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Sarah Kubitscheck
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NOV.D.1 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-26
  • Pièce
  • 26/08/1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Exposição sobre a construção da nova capital Brasília, no edifício Panair do Brasil em Lisboa, Portugal, em 26 de agosto de 1959. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas e femininas estão observando a exposição tendo em destaque a ex-primeira dama do Brasil (de 1956 a 1961) Sarah Kubitschek (1908-1996) com vestido midi branco com mangas compridas, acessórios de pérolas e luvas branca a qual está segurando em sua mão esquerda enquanto também segura juntamente com a figura masculina à esquerda a Revista Módulo nº 11 de 1959. Ao fundo, parte do extenso painel de chão tem tramas aparentemente amadeiradas na parte superior. Na parte superior da fotografia, ao centro um pouco à direita, uma pequena logomarca da empresa Panair do Brasil.
É possível observar a mesma figura humana masculina que folheia a Revista Módulo nº 11 com a ex-primeira dama Sarah Kubitschek (1908-1996) e a figura humana feminina com vestido de estampa florida no item NOV-D-4-4-D-1 (25).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO PANAIR DO BRASIL:
“As origens da Panair do Brasil remontam à 17 de março de 1929, quando o americano Ralph O’Neill fundou a empresa New York, Rio, Buenos Aires Line, Inc. (NYRBA) com a ambiciosa missão de interligar as três cidades.
As primeiras rotas europeias da Panair do Brasil foram Lisboa, Paris e Londres. No dia 23 de setembro de 1946, Roma tornava-se a quarta escala no continente europeu. Nos anos seguintes outras cidades foram incluídas: Madri, Zurique, Frankfurt, Hamburgo, Dusseldorf, Istambul, Beirute e Cairo, sincronizados com a malha europeia da Pan American, de tal forma que a operação em algumas destas cidades eram para atender os interesses da empresa americana.
Em 1984, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa à Panair do Brasil contra a falência e em 1995 foi encerrado o processo de falência, transformando a empresa apta a voltar suas atividades e mesmo três décadas inativa, possuía US$ 10 milhões em caixa. Em 10 de dezembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que a Panair do Brasil foi vítima de perseguição política por meio de instituições do Estado.” (NAGANO, 2023).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA MÓDULO:
A Revista Módulo foi criada em 1955 pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), sendo o editor do mesmo e tendo como tema principal a arquitetura, mas também temas sobre artes, urbanismo, design e cultura de forma geral. Em 1965 a Revista Módulo acabou por ser proibida pela ditadura militar do Brasil que iniciou-se em 1964 e voltou a circular em 1975, acabando definitivamente em 1986.
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Sans titre

NOV.D.1 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-25
  • Pièce
  • 26/08/1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no edifício Panair do Brasil em Lisboa, Portugal, em 26 de agosto de 1959. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas e femininas estão observando a exposição tendo em destaque a ex-primeira dama do Brasil (de 1956 a 1961) Sarah Kubitschek (1908-1996) com vestido midi branco com mangas compridas, acessórios de pérolas e luvas branca a qual está segurando em sua mão esquerda enquanto conversa com o homem à sua esquerda. Ao fundo, um extenso painel de chão tem tramas aparentemente amadeiradas na parte superior e estas expõem diversas fotografias de maquetes físicas como do Palácio do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto bem como a construção desses monumentos. Na parte superior da fotografia, ao centro, uma pequena logomarca da empresa Panair do Brasil.
É possível observar a mesma figura humana masculina que conversa com a ex-primeira dama Sarah Kubitschek (1908-1996) e a figura humana feminina com vestido de estampa florida no item NOV-D-4-4-D-1 (26).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO PANAIR DO BRASIL:
“As origens da Panair do Brasil remontam à 17 de março de 1929, quando o americano Ralph O’Neill fundou a empresa New York, Rio, Buenos Aires Line, Inc. (NYRBA) com a ambiciosa missão de interligar as três cidades.
As primeiras rotas europeias da Panair do Brasil foram Lisboa, Paris e Londres. No dia 23 de setembro de 1946, Roma tornava-se a quarta escala no continente europeu. Nos anos seguintes outras cidades foram incluídas: Madri, Zurique, Frankfurt, Hamburgo, Dusseldorf, Istambul, Beirute e Cairo, sincronizados com a malha europeia da Pan American, de tal forma que a operação em algumas destas cidades eram para atender os interesses da empresa americana.
Em 1984, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa à Panair do Brasil contra a falência e em 1995 foi encerrado o processo de falência, transformando a empresa apta a voltar suas atividades e mesmo três décadas inativa, possuía US$ 10 milhões em caixa. Em 10 de dezembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que a Panair do Brasil foi vítima de perseguição política por meio de instituições do Estado.” (NAGANO, 2023).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO:
Sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio.
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Sans titre

