Showing 205 results

Archival description
Juscelino Kubitschek
Print preview View:

205 results with digital objects Show results with digital objects

NOV.D.1 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-44
  • Item
  • 23/01/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital, Brasília, no auditório do Ministério da Educação no Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, em 23 de janeiro de 1958. Em destaque, o político brasileiro e presidente da Novacap Israel Pinheiro (1896-1973) responsável pela construção de Brasília, em pé realizando um discurso tendo microfones e uma luminária à sua frente. À sua direita, o então presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) está sentado. Ele foi presidente do Brasil entre 1956 e 1961 e idealizador da construção da nova capital. Além do político e do presidente, outras figuras humanas masculinas estão ao seu redor (um sentado à direita de JK e outro em pé auxiliando Israel Pinheiro). A mesa em sua frente possui um arranjo de flores ornamentais, um cinzeiro e copos transparentes com água. Ao fundo, à direita da fotografia, mais figuras humanas masculinas. Todos vestem roupas formais (paletó, calça e gravata).
Fotografia igual ao item NOV-D-4-4-D-1 (43).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
"

Untitled

NOV.D.1 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-43
  • Item
  • 23/01/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital, Brasília, no auditório do Ministério da Educação no Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, em 23 de janeiro de 1958. Em destaque, o político brasileiro e presidente da Novacap Israel Pinheiro (1896-1973) responsável pela construção de Brasília, em pé realizando um discurso tendo microfones e uma luminária à sua frente. À sua direita, o então presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) está sentado. Ele foi presidente do Brasil entre 1956 e 1961 e idealizador da construção da nova capital. Além do político e do presidente, outras figuras humanas masculinas estão ao seu redor (um sentado à direita de JK e outro em pé auxiliando Israel Pinheiro). A mesa em sua frente possui um arranjo de flores ornamentais, um cinzeiro e copos transparentes com água. Ao fundo, à direita da fotografia, mais figuras humanas masculinas. Todos vestem roupas formais (paletó, calça e gravata).
Fotografia igual ao item NOV-D-4-4-D-1 (44).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
"

Untitled

NOV.D.1 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-41
  • Item
  • 23/01/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital, Brasília, no auditório do Ministério da Educação no Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, em 23 de janeiro de 1958. Em destaque, o então presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) em pé realizando um discurso. Ele foi presidente do Brasil entre 1956 e 1961 e idealizador da construção da nova capital. À direita, sentado, o político brasileiro e presidente da Novacap Israel Pinheiro (1896-1973) responsável pela construção de Brasília. Além deles, há um homem entre Juscelino Kubitschek e Israel Pinheiro auxiliando o presidente do Brasil no discurso. Há outra figura humana masculina sentada à direita de Kubitschek. Todos estão com vestes formais (paletó, calça e gravata). À frente, na mesa, há um grande buquê de flores ornamental à esquerda, aparelhos como microfone e papéis sobre o mesmo. À esquerda, há outras duas figuras masculinas com vestes brancas.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
"

Untitled

NOV.D.1 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-4
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Na parte inferior da fotografia, há uma mesa de centro com algumas revistas, uma poltrona vermelha à esquerda, ao centro, um pequeno sofá estofado com o tecido do encosto estampado e objeto não identificado à esquerda. Ao fundo, painel ripado de madeira em tom avermelhado com um mural marrom comprido com o desenho do mapa do Brasil à esquerda, a frase de Juscelino Kubitschek (1902-1976) ao centro (“Dêste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sôbre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino. Brasília, 2 de outubro de 1956 - J.K.”) e um esboço/desenho de Kubitschek no Planalto Central. Acima deste painel, há seis fotografias, sendo quatro da construção de Brasília e duas mais acima das figuras públicas: à esquerda Juscelino Kubitschek, presidente do Brasil entre 1956 e 1961 e idealizador da construção da nova capital; à direita Israel Pinheiro (1896-1973), presidente da Novacap (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) entre 1955 e 1960 e prefeito do Distrito Federal entre 1960 e 1962. Mais à direita, sobre o painel ripado, um documento que não é possível identificar.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
"

