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Descrição arquivística
Marcel Gautherot
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NOV.B.2 (629)

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista das varandas do segundo pavimento, a área privativa familiar, ao qual o acesso se dá pela sala de vestir do presidente, quarto do presidente e demais quartos do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, a varanda de um dos quartos, que está à direita da fotografia, e dez colunas da fachada leste do Palácio. Ao fundo, em direção à fachada sul, parte da passarela que leva à piscina e parte do anexo de serviços e apoio do Palácio da Alvorada e no horizonte, Cerrado sem alterações ao qual virá a ser possível visualizar parte do Lago Paranoá.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (294) com alteração de colorimetria em cores, enquadramento aproximado e sem o homem sentado na varanda.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (630)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista das varandas do segundo pavimento, a área privativa familiar, ao qual o acesso se dá pela sala de vestir do presidente, quarto do presidente e demais quartos do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, a varanda do quarto do presidente, que está à esquerda da fotografia, um homem sentado na varanda vestindo calça escura e camisa clara olhando para o horizonte, e três colunas da fachada leste do Palácio. Ao fundo, em direção à fachada norte, parte do Cerrado sem alterações, onde virá a ser o Lago Paranoá, e parte do Cerrado modificado com piso de terra ao qual há um caminhão na estrada.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (292) com alteração de colorimetria em cores, enquadramento mais para cima e levemente para a direita e sem o homem sentado na varanda.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (641)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do hall de entrada principal no térreo do Palácio da Alvorada com piso todo em pedra polida. Este pavimento possui salões para compromissos oficiais do governo que serão utilizados pelo Presidente da República. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, quatro poltronas Barcelona, duas na cor preta e duas brancas, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm. Em segundo plano, a rampa de acesso do hall que dá acesso para a sala de estar, a qual é forrada com um carpete vermelho. Ao fundo, à esquerda da fotografia, leves cortinas em tom branco por toda a fachada leste; na parede lateral direita, um painel dourado sem título confeccionado por Athos Bulcão (1918-2008) em 1958 a partir de placas de latão dourado polido com dimensões de 800 cm x 915 cm x 37,5 cm. Na parede, há a frase do poeta Augusto Frederico Schmidt (1906-1965) para Juscelino Kubitschek (1902-1976) sobre o lançamento da pedra fundamental para o início da construção de Brasília: “Dêste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sôbre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e confiança sem limites no seu grande destino. Brasília, 2 de outubro de 1956 - Juscelino Kubitschek de Oliveira”.
CURIOSIDADE SOBRE O PAINEL DOURADO:
O uso do latão dourado simboliza aqui não uma aspiração ao infinito, mas sim uma projeção para o futuro do país, futuro esse reforçado pela própria frase de Juscelino Kubitschek (IPHAN, 2010).
poltronas Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (642)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de um dos banheiros adjacentes aos dormitórios do pavimento superior do Palácio da Alvorada. O banheiro é todo revestido em mármore claro. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, a pia do banheiro com uma grande bancada; a banheira instalada no piso e uma cadeira retilínea com perfis metálicos e com estofamento no assento e no encosto. Em segundo plano, parte da varanda do segundo pavimento e de uma das colunas da fachada leste. Ao fundo, um caminhão na estrada de terra próximo ao Palácio.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (644)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da sala de estar no pavimento térreo do Palácio da Alvorada; este é todo revestido em piso de madeira e possui uma parte com pé direito duplo. Da esquerda para a direita da fotografia, parte do corrimão da escada com guarda-corpo vazado com perfil metálico, esta leva para o nível do subsolo do edifício; ao centro, uma marquesa brasileira (versão híbrida de leito e de sofá que remontam ao estilo francês “restauration” e ao Brasil do século 19) de madeira jacarandá com braços curvados para dentro e arrematados por travessa torneada, assento em palhinha, pernas reviradas para fora; algumas poltronas em madeira de jacarandá e tecido do século XX, com estrutura retilínea, traços em ângulos retos descendo as pernas no mesmo contexto, assento e espaldar almofadado vermelho; com dimensões de 78x74x76 cm; sob a marquesa um tapete grande estampado; mais ao fundo um sofá retilíneo preto, aparentemente de couro, com outras três poltronas retilíneas brancas circundando um tapete, aparentemente, branco. Ainda ao centro da fotografia, a escultura ""Edificação"" de autoria do arquiteto francês, André Bloc (1896-1966), posicionada na sala de estar do Palácio da Alvorada; ao lado direito, seis poltronas Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm (ao centro das poltronas, um tapete, aparentemente, branco). À direita da fotografia, a escada que possui formato de espinha de peixe com a parte central da estrutura em formato de letra T em concreto armado. Este está com tábuas de madeira em suas laterais para auxiliar no processo da construção e ao fundo, há diversos trabalhadores. O mesmo está no pavimento térreo e dá acesso à sala íntima do palácio no primeiro andar, o qual constitui a parte residencial do Palácio. E mais à direita, o hall de entrada do pavimento térreo com parte da rampa de acesso do hall que dá acesso para a sala de estar, a qual é forrada com um carpete vermelho.
