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NOV.B.19 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-10
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, no formato paisagem. Fotografia com visão superior de uma maquete onde sugere tratar-se de algum setor (pela disposição dos edifícios assemelha-se ao bancário sul ou comercial sul). O uso de material cinza representando as vias de circulação, o material branco e acetato representando as volumetrias, e o laranja representando a terra avermelhada típica do cerrado. Centralizada na base da maquete em cinza no formato trapezoidal está a delimitação do setor, com as volumetrias retangulares e blocos idênticos, onde da metade para a esquerda esses blocos estão dispostos verticalmente e da metade para a direita estão dispostos horizontalmente; esses blocos contam com as duas fachadas vazadas seguindo os padrões do modernismo de janelas em fita. No entorno no trapézio vê-se algumas vias margeando o setor e na lateral esquerda da maquete passa a via de acesso; dispostos de maneira desordenada no material cinza estão pequenas representações de carros criando uma referência comparativa entre escala construtiva e veículos.

Untitled

NOV.B.19 (100)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-100
  • Item
  • Part of Untitled

Item em branco. Fotografia corrompida.

Untitled

NOV.B.19 (101)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-101
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato paisagem, representante digital constando riscos e marcas de deterioração temporal. Imagem digitalizada de uma prancha técnica da proposta projetual do Brasília Palace Hotel. No canto superior esquerdo destaca-se um carimbo com os transcritos “NC” referentes à Nova Capital. O Brasília Palace Hotel (BPH), construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF. O hotel tem 13.562 m² de área construída, contava com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão. A ilustração apresenta, em sua porção superior, a planta baixa do 2º e 3º pavimentos, com uma legenda ao lado direito com as seguintes transcrições:

  1. HALL
    1. CIRCULAÇÃO
    2. APARTAMENTO
    3. SERVIÇO
    4. TERRAÇO-JARDIM
    5. C. GOTAS
      Logo abaixo, a planta do pavimento térreo, com a legenda ao lado direito constando:
  2. ENTRADA
    1. PORTARIA
    2. HALL
    3. C. GOTAS
    4. RESTAURANTE
    5. BAR
    6. BARBEARIA
    7. B. HOMENS
    8. B. MULHERES
    9. CABELEIREIRO
    10. COPA-COZINHA
    11. DESPENSA
    12. LAVANDERIA
    13. ALMOXARIFADO
    14. ALOJAMENTO
    15. ENTRADA SERVIÇO
    16. PISCINA
    17. ESTACIONAMENTO
      Na lateral esquerda tem mais duas ilustrações menores, sendo a de cima um corte transversal do Brasília Palace e abaixo a planta de um modelo de apartamento do hotel, na escala 1:200, com a seguinte legenda ao lado direito:
  3. ENTRADA
    1. BANHEIRO
    2. QUARTO
    3. VARANDA
      "

Untitled

NOV.B.19 (102)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-102
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem com as bordas superiores e inferiores levemente escurecidas. Desenho técnico da capela da Praça Presidencial o projeto da primeira praça presidencial, idealizada por Oscar Niemeyer (1907-2012), uma proposta de praça cívica feita em agosto de 1956 antes de Lucio Costa (1902-1998) ganhar o concurso do Plano Piloto em 1957. No canto superior esquerdo está escrito NC, as siglas significam Nova Capital e este é repetido em vários outros projetos. Esta remete à Capela do Palácio da Alvorada. Os desenhos da parte superior são a representação de quatro elevações (como escrito na legenda desses desenhos) das fachadas da Capela enumeradas com números 1, 2, 3 e 4. Abaixo, à esquerda, o corte transversal da Capela (escrito na legenda) o qual mostra parte do monumento que é subterrâneo e ao lado, à direita, a planta baixa do térreo e a planta baixa do subsolo com representação dos ambientes escritos na legenda: 1 entrada; 2 nave; 3 altar; 4 sacristia; 5 sanitário. Em todos os desenhos, há diversos calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Untitled

