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NOV.B.10 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-43
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. A imagem retrata o interior da Usina - Piloto Saia Velha. À direita da imagem observa-se um painel de controle da Usina e à equerda um dos geradores de energia da mesma. As paredes brancas ressaltam o verde do gerador e o cinza do painel de controle, já o piso é cinza em cimento queimado. A iluminação natural da sala entra pela janela à esquerda, a mesma que pode ser observada em outras fotos da usina, como nos itens B.10(51), B.10(49) e B.10(102). Ver itens B10 (57) e B10 (58). A Usina - Piloto Saia Velha teve sua construção iniciada em 1957 e foi inaugurada em 1958, para que a energia gerada pudesse abastecer oficinas, residências e escritórios da NOVACAP, além do aeroporto (FONSECA, 2001, p. 191). Após décadas de reinvindicação e abandono, a usina localizada na Cidade Ocidental, município de Goiás, foi finalmente tombada como Patrimônio Artístico e Cultural do estado de Goiás em 2020 (GOIÁS, 2020). Atualmente se encontra em uma área particular, com a ideia de ser transformada em um museu histórico .

Untitled

NOV.B.10 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-44
  • Item
  • 1955 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, em formato retrato, registra operário trabalhando sobre um poste da rede elétrica, possivelmente da nova capital. O homem, de pele negra, veste o que parece ser um macacão branco, botas e um chapéu. Suspenso por um cinto de segurança, manipula uma broca manual para realização de furos no poste. A textura natural do poste sugere que tenha sido feito com árvore nativa do Cerrado, tendo em vista a grande quantidade de árvores suprimidas durante a urbanização. A fotografia estabelece um forte constraste da figura do trabalhador sobre o poste com o céu azul, no segundo plano. Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-45
  • Item
  • 1955 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, em formato paisagem, registra operário trabalhando sobre um poste da rede elétrica, possivelmente da nova capital. O homem veste uma calça branca, botas, uma camisa verde e óculos escuros. Suspenso por um cinto de segurança, manipula a fiação no poste. A textura natural do poste sugere que tenha sido feito com árvore nativa do Cerrado, tendo em vista a grande quantidade de árvores suprimidas durante a construção de Brasília. A fotografia estabelece um forte contraste da figura do trabalhador sobre o poste com o céu nublado, no segundo plano. Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (46)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-46
  • Item
  • 1955 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, em formato paisagem, registra vista noturna do Eixo Rodoviário do Plano Piloto de Brasília. A imagem, feita com longa exposição, registra as luzes de veículos que se movimentam pela via e a iluminação dos postes. Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85), B10 (86). O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122).

Untitled

NOV.B.10 (47)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-47
  • Item
  • 1955 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem, registra a etapa de construção do conduto de desvio do Rio Paranoá durante as obras da barragem. (O Conduto de Desvio, também conhecido como Galeria de Desvio, é uma estrutura de concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água através da barragem). A Fotografia, em vista aproximada, mostra a área de saída de água do conduto, ainda em construção. Destaca-se, na fotografia, as fôrmas de madeira com estrutura metálica utilizadas para a concretagem do conduto e a presença de ferragem de espera, posicionada verticalmente, nas laterais da abertura, à espera da concretagem, etapa posterior que pode ser vista nos itens B10 (4), B10 (48) e B10 (87). De acordo com o Relatório Técnico das obras da Barragem, NOV-E-2-0001 (13d), presente no arquivo textual do Fundo NOVACAP, a execução do conduto seria obra para cerca de três meses ""[...] em vista das dificuldades em obter pedra britada, cimento e areia no local da obra, [...]"". O item B10 (93) é a versão em preto e branco da fotografia e difere-se pelo recorte da imagem nas extremidades.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Untitled

NOV.B.10 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-48
  • Item
  • 1955 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, em formato paisagem, mostra a fase final da construção da galeria de desvio do rio Paranoá. Também conhecida como conduto de desvio, a galeria é uma estrutura de concreto armado que possui seção de 3,00 x 3,60 metros e é fundamental para redirecionar o curso d'água através da barragem. A imagem foi capturada no nível mais baixo da escavação da galeria, destacando-se pela perspectiva acentuada pelos taludes à direita e à esquerda, ainda com solo exposto. A fotografia mostra a galeria de desvio em sua fase de conclusão, demarcada pelas paredes de contenção em concreto às laterais da sua saída d'água. As fotografias B10 (04) e B10 (87), mostram a área de saída d'água em vista aproximada. No terceiro plano da fotografia, é possível visualizar parte do morro de onde matéria-prima foi retirada para a construção. Ainda sobre o morro, vê-se resquícios de vegetação herbácea seguidos por vegetação arbórea, de formação florestal típica do Cerrado. Para uma visão mais completa dessa fase de construção, é recomendável consultar imagens complementares nos itens B10 (04), B10 (05) e B10 (06), onde é possível observar a galeria de desvio em estágios mais avançados de construção e o referido morro.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Untitled

