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NOV.B.07 (42)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-42
  • Item
  • 21/04/1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra o Posto Guarapari com suas estruturas construídas, o hotel e a caixa d'água, na atual Candangolândia. Em primeiro plano, observamos uma via de terra batida com um automóvel Modelo Rural Willys em frente ao hotel, e cerca de cinco pedestres passando. Em segundo plano, há o restaurante a esquerda e o posto de lubrificação e lavagem, cuja a cobertura é a caixa d'água, com trabalhadores encima de ambas as contruções. À direita, nota-se casebres de apoio para a construção dos estabelecimentos. Em terceiro plano, observa-se o horizonte nublado. O posto Guarapari foi o primeiro posto de gasolina da Petrobras no Brasil e o primeiro de Brasília. Além do restaurante, o complexo de prédios de estilo modernista incluía um hotel, um restaurante (que era bastante frequentado por JK) e um edifício de serviços. As construções foram projetadas pelo arquiteto José Bina Fonyat, e no caso da caixa d'água o formato de disco voador lhe rendeu apelidos como Posto do Cogumelo e Posto do Chapéu. Atualmente, de todas as construções, apenas o disco voador e o posto de gasolina permanecem, devido a mobilização dos moradores contra a derrubada do monumento.

Untitled

NOV.B.07 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-43
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra construção do Edifício Seguradoras, no Setor Bancário Sul. A imagem é composta por dois planos principais: no primeiro, na parte inferior da fotografia, o canteiro de obras onde observa-se a presença de materiais de construção diversos, dos quais destacam-se as ferragens. Nota-se também a presença de duas construções provisórias, utilizadas como apoio para os trabalhadores. Na estrutura da esquerda, composta por pilares e cobertura, é possível identificar um homem sentado sobre o que parece ser uma mesa de madeira. Posterior aos dois abrigos, observa-se uma série de instalações, feitas em madeira, que possivelmente serviam de apoio à construção. No segundo plano, o Edifício Seguradoras, primeiro projeto do arquiteto Antônio Pedro Souza e Silva . O prédio possui 17 pavimentos, além de terraço, sobrelojas, lojas e subsolo e pertencia ao Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), abrigando a sede da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais (Caixa Seguradora S/A). Atualmente, o prédio abriga sedes comerciais diversas. Na fotografia, é possível ver a estrutura do prédio em etapa de finalização. Nos quatro ultimos pavimentos observa-se a presença de escoras, o que indica que as respectivas lajes estavam em fase de concretagem e/ou cura. Fixadas na base do prédio, há duas placas com as seguintes inscrições: "KOSMOS; ENGENHARIA S.A" e "INSTITUTO DE RESSEGURADOS DO BRASIL; EDIFÍCIO SEGURADORAS BRASÍLIA". Aos fundos da fotografia, em desfoque, vê-se algumas edificações, das quais se identifica, do lado esquerdo, pequena construção de madeira com placa indicando "BNDE", os ministérios e, posterior a eles, parte do Congrsso Nacional. Imagens complementares podem ser vistas nos itens itens B.7 (7), B.7 (36) e B.7 (37) e B.7 (43)

Untitled

NOV.B.07 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-5
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, paisagem. A imagem destaca ao centro a fachada principal da futura Sede do Banco do Brasil em construção no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozateve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. A fotografia fechada mostra os pavimentos do mesmo a partir do 15° pavimento. Observam-se a presença de andaimes e escoras entre as lajes de pavimento, sinalizadas por grandes placas em fundo amarelo. De acordo com o projeto, as lajes planas de 450 quilos de sobrecarga não terão nenhuma viga aparente, permitindo a distribuição livre das instalações abaixo das lajes. A construção teve início entorno de abril e maio de 1959, de acordo com o Diário de Brasília Volume X, com previsão de conclusão em um ano. Na cobertura repara-se um letreiro em caixa alta com as iniciais "BBB" e "JK" entre algumas palmeiras dispersas atrás. Ao fundo, o céu limpo e azulado. Ver também itens B.7 (3), (4), (32), (33), (34), (35), (36) e (37).

Untitled

NOV.B.07 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-6
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, colorida. Na imagem observa-se em destaque um caminhão, sobre terra batida, fabricado pela Fábrica Nacional de Motores (FNM), sigla pressente no capô frontal branco e vinho. O automóvel da fábrica brasileira, também conhecida como "Fenemê", possui um tanque acoplado à cabine para o transporte de combustível, que aparece cortado na fotografia. Dentro da cabine estão o motorista e uma pessoa no assento de passageiro, não identificadas. O caminhão em destaque possui junto ao capô frontal alguns objetos como buzina e uma bolsa preta pendurada. À esquerda em segundo plano um caminhão vermelho e amarelo da empresa Shell.

