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NOV.B.2 (1)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) à esquerda e do Museu da Cidade à direita, finalizados. Em primeiro plano, chão de terra batida com elevação e tábuas de madeira sobre o mesmo; à direita, uma construção, provavelmente usada como depósito de materiais ou alojamento dos trabalhadores. Em segundo plano, máquina que aparenta ser de rolo vibratório pesado para nivelamento no asfalto. Ao centro, outra construção que fica localizada à frente do STF; o Palácio do Supremo Tribunal Federal finalizado (há uma torre vazada de madeira atrás do edifício); o asfalto da via S1 do Eixo Monumental em Brasília e o Museu da Cidade estão em execução. No horizonte, observa-se área de Cerrado aparentemente não modificada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (10)

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, há uma amostra da Mata de Galeria. Em segundo plano, há a vista lateral do vértice superior do triângulo equilátero correspondente a localidade da Praça dos Três Poderes. Os lados iguais do triângulo simboliza o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita). Apenas o Congresso Nacional é visível na fotografia. Ainda em fase inicial de construção, o Senado está em estágio avançado de acabamento. Já os dois anexos, os quais possuem forma vertical de 92 metros e simetria , destinados aos escritórios administrativos dos deputados e senadores, está repleto de andaimes e estruturas temporárias. Galpões e depósitos de materiais encontram-se à frente do Senado e concentrados também no centro. Ao lado direito da sede do Legislativo, há o andamento da constituição do Eixo Monumental, repletos de andaimes e amostras da via ainda não pavimentada. Ao fundo, há um Cerrado nativo, com processo avançado de desmatamento.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (100)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da construção da fundação da cúpula do Senado Federal do Palácio do Congresso Nacional. Este possui diversas formas de madeira as quais já estão delimitando a forma da cúpula. A parte superior já concretada é chamada de galeria e a mais baixa ao centro é o Plenário do Senado. A base da cúpula está sobre a laje de cobertura do Edifício Principal do Congresso Nacional ao qual também está em fase de construção. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. À direita, chão de terra batida, postes de madeira com fiação e um caminhão, e no quadrante superior, uma rampa temporária de acesso do edifício principal para o qual virá a ser o Eixo Monumental. A rampa está sobre um muro de arrimo, uma construção mais forte, capaz de conter forças como barrancos e equilibrar a pressão de um terreno, ao qual está adjacente a base do Palácio do Congresso Nacional.
Fotografia semelhante à NOV-D-4-4-B-2 (97) e (245) com alteração de enquadramento e coloração.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

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