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Coracy Uchôa Pinheiro
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NOV.C.2 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-11
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, três pessoas estão em um espaço fechado com paredes brancas e piso, aparentemente de madeira. Estão sentadas em um sofá azul de cantos arredondados que compões o ambiente. No canto esquerdo, encontra-se Israel Pinheiro (1896 – 1973), sentado com as mãos nos bolsos. Ele veste calça social, um casaco azul-marinho, além de meias e sapatos marrons. No centro do sofá, está uma mulher não identificada, vestindo saia, uma camisa colorida e um casaco rosa. No canto direito, está Coracy Uchôa Pinheiro (1906 – 2013), esposa de Israel, usando saia preta, blusa listrada e um casaco bege sobre os ombros. Todos parecem estar à vontade em um contexto mais casual. Ao lado de Israel, nota-se um homem em pé usando roupas claras. Essa imagem foi capturado no mesmo momento do item NOV.D.4.4.C.2 (15).

Untitled

NOV.C.2 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-18
  • Item
  • 04/01/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. A imagem mostra um galpão de madeira onde várias pessoas reunidas para celebrar o aniversário de Israel Pinheiro (1896 – 1973). Na cena, destaca-se a mesa do aniversariante, cercada por autoridades e familiares. No canto esquerdo, Coracy Uchôa Pinheiro (1906 – 2013), esposa de Israel, aparece vestindo um vestido azul de poá, concentrada em sua refeição. Ao seu lado, um casal não identificado é seguido por Israel Pinheiro, que olha diretamente para o fotógrafo, e por José Ludovico de Almeida (1906 – 1989), ex-governador de Goiás. Próximo a eles, Íris Meinberg (1908 – 1973), Diretor Financeiro da NOVACAP, está com os braços cruzados sobre a mesa. As demais pessoas presentes não foram identificadas. Todos estão sentados ao redor de uma mesa de madeira, decorada com plantas ornamentais. Sobre a mesa, há garrafas, copos, pratos descartáveis e uma peça central de madeira com espetos de churrasco, permitindo fácil acesso à carne. Ao fundo, alguns homens estão de pé conversando, enquanto outros estão sentados em bancos junto à parede de madeira que delimita o espaço do galpão.
O evento ocorreu em 4 de janeiro de 1960 para celebrar o 64º aniversário de Israel Pinheiro. Ao chegar ao local, ele foi recebido por operários, funcionários e pela Guarda Especial de Brasília. Em seguida, Pinheiro se dirigiu a um amplo galpão, onde uma missa em sua homenagem foi celebrada, seguida de um almoço. A comemoração contou com a presença de diversas autoridades, funcionários da NOVACAP, além de amigos e familiares do aniversariante. Juscelino Kubitschek não pôde estar presente e, em seu lugar, enviou o Ministro José Sette Câmara, que leu o discurso do presidente. O texto completo do discurso está disponível no Diário de Brasília do ano de 1960.
"

Untitled

NOV.C.2 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-19
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, Ernesto Silva (1914 – 2010), Israel Pinheiro (1896 – 1973), Íris Meinberg (1908 – 1973) e Coracy Uchôa Pinheiro (1906 – 2013) são vistos conversando na varanda do Catetinho. O recorte da fotografia mostra o teto do primeiro piso, com vigas de madeira aparente e colunas pintadas de azul. Além disso, é possível observas, um pedaço das paredes decoradas com cartazes e calendários, e alguns chapéus estão pendurados. A varanda é acessível por uma escada de madeira pintada de branco, com corrimão azul. No segundo piso, Silva, vestido com uma jaqueta de couro marrom, calça preta, meias brancas e sapatos pretos, inclina-se ligeiramente, com os braços apoiados no guarda-corpo de madeira. Ao seu lado, Pinheiro veste uma calça social marrom e suéter bege, enquanto Meinberg usa uma calça social bege com casaco e colete marrons, sobre uma camisa branca, apoiando uma mão no guarda-corpo e com as pernas cruzadas. Em frente a eles, Coracy, esposa de Israel, está com um casaco preto e olha para o andar inferior, apoiada no mesmo guarda-corpo, que exibe uma bandeira do Brasil pendurada verticalmente. No segundo plano, observa-se a estrutura de madeira do Catetinho, com paredes brancas e duas portas marrons ao fundo. Uma persiana branca entreaberta percorre toda a varanda, levantada até o teto na entrada para facilitar a circulação das pessoas.
Originado de uma discussão entre amigos no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama.
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Untitled

NOV.C.2 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-7
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, o presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - NOVACAP, Israel Pinheiro (1896 – 1973) e sua esposa Coracy Uchôa Pinheiro (1906 – 2013) que estão deitados em poltronas reclinadas dentro de um avião. O casal está coberto por duas mantas. Coracy veste uma blusa preta, com os cabelos presos, e direciona seu olhar para uma bandeja, que parece está repleta de salgados e doces, servida por um homem branco de cabelos pretos, que veste uma camisa branca, uma gravata preta, cinto marrom e calças pretas. Israel Pinheiro está coberto pelas mantas e tem os olhos fechados, possivelmente dormindo. Coracy está ao lado da janela, que tem uma cortina clássica na cor branca e uma pequena luminária com metais dourados e na cor verde com detalhes em dourado. As poltronas são pretas e possuem protetores de encosto de cabeça na cor branca. Em segundo plano, é possível observar os detalhes luxuosos do avião, como as paredes e tetos acolchoados na cor branca. Atrás das poltronas, nota-se a porta do avião, outra janela com cortina que segue a mesma padronagem da anterior, além disso uma estrutura metálica na diagonal, possivelmente uma escada retrátil. Logo atrás do comissário de bordo, observa-se uma bancada branca e cinza, com a superfície de madeira e franjas decorativas, ao lado, um banco redondo com base dourada, assento branco também decorado por franjas.

