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Description archivistique
Emídio Rocha
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NOV.B.02 (718)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-718
  • Pièce
  • 1956
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Em foco, placa de tombamento do Catetinho pelo IPHAN como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e a placa comemorativa do segundo aniversário do Catetinho 1, feita de bronze e inserida na alvenaria do edifício, em homenagem aos idealizadores e construtores do “Palácio de Tábuas”. (Descrição da placa: “Esta Casa, Primeira Construção de Brasília, executada em dez dias, de 22 a 31-10-1956, foi a Residência Provisória do Presidente da República, Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira. Participaram desta obra pioneira: João Milton Prates, Oscar Niemeyer, César Prates, José Ferreira de C. Chaves, Roberto Penna, Dilermando Reis, Emídio Rocha, Vivaldo Lírio, Osório Reis e Agostinho Montandon).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (542)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-542
  • Pièce
  • 1956
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco, placa comemorativa do segundo aniversário do Catetinho 1, feita de bronze e inserida na alvenaria do edifício, em homenagem aos idealizadores e construtores do “Palácio de Tábuas”. Descrição da placa: “Esta Casa, Primeira Construção de Brasília, executada em dez dias, de 22 a 31-10-1956, foi a Residência Provisória do Presidente da República, Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira. Participaram desta obra pioneira: João Milton Prates, Oscar Niemeyer, César Prates, José Ferreira de C. Chaves, Roberto Penna, Dilermando Reis, Emídio Rocha, Vivaldo Lírio, Osório Reis e Agostinho Montandon. À frente, Juscelino Kubitschek aplaudindo e olhando fixamente para o monumento junto a vários visitantes que estão aglomerados em volta também celebrando o marco histórico.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (541)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-541
  • Pièce
  • 10/11/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco, placa comemorativa do segundo aniversário do Catetinho 1, feita de bronze e inserida na alvenaria do edifício, em homenagem aos idealizadores e construtores do “Palácio de Tábuas”. Descrição da placa: “Esta Casa, Primeira Construção de Brasília, executada em dez dias, de 22 a 31-10-1956, foi a Residência Provisória do Presidente da República, Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira. Participaram desta obra pioneira: João Milton Prates, Oscar Niemeyer, César Prates, José Ferreira de C. Chaves, Roberto Penna, Dilermando Reis, Emídio Rocha, Vivaldo Lírio, Osório Reis e Agostinho Montandon. À frente, duas mulheres visitantes, cada uma em um lado da placa comemorativa posando sorridentes para a foto. Ao fundo, um grupo de três homens socializando na região da marquise, a cobertura que protege o pilotis.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (538)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-538
  • Pièce
  • 22/10/1956
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Vista lateral do Catetinho 1, destaca-se na varanda do Catetinho, da esquerda para a direita: José Ferreira de Castro Chaves, conhecido por, Juca Chaves (1912-?), engenheiro, calça clara, camisa xadrez e paletó clara apoiando a mão no corrimão; César Prates, funcionário do Banco do Brasil em Minas, calça levemente escura, camisa branca e paletó preto; um homem não identificado; Oscar Niemeyer (1907-2012), arquiteto e urbanista, com calça escura, camisa clara e Emídio Rocha, conhecido popularmente como Rochinha, com calça e camisa clara, um pulôver e um chapéu na mão, apoiando o cotovelo no corrimão da escada. Próximo a escada ligada à varanda, há um veículo estacionado, uma caminhonete Chevrolet Pick-Up, no “solo de terra batida”. Ao lado, no térreo, há dois trabalhadores, poucos visíveis, comunicando-se. Mais a frente, há um suporte de madeira e um barril de metal. Ao fundo do Catetinho 2, evidencia-se a mata de galeria, existente devido à presença da nascente no local.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (516)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-516
  • Pièce
  • 1956
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em destaque, a equipe idealizadora do Catetinho (da esquerda para direita) na varanda do “Palácio de Tábuas”: homem não identificado escorado no pilar de madeira, Juca Chaves (1912-?), engenheiro, calça clara, camisa xadrez e paletó clara com o cotovelo apoiado no corrimão olhando para a frente; César Prates (funcionário do Banco do Brasil em Minas) calça levemente escura, camisa branca e paletó preto, está com as mãos no bolso; Oscar Niemeyer (1907-2012), arquiteto e urbanista, com calça escura, camisa clara com a mão esquerda no bolso e metade do casaco claro no ombro e Emídio Rocha, conhecido popularmente como Rochinha, com calça e camisa clara, um pulôver e uma vassourinha na mão simbolizando o ato de varrer. Destaca-se também parte da escada, a parede com pintura branca já finalizada e o que parece ser a parte superior de um veículo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (502)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-502
  • Pièce
  • 1956
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, à esquerda da fotografia, uma caminhonete Chevrolet Pick-Up de 1954, utilizada para a locomoção do grupo, com um tecido branco em sua caçamba. Ao lado, em destaque na marquise, a cobertura que protege o pilotis do Catetinho 1, estão a equipe idealizadora e responsável pela construção do edifício. Da esquerda para a direita: Emídio Rocha, conhecido popularmente como Rochinha, com calça e camisa clara, um pulôver e um chapéu, apoiado no corrimão da escada; Oscar Niemeyer (1907-2012), arquiteto e urbanista, com calça escura, camisa clara; Juca Chaves (1912-?), engenheiro, calça clara, camisa xadrez e paletó clara; César Prates, funcionário do Banco do Brasil em Minas, calça levemente escura, camisa branca e paletó preto e Roberto Penna, engenheiro, com calça e camisa clara, um chapéu na mão esquerda e apontando para o terreno em frente a fachada principal do Catetinho 1, à esquerda da fotografia. Ao fundo trabalhadores realizando o acabamento da edificação, além de uma vassoura apoiada no guarda corpo da varanda do mesmo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

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