Igreja Nossa Senhora de Fátima (Brasília, DF)

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Igreja Nossa Senhora de Fátima (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (121)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-121
  • Item
  • 05/07/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista lateral da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em destaque, há presença de três pilares, sendo um central, com altura de 450 cm e uma cruz em cima e as outras duas na lateral esquerda com a altura de 350 cm, que sustentam a Igrejinha, os quais são de concreto armado e trazem um aspecto de leveza à estrutura que faz a cobertura com área total de 362,5 m² foi dividida em seis lajes apoiadas em cinco vigas invertidas, com espessuras que variam de 10 cm no trecho curvo como uma catenária (curva que se assemelha a um arco parabólico) central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço composta por laje maciça e apoiada em três pilares, aumentando as solicitações de carga na estrutura, faz parecer um elemento desprovido de peso. A cobertura com espessura variável de 90 cm de altura no trecho central, diminuindo suavemente para 25 cm, à medida que se aproximam dos três pilares de apoio formada por materiais leves, apoiada em um conjunto de treliças metálicas suportadas por quatro pilares e dois muros de alvenaria de pedra. A parede está ainda inacabada sem os azulejos do Athos Bulcão (1918-2008), que foram colocados em 1959, ao fundo há uma janela traseira transversal seccionada em três partes. Em frente da “Igrejinha”, no caminho de entrada um homem em pé e outro sentado em um banco simples conversando, outro dois homens aparentemente manipulando uma das portas da Igrejinha, as quais detém um visual de cinco folhas de madeira, com a superfície vazada por figuras geométricas, em dimensões e formatos variados, alternando quadrados e retângulos, que receberam vidro colorido, de origem italiana e um vão, no centro, para a entrada dos visitantes, com gramado plantado rodeando a construção. Ao fundo, da esquerda para a direita, uma máquina protegida por uma estrutura improvisada com teto e troncos de madeira e o depósito da Novacap fechado,em sua entrada, por uma vegetação típica do cerrado. No outro extremo, casas simples próprias para a moradia com cercamento e dois homens passeando em seu entorno.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.2 (123)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-123
  • Item
  • 12/09/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Vista diagonal da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em destaque, há presença de três pilares, sendo um central, com altura de 450 cm e uma cruz em cima e as outras duas na lateral esquerda com a altura de 350 cm, que sustentam a Igrejinha, os quais são de concreto armado e trazem um aspecto de leveza à estrutura que faz a cobertura com área total de 362,5 m² foi dividida em seis lajes apoiadas em cinco vigas invertidas, com espessuras que variam de 10 cm no trecho curvo como uma catenária (curva que se assemelha a um arco parabólico) central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço composta por laje maciça e apoiada em três pilares, aumentando as solicitações de carga na estrutura, faz parecer um elemento desprovido de peso. A cobertura com espessura variável de 90 cm de altura no trecho central, diminuindo suavemente para 25 cm, à medida que se aproximam dos três pilares de apoio formada por materiais leves, apoiada em um conjunto de treliças metálicas suportadas por quatro pilares e dois muros de alvenaria de pedra. Na lateral, há a presença de uma janela transversal seccionada em três partes. Na fachada posterior do edifício, há quatro janelas dispostas em diferentes posições. Ao fundo, uma passarela frontal da Igreja Nossa Senhora de Fátima com dois homens de vestes brancas conversando atrás de construções ainda inacabadas de um edifício do comercial da 308 que detém diversos andaimes e uma escada temporária utilizada para construção. Na extrema direita, algumas árvores do Cerrado.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.2 (125)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-125
  • Item
  • 06/08/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Na cobertura, é possível visualizar as seis lajes apoiadas em cinco vigas invertidas, com espessuras que variam de 10 cm no trecho curvo como uma catenária (curva que se assemelha a um arco parabólico) central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço composta por laje maciça e apoiada em três pilares, aumentando as solicitações de carga na estrutura, faz parecer um elemento desprovido de peso. A cobertura com espessura variável de 90 cm de altura no trecho central, diminuindo suavemente para 25 cm, à medida que se aproximam dos três pilares de apoio formada por materiais leves, apoiada em um conjunto de treliças metálicas suportadas por quatro pilares e dois muros de alvenaria de pedra, nos quais apenas dois são vistos na fotografia, do sistema estrutural desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). A Igrejinha é cercada por uma praça triangular e ao lado direito da fotografia, parte do terreno que atualmente é parte de uma das várias superquadras do projeto urbano de Lucio Costa para a nova capital. Ao redor da construção, observa-se chão de terra batida.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal
"