Untitled

NOV.C.2 (71)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-71
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, um grupo de pessoas caminha por uma área com vegetação típica do Cerrado. Em primeiro plano, está Sarah Kubitschek (1908-1996), esposa de Juscelino Kubitschek (1902-1976), vestindo blusa e casaco brancos, com saia e luvas pretas. Ao seu lado, está Coracy Uchôa Pinheiro (1906-2013), esposa de Israel Pinheiro (1896-1973), vestindo roupa toda preta. Logo atrás, está Israel Pinheiro Filho (1931-2020), de calça social bege, camisa verde e mãos nos bolsos. Em seguida, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, veste calça e camisa claras, acompanhado de um homem não identificado usando uniforme militar. O grupo se aproxima de uma cerca feita com estacas de madeira e arame farpado. Em segundo plano, nota-se um extenso campo coberto por gramíneas e arbustos, característicos do bioma Cerrado. Ao fundo, uma densa mata de galeria é visível, destacando-se pela maior concentração de árvores e vegetação mais fechada. A paisagem ao redor é aberta, com uma vegetação que inclui tanto plantas rasteiras quanto árvores esparsas, indicando a diversidade do Cerrado. A fotografia foi tirada em um dia claro, com o céu azul ao fundo, proporcionando uma boa visibilidade do ambiente natural.

Untitled

NOV.C.2 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-8
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, o presidente da NOVACAP, Israel Pinheiro (1896 – 1973) e sua esposa Coracy Uchôa Pinheiro (1906 – 2013). O casal está sentado, com os olhares voltados para fora de uma janela, possivelmente de um avião. Coracy veste uma blusa azul clara, com um casaco de sobreposição em tons mais escuros, já Israel veste um paletó escuro, com camisa clara e gravata vermelha. A imagem é escura e traz poucas informações sobre o momento, mas evidencia o semblante cansado dos dois.

Untitled

NOV.C.2 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-9
  • Item
  • 01/06/1957
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, o primeiro presidente da NOVACAP, Israel Pinheiro (1896 – 1973), embarca em um carro em frente ao Catetinho II. Ele está vestindo um terno cinza claro sobreposto a um colete e uma camisa branca, além de uma gravata azul e cinto marrom. Israel assume a direção do carro, que ao que tudo indica, é um Chevrolet Yeoman. Enquanto isso, um homem branco, vestindo terno escuro e sorriso no rosto no rosto, segura a porta para que o presidente da NOVACAP entre no veículo. Dentro do automóvel, do lado do passageiro, está outro homem branco sentado de terno e camisa branca, ele direciona o olhar para a porta traseira, por onde entra uma mulher branca, vestida com roupas claras e um pequeno chapéu rosa com detalhes em branco. É possível que essa mulher seja a esposa de Israel Pinheiro, Coracy Uchôa Pinheiro (1906 – 2013). Em segundo plano, quatro homens observam a cena: dois brancos e dois negros, nenhum deles foi identificado. Todos estão vestidos de forma social, e um deles fuma enquanto observa a cena. Os homens estão na área dos pilotis, que é uma área térrea suspensa por pilares que deixa um vão livre. Na imagem, nota-se que esse o espaço foi utilizado para abrigar um conjunto de mesa e bancos de madeira. Os pilares estão pintados de cinza e encontram-se com as vigas brancas que compõem o teto de madeira, onde estão instaladas luminárias redondas com detalhes em vermelho. Alguns vasos de madeiras com plantas ornamentais estão espalhados pelo térreo. Na parte superior, é possível ver um pequeno recorte do painel treliçado de madeira em amarelo, com alguns adornos nas cores vermelha e verde, fazendo referência à bandeira de Portugal. O mesmo tema é representado pela pequena bandeirola presa ao espelho retrovisor dentro do carro. Através desses detalhes, é possível inferir que essa fotografia foi tirada durante o mês de junho de 1957, durante a passagem do Presidente de Portugal, Francisco Craveiro Lopes (1894 – 1964), ao Brasil, acompanhado de sua comitiva, em uma visita a Brasília. Ao fundo, é possível observar a vegetação do Cerrado com alta densidade de árvores, possivelmente uma mata de galeria.
O prédio Catetinho II, observado nessa imagem, é pouco conhecido na história de Brasília devido a sua breve existência e à escassez de documentação relacionada a ele. O primeiro Catetinho (nomeado em homenagem ao Palácio do Catete, no Rio de Janeiro), foi construído com o propósito de hospedar o presidente Juscelino Kubitschek em suas frequentes visitas à nova capital do Brasil durante o período de construção. No entanto, a equipe de Juscelino considerou o espaço inadequado para suas necessidades, optando por construir uma versão maior, mais bem acabada e confortável. Assim, em janeiro de 1957, nasce o novo Catetinho. Contudo, com o progresso das construções, em 30 de junho de 1958, o Palácio da Alvorada foi inaugurado como a residência oficial do Presidente da República, tornando-se o primeiro edifício de alvenaria de Brasília. Como resultado, o novo Catetinho deixava de ser necessário para abrigar Juscelino, e em 1959 sua estrutura foi vendida ao empreiteiro Sebastião Correa, que não teve interesse em mantê-la. No mesmo ano, o primeiro Catetinho foi tombado como patrimônio histórico.
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