NOV.B.10 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-49
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. A imagem retrata o interior da Usina - Piloto Saia Velha. Em destaque observa-se um dos geradores de energia da mesma. As paredes brancas ressaltam o verde do gerador, já o piso é cinza em cimento queimado. A iluminação natural da sala entra pelas janelas e vão da porta,em segundo plano, as mesmas que podem ser observadas em outras fotos da usina, como nos itens B.10(43), B.10(51), B10 (57), B10 (58) e B.10(102). Atrás do maquinário vê-se parte de uma escada de madeira, provavelmente utilizada para ações da construção da usina. A Usina - Piloto Saia Velha teve sua construção iniciada em 1957 e foi inaugurada em 1958, para que a energia gerada pudesse abastecer oficinas, residências e escritórios da NOVACAP, além do aeroporto (FONSECA, 2001, p. 191). Após décadas de reinvindicação e abandono, a usina localizada na Cidade Ocidental, município de Goiás, foi finalmente tombada como Patrimônio Artístico e Cultural do estado de Goiás em 2020 (GOIÁS, 2020). Atualmente se encontra em uma área particular, com a ideia de ser transformada em um museu histórico.

Untitled

NOV.B.10 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-5
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em formato paisagem, colorida. A imagem retrata parte do canteiro de obras da barragem do lago Paranoá com destaque para o canal para conduto de desvio do rio Paranoá. No nível do canteiro de obras, em primeiro plano, o solo exposto, sobre aterro, as marcas dos maquinários evidenciam a movimentação de terra no local e a retirada da cobertura vegetal nativa. A fotografia contempla três planos da paisagem do Vale do rio Paranoá, sendo eles: em primeiro, o canteiro de obras da barragem em construção; em segundo, o acampamento de apoio à obra ,futuramente alagado; e ao fundo parte da futura margem norte do lago, ainda com vegetação nativa preservada. A vegetação se estende pelo horizonte, com com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. No terceiro plano observam-se duas construções no canto direita da imagem, as mesmas presentes no item A.1(64). No canal para conduto de desvio do rio, à frente, notam-se duas estruturas de concreto finalizadas e algumas fôrmas em madeira sendo preparadas para futura concretagem. Ainda no canal é possível identificar construtores trabalhando próximo à escada de madeira, que dá acesso ao nível superiro do canteiro. Ao longo da trincheira longitudinal para cortina de impermeabilização, que cruza o canal, estão dispostos postes para provável passagem de fiação elétrica, assim como alguns suportes em madeira para iluminação. À esquerda do canal observamos a presença de estruturas com vedação em madeira, quatro máquinas e um caminhão de apoio á obra. Ver imagem B10 (06), que registra a mesma etapa de construção.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Untitled

NOV.B.10 (50)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-50
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, em formato paisagem, destaca dois geradores de energia em local não identificado. Posterior a eles, observa-se um painel de controle, à esquerda, e uma pequena fotografia em preto e branco do então presidente da República Juscelino Kubitschek. Infere-se, a partir das paredes do recinto, aparentemente feitas de madeira, que a edificação seja uma estrutura temporária, possivelmente para a geração de energia de alguma obra da construção de Brasília. Nas paredes vê-se ainda estrutura que se assemelha a uma veneziana.

Untitled

NOV.B.10 (51)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-51
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem mostra a Usina - Piloto Saia Velha. Na fachada frontal ,em primeiro plano, observa-se três janelas e uma porta de enrolar ao centro. O edifício, em cor branca, possui uma cobertura em uma água, escondida por platibanda, para a ala central e um volume retangular mais elevado à direita onde encontra-se a torre de tomada d'água, na qual observamos algumas instalações elétricas e aberturas na fachada lateral. Em segundo plano e à direita postes, cabos de transmissão e objetos dispersos sobre o morro indicam obras no local, no topo do morro uma construção de cor clara, sob vegetação com aspecto ralo, indicando intervenção humana na área. À esquerda nota-se algumas copas de árvores de grande porte, parte da vegetação nativa de Mata de Galeria do córrego Saia Velha, e ao fundo parte de um morro com algumas árvores. É possível reconhecer os elementos arquitetônicos da imagem nos itens B.10(49), B.10(43) e B.10(102).
"

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