CONTEXTO HISTÓRICO SOBRE A ESCULTURA:
A obra passou 40 anos fora do Palácio e retornou ao espaço somente em 2018 após um processo de restauração.
A criação da obra se dá no contexto do Congresso Internacional de Críticos de Arte, com o tema ""Cidade Nova - Síntese das Artes"", realizado em 1959, véspera da inauguração de Brasília. Onde foram convidados críticos e estudiosos, com a finalidade de discutir a importância da colaboração arquiteto-artista e promover a síntese das artes como marca do modernismo.
CURIOSIDADE SOBRE A ESCULTURA:
Ao que consta, esta escultura teria sido doada pelo governo da França e esteve durante algum tempo no salão da câmara dos deputados, retornando provavelmente em 2006 ao Alvorada, conforme informação anexa do ex-responsável pelo museu da câmara (SIQUEIRA, 2008).
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (602) a qual a escultura está na mesma sala de estar.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (645)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem levemente desfocada. Vista de parte da sala de estar e da sala de música, ao fundo, no pavimento térreo do Palácio da Alvorada e do mezanino do pavimento superior. Parte da sala possui pé direito duplo e o pavimento é todo revestido com piso de madeira, este está com iluminação amarela nos abajures e nas fileiras de iluminação com spot. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, uma escada com guarda-corpo vazado com perfil metálico, esta leva para o nível do subsolo do edifício; atrás do guarda-corpo, um recamier mondrian (um tipo de sofá, no caso, sem encosto com um rolo de espuma que remete a uma almofada/travesseiro) linear com perfis metálicos e estofado vermelho e um tapete sob o mesmo; ao seu lado esquerdo, uma imagem religiosa que parece ser a de Nossa Senhora da Conceição (a mesma utilizada na Capela do Palácio da Alvorada e a qual a Capela é dedicada). Ainda ao centro, uma marquesa brasileira (versão híbrida de leito e de sofá que remontam ao estilo francês “restauration” e ao Brasil do século 19) de madeira jacarandá com braços curvados para dentro e arrematados por travessa torneada, assento em palhinha, pernas reviradas para fora; algumas poltronas em madeira de jacarandá e tecido do século XX, com estrutura retilínea, traços em ângulos retos descendo as pernas no mesmo contexto, assento e espaldar almofadado vermelho; com dimensões de 78x74x76 cm; sob a marquesa e essas poltronas, um tapete simples, aparentemente bege, centraliza os móveis e uma parede revestida com espelho reflete parte da sala; há leves cortinas nas janelas da fachada oeste. Ao fundo, à esquerda da fotografia, a sala de música com um pequeno sofá vermelho, um recamier (um tipo de sofá, no caso, sem encosto) preto e umas quatro poltronas Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm; ao centro, um tapete simples de cor, aparentemente, branca; à direita, mais seis poltronas Barcelona, na cor branco. Ao centro das poltronas Barcelona está um tapete simples de cor, aparentemente, cinza, e uma pequena mesa de centro no formato quadrado com perfis metálicos e tampo de vidro (acima da mesa de centro há alguns objetos de decoração). Toda a sala de música possui piso de madeira e uma parede revestida de espelho, à direita da fotografia, e ao fundo uma parede de mármore na cor preta; à direita, um conjunto do que aparenta ser simples poltronas brancas. Encostado na parede de mármore, há o piano de cauda do século XX de autoria da fabricante alemã Grotrian-Steinweg em madeira ebanizada (técnica que consiste em escurecer a madeira), marfim e metal; e uma banqueta também do mesmo século com os mesmos materiais. No teto, há duas fileiras de iluminação com spots as quais são refletidas pela parede com revestimento de espelho.