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Bernardo Sayão With digital objects
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NOV.B.3 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-041
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  • 1956
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Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Em foco, trabalhadores constroem uma estrutura de arquibancada ao redor da base do cruzeiro, no local conhecido atualmente como Praça do Cruzeiro, possivelmente para a primeira visita do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) à Brasília, em outubro de 1956. Entre os trabalhadores é possível reconhecer o vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959). Ao fundo é possível ver a vegetação típica de Cerrado, com predominância de arbustos e poucas árvores de maior porte.

Untitled

NOV.B.3 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-1
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, em formato paisagem capturando a preparação para a primeira missa em Brasília. A celebração ocorreu na atual Praça do Cruzeiro, durante a fase inicial da construção da cidade. Na imagem, cinco trabalhadores se dedicam à construção de algo que sugere um altar de igreja. O evento, datado de 3 de maio de 1957, é memorável como a ocasião da primeira missa em Brasília. Ao fundo, destaca-se a vegetação característica de uma área de mata seca. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original.

Untitled

NOV.B.3 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-2
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, devido a presença de marcas de automóveis, enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-3
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Ao centro da imagem está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar uma vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas que aparentemente foi desmatado. Ao fundo se estende pelo horizonte um conjunto de diferentes fitofisionomias do Cerrado não identificáveis. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (38)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-38
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Em foco está uma estrada de terra batida, que corta a paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, enquanto ao fundo a vegetação arbórea original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-40
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Em foco está uma estrada de terra batida, que corta a paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, enquanto ao fundo a vegetação arbórea original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-6
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato retrato. Em foco, trabalhadores constroem uma estrutura de arquibancada ao redor da base de uma cruz, o monumento era conhecido pelo nome "O Cruzeiro", feita em madeira de aroeira torneada. Possivelmente, o espaço estava sendo preparado para a primeira visita do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) a Brasília. Entre os operários é possível reconhecer o vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959) - segundo homem da direita para a esquerda na fotografia. Ao fundo, observa-se uma paisagem composta por vegetação de Cerrado, que apresenta sinais de desmatamento. Atualmente o espaço é conhecido como Praça do Cruzeiro.

Untitled

NOV.B.08 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-20
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Pavilhão arquitetônico de metas, de divulgação da Rodovia da Integração Nacional, também conhecida como Transbrasiliana e Rodovia Belém-Brasília. Localizada ao centro do registro, a construção moderna retangular, implantada abaixo do Congresso Nacional, é composta por uma laje plana, apoiada em seus dois lados menores por duas paredes de alvenaria branca, uma parede de aproximadamente 2 metros, um pouco recuada e localizada mais próxima ao lado direito da obra, e painéis brancos suportados por elementos pretos que contribuem para que pareça que essas peças estão suspensas e flutuando. No painel principal há três faixas, as duas primeiras alinhadas à esquerda e a terceira centralizada, com os seguintes dizeres, respectivamente: Bernardo Sayão; Rodovia da Integração Nacional; Belém Brasília. Na alvenaria branca recuada da fachada principal, aparecem expostas uma fotografia aérea da abertura da rodovia em uma área rural e uma faixa, alinhada à direita da imagem, com a sigla SPVEA em referência direta à Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia, atual Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM). Mais ao fundo, do lado direito da construção e atrás de uma mulher sentada em uma cadeira, posicionada de perfil em relação a posição do fotógrafo, encontra-se outro painel com duas grandes fotografias aéreas do novo empreendimento. Outros elementos como armários de madeira e folhagens de copa de palmeiras podem ser identificados dentro do pavilhão. Fixado na parte frontal da laje de cobertura, está um pequeno mastro metálico branco com a bandeira do Brasil hasteada. Dois caminhos de concreto, um em cada extremidade da fachada, direcionam o fluxo de acesso ao pavilhão. À frente, consta uma via de terra batida com marcas de transporte, dois pequenos amontoados de terra vermelha com um pedaço de madeira fixado no chão, uma pedra, e três mudas de palmeiras. Ao fundo da obra edificada, é possível observar a presença de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
Informações adicionais: As obras da rodovia Belém-Brasília iniciou-se em 1956, conforme consta no Diário de Brasília (1957), no dia 24 de janeiro de 1957, no trecho: ""Divulga-se que, em colaboração com o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, para execução do plano de ligação rodoviária Norte-Sul, a Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia construiu, em 1956, um trecho de 80km dessa rodovia, de Porangatu a Iracema do Norte, em Goiás, estrada que também facilitará as comunicações entre Brasília e o Norte do País"". Como o projeto era de suma prioridade, o Engenheiro Agrônomo Bernardo Sayão (1901-1959), escolhido por Juscelino Kubitschek (1902-1976) para ser o gerente responsável pela obra, distribuiu em três frentes - com bases em Belém, Imperatriz e Anápolis - cerca de 3.400 trabalhadores e mobilizou uma frota de 200 máquinas, entre elas caminhões e tratores (BRASIL, 1958). A primeira grande frente, no estado de Goiás, era comandada por Sayão, enquanto no extremo norte era dirigida pelo médico sanitarista Waldir Bouhid (1912-)Seu primeiro trecho foi inaugurado no dia 01 de fevereiro de 1959 e tinha como intuito formar um conjunto de rodovias federais que conectariam a capital brasileira à capital do estado do Pará, compondo parte do Plano de Metas de JK. A conclusão dos mais de 2 mil km só ocorreu durante o governo ditatorial de Emílio Médici (1905-1985), entre os anos de 1969 e 1974. Atualmente, com aproximadamente 2.130 Km (IBGE, 2016), o eixo rodoviário conecta cinco unidades federativas, sendo elas: Pará, Maranhão, Distrito Federal, Tocantins e Goiás.
A rodovia pode aparecer em diversos textos com variados nomes. Seu primeiro nome oficial foi ""BR-14"", também era inicialmente conhecida como ""Rodovia da Integração Nacional"", posteriormente foi nomeada informalmente pelo Coronel Lino Romulado Teixeira, subchefe do Gabinete Militar da Presidência da República, como ""Rodovia da Unidade Nacional"". Também conhecida popularmente como ""Rodovia Belém-Brasília"" ou ""Transbrasiliana"", a via expressa foi batizada como ""Rodovia Bernardo Sayão"" por Kubitschek, por meio do Decreto 47.763 de 02 de fevereiro de 1960, entretanto, esse decreto foi revogado por ato do Poder Executivo em 1991.
"