Untitled

NOV.B.2 (127)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-127
  • Item
  • 06/08/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Em primeiro plano, um cercado de madeira simples, com um solo de “chão de terra batida” e ao lado vegetação rasteira do Cerrado, que possivelmente se encontra nesse estado pela ação humana de remoção da vegetação. Duas casas simples de madeira em sua entrada com dois homens aparentemente uniformizados ao seu redor. Ao longo da via, há três postes de luz elétrica de estrutura simplória. Em segundo plano, vista aérea da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em destaque, o pilar central, com altura de 450 cm e uma cruz em cima e outros duas na lateral esquerda com a altura de 350 cm, que sustentam a Igrejinha, tais pilares trazem um aspecto de leveza à estrutura que faz a cobertura parecer um elemento desprovido de peso. A cobertura com espessura variável de 90 cm de altura no trecho central, diminuindo suavemente para 25 cm, à medida que se aproximam dos três pilares de apoio formada por materiais leves, apoiada em um conjunto de treliças metálicas suportadas por quatro pilares e dois muros de alvenaria de pedra. À frente, uma passarela frontal com uma escadaria e placa de boas-vindas. Na lateral da Igrejinha, uma janela traseira transversal está seccionada em três partes e na parte posterior, duas janelas dispostas uma na vertical e outra horizontal cobertas pela sombra da da Igrejinha. No perímetro da Igreja, um homem com vestes simples está caminhando em direção a entrada da igreja. Mais ao fundo, um grande cercado de madeira circundando um grande edifício comercial da 107 Sul, ainda em fase de construção avançada com andaimes e escadas temporárias. No estacionamento, nota-se a aparição de caminhonetes e diversos edifícios baixos ao redor com teto íngreme. Na parte posterior do edifício, duas vias de “chão de terra batida” que atualmente é a W1, popularmente conhecida como “Eixinho”, e a W3 Norte. Na parte superior, há vegetação. Ao lado direito das vias, um cercado de madeira com diversos domicílios de construções simples e uma vegetação típica do Cerrado em volta. Ao longo do terreno, duas casas bem espaçadas geograficamente de dimensões bastante superiores aos domicílios vizinhos. No horizonte, há mais vegetação que se estende pelo mesmo.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Untitled