NOV.B.19 (103)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-103
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem em preto e branco, no formato paisagem, apresenta as plantas baixas do pavimento térreo e do segundo pavimento do palácio presidencial. No canto superior esquerdo, a sigla ""NC"" indica que se trata da Nova Capital. A análise do Dr. Elcio Gomes sugere que é o primeiro projeto - primeira versão do palácio presidencial, essa primeira versão tem data registrada em agosto de 1956.
No lado esquerdo da imagem, a planta baixa do pavimento térreo está setorizada por números de 1 a 9, começando por: 1. Estrada de acesso; 2. rampa; 3. Entrada geral; 4. Hall; 5. serviço; 6. garagem; 7. Informações, 8. entrada de autoridades; 9. Pilotis.
Do lado direito da imagem, a planta baixa do segundo pavimento está setorizada por números de 1 a 6, começando por: 1. Grande salão; 2. Serviço para público; 3. Espera; 4. Gabinete civil e militar; 5. Sanitário homens; 6. sanitário mulheres.

No primeiro estudo, a distribuição do programa é definida em dois volumes: o edifício principal, que abriga as principais funções do órgão, e um anexo semi-enterrado para a garagem, totalizando uma área construída de 13.700m². O edifício principal possui quatro níveis: o térreo recuado, o segundo e terceiro pavimentos, com a maior ocupação do volume, e o terraço-jardim na cobertura. A segmentação reflete a hierarquia na distribuição do programa: o térreo recuado conta com acessos abrigados e atendimento ao público; nos pavimentos superiores, predominam as áreas nobres, destinadas aos salões de recepção e de banquetes, além de contemplarem as funções principais do órgão. No terraço, há locais de estar, abertos e fechados, e um pequeno auditório, todas essas partes integradas pela marquise recortada e pelos jardins previstos nas fachadas leste e oeste. A predominância das áreas nobres marca a setorização adotada nos principais níveis. No segundo e terceiro pavimentos, o Grande Hall de dupla altura, define-se como principal espaço, em torno do qual os demais usos são organizados. Esses níveis configuram-se com predominância das áreas caracterizadas como ambientes abertos e integrados, com poucas zonas compartimentadas de escritórios, concentradas junto à face leste. Em termos de ocupação, incluindo o terraço, as destinações para áreas nobres equivalem a mais da metade da área total prevista."

Untitled

NOV.B.19 (104)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-104
  • Item
  • Part of Untitled

Item em branco. Fotografia corrompida.

Untitled

NOV.B.19 (105)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-105
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"É a mesma imagem (99) mas com a qualidade melhor.

A imagem em preto e branco, em formato paisagem, retrata detalhes cruciais do palácio presidencial, apresentando croquis meticulosamente desenhados. No canto superior esquerdo, a sigla ""NC"" denota a Nova Capital, indicando o contexto geográfico. Uma análise conduzida pelo Dr. Elcio Gomes sugere que se trata da primeira versão do projeto do palácio presidencial, datada de agosto de 1956.
No lado esquerdo da imagem, encontra-se o desenho detalhado da estrutura, acompanhado da escala 1:200 e da especificação dos diferentes pavimentos, incluindo térreo, 2º pavimento, 1º pavimento e terraço.
No lado direito da imagem, são apresentados dois desenhos distintos: um corte transversal do palácio presidencial e, abaixo dele, a fachada principal, representando a elevação sul. Esses elementos combinados oferecem uma visão abrangente e detalhada do projeto inicial do palácio presidencial, encapsulando sua arquitetura e características estruturais fundamentais.

No primeiro estudo, a distribuição do programa é definida em dois volumes: o edifício principal, que abriga as principais funções do órgão, e um anexo semi-enterrado para a garagem, totalizando uma área construída de 13.700m 2. O edifício principal possui quatro níveis: o térreo recuado, o segundo e terceiro pavimentos, com a maior ocupação do volume, e o terraço-jardim na cobertura. A segmentação reflete a hierarquia na distribuição do programa: o térreo recuado conta com acessos abrigados e atendimento ao público; nos pavimentos superiores, predominam as áreas nobres, destinadas aos salões de recepção e de banquetes, além de contemplarem as funções principais do órgão. No terraço, há locais de estar, abertos e fechados, e um pequeno auditório, todas essas partes integradas pela marquise recortada e pelos jardins previstos nas fachadas leste e oeste. A predominância das áreas nobres marca a setorização adotada nos principais níveis. No segundo e terceiro pavimentos, o Grande Hall de dupla altura, define-se como principal espaço, em torno do qual os demais usos são organizados. Esses níveis configuram-se com predominância das áreas caracterizadas como ambientes abertos e integrados, com poucas zonas compartimentadas de escritórios, concentradas junto à face leste. Em termos de ocupação, incluindo o terraço, as destinações para áreas nobres equivalem a mais da metade da área total prevista.
"