NOV.D.1 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-23
  • Pièce
  • 26/08/1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no edifício Panair do Brasil em Lisboa, Portugal, em 26 de agosto de 1959. Diversas figuras humanas masculinas e femininas estão observando a exposição tendo em destaque a ex-primeira dama do Brasil (de 1956 a 1961) Sarah Kubitschek (1908-1996) com vestido midi branco com mangas compridas, acessórios de pérolas e luvas branca a qual está segurando em sua mão esquerda enquanto aponta com a mão direita para a fotografia de uma das maquete físicas da representação das superquadras de Brasília. No canto inferior direito, parte de um avião com escrito POL em sua asa com duas turbinas. À esquerda, uma trama vertical com linhas grossas aparentemente amadeiradas. Os painéis de chão têm tramas aparentemente amadeiradas na parte inferior e estas expõem diversas fotografias de maquetes físicas como do Palácio do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto bem como a construção desses monumentos. Na parte superior da fotografia, ao centro um pouco à esquerda, uma pequena logomarca da empresa Panair do Brasil.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO PANAIR DO BRASIL:
“As origens da Panair do Brasil remontam à 17 de março de 1929, quando o americano Ralph O’Neill fundou a empresa New York, Rio, Buenos Aires Line, Inc. (NYRBA) com a ambiciosa missão de interligar as três cidades.
As primeiras rotas europeias da Panair do Brasil foram Lisboa, Paris e Londres. No dia 23 de setembro de 1946, Roma tornava-se a quarta escala no continente europeu. Nos anos seguintes outras cidades foram incluídas: Madri, Zurique, Frankfurt, Hamburgo, Dusseldorf, Istambul, Beirute e Cairo, sincronizados com a malha europeia da Pan American, de tal forma que a operação em algumas destas cidades eram para atender os interesses da empresa americana.
Em 1984, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa à Panair do Brasil contra a falência e em 1995 foi encerrado o processo de falência, transformando a empresa apta a voltar suas atividades e mesmo três décadas inativa, possuía US$ 10 milhões em caixa. Em 10 de dezembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que a Panair do Brasil foi vítima de perseguição política por meio de instituições do Estado.” (NAGANO, 2023).
INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE AS SUPERQUADRAS DE BRASÍLIA:
A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO:
Sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio.
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Sans titre

NOV.D.1 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-21
  • Pièce
  • 26/08/1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no edifício Panair do Brasil em Lisboa, Portugal, em 26 de agosto de 1959. Vista externa da fachada frontal do edifício Panair do Brasil (escrito em seu letreiro) tendo em destaque na sua porta de entrada a ex-primeira dama do Brasil (de 1956 a 1961) Sarah Kubitschek (1908-1996) com vestido midi branco com mangas compridas e salto branco. Em primeiro plano, à esquerda, vasos de plantas ornamentam a vitrine do edifício tendo o cartaz com o escrito “Brasília” fixado no mesmo; no canto inferior direito da fotografia percebe-se parte de um veículo. Ao centro e à direita da fotografia, diversas figuras humanas masculinas e uma figura feminina ao lado direito de Sarah Kubitschek. Percebe-se na entrada do edifício, atrás das portas de vidro, uma parede com fotografia aérea da praia e do bairro Copacabana, situada na cidade do Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO PANAIR DO BRASIL:
“As origens da Panair do Brasil remontam à 17 de março de 1929, quando o americano Ralph O’Neill fundou a empresa New York, Rio, Buenos Aires Line, Inc. (NYRBA) com a ambiciosa missão de interligar as três cidades.
As primeiras rotas europeias da Panair do Brasil foram Lisboa, Paris e Londres. No dia 23 de setembro de 1946, Roma tornava-se a quarta escala no continente europeu. Nos anos seguintes outras cidades foram incluídas: Madri, Zurique, Frankfurt, Hamburgo, Dusseldorf, Istambul, Beirute e Cairo, sincronizados com a malha europeia da Pan American, de tal forma que a operação em algumas destas cidades eram para atender os interesses da empresa americana.
Em 1984, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa à Panair do Brasil contra a falência e em 1995 foi encerrado o processo de falência, transformando a empresa apta a voltar suas atividades e mesmo três décadas inativa, possuía US$ 10 milhões em caixa. Em 10 de dezembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que a Panair do Brasil foi vítima de perseguição política por meio de instituições do Estado.” (NAGANO, 2023).
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Sans titre

