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Ernesto Silva
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NOV.C.2 (74)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-74
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, conversa com um homem e uma mulher não identificados a bordo de um avião. Silva, de pé e ligeiramente inclinado, veste uma camisa branca e gravata, com calça bege, enquanto segura um livreto e algumas imagens que mostra para o casal. O homem sentado à esquerda veste uma camisa branca e calça cinza. A mulher sentada ao centro veste uma blusa listrada em tons claros e observa atentamente os documentos. O ambiente interno da aeronave é simples e funcional, com poltronas acolchoadas em tons neutros. Em segundo plano, podem ser vistas as janelas da aeronave, uma delas com a cortina aberta e as demais com as cortinas fechadas. Na parte superior, próximo ao teto, há uma estrutura de plástico com luminária embutida e pequenas caixas de som. A numeração das poltronas está escrita na cor vermelha. Em frente ao assento da dupla, há outro passageiro com a cabeça encostada em sua poltrona, complementando o cenário da imagem.

Untitled

NOV.C.2 (73)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-73
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, participa de uma reunião com outras autoridades no Palácio Piratini, sede do Poder Executivo e residência oficial do governador do estado do Rio Grande do Sul, localizado no Centro Histórico de Porto Alegre. Em primeiro plano, estão cinco homens sentados em poltronas clássicas, com tecido estampado e estrutura de madeira pintada de dourado. No canto esquerdo da imagem, há um homem não identificado, seguido por Silva, que observa atentamente o então governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola (1922-2004), enquanto ele fala e gesticula. Ao lado de Brizola, estão Édio Fredigo e outro homem não identificado. Todos estão vestidos com terno e gravata. A sala possui um estilo clássico, com sofás e poltronas detalhados em dourado. Entre os móveis, há uma mesa lateral de madeira com cinzeiros dourados, e tapetes persas adornam o piso. Ao fundo, as paredes brancas são enfeitadas com pilastras de gesso, enquanto boiseries decoram a parte inferior das janelas de madeira e vidro. Cortinas leves cobrem individualmente cada janela, complementando a decoração refinada do ambiente.

Untitled

NOV.C.2 (72)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-72
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, e um homem não identificado conversam enquanto estão sentados em poltronas dentro de um avião. Em primeiro plano, Silva está com o olhar direcionado para um livro que segura em suas mãos. Ele veste uma camisa branca, gravata e calça bege. No bolso de sua camisa, carrega uma caixa de óculos. Ao seu lado, o homem conversa, com o braço levantado, segurando papéis em sua mão. O ambiente interno da aeronave é simples e funcional, com poltronas acolchoadas em tons neutros. Atrás deles, uma janela com cortina bege parcialmente aberta. As poltronas são separadas por um braço que serve também como apoio. O revestimento das paredes internas é de uma cor clara, complementando o ambiente.

Untitled

NOV.C.2 (71)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-71
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, um grupo de pessoas caminha por uma área com vegetação típica do Cerrado. Em primeiro plano, está Sarah Kubitschek (1908-1996), esposa de Juscelino Kubitschek (1902-1976), vestindo blusa e casaco brancos, com saia e luvas pretas. Ao seu lado, está Coracy Uchôa Pinheiro (1906-2013), esposa de Israel Pinheiro (1896-1973), vestindo roupa toda preta. Logo atrás, está Israel Pinheiro Filho (1931-2020), de calça social bege, camisa verde e mãos nos bolsos. Em seguida, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, veste calça e camisa claras, acompanhado de um homem não identificado usando uniforme militar. O grupo se aproxima de uma cerca feita com estacas de madeira e arame farpado. Em segundo plano, nota-se um extenso campo coberto por gramíneas e arbustos, característicos do bioma Cerrado. Ao fundo, uma densa mata de galeria é visível, destacando-se pela maior concentração de árvores e vegetação mais fechada. A paisagem ao redor é aberta, com uma vegetação que inclui tanto plantas rasteiras quanto árvores esparsas, indicando a diversidade do Cerrado. A fotografia foi tirada em um dia claro, com o céu azul ao fundo, proporcionando uma boa visibilidade do ambiente natural.