Untitled

NOV.B.19 (106)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-106
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A fotografia em preto e branco, no formato paisagem, retrata o desenho do corte transversal do palácio presidencial, representando a segunda versão do projeto, presumivelmente concebida entre os meses de agosto e dezembro de 1956.
A legenda no canto superior direito fornece informações sobre o desenho, identificando-o como um corte transversal e indicando sua escala precisa: 1/200. No canto inferior direito, encontra-se a assinatura ""Oscar Niemeyer Filho - Arquiteto"", atribuindo a autoria do projeto ao renomado arquiteto.
O foco primordial da imagem é o corte transversal do palácio presidencial, capturando detalhes essenciais da sua estrutura e disposição interna.

A segunda versão do mesmo projeto mantém a distribuição de níveis e funções, com predominância das áreas nobres e escritórios agrupados na mesma face do edifício. Os acessos internos são ratificados, mas há mudança na orientação da rampa que liga o térreo ao segundo pavimento. As mudanças mais significativas ocorrem nas dimensões e proporções do volume, que é reduzido em largura e altura, redefinindo a proporção da planta de quase quadrada para retangular. Outras modificações incluem a supressão do volume em casca para o auditório e adaptação na marquise para as novas dimensões do perímetro. Como resultado, o palácio passa a ter uma área total de 12.500m 2."

Untitled

NOV.B.19 (107)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-107
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A fotografia em preto e branco, no formato paisagem, retrata a planta baixa do terraço do palácio presidencial (primeiro projeto - segunda versão), possivelmente elaborada entre os meses de agosto e dezembro de 1956.
A imagem mostra uma legenda no lado esquerdo indicando a planta em questão e sua escala: terraço 1/200. No canto inferior direito, está escrito ""Oscar Niemeyer Filho - Arquiteto"".
A planta baixa está setorizada por números de 1 a 3, iniciando por: 1. Sala de espera; 2. Marquise; 3. Jardim.

A segunda versão do mesmo projeto mantém a distribuição de níveis e funções, com predominância das áreas nobres e escritórios agrupados na mesma face do edifício. Os acessos internos são ratificados, mas há mudança na orientação da rampa que liga o térreo ao segundo pavimento. As mudanças mais significativas ocorrem nas dimensões e proporções do volume, que é reduzido em largura e altura, redefinindo a proporção da planta de quase quadrada para retangular. Outras modificações incluem a supressão do volume em casca para o auditório e adaptação na marquise para as novas dimensões do perímetro. Como resultado, o palácio passa a ter uma área total de 12.500m²."

Untitled

NOV.B.19 (108)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-108
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A fotografia em preto e branco, no formato paisagem, retrata a planta baixa do pavimento térreo do palácio presidencial (primeiro projeto - segunda versão), possivelmente elaborada entre os meses de agosto e dezembro de 1956.
A imagem mostra uma legenda no lado esquerdo indicando a planta em questão e sua escala: térreo 1/200. No canto inferior direito, está escrito ""Oscar Niemeyer Filho - Arquiteto"".
A planta baixa está setorizada por números de 1 a 12, iniciando por: 1. Estrada de acesso; 2. rampa; 3. Entrada geral; 4. Hall; 5. serviço; 6. cozinha; 7. Informações, 8. entrada de autoridades; 9. garagem; 10. corpo da guarda; 11. sanitários; 12. Pilotis.

A segunda versão do mesmo projeto mantém a distribuição de níveis e funções, com predominância das áreas nobres e escritórios agrupados na mesma face do edifício. Os acessos internos são ratificados, mas há mudança na orientação da rampa que liga o térreo ao segundo pavimento. As mudanças mais significativas ocorrem nas dimensões e proporções do volume, que é reduzido em largura e altura, redefinindo a proporção da planta de quase quadrada para retangular. Outras modificações incluem a supressão do volume em casca para o auditório e adaptação na marquise para as novas dimensões do perímetro. Como resultado, o palácio passa a ter uma área total de 12.500m²."

Untitled

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