Showing 2244 results

Archival description
Print preview View:

2202 results with digital objects Show results with digital objects

NOV.B.12 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-43
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Fotografia provavelmente do Clube Social Paranoá e Restaurante Paranoá, conhecido por Clube Paranoá, localizado na Candangolândia. O prédio estruturado em madeira com arquitetura em “L”. Na imagem 42 vemos os fundos, o pátio, da instituição social. Na imagem, em foco, a fachada frontal do clube. Dois pavimentos, o espaço do piso térreo é resultado do declive do terreno onde o prédio está instalado. O pavimento superior, com esquadrias compostas de janelas envidraçadas, aparenta possuir espaço amplo, iluminado e ventilado, avança sobre o térreo, semelhante a um balcão e sustentado em esteios, criando uma espécie de varanda onde uma bicicleta encontra-se encostada à sombra. Em torno do prédio, desmatamento, sem árvores, somente uma isolada que aparece em primeiro plano. No lado esquerdo da fotografia um trabalhador aparece executando alguma atividade.

Untitled

NOV.B.12 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-44
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Em primeiro plano a placa comemorativa da inauguração do hospital, colocada no canteiro que antecede a fachada do hospital. Escrito na fachada do prédio: Instituto dos Industriários Assistência Médica. Pessoas estão na porta do Ambulatório (bloco da direita). A madeira é o elemento utilizado para a construção do hospital. Conforme o croqui publicado na revista Brasília (Novacap, n. 2, p. 12) O hospital possui a área total de 1.265,30 m2, distribuídos da seguinte maneira: no bloco central estava a Administração (308,30 m2), a Hospitalização (438,00 m2) e o Centro Cirúrgico (150,50 m2); no bloco do lado direito o Ambulatório (185,60 m2); e no bloco do lado esquerdo os Serviços Gerais (182.90 m2). Os engenheiros responsáveis pela direção da obra: Vicente Pais Barreto e Marcelo Colares Moacir. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante.

Untitled

NOV.B.12 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-45
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato retrato. Em destaque os trabalhadores preparando as fundações do hospital distrital (atual hospital de Base. A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído pela CIA. Construtora Pederneiras S.A no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. O projeto arquitetônico é de Oscar Niemeyer com colaboração de Milton Ramos. Sobre o Hospital Distrital ver os itens: 5, 9, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 35 e 45.

Untitled

NOV.B.12 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-5
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Em destaque o edifício do hospital distrital (atual hospital de Base) em construção. Escrito na placa: CIA. Construtora Pederneiras S.A – Hospital Distrital de Brasília. Em primeiro plano observa-se árvores do Cerrado, ainda presente no ambiente. A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. O projeto arquitetônico é de Oscar Niemeyer com colaboração de Milton Ramos.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-6
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Em primeiro plano a avenida composta de moradias para os profissionais de saúde que trabalhavam no hospital e escritórios do IAPI, conforme mostrado na imagem. Ao fundo a fachada do hospital. Chama atenção a utilização de cores nos imóveis que eram feitos de madeira. Algumas pessoas transitam na avenida. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.
BRASÍLIA: Revista da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Brasília: Novacap,1957-. Mensal. n. 7.

Untitled

NOV.B.12 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-7
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. A imagem tem por tema central a fachada do hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). A fachada parece contornar um pátio cujo piso é de terra. Algumas pessoas e automóveis estacionados. O prédio construído em madeira, está pintada na cor azul com janelas e portas na cor branca. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.
BRASÍLIA: Revista da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Brasília: Novacap,1957-. Mensal. n. 7.

Untitled

NOV.B.12 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-8
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Vista aérea do Hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Em primeiro plano a avenida composta de moradias para os profissionais de saúde engenheiros e funcionários que trabalhavam no hospital e escritórios do IAPI. A avenida conduz ao espaço do hospital, que é um grande galpão ladeado por dois galpões menores. Nota-se as variedades das pinturas nas fachadas das casas na avenida, nas cores roxa e bege, por sua vez o hospital está pintado na cor marrom. Conforme o croqui publicado na revista Brasília (Novacap, n. 2, p. 12) O hospital possui a área total de 1.265,30 m2, distribuídos da seguinte maneira: no bloco central estava a Administração (308,30 m2), a Hospitalização (438,00 m2) e o Centro Cirúrgico (150,50 m2); no bloco do lado direito o Ambulatório (185,60 m2); e no bloco do lado esquerdo os Serviços Gerais (182.90 m2). Antecede ao hospital um canteiro com desenho paisagístico. Os engenheiros responsáveis pela direção da obra: Vicente Pais Barreto e Marcelo Colares Moacir. Em torno do complexo do hospital vemos a vegetação do Cerrado, ainda não desmatado no local que será ocupado pelo Núcleo Bandeirante. Essa fotografia está relacionada com o item n. 6, provavelmente, em termos cronológicos, a fase inicial de instalação do hospital, que com o passar do tempo ampliou sua estrutura que consta na imagem n. 7. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.
BRASÍLIA:
Revista da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Brasília: Novacap,1957-. Mensal. n. 2.
Revista da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Brasília: Novacap,1957-. Mensal. n. 7.

Untitled

NOV.B.12 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-9
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Vista aérea do Hospital Distrital em construção. A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

Hotéis

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13
  • Dossiê
  • 1956 - 2010
  • Part of Untitled

Untitled

NOV.B.13 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-1
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida aérea em formato paisagem. A representação digital apresenta manchas e pontos verdes, além de uma marca circular no quadrante superior esquerdo. Registro da implantação do Brasília Palace Hotel (BPH), localizado em Brasília-DF. Vista aérea da fachada oeste do Brasília Palace Hotel durante a fase final da construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, sendo uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No centro da imagem, nota-se a extensão do edifício BPH, envolto por vegetação campestre (campo sujo) tracejado por estradas de terra que convergem no hotel, indicando intervenção humana na área verde. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada), percebe-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel durante o período de obras. Em segundo plano, à frente do renque de palmeiras centralizadas, uma instalação de apoio ao canteiro, e, ao lado direito do renque, uma edificação baixa e retilínea destinada ao apoio técnico e de serviços do hotel. Na parte inferior esquerda da imagem, há um campo de futebol de terra batida em frente ao Palace Hotel. No plano de fundo, no quadrante superior direito, é vislumbrado o volume construtivo do Palácio da Alvorada - barra horizontal e os pilares - com a capela anexa (ALMEIDA, 2012, p.72). O horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que viria a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítida a presença do Cerrado pelo horizonte, com trechos de vegetação campestre e trechos com maior densidade de árvores. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23.

Untitled

Results 1371 to 1380 of 2244