Untitled

NOV.B.18 (111)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-111
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca no formato paisagem, Representante digital consta manchas e pontos verdes. Registro térreo de operários realizando a movimentação de terra em Brasília-DF, durante os seus primeiros anos de construção, entre os anos de 1956 a 1960. No registro, um trabalhador trajando camisa listrada e chapéu opera uma retroescavadeira da fabricante Caterpillar, este realiza o despejo de terra na caçamba de um caminhonete. Na caminhonete, um segundo operário no assento do motorista aparentando fisionomia rigorosa e observante, com sobrancelhas arqueadas e bigode denso. Em plano fundo, elevações de terra caracterizam a densa movimentação de terra no local, evidenciando o processo de obra em andamento. Mais ao fundo, no quadrante inferior esquerdo do registro, acima da caminhonete, fragmentos de copas de árvores caracterizando o processo de ação antrópica em em proximidades das regiões de vegetação típica do cerrado. De acordo com o Diário de Brasília (1957) alguns dos primeiros maquinários – uma “patrol” e tratores – que contribuíram para as construções de Brasília vieram da cidade de Goiânia, sob responsabilidade do Engenheiro Bernardo Sayão (1901-1959), para auxiliar nas obras do campo de pouso de emergência.
"

Untitled

NOV. B-25 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-1
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato vertical e em preto e branco, datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. No primeiro plano, areia branca sobre a terra vermelha removida da mata seca (cerrado típico), com túmulo de amontoado de terra vermelha com ornamentos de coroas de flores e folhas por cima, tais ornamentos são alusivos à “coroa de espinhos” de uma divindade da religião do cristianismo, podendo ser chamado de Jesus Cristo ou Jeová. Trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). Sobre o túmulo uma placa (simples) em formato quadrado, aparentemente, julga-se ser, um chassi de madeira para tela, com o estado de conservação em deterioração, fincado sobre a terra, que contém uma inscrição, de cor escura sobre fundo claro da tela, em letra de forma, indica ser uma mensagem póstuma, “Homenagem da Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro” abaixo continua com “ao Herói de Brasília Dr. Bernardo Sayão de Araújo” logo mais com tamanho da fonte menor, no canto inferior direito, “Brasília 2 de Novembro de 1959”. Ao redor do túmulo, embasado com pavimentação, similar ao concreto, ou pedras em formatos quadrados em cinco fileiras, e estrutura da cruz em madeira, que contém uma coroa de espinhos sobre a Cruz.
Atrás da delimitação de areia, constata vegetação típica de campo sujo, e cerrado típico ao fundo, composta por tapete de gramíneos com árvores e arbustos esparsos. No meio da vegetação existe um fragmento que forma um caminho para a passagem de pessoas, sendo esse caminho chamado de “caminho do desejo” ou como “caminho de rato”. O percurso possui um leve formato em “S”, porém mais comprido, que direciona a estrutura de cruz em madeira e tem continuidade. Este percurso tem início ao lado direito da fotografia, logo após a delimitação do túmulo de Bernardo Sayão, e tem continuidade ao lado direito. Essa divisão de direita e esquerdo do percurso está associada à estrutura da cruz de Sayão. Após o percurso, identifica-se uma cruz outra. Para localizar essa cruz outra, é necessário se atentar a dois pontos: o primeiro é a cruz de Sayão, um pouco à esquerda, na altura do meio; e o segundo o final do caminho. Ademais, foi possível verificar uma terceira cruz, localizada à direita da primeira árvore de porte alto, também ao lado direito da fotografia. Sobre esses dois túmulos, infere-se que um destes seja do Benedito Segundo, conforme apresenta o Diário de Brasília (1960, p. 19-20), “Sábado, 17 de janeiro de 1959” sobre o sepultado de Sayão e Segundo, pois os dois faleceram no mesmo acidente da árvore. Assim menciona o Diário de Brasília (1960): “[...] o Presidente Juscelino Kubitschek, a fim de partir da cerimônia do enterramento, no cemitério da cidade, dos restos mortais do Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo. Juntamente com Bernardo Sayão é sepultado Segundo, chauffeur de seu jipe, também mortalmente atingido no acidente. ” (BRASIL, 1960, p. 20, grifos do autor). Ademais, existe uma outra narrativa, sobre Benedito Segundo, com base no historiador Adirson Vasconcelos (2011) em uma matéria da revista “O Pioneiro - Século 21”, ao descrever que: “[...] O motorista de Sayão, o Benedito Segundo, ao receber a notícia, caiu morto com um enfarte fulminante. Nos acampamentos, a consternação era geral. (VASCONCELOS, 2011, p. 08 - 09).
Acima da copa das árvores o céu com presença de nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
"

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