Untitled

NOV.D.1 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-35
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Provavelmente uma exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem data e local. Duas figuras humanas masculinas com vestes simples observam uma fotografia exposta sobre um painel branco do então presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) o qual está apertando a mão do engenheiro agrônomo brasileiro Bernardo Sayão (1901-1959) que foi responsável por diversas obras para Brasília, principalmente das rodovias para interligar a capital com as demais regiões do país. Kubitschek foi presidente do Brasil entre 1956 e 1961 e idealizador da construção da nova capital. Na fotografia, além do presidente e do engenheiro, outras figuras masculinas observam o encontro e o ambiente ao qual a foto foi tirada possui vegetação com alta densidade de árvores, possivelmente uma mata de galeria ou mata ciliar. O painel à direita branco também expõe uma fotografia, sendo esta de um avião com o título de “Força aérea Brasil” em sua lateral. Em ambos os painéis há pequenas luminárias fixas na parte superior apontadas para as fotografias. No canto superior direito, parte de tronco e folhas de árvores.
As figuras humanas aparentam ser as mesmas da fotografia NOV-D-4-4-D-1 (36).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
"

Untitled

NOV.D.1 (34)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-34
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição que aparenta ser sobre a região Nordeste do Brasil. Em destaque, duas figuras humanas, sendo uma mulher à esquerda e um homem à direita, ambos segurando uma pintura emoldurada do então presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). Ele foi presidente do Brasil entre 1956 e 1961 e idealizador da construção da nova capital. Ao fundo, da esquerda para a direita, diversos painéis expõe fotografias, um gráfico sobre os “Recursos e Acumulação d’Água no Polígono das Sêcas”, o mapa do Brasil com foco na região Nordeste com o título de “Nordeste - polígono das sêcas” e outro com o título de “Obras contra as secas - realizações: desde o império até 1956 do presidente Juscelino Kubitschek”. No canto superior à direita, uma luminária fixada na parede apontando para os painéis.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
"

Untitled

NOV.D.1 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-24
  • Item
  • 26/08/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no edifício Panair do Brasil em Lisboa, Portugal, em 26 de agosto de 1959. Vista da exposição com diversas figuras humanas masculinas e uma feminina com vestes formais (paletó e calça; vestido longo) observando as fotografias. A maioria está aglomerada à direita da fotografia. O piso do local é aparentemente de ardósia. Diversos painéis de chão com tramas aparentemente amadeiradas na parte superior e inferior estão posicionadas paralelamente uma com as outras na diagonal e estas possuem fotografias (como a do então presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), presidente do Brasil entre 1956 e 1961 e idealizador da construção da nova capital) e mapa do Brasil. À esquerda, algumas fotografias da construção de Brasília, um título escrito “assim nasceu brasília” e duas luminárias de teto esféricas com tramas. No chão, percebe-se uma espécie de escultura orgânica branca, à esquerda, e pequenos vasos de planta, ao centro.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO PANAIR DO BRASIL:
“As origens da Panair do Brasil remontam à 17 de março de 1929, quando o americano Ralph O’Neill fundou a empresa New York, Rio, Buenos Aires Line, Inc. (NYRBA) com a ambiciosa missão de interligar as três cidades.
As primeiras rotas europeias da Panair do Brasil foram Lisboa, Paris e Londres. No dia 23 de setembro de 1946, Roma tornava-se a quarta escala no continente europeu. Nos anos seguintes outras cidades foram incluídas: Madri, Zurique, Frankfurt, Hamburgo, Dusseldorf, Istambul, Beirute e Cairo, sincronizados com a malha europeia da Pan American, de tal forma que a operação em algumas destas cidades eram para atender os interesses da empresa americana.
Em 1984, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa à Panair do Brasil contra a falência e em 1995 foi encerrado o processo de falência, transformando a empresa apta a voltar suas atividades e mesmo três décadas inativa, possuía US$ 10 milhões em caixa. Em 10 de dezembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que a Panair do Brasil foi vítima de perseguição política por meio de instituições do Estado.” (NAGANO, 2023).
"

