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NOV.B.13 (29)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-29
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida no formato paisagem, retrata o interior do roupeiro de um dos quartos do Brasília Palace Hotel, ainda em fase de construção, entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Na metade esquerda da fotografia, um painel feito de ripas de madeiras com um recorte redondo na parte superior - próximo ao forro - com fiações para a instalação de ponto de iluminação, outro em altura intermediária para a instalação de interruptor e dois na parte inferior do painel para a instalação de pontos de energia elétrica. Ao lado direito um móvel de madeira feito sob medida, tendo na parte superior um maleiro, e abaixo, varais destinados à função de cabideiro, ambos com uma repartição central. Dentro do móvel - na parte inferior do quadrante direito - há dois objetos esféricos na cor verde. O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. Se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994). Em 1978, o edifício foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).

Sans titre

NOV.B.13 (28)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-28
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida no formato paisagem, retrata o corredor de acesso aos quartos do Brasília Palace Hotel, em construção entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Apenas com o reboco e em fase de acabamento, um grande corredor tendo ao seu lado esquerdo as aberturas de acesso aos quartos, e duas aberturas em altura intermediária contendo pedaços de papelão no seu interior, ao lado direito cobogós vazados com dezesseis furos cada peça permitindo a passagem de luz solar e ventilação natural. Lajeamento sem forro com fios pendurados sobre treliças. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994). Em 1978, o edifício foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
"

Sans titre

NOV.B.13 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-27
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e está superexposta. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam parte da extensão transversal da longa fachada do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada envidraçada leste do bloco principal e parte do bloco térreo, intencionalmente captando o vão entre as estruturas. À esquerda, abaixo da cobertura do bloco secundário, um homem de capacete claro está no canto entre os painéis de vidro e o painel de azulejos. Sendo o painel de Athos Bulcão (1918-2008) composto de azulejos 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco, de 3,18 x 34,74m e está instalado no jardim externo e no salão de eventos. Paralelo ao fotógrafo estão os painéis de vidro do corredor conectivo - onde fica o mezanino e a recepção - do bloco térreo com o bloco principal. Abaixo do maior bloco, entre os pilares pretos, estão um grupo de homens (aproximadamente 9) que utilizam vestimentas mais formais - ternos, camisas sociais - e conversam entre si. Ao lado, um carro de cor amarronzada e um homem atrás dele. Atrás do bloco térreo, é possível ver uma torre de caixa d’água. Entre o hotel e o bloco secundário, há grama plantada com intuito paisagístico. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Em 1978, o edifício foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008) Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
"

Sans titre

NOV.B.13 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-26
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília, DF. A posição do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam toda a extensão transversal da longa fachada leste do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada envidraçada do bloco principal e o bloco térreo. Atrás do bloco térreo, há uma torre de caixa d’água e, à direita da fachada circunflexa do salão, a vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e uma edificação simples ao fundo, no limite da fotografia à esquerda. Abaixo do bloco principal, seis carros estão estacionados, dentre eles um Jeep Willys. No terço inferior da imagem, pode-se ver que o terreno ainda está exposto, recebendo futuramente pavimentação e gramado. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como o restaurante e o salão de eventos. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Atrás do primeiro pilar direito do bloco principal, à esquerda, um transeunte - de calça escura e camisa clara. O menor bloco do Brasília Palace Hotel foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008) e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. 'Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.' Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). O Brasília Palace Hotel tornou-se cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico.

Sans titre

NOV.B.13 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-25
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília, DF. O prédio se estende transversalmente nos dois quadrantes esquerdos da imagem, apresentando placas destoantes em sua laje. Abaixo do prédio, seis carros estão estacionados, dentre eles uma Rural Willys, um Ford F100 amarelo e uma Kombi, atrás de um gramado plantado. Ao lado da Kombi, uma placa de fundo preto está cravada na grama. É nítida a etapa avançada de construção, restando apenas alguns pisos a serem pavimentados. Ao fundo, um largo grupo de operários (aproximadamente 12) se desloca sobre o terreno de terra seca batida e entre materiais de obra. Próximo ao grupo, dois ônibus amarelos Mercedes de transporte de funcionários e um caminhão estão estacionados. Atrás da caçamba do caminhão, três operários: um de calças azuis e sem camisa se escora em uma carriola; ao lado, outro operário com vestimentas claras leva a mão esquerda ao rosto; mais acima sobre a pilha de terra vermelha, um operário de calças jeans e camisa em tom bege estica a mão para alcançar algo. Atrás dos montes de terra vermelha estão vários funcionários e uma estrutura vertical, cilíndrica e branca, assemelhando-se a uma estrutura de torre de caixa d’água. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.