NOV.C.2 (71)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-71
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, um grupo de pessoas caminha por uma área com vegetação típica do Cerrado. Em primeiro plano, está Sarah Kubitschek (1908-1996), esposa de Juscelino Kubitschek (1902-1976), vestindo blusa e casaco brancos, com saia e luvas pretas. Ao seu lado, está Coracy Uchôa Pinheiro (1906-2013), esposa de Israel Pinheiro (1896-1973), vestindo roupa toda preta. Logo atrás, está Israel Pinheiro Filho (1931-2020), de calça social bege, camisa verde e mãos nos bolsos. Em seguida, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, veste calça e camisa claras, acompanhado de um homem não identificado usando uniforme militar. O grupo se aproxima de uma cerca feita com estacas de madeira e arame farpado. Em segundo plano, nota-se um extenso campo coberto por gramíneas e arbustos, característicos do bioma Cerrado. Ao fundo, uma densa mata de galeria é visível, destacando-se pela maior concentração de árvores e vegetação mais fechada. A paisagem ao redor é aberta, com uma vegetação que inclui tanto plantas rasteiras quanto árvores esparsas, indicando a diversidade do Cerrado. A fotografia foi tirada em um dia claro, com o céu azul ao fundo, proporcionando uma boa visibilidade do ambiente natural.

Sans titre

NOV.C.2 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-60
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em foco está retratado um grande grupo de pessoas, cerca de vinte e oito, elas vestem roupas sociais, como ternos, suéteres, vestidos, camisas e camisetas em diferentes cores. O grupo está acompanhando pelo rádio a transmissão do jogo da seleção brasileira de futebol no torneio da Copa do Mundo de 1958. As pessoas se encontram ao redor de uma mesa circular feita em madeira, ao centro da fotografia. É possível reconhecer entre os trabalhadores o ex-presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), ele se encontra sentado à mesa, vestindo terno em cor caqui, camisa social branca e gravata preta, e observa o rádio disposto sobre a mesa. Ao seu lado, também sentada à mesa, está sua esposa Sarah Kubitschek (1908-1996), ela utiliza um vestido vermelho.
O cômodo no qual se encontram é o espaço entre o jardim externo e o salão de festas do Brasília Palace Hotel. O local da fotografia pode ser identificado a partir do painel de azulejos brancos e azuis ao fundo, o painel é de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) e tem ao todo 3,25x26m de dimensão. O painel possui dois tipos de azulejos composto por um único de peça, de tamanho 11cm x 11cm, com formas e cores que se alternam, de modo que o resultado é um jogo positivo/negativo, o que proporciona um efeito ótico nos observadores.
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.
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Sans titre

NOV.C.2 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-59
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem. Em foco está retratado um grande grupo de pessoas, cerca de vinte e oito, elas vestem roupas sociais, como ternos, suéteres, vestidos, camisas e camisetas em diferentes cores. O grupo está acompanhando pelo rádio a transmissão do jogo da seleção brasileira de futebol no torneio da Copa do Mundo de 1958. As pessoas se encontram ao redor de uma mesa circular feita em madeira, ao centro da fotografia. É possível reconhecer o ex-presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), ele se encontra sentado à mesa, vestindo terno em cor caqui, camisa social branca e gravata preta, e observa atentamente o rádio que está disposto sobre a mesa. Ao seu lado, também sentada à mesa, está sua esposa Sarah Kubitschek (1908-1996), ela utiliza um vestido vermelho e aparenta estar conversando com um dos trabalhadores ao seu lado.
O cômodo no qual se encontram é o espaço entre o jardim externo e o salão de festas do Brasília Palace Hotel. O local da fotografia pode ser identificado a partir do painel de azulejos brancos e azuis ao fundo, o painel é de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) e tem ao todo 3,25x26m de dimensão. O painel possui dois tipos de azulejos composto por um único de peça, de tamanho 11cm x 11cm, com formas e cores que se alternam, de modo que o resultado é um jogo positivo/negativo, o que proporciona um efeito ótico nos observadores.
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.
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Sans titre