NOV.B.2 (129)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-129
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Em primeiro plano, poste de madeira simples de madeira com fiação elétrica, em baixo, um grupo de quatro homens com veste simplórias situados em um terreno desbravado típico de “chão batido”. Em segundo plano, vista lateral da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em destaque, aparece um elemento desprovido de peso formado por materiais leves, apoiada em um conjunto de treliças metálicas suportadas por quatro colunas e, topo, uma cruz. Há dois pilares, o pilar central da frente, com uma cruz, acima da Igreja possui uma altura de 450 centímetros e de trás uma altura de 350 centímetros. A lateral do edifício, ainda não está pintada com os afrescos de Athos Bulcão (1918-2008), mas possui a presença da janela traseira transversal seccionada em três partes. A frente, uma escada compõem o elemento inicial da entrada da Igrejinha que se depara com as três portas da Igrejinha com o visual de cinco folhas de madeira, o qual tem a superfície vazada por figuras geométricas, em dimensões e formatos variados, alternando quadrados e retângulos, que receberam vidro colorido, de origem italiana e um vão, no centro, para a entrada dos visitantes. Ao fundo, da esquerda para a direita, há três edifícios encadeados, lado a lado, bastante similares em sua estrutura localizados na quadra 307 sul. Uma estrutura ainda inacabada de andaimes de madeira e uma escada temporária possui uma passarela ainda em construção, a qual três trabalhadores estão finalizando sua lateral. Quatro trabalhadores ocupando-se na extração de madeira utilizando como transporte e locomoção, uma caminhonete. Estão cercados por uma grade que destaca-se com o dizeres de uma faixa escrita “Viva Nossa Mãe Rainha do Rosário de Fátima"". No lado direito da Igrejinha, novamente um cercado, porém de dimensões menores, com uma edificação simples de madeira que serve como bazar. Em seguida, árvores do Cerrado, um carro antigo numa via de “chão batido” e três edifícios de madeira com teto bastante íngremes.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.2 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-13
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da construção da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima. Em primeiro plano, piso modificado com a presença de um caminhão Chevrolet GMC transportando quatro homens na carroceria. Logo atrás, cerrado típico com alterações humanas como remoção de parte da vegetação e abertura de estradas. Ao centro, estruturas de andaimes em madeira e barras de metal que sustentam a construção dos pilares. A cobertura com espessura variável de 90 cm de altura no trecho central, diminuindo suavemente para 25 cm, à medida que se aproximam dos três pilares de apoio formada por materiais leves, apoiada em um conjunto de treliças metálicas suportadas por quatro pilares e dois muros de alvenaria de pedra. Há a presença de três pilares, sendo um central, com altura de 450 cm e uma cruz em cima e as outras duas na lateral esquerda com a altura de 350 cm, que sustentam a Igrejinha, os quais são de concreto armado e trazem um aspecto de leveza à estrutura que faz a cobertura com área total de 362,5 m² foi dividida em seis lajes apoiadas em cinco vigas invertidas, com espessuras que variam de 10 cm no trecho curvo como uma catenária (curva que se assemelha a um arco parabólico) central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço composta por laje maciça e apoiada em três pilares, aumentando as solicitações de carga na estrutura, faz parecer um elemento desprovido de peso. Além disso, há piso modificado e trabalhadores nos arredores do edifício. Ao fundo, da esquerda para a direita, parte da cobertura do depósito da Novacap voltado para a via W2 Sul, ao lado da W3 Sul, na quadra 508 Sul, e moradias provisórias dos trabalhadores em madeira, com cerrado típico antropicamente alterado à frente.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Untitled

NOV.B.2 (131)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-131
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista externa da construção da Igrejinha. Em destaque, evidencia-se o pilar central da Igrejinha, de altura de 450 cm, notabilizando sua leve curvatura. Em cima do pilar nota-se a cruz da Igreja de Nossa Senhora de Fátima e sua com área total de 362,5 m² com espessuras que variam de 10 cm no trecho curvo central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço, mais atrás destaca-se a sombra projetada da “Igrejinha” sobre um casal mirando os avisos da igreja e um homem olhando para trás, ambos estão escorados em três painéis de madeira de autoria de Athos Bulcão (1918-2008) e um pequeno vão que provavelmente serviu de entrada. Ao fundo, na extrema esquerda, dois homens na sombra aparentemente de meia idade, sentados em um banco de madeira e na extrema direita vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Imediatamente atrás um tronco de madeira retorcidas, uma cerca simples de madeira e três placas, uma delas pertencente à construção da Escola Parque da 308.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Untitled

NOV.B.2 (133)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-133
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Vista interna da Igrejinha, mais precisamente, do altar. Em primeiro plano, dois homens e uma mulher em frente ao altar de Nossa Senhora de Fátima. Escultura, figura de Nossa Senhora de Fátima com 2 m e 50 cm de altura, pesando 200 quilos, esculpida em cedro, ornada com ouro de libra e pedras preciosas pelo artista Antônio da Silva Antunes, sobre uma base de madeira com três vasos de flores simples. À esquerda abaixo do altar, um pequeno banco genuflexório, que é apropriado para orar de joelhos e ao lado direito, na placa abaixo da figura de Nossa Senhora de Fátima está escrito: “EIS AÍ TUA MÃE! Ao te ajoelhares a seus pés! Olhos de mãe te contemplam! Mãos de mãe te abençoam! Coração de mãe te consola! ”. Na parede da Igrejinha há uma iluminação com arandela simples e uma das janelas da lateral do edifício.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
CURIOSIDADES DA IMAGEM/ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:

  1. Foi doada ao Santuário de Brasília pela Revista Portugal- Brasil, de Lisboa, representada pelos Srs. Veloso de Carvalho e Aníbal Contreiras, objetivando estreitar os laços de amizade entre Portugal e o Brasil. (REVISTA BRASÍLIA, nº 28, p. 19)
  2. Quarta-feira, 13 de maio de 1959: [...] Do aeroporto, a imagem é conduzida em carro especial até o núcleo bandeirante, de onde ruma então para o Palácio da Alvorada e, finalmente, ao Santuário de Fátima, doado a Brasília pela Senhora Sarah Kubitschek (1908-1996), Lemos Kubitschek. (DIÁRIO DE BRASÍLIA, Coleção Brasília VI, p. 66, 1959).
    "

