Igreja Nossa Senhora de Fátima (Brasília, DF)

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NOV.B.18 (72)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea do comércio residencial da W3 Sul, na altura da quadra 507/707 sul, onde se localizava o Banco Lowndes S.A. Atrás dos blocos de comércio onde se localiza o Banco Lowndes estão instalações de apoio aos trabalhadores do canteiro de obras. Ao lado direito dessas instalações está a Escola Parque da 308 Sul, uma das primeiras escolas construídas de Brasília e, logo atrás, está a Igrejinha com azulejos de Athos Bulcão (1918-2008), que são obras que compõem a superquadra modelo 308 Sul. Observam-se diversos carros, caminhonetes, caminhões, Jeep Willys, Rural Willys, Kombi, dentre outros veículos a circular pela via W3 e W2 Sul (via marginal, atrás dos comércios). Atrás dos comércios há espaços definidos para estacionamento, bem como faixas de calçamento. No primeiro bloco comercial, no quadrante inferior esquerdo, um homem se locomove na segunda abertura no térreo, da direita para a esquerda. Abaixo do primeiro bloco comercial, próximo da linha inferior da fotografia, está uma região descampada, em terra seca batida, provavelmente ainda em processo construtivo. Na parte inferior da imagem nota-se fragmento de vegetação de Cerrado com espaços desmatados, evidências da intervenção humana e entre as construções nota-se espaços com gramíneas e árvores esparsas.Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Autor da fotografia: Mario Fontenelle. Remissiva B7, B2
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (16)

"Fotografia em cores, formato retrato. Painel de Athos Bulcão (1918-2008), primeira obra do autor em Brasília, nomeado “Natividade” composto por azulejos de 15 x 15 cm para o revestimento externo colocado em 1959 da Igreja Nossa Senhora de Fátima conhecida como Igrejinha Nossa Senhora de Fátima. Realizado em 1957, a pomba branca representa o Divino Espírito Santo e a estrela em preto a estrela da Natividade, ambos sobrepostos ao fundo azul.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (159)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista externa da construção da Igrejinha repleta de andaimes de madeira ainda em processo de finalização da estrutura. Na imagem, vista diagonal do edifício já com o pilar do centro da fachada principal, praticamente finalizada que sustenta a curvilínea, característica típica do formato de catenária (curva que se assemelha a um arco parabólico) central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço composta por laje maciça e apoiada em três pilares, aumentando as solicitações de carga na estrutura, faz parecer um elemento desprovido de peso. Em primeiro plano, piso modificado de aspecto lamacento.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (157)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Nesta está escrito: “Êste santuário, o primeiro de Brasília, foi mandado erigir, em honra de Nossa Senhora de Fátima, por iniciativa da Exma. Sra. D. Sarah Kubitschek (1908-1996), em cumprimento de uma promessa. Brasília 28 de junho de 1958.”
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (155)

"Fotografia em preto e branco, com marcas do tempo, formato paisagem. Em primeiro plano, um terreno modificado urbanisticamente, em segundo plano a parte posterior da Igreja de Nossa Senhora de Fátima com destaque, um maquinário, os pilares esquerdos e direito e posicionados nos fundos da edificação, começam com 350 cm. Os três elementos terminam, no encontro com as vigas da cobertura, com uma altura de 20 cm. No centro, a parte posterior da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, com cinco janelas dispostas em diferentes posições ao lado esquerdo um trabalhador de vestes simples passeando em volta da Igreja e mais atrás umas construções simples de estilo colonial. Ao fundo, vista do Cerrado no horizonte de Brasília, em que atualmente é o Lago Paranoá.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (153)