Untitled

NOV.C.2 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-19
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, Ernesto Silva (1914 – 2010), Israel Pinheiro (1896 – 1973), Íris Meinberg (1908 – 1973) e Coracy Uchôa Pinheiro (1906 – 2013) são vistos conversando na varanda do Catetinho. O recorte da fotografia mostra o teto do primeiro piso, com vigas de madeira aparente e colunas pintadas de azul. Além disso, é possível observas, um pedaço das paredes decoradas com cartazes e calendários, e alguns chapéus estão pendurados. A varanda é acessível por uma escada de madeira pintada de branco, com corrimão azul. No segundo piso, Silva, vestido com uma jaqueta de couro marrom, calça preta, meias brancas e sapatos pretos, inclina-se ligeiramente, com os braços apoiados no guarda-corpo de madeira. Ao seu lado, Pinheiro veste uma calça social marrom e suéter bege, enquanto Meinberg usa uma calça social bege com casaco e colete marrons, sobre uma camisa branca, apoiando uma mão no guarda-corpo e com as pernas cruzadas. Em frente a eles, Coracy, esposa de Israel, está com um casaco preto e olha para o andar inferior, apoiada no mesmo guarda-corpo, que exibe uma bandeira do Brasil pendurada verticalmente. No segundo plano, observa-se a estrutura de madeira do Catetinho, com paredes brancas e duas portas marrons ao fundo. Uma persiana branca entreaberta percorre toda a varanda, levantada até o teto na entrada para facilitar a circulação das pessoas.
Originado de uma discussão entre amigos no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama.
"

Untitled

NOV.C.2 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-15
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, seis homens brancos posam para fotografia. Cinco deles estão sentados em um sofá azul de cantos arredondados, enquanto o outro está em uma poltrona também arredondada na cor marrom. O ambiente apresenta paredes brancas e um piso, aparentemente, de madeira. No canto esquerdo da imagem, sentado na poltrona, encontra-se José Ludovico de Almeida (1906 – 1989), ex-governador do estado de Goiás, vestindo terno marrom claro, camisa branca e gravata. O homem ao seu lado, sentado no sofá, usando camisa de manga curta, calça social cinza e óculos, não foi identificado. Próximo a ele está Íris Meinberg (1908 – 1973), Diretor Financeiro da NOVACAP, usando terno marrom escuro, sem gravata, apenas um camisa branca. No centro do sofá, encontra-se Israel Pinheiro (1896 – 1973), presidente da NOVACAP. Ele veste calça social cinza e casaco azul-marinho. Ao seu lado, um homem não identificado, veste calça jeans e camisa clara, ele usa óculos e segura um cigarro em sua mão direita. No canto direito do sofá, está Ernesto Silva (1914 – 2010), também diretor da NOVACAP. Ele veste calça social preta, jaqueta de couro preta e camisa branca. Nota-se, pelas vestimentas diversas que o evento era um encontro mais informal. Essa imagem foi capturado no mesmo momento do item NOV.D.4.4.C.2 (11).

Untitled

NOV.C.1 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-9
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em destaque, o Presidente e os membros da Diretoria da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap, no escritório do Rio de Janeiro. No centro da imagem está o presidente da Novacap, Israel Pinheiro (1896 -1973), acompanhado dos diretores Bernardo Sayão (1901 – 1959) e Ernesto Silva (1914 – 2010) à direita da imagem, e Íris Meinberg (1908 – 1973) à esquerda. Os indivíduos estão posicionados lado a lado em uma mesa com tampo de madeira envolta por um filete de alumínio e base, aparentemente, de concreto. Ao fundo, nota-se um grande quadro contendo o mapa do Brasil, com diversas linhas convergindo para a região do Distrito Federal. A fotografia é de Mário Fontenelle.
A mudança da capital do Brasil para o Planalto Central ganhou relevância governamental no texto da primeira constituição republicana promulgada em 1891. Contudo, a concretização de uma capital federal no interior do território nacional só ocorreu durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Para realizar essa grande empreitada, foi necessário criar um órgão com as atribuições necessárias para transformar esse projeto em realidade. Assim, em 1956, por meio da Lei nº 2.874, a mesma que tratava da transferência da Capital Federal, criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap. Com isso, a história da Novacap se entrelaça à história de Brasília desde sua concepção.
A tarefa de construir uma capital era um grande desafio que precisava transpor tanto as barreiras políticas e econômicas, como barreiras de logística e execução. Nesse contexto, surge a Novacap como um instrumento administrativo crucial para viabilizar esse objetivo. A empresa pública foi elaborada de forma minuciosa para evitar brechas que pudessem permitir que a oposição atrapalhasse o desafio de construir Brasília dentro do prazo estabelecido de 1.309 dias.
A Novacap teve um papel decisivo para efetivar o projeto de urbanização e modernização do Brasil proposto por Juscelino Kubitschek. Para gerenciar todo o processo de construção, o alto escalão administrativo da empresa teve uma formação política de aliados do governo, porém, como estratégia para manter a tranquilidade que o momento exigia, um terço da Diretoria, do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal seriam indicados pela oposição, por meio de uma listra tríplice.
Com a estrutura da Novacap montada, iniciaram-se as primeiras atividades da empresa, que incluíam lançar o Concurso do Plano Piloto de Brasília, abrir estradas para facilitar o acesso à região, adquirir maquinário e materiais de construção, e iniciar a contratação dos funcionários e operários, que foram os responsáveis por executar e concretizar a ambiciosa missão de construir a Nova Capital do Brasil.
"