NOV.B.12 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-35
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A visão aérea destaca o edifício do Hospital Distrital (atual hospital de Base) em construção. Imagem semelhante ao item n. 28. Conforme Sylvia Ficher e Andrey Schlee (2010, p. 171), o projeto arquitetônico é a variação da solução dada, em 1936, para a sede do Ministério da Educação e Cultura, no Rio de Janeiro, trata-se de uma lâmina vertical sobre pilotis (para a internação e enfermarias), à qual se contrapõe um volume baixo, predominantemente horizontal (para clínicas e ambulatórios). Pela imagem percebe-se o volume do edifício em comparação com outras construções no entorno, que por sua vez ainda com a presença de espécies do Cerrado. A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído pela CIA. Construtora Pederneiras S.A no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. O projeto arquitetônico é de Oscar Niemeyer com colaboração de Milton Ramos. Sobre o Hospital Distrital ver os itens: 5, 9, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 35 e 45.

Sans titre

NOV.B.12 (34)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-34
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Centro de Reabilitação Sarah Kubitschek. Com o objetivo de dotar Brasília de moderno centro de reabilitação, a Fundação das Pioneiras Sociais implanta, na nova capital, um centro de reabilitação, inaugurado, em 21 de abril de 1960, pelo Presidente Juscelino Kubitschek. Projeto do arquiteto Glauco Campello. O edifício, atualmente conhecido como Sarinha, faz parte da unidade Sarah Centro, na Asa Sul. Conforme contado pelo arquiteto ao programa de História Oral do Arquivo Público do Distrito Federal, “E pouco mais adiante em 1959, 60, Oscar, diante daquele volume de trabalho, distribuiu alguns projetos com os arquitetos que participavam da equipe. E então foi a primeira ocasião que eu tive a oportunidade de realizar um projeto individual no âmbito daquela equipe. Foi o Centro de Reabilitação Sarah Kubitschek, o primeiro bloco do Centro de Recuperação, foi projetado em 59 pra 60, então quando eu estava, me formando.” (Campello, 1989, p. 6).
CAMPELLO, Glauco de Oliveira. Depoimento - Programa de História Oral. Brasília, Arquivo Público do Distrito Federal, 1989.

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NOV.B.12 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-2
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem. Na imagem, a Unidade Volante (hospital volante) da Fundação Pioneiras Sociais. Sob o toldo, sentados, três homens, sendo um com o uniforme da Guarda Especial de Brasília – GEB. A Unidade Volante está estacionada próximo a igreja de São João Bosco, da qual vislumbra-se a torre sineira, localizada no Núcleo Bandeirante ou Cidade Livre, no ano de 1957. O item 16 é a mesma exposição da fotografia, em preto e branco. Fundação das Pioneiras Sociais, criada em 1956 pelo presidente Juscelino Kubitscheck. Voltada à assistência médica e educacional, a Fundação inovou no combate ao câncer implantando hospitais volantes. Quando Juscelino Kubitschek foi eleito governador de Minas Gerais (1951-1955), Sarah Kubitschek começou a mobilizar as senhoras da alta sociedade mineira a fim de arrecadar doações para os necessitados. As voluntárias se reuniam na garagem do Palácio da Liberdade e se dedicavam à ajuda de crianças, mães e mulheres grávidas. Este grupo ganharia o nome de Pioneiras Sociais, cujos Núcleos se espalharam pelo estado, com dezenas de voluntárias trabalhando no preparo e distribuição de merenda escolar, roupas, alimentos, cadeiras de rodas e aparelhos para deficientes físicos.
Esta obra social ganhou novo impulso quando JK foi eleito presidente da República (1956-1961). Em 22 de março de 1956, Sarah Kubitscheck criou formalmente a Fundação das Pioneiras Sociais, que desenvolveu atuação em dez estados brasileiros. Suas ações principais estavam voltadas para as assistências médica e educacional da população pobre. Entre suas principais realizações, se podem citar a criação de hospitais volantes, escolas, centro de pesquisas, ambulatórios, lactários, centros de recuperação motora, recreação infantil e cursos de artes domésticas. Fonte: Fundação das Pioneiras Sociais - Observatório História e Saúde (fiocruz.br). Disponível em ohs.coc.fiocruz.br. Acesso em 30 jan. 2024.

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