"Fotografia preto e branco, com marcas de uso, formato paisagem. Vista interna da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, mais precisamente, do altar. Em primeiro plano, quatro pessoas, sendo dois homens brancos, um homem negro e uma mulher sobre bancos genuflexórios (apropriado para orar de joelhos). Ao fundo, da esquerda para a direita da imagem, escultura, figura de Nossa Senhora de Fátima com 2 m e 50 cm de altura, pesando 200 quilos, esculpida em cedro, ornada com ouro de libra e pedras preciosas pelo artista Antônio da Silva Antunes, sobre uma base de madeira com três vasos de flores simples. Sobre a mesa do altar, um tecido bordado com cruz e cálice forra o móvel, além de quatro velas compridas nas laterais, um sacrário (espaço onde se guarda objetos sagrados como a hóstia e relíquias) com uma cruz cristã sobre ela. Na parede, percebe-se que a ausência do afresco de Alfredo Volpi (1896-1988) que foi retirada no começo da década de 1960.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
CONTEXTO HISTÓRICO DA PINTURA DE ALFREDO VOLPI:
As pinturas do afresco de Alfredo Volpi foram destruídas nos anos 1960 e substituídas em 2009, nas obras do Iphan de restauro do templo, por pinturas de Francisco de Fátima Galeno. (RAMOS, 2023, p.168 e Instituto Alfredo Volpi de Arte Moderna, 2014, p. 142). Segundo o arquiteto Luiz Mario Xavier, que escutou de Ítalo Campofiorito (1933-2020) (1933-2020), arquiteto e seu sócio e grande amigo e profissional de confiança de Oscar Niemeyer (1907-2012), que “O padre da Igrejinha procurou dona Sarah Kubitschek (1908-1996), disse que ninguém gostava das pinturas e pedia a liberação para pintar as paredes. Niemeyer concordou com o apagamento das pinturas. Ele falou pessoalmente com Volpi, explicando a questão. Em troca, prometeu que, na construção do Itamaraty, Volpi seria chamado para realizar uma pintura.” (RAMOS, 2023, p.121 - 122). Athos Bulcão (1918-2008) foi enfático em apontar a precariedade técnica dos afrescos volpianos. (RAMOS, 2023, p. 162). Relatos contam que as paredes com as pinturas foram atacadas por mofo. [...] Seja por questões vinculadas à iconografia, seja por questões técnicas - que um bom trabalho de restauro teria recuperado, importa sempre ressaltar -, o apagamento de Volpi da memória da Igrejinha ocorreu desde o princípio, o que indica dificuldades para o acolhimento de sua obra (RAMOS, 2023, p. 163). No processo da nova pintura, tomou-se cuidado ao colocar placas de MDF sobre as paredes e foi sobre essa superfície que as novas pinturas foram realizadas (RAMOS, 2023, p. 173).
CURIOSIDADES SOBRE A IMAGEM/ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:

  1. Foi doada ao Santuário de Brasília pela Revista Portugal- Brasil, de Lisboa, representada pelos Srs. Veloso de Carvalho e Aníbal Contreiras, objetivando estreitar os laços de amizade entre Portugal e o Brasil. (REVISTA BRASÍLIA, nº 28, p. 19)
  2. Quarta-feira, 13 de maio de 1959: [...] Do aeroporto, a imagem é conduzida em carro especial até o núcleo bandeirante, de onde ruma então para o Palácio da Alvorada e, finalmente, ao Santuário de Fátima, doado a Brasília pela Senhora Sarah Kubitschek (1908-1996), Lemos Kubitschek. (DIÁRIO DE BRASÍLIA, Coleção Brasília VI, p. 66, 1959).
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NOV.B.2 (151)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Construção da Igreja Nossa Senhora de Fátima, conhecida como Igrejinha. Em primeiro plano, piso de “chão batido”. Ao centro, vista lateral da Igreja com estruturas, andaimes de madeira estão apoiando os três pilares principais da estrutura e da (apenas o central e o direito estão visíveis). Na parede há uma janela seccionada em três partes que futuramente seria uma porta. Três trabalhadores, localizados de maneira esparsa, pela cobertura, pilar e janela da Igrejinha, estão finalizando o andamento das obras. Na fachada principal, instalação das portas da Igrejinha com o visual de cinco folhas de madeira, com a superfície vazada por figuras geométricas, em dimensões e formatos variados, alternando quadrados e retângulos, que receberam vidro colorido, de origem italiana e um vão, no centro, para a entrada dos visitantes.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (15)

"Fotografia em cores, formato paisagem. À direita da imagem, vista do pilar da fachada principal da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima com altura de 450 cm e uma cruz acima posta transversalmente. Em primeiro plano, grama que circunda o edifício com uma pequena estrutura de madeira no jardim. Ao fundo, construção de dois edifícios residenciais localizados na superquadra 108 Sul, com andaimes nas fachadas e à frente, uma construção de madeira para os trabalhadores. Na foto, há cinco pessoas, aparentando ser cinco homens. À esquerda da imagem, há dois veículos e à direita, algumas árvores.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (149)