Untitled

NOV.C.1 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-3
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, o Presidente e os membros da Diretoria da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap, no escritório do Rio de Janeiro. No centro da imagem está o presidente da Novacap, Israel Pinheiro (1896 -1973), acompanhado dos diretores Bernardo Sayão (1901 – 1959) e Ernesto Silva (1914 – 2010) à direita da imagem, e Íris Meinberg (1908 – 1973) à esquerda. Todos eles estão vestidos de maneira formal com terno e gravata. Os indivíduos estão posicionados lado a lado em uma mesa com tampo de madeira envolta por um filete de alumínio e base, aparentemente, de concreto. Ao fundo, nota-se um grande quadro contendo o mapa do Brasil, com diversas linhas convergindo para a região do Distrito Federal. A fotografia é de Mário Fontenelle.
A mudança da capital do Brasil para o Planalto Central ganhou relevância governamental no texto da primeira constituição republicana promulgada em 1891. Contudo, a concretização de uma capital federal no interior do território nacional só ocorreu durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Para realizar essa grande empreitada, foi necessário criar um órgão com as atribuições necessárias para transformar esse projeto em realidade. Assim, em 1956, por meio da Lei nº 2.874, a mesma que tratava da transferência da Capital Federal, criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap. Com isso, a história da Novacap se entrelaça à história de Brasília desde sua concepção.
A tarefa de construir uma capital era um grande desafio que precisava transpor tanto as barreiras políticas e econômicas, como barreiras de logística e execução. Nesse contexto, surge a Novacap como um instrumento administrativo crucial para viabilizar esse objetivo. A empresa pública foi elaborada de forma minuciosa para evitar brechas que pudessem permitir que a oposição atrapalhasse o desafio de construir Brasília dentro do prazo estabelecido de 1.309 dias.
A Novacap teve um papel decisivo para efetivar o projeto de urbanização e modernização do Brasil proposto por Juscelino Kubitschek. Para gerenciar todo o processo de construção, o alto escalão administrativo da empresa teve uma formação política de aliados do governo, porém, como estratégia para manter a tranquilidade que o momento exigia, um terço da Diretoria, do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal seriam indicados pela oposição, por meio de uma listra tríplice.
Com a estrutura da Novacap montada, iniciaram-se as primeiras atividades da empresa, que incluíam lançar o Concurso do Plano Piloto de Brasília, abrir estradas para facilitar o acesso à região, adquirir maquinário e materiais de construção, e iniciar a contratação dos funcionários e operários, que foram os responsáveis por executar e concretizar a ambiciosa missão de construir a Nova Capital do Brasil.
"

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NOV.B.02 (539)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-539
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, área campestre do Cerrado, com dois arbustos esparsos circundando a parte da entrada do Catetinho 1 com uma leve elevação do terreno no meio. Uma barraca íngreme sustentada por uma tábua de madeira conectada ao “Palácio de Tábuas”. A lona, componente da barraca, protege os materiais de construção, dentro deles, é visível um barril de madeira. À frente, há outro exemplar de típica do Cerrado. Em segundo plano, o Catetinho ainda em fase de construção e sem pintura branca. Nota-se que as janelas ainda não estão completamente prontas. Da esquerda para a direita: uma abertura sem as palhetas de venezianas que corresponde ao banheiro do Bar do “Palácio de Tábuas”; outras duas pequenas aberturas condizem com a futura janela do quarto de hóspede 01; as próximas duas janelas, já concluídas pertencem a sala de despachos; a janela seguinte responde ao quarto de Ernesto Silva (1914-2010), ao penúltima é do banheiro e a última do quarto Juscelino Kubitschek (1902-1976). No térreo, na parte à esquerda da barraca, com a parte de tijolos ainda sem pintura com caixote de madeira. À direita da barraca, há um grupo de quatro trabalhadores comunicando-se, um operário, mais visível, está carregando uma cesta de madeira. Ao fundo, é possível visualizar só um recorte da folhagem de uma planta grande da região.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

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