Sans titre

NOV.B.13 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-24
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida no formato paisagem, retrata o interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília, DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Ocupando lugar de destaque ao lado esquerdo do salão, um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008) feito em 1958 com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura, uma pintura mural feita sobre alvenaria, composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão). Ao fundo, no limite da fotografia, lado direito, vê-se uma poltrona branca, um sofá amarelo de quatro lugares e uma mesinha branca com um telefone disco na lateral. No centro da fotografia, há uma peça de tapeçaria off-white, outro grupo de mobílias contendo duas poltronas brancas, um sofá amarelo de quatro lugares, uma mesinha ao centro e outra na lateral com um telefone de disco à esquerda do sofá. Do lado esquerdo da imagem, uma escadaria de seis degraus revestidos de mármore carrara conduz a um mezanino. Piso flutuante de madeira está aplicado sobre toda a extensão do salão, exceto no quadrante inferior esquerdo da fotografia, na base do mezanino, onde há um recorte paisagístico com jardim de plantas ornamentais. No forro, oito placas com materiais reflexivos destoam das demais. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.

Sans titre

NOV.B.13 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-22
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida no formato paisagem, retrata o interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília, DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Ocupando lugar de destaque ao lado direito do salão, um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008), feito em 1958 com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura, é uma pintura mural feita sobre alvenaria, composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão). Em primeiro plano, no piso flutuante de madeira inferior, tapetes off-white delimitam três espaços de convivência. O primeiro, do lado esquerdo da imagem, contém um jogo de mobília composto por quatro poltronas brancas, dois sofás vermelhos de quatro lugares e mesinhas de apoio nas laterais do sofá. O segundo, na base do mezanino e próximo ao painel de Athos Bulcão, do lado direito, possui duas poltronas brancas, um sofá amarelo de quatro lugares, uma mesinha ao centro e uma lixeira preta em formato semelhante a uma ampulheta. No limite direito da fotografia, o terceiro ambiente foi cortado pela captura, deixando visível apenas uma poltrona branca. No fundo central da imagem, uma escadaria de seis degraus revestidos de mármore carrara conduz a um mezanino. Sobre uma peça de tapeçaria, um grupo de três poltronas vermelhas Womb Chair, projetadas em 1948 por Eero Saarinen (1910-1961), está disposto em volta de uma mesinha de centro com um arranjo de flores em cima, do lado direito outro arranjo de folhagens ao chão. Do lado esquerdo, no fundo, um painel ripado de madeira de tons escuros com passagens em ambos os lados. Na borda do mezanino, do lado esquerdo da fotografia, há uma escultura sobre uma base cúbica branca. Na base do mezanino, no lado esquerdo da fotografia, há um recorte paisagístico com jardim de plantas ornamentais. Na delimitação da imagem, do lado direito, vê-se uma parede convexa feita de grandes placas de vidro e esquadrias de alumínio, com uma passagem ao fundo onde se encontra um homem uniformizado com roupas brancas. No forro, oito placas com materiais reflexivos destoam das demais. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008).

Sans titre

NOV.B.13 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-21
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960, em Brasília, DF. A representação digital contém manchas e pontos verdes. No terço inferior da imagem, há o terreno de terra seca batida na parte mais alta da implantação. O conjunto de dois blocos - principal e secundário - do Palace se estende transversalmente no primeiro e segundo terço da imagem (da esquerda para direita), demonstrando sua fachada leste de cobogós no bloco principal e, ao lado esquerdo, o segundo bloco térreo. O prédio, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do Brasília Palace Hotel foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto. A laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008) e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. "Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas." Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso (AMORIM, 2007, p.118). O Brasília Palace Hotel tornou-se cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). No canto direito, sobre o terreno de terra seca batida com uma árvore seca aparentemente morta, há 2 ônibus Mercedes amarelos, um caminhão branco com a carroceria virada para a câmera e pilhas de terra. Ao lado de uma destas pilhas, um operário anda em direção aos ônibus de transporte dos trabalhadores, enquanto um grupo de cerca de 15 operários se reúne atrás dos montes de terras. Próximo aos trabalhadores, uma estrutura branca cilíndrica e algumas estacas de madeira espalhadas pelo terreno. Escorado na fachada de cobogó, está um andaime metálico para apoio. Abaixo do prédio principal, entre os pilares, estão dois carros, um Ford F100 amarelo e uma Rural Willys. Do lado do bloco secundário térreo do Palace, um funcionário varre o piso da área social, debaixo da marquise. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Sans titre

NOV.B.13 (137)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-137
  • Pièce
  • 2010
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH), no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira-branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. No canto esquerdo, próximo ao estacionamento, alguns homens trabalham no ajardinamento. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
"

Sans titre

NOV.B.13 (136)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-136
  • Pièce
  • 2010
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH) levemente em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. Na margem esquerda da fotografia se enxerga alguns galhos e folhas de um tipo de laranja (Citrus sp.) do pomar próximo ao estacionamento e no canto esquerdo nota-se parte da copa de uma árvore de médio porte (espécie não identificada). O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Sans titre

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