"Fotografia preto e branco, com pequenas marcas do tempo, formato retrato. Vista externa da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima. Em primeiro plano, cerrado típico (cerrado sentido restrito) com parte desmatada, restando pouquíssimo da vegetação nativa. Ao centro, corte ativo da Igrejinha, centralizando a cobertura, a fachada e o pilar central, o qual possui uma altura de 450 cm e uma cruz acima, que sustentam a Igrejinha, os quais trazem um aspecto de leveza à estrutura que faz a parecer um elemento desprovido de peso. Ao fundo, edifícios residenciais ainda em fase de construção da 307 Sul, com presenças de andaimes e árvores em volta.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (147)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Igrejinha, mais precisamente, do altar. Da esquerda para a direita, escultura, figura de Nossa Senhora de Fátima com 2 m e 50 cm de altura, pesando 200 quilos, esculpida em cedro, ornada com ouro de libra e pedras preciosas pelo artista Antônio da Silva Antunes, abaixo, uma placa descritiva: “EIS AÍ TUA MÃE! Ao te ajoelhares a seus pés! Olhos de mãe te contemplam! Mãos de mãe te abençoam! Coração de mãe te consola! ”. Sobre uma base com flores; altar da Igreja com quatro castiçais, dois arranjos simples de flores e ao centro um sacrário (espaço onde se guarda objetos sagrados como a hóstia e relíquias) com uma cruz cristã sobre ela. Ao fundo, na parede do altar, o afresco de Alfredo Volpi (1896-1988). À esquerda e à direita no afresco, doze bandeirinhas, a identidade marcante de Volpi que representa seu gosto pelos objetos simples e popular, e à direita as figuras de Nossa Senhora de Fátima, segurando uma pequena flor na mão esquerda e o Menino Jesus em seu lado direito, este segurando um globo. Ambas as representações não possuem feições. No canto direito da fotografia, uma mulher negra com roupa simples e um lenço na cabeça.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
CONTEXTO HISTÓRICO DA PINTURA DE ALFREDO VOLPI:
As pinturas do afresco de Alfredo Volpi foram destruídas nos anos 1960 e substituídas em 2009, nas obras do Iphan de restauro do templo, por pinturas de Francisco de Fátima Galeno. (RAMOS, 2023, p.168 e Instituto Alfredo Volpi de Arte Moderna, 2014, p. 142). Segundo o arquiteto Luiz Mario Xavier, que escutou de Ítalo Campofiorito (1933-2020), arquiteto e seu sócio e grande amigo e profissional de confiança de Oscar Niemeyer (1907-2012), que “O padre da Igrejinha procurou dona Sarah Kubitschek (1908-1996), disse que ninguém gostava das pinturas e pedia a liberação para pintar as paredes. Niemeyer concordou com o apagamento das pinturas. Ele falou pessoalmente com Volpi, explicando a questão. Em troca, prometeu que, na construção do Itamaraty, Volpi seria chamado para realizar uma pintura.” (RAMOS, 2023, p.121 - 122). Athos Bulcão (1918-2008) foi enfático em apontar a precariedade técnica dos afrescos volpianos. (RAMOS, 2023, p. 162). Relatos contam que as paredes com as pinturas foram atacadas por mofo. [...] Seja por questões vinculadas à iconografia, seja por questões técnicas - que um bom trabalho de restauro teria recuperado, importa sempre ressaltar -, o apagamento de Volpi da memória da Igrejinha ocorreu desde o princípio, o que indica dificuldades para o acolhimento de sua obra (RAMOS, 2023, p. 163). No processo da nova pintura, tomou-se cuidado ao colocar placas de MDF sobre as paredes e foi sobre essa superfície que as novas pinturas foram realizadas (RAMOS, 2023, p. 173).
CURIOSIDADES IMAGEM/ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:

  1. Foi doada ao Santuário de Brasília pela Revista Portugal- Brasil, de Lisboa, representada pelos Srs. Veloso de Carvalho e Aníbal Contreiras, objetivando estreitar os laços de amizade entre Portugal e o Brasil. (REVISTA BRASÍLIA, nº 28, p. 19)
  2. Quarta-feira, 13 de maio de 1959: [...] Do aeroporto, a imagem é conduzida em carro especial até o núcleo bandeirante, de onde ruma então para o Palácio da Alvorada e, finalmente, ao Santuário de Fátima, doado a Brasília pela Senhora Sarah Kubitschek (1908-1996), Lemos Kubitschek. (DIÁRIO DE BRASÍLIA, Coleção Brasília VI, p. 66, 1959).
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