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NOV.B.18 (93)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-93
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas e riscos brancos. Registro térreo do Trevo do Aeroporto, responsável pela conexão viária da Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) e a Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção capital (1956-1958). No registro, parte da extensão viária do “Balão do Aeroporto” com processo de pavimentação avançado, aparentando estar em funcionamento devido a passagem de um veículo Jeep Willys de cor escura. À esquerda e à direita do registro, parte do canteiro e o centro do balão com presença de gramíneas e solo terroso aparente; pequenas estacas de madeira para demarcação dos limites da via. Ao fundo, às margens da via, há a presença de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No plano de fundo, após a vegetação, notam-se parte dos conjuntos residenciais das Superquadras, apresentando níveis diferentes de processo construtivo: onde alguns aparentam processo de obra, devido ao aspecto de fachadas vazadas e empenas cegas (fachada sem aberturas, janelas ou portas) ainda em concreto aparente e esqueletos estruturais em evidência; enquanto outros apresentam detalhamentos mais específicos, aparentando estarem finalizados ou em processo de finalização devido a falta de andaimes, com destaque das esquadrias colocadas e pinturas nas fachadas. Os conjuntos residenciais, conforme descritas por Lucio Costa (1902-1998), foram denominadas e pertencentes a Escala Residencial, sendo esta constituída de “superquadras, quadriláteros medindo 240 x 240 ms., rodeada por uma área arborizada de 20 m de largura e localizadas de cada lado do eixo monumental Norte-Sul” (Castro, 1960, p.73).
"

Sans titre

NOV.B.18 (92)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-92
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção do Eixo Rodoviário Sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Ao centro, o canteiro que corta o centro das vias da marginal do Eixo Rodoviário Sul, este que é formado por três vias que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central). Trabalhando no paisagismo do canteiro estão cinco trabalhadores: um mais à esquerda, próximo a pista, leva uma mão a cabeça e outra na cintura e parece usar bermuda, camisa e um chapéu; um curvado mexe com a pilha de terra e veste roupas claras; e um grupo de três homens, próximos à via central, revolvem terra em posições diferentes. À direita do último grupo de trabalhadores, um homem de calças escuras e camisa clara caminha na pista central (eixão) em direção ao canteiro. No canteiro há três mudas de médio porte de palmeira plantadas e outras mudas de árvores dispersas, de pequeno e médio porte, também presentes na lateral esquerda, ao fundo, entre as tesourinhas e eixos W e L. O terreno ainda não recebeu grama plantada, mas estava sendo preparado com terra - como é possível ver as pilhas de terra escura. No plano do horizonte vê-se uma sequência de prédios de, provavelmente, uma superquadra das 200 sul e, à direita, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com alguns edifícios residenciais ao fundo. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
"

Sans titre

NOV.B.18 (90)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-90
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Observa-se a via duplicada da W3 Sul e construções comerciais com marquises do lado esquerdo das pistas. Atrás estão prédios das quadras 300, separados do comércio pela construção da via W2 Sul. Notam-se instalações de apoio ao trabalhadores e pilhas de materiais na região da pista a ser delimitada. Na W3, diversos carros transitam, do lado direito está uma Rural Willys com, ao menos, três pessoas no veículo e mais carros a frente seguem o fluxo oposto da direção do fotógrafo. Tangente à pista, na calçada, dois grupos de pessoas se aglomeram: o primeiro grupo, mais distante, contém quatro pessoas em que uma delas é uma mulher. O segundo grupo, mais próximo do fotógrafo, é composto por cinco pessoas, sendo quatro crianças em posição descontraída e vestes escolares e um homem que acena na direção do autor da imagem, está com vestes formais e uma maleta, e todos parecem observar a ação do fotógrafo. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
"

Sans titre

NOV.B.18 (89)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-89
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção dos viadutos do Eixo Rodoviário Sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista do viaduto do Eixo W, com um Fusca passando acima e outros dois Fuscas Cruzando transversalmente abaixo. As pistas estão com as delimitações (meio-fio) praticamente concluídas, alguns trechos ainda se vê a concentração de materiais de construção. Nos canteiros e nas regiões próximas aos blocos residenciais existem árvores de médio e grande porte, possivelmente colocadas e planejadas dentro do plano de paisagismo da cidade. No plano de fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte. Abaixo, logo atrás dos viadutos, há uma edificação com cartaz em que na inscrição visível lê-se “Paulista”. Ao lado direito, estão os blocos residenciais da quadra 200 sul. No canteiro direto, próximo às árvores, está um homem de calça social escura e camisa social clara carregando uma maleta, caminhando em direção ao fotógrafo. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
"

Sans titre

NOV.B.18 (88)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-88
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista de uma janela de um prédio comercial, na região das 500 sul. Observa-se a grande concentração de veículos estacionados, principalmente no canteiro central e transeuntes caminhando na calçada do comércio e entre os carros. Alguns dos veículos presentes são: Jeep Willys, Rural Willys, Caminhonete Ford F-100, Aero Willys, Plymouth Special Deluxe 1948 e caminhões Ford. À esquerda da via principal da W3 sul estão as residências duplex da Caixa Econômica, com uma árvore de grande porte na lateral esquerda dos prédios. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
"

Sans titre

NOV.B.18 (87)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-87
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção dos viadutos do Eixo Rodoviário Sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea de uma tesourinha/trevo de saída/entrada da superquadra 108 sul, onde se vê que a pista ainda está sendo asfaltada e que um dos retornos da tesourinha não foi executado. Uma kombi está parada próxima a placa sinalizadora de fim de trecho, por conta da execução das obras.Entre os eixos e tesourinhas, há diversas árvores nativas do Cerrado de tamanhos diversos, sobre terrenos descampados, em que posteriormente colocaram gramas. Ao fundo, do lado esquerdo, estão alguns prédios residenciais da 208 sul e, do lado direito destes prédios, estão construções de edifícios correspondentes à superquadra 408, onde nota-se o prédio sem pilotis (sem apoios de pilares que garantam vão livre no seu térreo), blocos estes que receberam a alcunha de prédio JK. Os primeiros sete prédios JK foram construídos pela NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), entre 1959 e 1961, na quadra 408 sul e foram projetados por Oscar Niemeyer (1907-2012). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.