Untitled

NOV.B.2 (135)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-135
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Igrejinha, mais precisamente, do altar. Em primeiro plano, três pessoas rezando, duas mulheres brancas uma trajada com roupa listrada (à esquerda) e a outra vestindo uma camisa de manga comprida com seis botões na parte de trás, além disso está presente um homem branco com camisa polo social. Em segundo plano, no altar da Igreja, quatro castiçais, dois arranjos simples de flores e ao centro um sacrário (espaço onde se guarda objetos sagrados como a hóstia e relíquias) com uma cruz cristã sobre ela. Ao fundo, na parede do altar, o afresco de Alfredo Volpi (1896-1988) apresenta-se com doze bandeirinhas, identidade marcante do autor que representa apreço pelos objetos simples e populares, e à direita as figuras de Nossa Senhora de Fátima, segurando uma pequena flor na mão esquerda e o Menino Jesus ao seu lado direito, segurando um globo. Ambas as representações não possuem feições.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
CONTEXTO HISTÓRICO DA PINTURA DE ALFREDO VOLPI:
As pinturas do afresco de Alfredo Volpi foram destruídas nos anos 1960 e substituídas em 2009, nas obras do Iphan de restauro do templo, por pinturas de Francisco de Fátima Galeno. (RAMOS, 2023, p.168 e Instituto Alfredo Volpi de Arte Moderna, 2014, p. 142). Segundo o arquiteto Luiz Mario Xavier, que escutou de Ítalo Campofiorito (1933-2020), arquiteto e seu sócio e grande amigo e profissional de confiança de Oscar Niemeyer (1907-2012), que “O padre da Igrejinha procurou dona Sarah Kubitschek (1908-1996), disse que ninguém gostava das pinturas e pedia a liberação para pintar as paredes. Niemeyer concordou com o apagamento das pinturas. Ele falou pessoalmente com Volpi, explicando a questão. Em troca, prometeu que, na construção do Itamaraty, Volpi seria chamado para realizar uma pintura.” (RAMOS, 2023, p.121 - 122). Athos Bulcão (1918-2008) foi enfático em apontar a precariedade técnica dos afrescos volpianos. (RAMOS, 2023, p. 162). Relatos contam que as paredes com as pinturas foram atacadas por mofo. [...] Seja por questões vinculadas à iconografia, seja por questões técnicas - que um bom trabalho de restauro teria recuperado, importa sempre ressaltar -, o apagamento de Volpi da memória da Igrejinha ocorreu desde o princípio, o que indica dificuldades para o acolhimento de sua obra (RAMOS, 2023, p. 163). No processo da nova pintura, tomou-se cuidado ao colocar placas de MDF sobre as paredes e foi sobre essa superfície que as novas pinturas foram realizadas (RAMOS, 2023, p. 173)."

Untitled

NOV.B.2 (137)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-137
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  • 1958 - 1959
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"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista externa da Igrejinha no período noturno. Ao centro, a entrada da Igrejinha com o painel de madeira em treliça e nas laterais o painel de Athos Bulcão (1918-2008), primeira obra do autor em Brasília, nomeado “Natividade” composto por azulejos de 15 x 15 cm para o revestimento externo colocado em 1959. O pilar central, localizado na entrada do prédio, inicia-se com uma altura de 450 cm e os pilares posicionados nos fundos da edificação, começam com 350 cm. Os três elementos terminam, no encontro com as vigas da cobertura, com uma altura de 20 cm. Nas laterais, luzes de dois postes de iluminação pública com a Igrejinha ao centro da fotografia. Em sua fachada, porta principal de madeira e o vulto de duas pessoas. É possível visualizar o formato curvo da cobertura, em formato de catenária (curva que se assemelha a um arco parabólico) central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço composta por laje maciça e apoiada sobre os três pilares, aumentando as solicitações de carga na estrutura, faz parecer um elemento desprovido de peso. Ao fundo, iluminação de uma das fachadas da Escola Parque 308 Sul.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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