placa identifica a Casa da Cultura Francesa – atualmente a Aliança Francesa de Brasília –, durante os primeiros anos da construção de Brasília, entre 1956 e 1959. A placa apresenta uma preocupação estética em sua representação, que diferente de parte das demais placas presentes durante o processo de construção de Brasília, esta apresenta uma melhor diagramação das letras. Duas linhas paralelas fazem alusão às cores da bandeira francesa. Um fato curioso, é que, apesar não ter tido o projeto concretizado, “durante visita de Le Corbusier à Brasília, Darcy Ribeiro, na ocasião Ministro da Cultura, teria ‘encomendado’ a Le Corbusier os projetos para a Embaixada da França e para a Casa da Cultura Francesa”. “Ao longo dos anos, a Aliança teve que expandir para acomodar mais alunos, agora mais de 3.000 por ano, tornando-se a primeira escola de língua francesa do Distrito Federal e a terceira Alliance francesa do país, atrás de São Paulo e Rio de Janeiro” (Aliança Francesa Brasília). A placa está sustentada por duas ripas de madeira pintadas de branca sobre um solo concretado. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). A placa está alocada, possivelmente, às margens de uma estrada ainda em terra batida. Em plano de fundo, parte do contexto de construção, sendo possível sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. Ao fundo nota-se vegetação com alta densidade de ávores de diferentes porte, indicando uma formação florestal do Cerrado conhecida como cerradão.

Untitled

NOV.B.21 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-9
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via, se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e pequenos troncos sobre o solo. Na linha do horizonte, a presença de parte da vegetação do Cerrado, possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito).
"

Untitled

NOV.B.22 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-22-1
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Mosaico aerofotogramétrico da construção do Plano Piloto e arredores. Data provável: a partir de 1957. Do lado esquerdo, observa-se a delimitação da Asa Sul, constando as quadras 100, 200, 300, 500 e 700. Verifica-se edificações localizadas nas quadras 105, 106, 107, 108, 206, 207, 208, 305, 306, 307, 506, 507, sendo que nas quadras 708 a 713 concentravam-se conjuntos de casas populares. Boa parte das casas foram construídas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP), com o propósito de servirem de residências para os servidores públicos advindos do Rio de Janeiro. Ainda, ao lado esquerdo, canto superior, avista-se a Candangolandia, local do escritório e acampamento da NOVACAP e, ao centro, está o Aeroporto Internacional de Brasília (atual aeroporto internacional Presidente Juscelino Kubitschek) em sua fase inicial com o primeiro terminal de passageiros e a primeira pista de operações, obra realizada pela Companhia Metropolitana, coordenada pelo engenheiro Atahualpa Schmitz Prego (1926 - 2020). No centro da fotografia, na parte inferior, é possível observar as edificações ministeriais da Esplanada dos Ministérios, e o Eixo Monumental em direção ao Vértice 8, em formato de círculo. No extremo do Eixo Monumental é possível identificar a pista de aviação Vera Cruz (continha 2.700 metros) (SILVA, 2006, p. 105) que posteriormente seria a Rodoferroviária de Brasília (projeto de Oscar Niemeyer, 1973-1981) e que atualmente abriga o Shopping Popular e órgãos do governo local. As linhas indicam vias para tráfego de veículos. É possível identificar cursos d'água na imagem, como os córregos Riacho Fundo e Gama no lado esquerdo e o Bananal no lado direito. Autor: GEOFOTO Fotografias Aéreas LTDA (Revista Brasília, jun. 1958, p. 3). Imagem mais ampla da mesma aerofotogrametria pode ser encontrada no B.22 (2) e outras imagens aérea no grupo/maço B.18.

Untitled

NOV.B.22 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-22-2
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Mosaico aerofotogramétrico da construção do Plano Piloto e áreas periféricas. Data provável: a partir de 1957. No centro, observa-se as edificações ministeriais da Esplanada, e o Eixo Monumental em direção ao Vértice 8, em formato de círculo. No extremo do Eixo Monumental, é possível identificar a pista de aviação Vera Cruz, local que posteriormente seria a Rodoferroviária de Brasília (projeto de Oscar Niemeyer, 1973-1981) e que atualmente abriga o Shopping Popular e órgãos do governo local. Na parte superior, observa-se a delimitação da Asa Sul, constando as quadras 100, 200, 300, 500 e 700. Observa-se edificações das quadras 105, 106, 107, 108, 206, 207, 208, 305, 306, 307, 506, 507, sendo que nas quadras 708 a 713 se concentrava um conjunto de casas populares. Boa parte das casas foi construída pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP), que serviriam de residência para os servidores públicos advindos do Rio de Janeiro. As linhas indicam vias para tráfego de veículos. É possível identificar cursos d'água na imagem, como os córregos Riacho Fundo e Gama na parte superior e o Bananal na área inferior. Autor: GEOFOTO Fotografias Aéreas LTDA. Imagem mais ampla da mesma aerofotogrametria pode ser encontrada no B.22 (1) e outras imagens aérea no grupo/maço B.18.

Untitled

NOV.B.23 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-1
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem registra o Lago Paranoá com o Palácio da Alvorada ao fundo. Em primeiro plano, o Lago Paranoá com o gramado às suas margens, com um veículo no canto esquerdo. Em segundo plano, mais elevado, o Palácio da Alvorada e em terceiro plano, o horizonte ensolarado. O Palácio da Alvorada, obra de Oscar Niemeyer (1907-2012), foi o primeiro projeto a ser construído em Brasília, sendo a primeira edificação em alvenaria da cidade. O palácio foi inaugurado em 30 de junho de 1958 para ser a residência oficial do Presidente da República. A menção pretérita à existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo.

Untitled

NOV.B.23 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-2
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem registra Lago Paranoá próxima à barragem. Em primeiro plano, observa-se o Lago Paranoá, em que o formato das seichas (ondulações em corpos de água confinados) na parte inferior da fotografia indica que ela foi tirada de algum tipo de veículo náutico. Em segundo plano, há um monte de terra acumulada para a formação da Barragem do Paranoá, com uma máquina à esquerda. Em terceiro plano, vegetação do Cerrado adensada à direita e o horizonte ensolarado com muitas nuvens ao fundo. A barragem do Paranoá foi pensada como a solução do problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. A construção se iniciou no final de 1957, com o represamento do Rio Paranoá, envolvendo diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec. No final de 1959, com a conclusão da barragem, deu-se início à formação do Lago Paranoá. Um acampamento foi montado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que inicialmente, estava em uma área hoje inundada. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento era deslocado para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à cidade do Paranoá. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo.

Untitled

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