Untitled

NOV.D.1 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-20
  • Item
  • 26/08/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no edifício Panair do Brasil em Lisboa, Portugal, em 26 de agosto de 1959. Em destaque, oito figuras humanas masculinas estão posando para a foto (apenas os dois de ambas extremidades não estão voltados para a câmara) e todos estão com vestes formais (paletó, calça e gravata). O piso do ambiente da exposição é aparentemente de ardósia. Ao fundo, diversos painéis de chão com tramas aparentemente amadeiradas na parte superior e inferior estão posicionadas paralelamente uma com as outras na diagonal e estas possuem fotografias (como a do então presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), presidente do Brasil entre 1956 e 1961 e idealizador da construção da nova capital) e mapa do Brasil. No chão, percebe-se uma espécie de escultura orgânica branca e um pequeno vaso de planta, ambos à esquerda.
É possível observar a mesma figura humana masculina ao centro com terno de estampa quadriculada no item NOV-D-4-4-D-1 (22).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO PANAIR DO BRASIL:
“As origens da Panair do Brasil remontam à 17 de março de 1929, quando o americano Ralph O’Neill fundou a empresa New York, Rio, Buenos Aires Line, Inc. (NYRBA) com a ambiciosa missão de interligar as três cidades.
As primeiras rotas europeias da Panair do Brasil foram Lisboa, Paris e Londres. No dia 23 de setembro de 1946, Roma tornava-se a quarta escala no continente europeu. Nos anos seguintes outras cidades foram incluídas: Madri, Zurique, Frankfurt, Hamburgo, Dusseldorf, Istambul, Beirute e Cairo, sincronizados com a malha europeia da Pan American, de tal forma que a operação em algumas destas cidades eram para atender os interesses da empresa americana.
Em 1984, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa à Panair do Brasil contra a falência e em 1995 foi encerrado o processo de falência, transformando a empresa apta a voltar suas atividades e mesmo três décadas inativa, possuía US$ 10 milhões em caixa. Em 10 de dezembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que a Panair do Brasil foi vítima de perseguição política por meio de instituições do Estado.” (NAGANO, 2023).
"

Untitled

NOV.D.1 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-12
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no Centro Cultural Brasil na Bolívia, La Paz, em 1959. Da esquerda para a direita, uma grande fotografia da maquete física do Palácio do Congresso Nacional fixado em um painel suspenso do chão, a bandeira do Brasil ao centro e em outro painel uma pequena fotografia do Palácio da Alvorada, dois papéis com as palavras “festival” e “Brasília” em cada um dos papéis e uma fotografia grande do então presidente do Brasil (1956-1961) Juscelino Kubitschek (1902-1976). O ambiente possui piso aparentemente de ardósia e paredes com revestimento amadeirado.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Untitled

NOV.C.2 (70)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-70
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, o presidente da república, Juscelino Kubitschek (1902-1976), e Israel Pinheiro (1896-1973), presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, conversam enquanto inspecionam uma obra, sob o olhar atento dos operários. Kubitschek veste um paletó creme, camisa branca, calça social verde e sapatos marrons. Ele mantém os braços cruzados atrás do corpo, segurando um pequeno pacote não identificado. Pinheiro veste um paletó azul, camisa branca, calça marrom com listras brancas e sapatos marrons, também com os braços para trás. Em contraste, os operários vestem roupas simples e sujas, algumas rasgadas; dos oito trabalhadores, apenas quatro estão usando capacetes de proteção. Todos observam atentamente os dois políticos. Ao lado, dois homens vestidos com roupas sociais caminham de costas pelo ambiente. Kubitschek e Pinheiro estão sobre uma base de madeira elevada, com um operário em pé logo atrás, também com os braços para trás. Ao lado, há uma pequena construção de madeira pintada de amarelo, com listras vermelhas diagonais. Em frente a essa cabine de madeira, há um extintor de incêndio e três nichos laterais: um pintado de vermelho com uma lâmpada vermelha, outro pintado de amarelo com uma lâmpada, e o terceiro pintado de verde com uma lâmpada verde acesa. No segundo plano, é possível perceber que a foto foi tirada ao anoitecer, revelando um ambiente mais escuro, o que dificulta a visualização de detalhes adicionais. No entanto, nota-se um piso de terra com cascalho, seguido de um espaço escuro que indica uma diferença de profundidade no local. Ao fundo, a claridade do céu destaca uma árvore, uma pequena construção e a vegetação que se estende até a linha do horizonte.

Untitled

Results 1 to 10 of 205