Sans titre

NOV.B.18 (85)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-85
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção de um viaduto do Eixo Rodoviário, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista diagonal da entrada do viaduto, possivelmente do trevo/tesourinha de entrada da superquadra. Ao redor de toda a estrutura em concreto, há terra solta que receberá gramado e asfaltamento. Vegetação do Cerrado típico (cerrado sentido amplo) na parte superior do terreno, ao fundo. À frente da vegetação, sobre o terreno de terra solta, manilhas estão distribuídas. Abaixo, engastado no aterro, tem uma tubulação de drenagem com três manilhas empilhadas. Há uma instalação simples tangente à estrada de terra, próximo ao limite direito do retrato. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
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Sans titre

NOV.B.18 (82)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-82
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura o Eixo Rodoviário Sul e construção ao redor, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea do Eixo Rodoviário Sul da extremidade, onde se encontra o trevo de entrada à pista central do Eixo. Vê-se as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), sendo que entre o Eixo Rodoviário e os Eixos W e L, há árvores de médio porte esparsas. No quadrante superior esquerdo há prédios em construção nas regiões das superquadras 100. No quadrante inferior esquerdo está uma parte metálica do avião ou helicóptero do qual o fotógrafo capturou a imagem. Abaixo está uma alça da pista central (provavelmente um retorno) que passa por baixo da via de seis faixas. Ao centro da fotografia estão as vias que compõem o Eixo Rodoviário, sendo que em seu canteiro tem-se valas recém cavadas (devido à terra mais escura e revolvida acima), possivelmente destinadas a receber tubulação de drenagem da pista. No quadrante inferior direito tem-se o mesmo cenário que do lado esquerdo, mas na região superior já se encontram prédios das superquadras 400 sul. Nas laterais da fotografia é possível observar fragmentos de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
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Sans titre

NOV.B.18 (81)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-81
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção dos trevos/tesourinhas de entrada de uma superquadra, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém pontos esbranquiçados. Vista aérea de parte das três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central) e das tesourinhas de entrada/saída de uma superquadra, onde vemos na pista marginal inferior dois grupos de homens na via: o primeiro grupo, com dois homens que caminham para fora de uma pista de entrada de quadra; o segundo grupo contém quatro homens que estão lado a lado, no canteiro das duas vias; seis homens estão dispersos na pista e canteiros. Entre as vias há apenas terra batida e na lateral esquerda árvores de méio porte esparsas, e fragmento de cerrado típico (cerrado sentido restrito) já bastante modificado pela ação humana na parte superior. Próximo ao limite direito da fotografia estão as duas passagens subterrâneas para pedestres que cortam as três vias do Eixo Rodoviário, para facilitar o fluxo de pessoas das quadras inferiores para as superiores e vice-versa. Lucio Costa (1902-1998) pensou na unidade de vizinhança como característica principal do tecido urbano, ampliando a liberdade de movimentação das pessoas por meio de passagens para pedestres que atravessavam a cidade em um nível inferior. Estas passagens estão presentes tanto nos edifícios do congresso, como nas transversais de quadras sendo lojas e comércios previstos para movimentar essas passagens. No Eixo Rodoviário Sul as passagens subterrâneas para pedestre se encontram ao sul das tesouras e no Eixo Norte, estão ao norte das tesouras das quadras. Atualmente as passagens são pouco utilizadas ou evitadas devido à insegurança que trazem ao transeunte, sendo passagens escuras e que mudaram em relação ao projeto original (não receberam lojas, mal iluminadas e ganharam escadas e esquinas para vencer a topografia, atrapalhando o fluxo livre) (Arnhold, 2018).

Sans titre

NOV.B.18 (79)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-79
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção de edifícios, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém pontos esbranquiçados e uma mancha no centro da porção superior. À direita as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central) estão movimentadas, principalmente a via Eixo W (eixinho oeste), próxima aos alojamentos, em que nela passam diversos carros e caminhões. No quadrante inferior esquerdo, no lote delimitado por tapumes contém pilhas de materiais, um grupo de trabalhadores dispersos, uma instalação pequena de apoio e um outdoor ao centro. À frente do lote, uma vala foi feita para instalação da tubulação de drenagem de águas. Nas laterais nota-se fragmentos de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e entre o Eixo Rodoviário e os Eixos L e W, árvores esparsas de pequeno e médio porte, nativas do Cerrado. Ao fundo, no quadrante superior esquerdo, tem-se as edificações de uma superquadra (possivelmente a 102 sul), prontas. No plano de fundo, observa-se parte dos edifícios ministeriais localizados na Esplanada dos Ministérios e,atrás do conjunto de prédios à direita (202 sul), vê-se a extensão das duas torres do Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
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