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NOV.B.19 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-22
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem, Mário Fontenelle. Imagem de um documento sobre a estrutura de uma rede hospitalar para o Distrito Federal. A folha é dividida verticalmente em quatro partes - hospital de base, hospital distrital, hospital rural e hospital satélite -, cada uma correspondente a um nível de hierarquia da rede. Abaixo de cada segmento dessa divisão, encontram-se os serviços ofertados por agrupamento hospitalar, sendo o hospital de base o que possui mais especializações médicas e os hospitais rural e satélite os que têm menos.
Remissiva: nov-d-4-4-b-19 (21); nov-d-4-4-b-19 (90); nov-d-4-4-b-19 (91)."

Untitled

NOV.B.19 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-23
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Prancha com o esquema geral das áreas não residenciais do Plano Piloto de Brasília, projetado por Lucio Costa. A folha apresenta, do lado direito, uma grande ilustração esquemática da Asa Sul com suas respectivas quadras e grandes áreas, enquanto, do lado esquerdo, há o título do desenho com uma legenda de ícones. Por fim, é válido mencionar que a parte textual é segmentada em seis tópicos - sistema escolar, setor espiritual, setor hospitalar, setor recreativo, comércio e serviços - e para cada um deles há símbolos que representam os equipamentos urbanos propostos no projeto.

Informações adicionais sobre as superquadras de Brasília: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Untitled

NOV.B.19 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-24
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Prancha do Concurso Teatro Ginástico Português. Não há informações sobre este concurso, portanto, infere-se que o mesmo não foi executado. Este possui em seu canto superior esquerdo a seguinte escrita: 6 Concurso Teatro Ginástico Português; corte da sala de espetáculos; escala 1:50; Pirâmide. Abaixo do título, duas figuras que aparentam ser fotografias, de esculturas nomeadas como “escultura músico nº 1” e “escultura músico nº 2”. Tais esculturas são bastante semelhantes a algumas obras de Bruno Giorgi (1905-1993), porém não é possível afirmar as esculturas serem do artista, uma vez que não há essa informação na fotografia. À direita, um corte da sala de espetáculos na escala 1:50 (ou seja, quantas vezes uma determinada área foi reduzida para que pudesse ser cartografada na folha de papel) com informações técnicas como: parede fórmica cinza fosco - 15; parede tecnicamente desnecessária (deverá ser retirada); cadeira com estofamento vermelho - 16; 17 - concreto aparente (chapiscado em branco); escultura; iluminação embutida (eye ball); eucatex acústico azul-claro - 18. No corte há alguns calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) nos cantos inferiores do desenho.

Untitled

NOV.B.19 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-25
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Prancha do Concurso Teatro Ginástico Português. Não há informações sobre este concurso, portanto, infere-se que o mesmo não foi executado. Este possui em seu canto superior esquerdo a seguinte escrita: 5 Concurso Teatro Ginástico Português; sala de espera; escala 1:50; Pirâmide. Abaixo do título, um desenho colorido da perspectiva interna do teatro com figuras humanas com vestes formais, parede em vermelho, madeira e um mural preto e um pilar redondo ao centro. À direita, uma planta baixa na escala 1:50 (ou seja, quantas vezes uma determinada área foi reduzida para que pudesse ser cartografada na folha de papel) com a divisão interna nomeadas de: acesso a plateia; homens (banheiro); senhoras (banheiro); bar; sala de estar; bomboniere charutaria; bilheteria; acesso a plateia; hall de entrada; avenida graça aranha. Além disso, algumas informações técnicas: sofá (tecido azul) - 10; ´sofá (tecido coral) - 11; esteirinha japonesa - 12; 13 - passadeira azul cobalto; acesso ao balcão; lambuí madeirite jacarandá com junta branca - 14.

Untitled

NOV.B.19 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-26
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Prancha do Concurso Teatro Ginástico Português. Não há informações sobre este concurso, portanto, infere-se que o mesmo não foi executado. Este possui em seu canto superior esquerdo a seguinte escrita: 7 Concurso Teatro Ginástico Português; palco; escala 1:50; Pirâmide. Abaixo do título, um desenho colorido (nas cores azul acinzentado, cinza claro e escuro, branco, com realces em preto e vermelho escuro) de um painel com figuras geométricas na escala 1:25 (ou seja, quantas vezes uma determinada área foi reduzida para que pudesse ser cartografada na folha de papel) com duas figuras humanas à frente da obra à direita, intitulado de “detalhe do tecido - pano de boca”. À direita, uma elevação técnica do palco (projeção ortográfica de um objeto sobre um plano vertical paralelo a um de seu lados; também chamada de vista ou fachada) com a representação numérica da altura do pé direito e logo abaixo, a planta baixa do teatro na escala 1:50 com a divisão interna nomeadas de: palco; plateia; balcão. Além disso, algumas informações técnicas: fórmica cinza fosca - 15; estofamento vermelho - 16; parede amarela - 19; tapete cinza escuro - 23 e a posição das esculturas (da fotografia NOV-4-4-B-19 (24) “músico nº 1” à esquerda e “músico nº 2” à direita.