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (646)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Capela do Palácio da Alvorada, mais conhecida como Capelinha. As paredes da Capelinha são de autoria do artista brasileiro Athos Bulcão (1918-2008). O painel é em lambris de jacarandá, revestidas por folhas de ouro e o piso em granito cinza Andorinha. Em primeiro plano, à direita da fotografia, parte da porta e entrada principal da Capela. A porta também é de autoria de Athos Bulcão e este é de alumínio anodizado e vidros coloridos, composta por dois montantes laterais fixos e duas folhas móveis. A porta vai do piso até a laje e sua dimensão é de 252 cm x 493 cm x 7cm. Mais à esquerda, castiçais com armação composta de nove hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável e com nove velas acesas sobre o mesmo. Em segundo plano, duas cadeiras de estrutura retilínea de madeira jacarandá, com assento forrado em veludo vermelho e encosto de palhinha e dois genuflexório (móvel para rezar, em forma de cadeira, com estrado baixo para ajoelhar, e encosto alto, sobre o qual se pousam os braços e o livro de orações) com os mesmos materiais e estrutura ambos de autoria da arquiteta, designer e galerista brasileira Anna Maria Niemeyer (1930-2012). Ao fundo, parte do altar da Capela de madeira jacarandá, cópia de altar originalmente desenhado por Anna Maria Niemeyer, de estrutura retilínea e tampo único sobre base lisa mais um conjunto dos castiçais com armação composta de nove hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável e com nove velas acesas sobre o mesmo.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (647)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Capela do Palácio da Alvorada, mais conhecida como Capelinha. As paredes da Capelinha são de autoria do artista brasileiro Athos Bulcão (1918-2008). O painel é em lambris de jacarandá, revestidas por folhas de ouro e o piso em granito cinza Andorinha. Em primeiro plano, à esquerda da fotografia, uma pia batismal oval em granito marrom. Em segundo plano, à direita da fotografia, castiçais com armação composto por sete hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável com sete velas acesas sobre o mesmo; e uma imagem religiosa de Nossa Senhora da Conceição (a qual a capela é dedicada) apoiada sobre uma pequena prateleira em vidro.
CURIOSIDADE SOBRE AS PEÇAS ANTIGAS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (648)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do pé direito duplo do hall de entrada principal, mais precisamente do lado esquerdo, no térreo e no pavimento superior do Palácio da Alvorada, o mezanino. Este pavimento possui salões para compromissos oficiais do governo que serão utilizados pelo Presidente da República. Da esquerda para a direita, a fachada de vidro oeste do Palácio e as colunas internas do edifício e uma pequena escada que leva para os gabinetes, sala de espera e sala de reunião do Ministério; ao centro, pavimento térreo do hall de entrada com cinco poltronas Barcelona, sendo três na cor branca e duas na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm; ao fundo das poltronas há uma parede toda revestida por um grande espelho e este está adjacente a uma escada que leva para o subsolo do edifício; à direita, no pavimento térreo, parte da rampa de acesso do hall que dá acesso para a sala de estar, a rampa é forrada com um carpete vermelho e um piso de pedra polida; no pavimento superior há uma continuação do hall com mais algumas poltronas Barcelona de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (649)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do, provavelmente, quarto presidencial no pavimento superior do Palácio da Alvorada. Este tem revestimento do piso todo em madeira, paredes e portas brancas. Em primeiro plano, uma porta, à esquerda, que deve levar para o corredor da parte íntima do presidente. À direita, um grande armário com revestimento de espelho o qual está refletindo dois tapetes e duas mesas, além de cortinas na parte interna da fachada do edifício. Ao fundo, um aparador, provavelmente, em madeira, com um tapete branco e listras escuras em sua frente; um grande tapete branco está sob uma cama de casal e esta tem duas pequenas mesas de cabeceira, uma em cada lado, em madeira com dois abajures, um em cada mesa de cabeceira; a mesa da cabeceira à esquerda, além do abajur, este possui em telefone de disco claro. Na parede ao fundo, uma porta que deve levar a outro aposento que também é o quarto do presidente; além disso, duas esculturas de anjos sobre a cama.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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