Untitled

NOV.B.07 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-7
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, colorida. A fotografia aérea destaca ao centro um canteiro de obras no Setor Bancário Sul onde observamos o andamento e início da construção de alguns edifícios. No canto esquerdo do canteiro uma laje no térreo e alguns pavimentos da torre em concreto do Edifício Seguradoras do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), sinalizado por essas iniciais em duas coberturas das estruturas de apoio à obra. Ao lado direito uma grande laje ao térreo indica a construção do bloco horizontal do edifício da futura Sede do Banco do Brasil, conectado ao Eixo L, já pavimentado, por uma passarela. Nota-se que o canteiro de obras em destaque está delimitado por grandes taludes de terra, localizando-se abaixo do nível do entorno. Esse fato se deve à nessevidade de rebaixamento do nível do solo para construção dos subsolos dos edifícios. A imagem retrata um contraste entre o solo exposto avermelhado do canteiro e a área com vegetação nativa do Cerrado (Cerrado Típico) na lateral direita da imagem. O eixo transversal no canto superior esquerdo retrata o futuro Eixo Monumental de Brasília com algumas vias internas de acesso aos canteiros de obra. Paralelo à via asfaltada ao centro do Eixo Monumental encontra-se um cículo marcado no chão rodeade de alguns barracões de obra, refere-se à marcação da futura Catedral de Brasília. Imagens complementares podem ser vistas nos itens itens B.7 (36), B.7 (37) e B.7 (43).

Untitled

NOV.B.07 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-8
  • Item
  • 22/04/1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A imagem destaca ao centro pessoas bebendo café no trailer do comércio "Café Palheta" na Avenida W3 sul no dia de inauguração de Brasília, dia 22 de abril de 1960. As figuras masculinas ao redor do comércio vestem trajes sociais, dois deles de suspensório e um de terno, e olham diretamente pra foto. No letreiro do estabelecimento constam as frases: "UMA PROMOÇÃO do CAFÉ PALHETA" e "BEBA CAFÉ PALHETA". Em segundo plano observamos o cotidiano da avenidade a partir dos carros e pessoas em movimento. Ao fundo dois edifícios, à esquerda o edifício de Escritórios da NOVACAP, onde à frente algumas pessoas se aglomeram. Entre os edifícios dois postes em madeira conectados pela fiação elétrica. "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). A imagem também pode ser encontrada no livro NOVACAP 50 ANOS POR BRASÍLIA (NOVACAP,2010, p.120).

Untitled

NOV.B.07 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-9
  • Item
  • 22/04/1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A imagem destacada ao longo do canteiro central, em terra batida, da Avenida W3 sul na altura da atual quadra 508 ambulantes com produtos alimentícios em carrocerias de caminhões, no dia 22 de abril de 1960, dia seguinte à inauguração de Brasília. Dentre os produtos algumas embalagens que se assemelham a doces regionais e uma carga de garrafões envolvidos por palha. À frente dos caminhões observamos alguns vendedores e uma figura infantil feminina negra. A menina usa um vestido branco e carrega uma leiteira de alumínio enquanto caminha em direção à via asfaltada da avenida. Ao fundo destaca-se uma árvore de grande porte nativa de Cerrado. Observam-se também alguns postes de madeira dispersos conectados pela fiação elétrica e edifícios concluídos ao longo da avenida. De acordo com o livro NOVACAP: 50 ANOS DE BRASÍLIA a Avenida W3 sul teve grande relevância comercial durante a construção da cidade: "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). Ver também o item B.7 (10).

Untitled

Untitled

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08
  • Dossiê
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Untitled

NOV.B.08 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-1
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta, ao centro, a cobertura do Espaço Cultural Renato Russo, localizado na W3 Sul, em formato de abóbada e estrutura de treliça metálica que é suportada por pilares robustos de concreto. A construção está localizada em meio ao cerrado típico (cerrado sentido restrito) com indícios de intervenções humanas (desmatamento), embora bastante preservado. Abaixo da cobertura, próximo ao canto esquerdo, encontram-se, figuras masculinas atrás de um emaranhado de galhos, sendo possível identificar apenas um homem de camisa clara e elemento de chapelaria. Ainda, são visualizados dois homens em posições distintas devido ao desnível do terreno, situados em pé com elemento de chapelaria e portando instrumentos de trabalho. O primeiro é apresentado na imagem somente por sua silhueta e o segundo está localizado em um nível abaixo, sendo viável visualizar apenas seu tronco superior. Ao lado direito desses trabalhadores há mais cinco operários em pé que são evidenciados por suas silhuetas. Atrás dos trabalhadores, há diversos materiais que constituem um conjunto de resíduos de construção, dentre estes, foi acessível perceber tábuas e ripas de madeiras, também existem outros materiais não-identificados. Atrás da estrutura coberta, próximo ao canto direito, encontra-se o fundo de uma placa de madeira que, possivelmente, apresenta a identificação da obra. "

Untitled

NOV.B.08 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-10
  • Item
  • 30/11/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia Colorida, Formato paisagem, Autor desconhecido
Figura masculina alimentando uma cobra no Zoológico de Brasília, infere-se ser que o mesmo seja um tratados de animais.
O canteiro central, que está em destaque na foto, é localizado no meio de lagos de concreto cheios de água. Várias plantas baixas estão presentes. Todo esse conjunto está entre muretas também de concreto.
A cobra está no meio de pedras ornamentais, e o figura masculina de pele negra está agaixado, alimentando-a. O personagem usa elemento de chapelaria, chapéu, um uniforme macacão azul, aparentemente jeans, e uma blusa branca por baixo.
No plano da fotografia atrás da jaula há uma área campestre de Cerrado (campo limpo) com uma estrada de terra que o corta. Entre o canteiro central e o campo, há um lago artificial cercado por concreto.
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
"

Untitled

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