Untitled

NOV.B.19 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-27
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem de um mapa esquemático de locação do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). No desenho são destacadas algumas áreas importantes para o protejo, tais como o Brasília Palace Hotel e o Palácio da Alvorada (nas proximidades do Lago Paranoá), a Esplanada dos Ministérios e o Congresso Nacional (ao centro do PPB), as primeiras superquadras da Asa Sul e as primeiras quadras 700. Além disso, uma pista, que futuramente integraria a Estrada de Hotéis e Turismo, cruza a diagonal do mapa e se encerra percorrendo o perímetro das duas primeiras edificações mencionadas. Por último, no canto inferior direito, há a legenda do mapa, ilegível na fotografia.

Informações adicionais sobre a Esplanada dos Ministérios: Inserida no vértice superior do triângulo equilátero, encontra-se o retângulo que se expande, à frente, em largura e irá compor a região que abarca os diversos Ministérios, que mudam ocasionalmente com a alteração de governos e a Catedral. Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste do Plano Piloto, estão os edifícios administrativos (prédios ministeriais) correspondente aos Ministérios, composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. (sem esquadrias)

Informações adicionais sobre a Estrada de Hotéis e Turismo: No trecho da península sul do Lago Paranoá, encontram-se o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel. Um pequeno trecho de via, do que futuramente se tornaria a Estrada de Hotéis e Turismo, no Setor de Hotéis de Turismo Norte - SHTN.

Informações adicionais sobre o Palácio da Alvorada: O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre o Brasília Palace Hotel: O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

Untitled

NOV.B.19 (28)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-28
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Croqui de um edifício quadrado sem identificação que aparenta ser uma escola com um pátio central e circulação adjacente ao pátio. Percebe-se a representação de uma escada à esquerda e a divisão dos ambientes internos. As paredes externas têm representação com traçado mais espesso enquanto as paredes internas têm traçado fino. O desenho está apoiado sobre uma superfície plana.

Untitled

NOV.B.19 (29)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-29
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, capturada em orientação paisagística, oferece uma visão singular da fachada oeste da maquete do Palácio do Planalto. Apesar da visão detalhada ser limitada, uma análise minuciosa, baseada na tese de doutorado do Dr. Elcio Gomes, permite deduzir que se trata do segundo anteprojeto da sede do poder executivo, uma obra marcante desenvolvida pelos renomados arquitetos Oscar Niemeyer e Nauro Esteves em 1958, representando uma fase crucial na evolução da arquitetura da capital brasileira.
O palácio, com sua imponente forma de bloco retangular, é destacado pela presença de nove colunas em ambas as fachadas frontal e posterior. Estas colunas possuem uma peculiar forma de tronco cônico invertido, estreitando-se elegante em direção ao topo, distinguindo-se da primeira versão do projeto. Notavelmente, as fachadas oeste e leste carecem dessas colunas, com as janelas da fachada oeste proporcionando uma vista desimpedida para o Congresso Nacional.
A partir da fotografia, é possível inferir a existência de múltiplos pavimentos, incluindo subsolo, térreo, segundo, terceiro e quarto andares. A disposição das esquadrias apresenta semelhanças com a configuração atual, sugerindo uma continuidade na essência arquitetônica ao longo do tempo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO: Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), teve os jardins e espelho d’água de autoria do paisagista Roberto Burle Marx (1909-1994) em 1991, Fausto Favale foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). As obras iniciaram no dia 10 de julho de 1958 e o palácio presidencial foi inaugurado em 21 de abril de 1960. O prédio que ocupa o limite norte da Praça dos Três Poderes, em Brasília. Foi um dos primeiros edifícios construídos, considerado o principal símbolo da transferência da Capital Federal do Rio de Janeiro para Brasília, durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). Autoria: Iris Castro"

Untitled

NOV.B.19 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-3
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, no formato paisagem. Fotografia com visão superior de uma maquete apoiada em um cavalete de madeira, disposta em uma varanda com piso de azulejo vermelho e guarda corpo pintado de branco; evidências sugerem que a foto foi tirada na varanda do apartamento da cobertura do Edifício Ypiranga localizado no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, onde funcionava o escritório do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Acredita-se que a maquete seja um material de estudo volumétrico do Colégio Estadual Milton Campos em Belo Horizonte, a maquete retrata uma solução topográfica onde o platô pintado de preto simula o desnível do terreno e a maquete apresenta uma solução para a implantação do projeto. O uso de material cinza representando as vias de circulação, o material branco e acetato representando as volumetrias, e o verde representando o arborizado. A maquete conta com 4 volumes, sendo os dois ao fundo do terreno (direita da maquete) menores, infere-se que sejam anexos de apoio; um volume maior quase ao centro da maquete, no formato retangular se estendendo de um lado à outro do terreno, com soluções de iluminação e ventilação tais como sheds, clarabóias e brises; um volume mais à frente do terreno (à esquerda da maquete), no formato de concha; no canto superior esquerdo da maquete vê-se o que aparenta ser um mastro de bandeira e um caminho em formato de caracol onde crê-se que leve à um nível subsolo para veículos. As calçadas, em branco, formam caminhos orgânicos e fluidos junto à vegetação.

Untitled

NOV.B.19 (30)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-30
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, desfocada e com partes esbranquiçadas. Vista diagonal da maquete de estudo do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). A maquete está sobre uma superfície que aparenta ser uma mesa a qual cria um sombreamento na parte inferior da fotografia e o fundo da maquete (parte superior) é escuro. Percebe-se na maquete a cor escura para representar a grama e o monumento em branco, criando um contraste.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF):
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

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