Iconográfico

Taxonomy

Code

Scope note(s)

Source note(s)

Display note(s)

Hierarchical terms

Iconográfico

Equivalent terms

Iconográfico

Associated terms

Iconográfico

510 Archival description results for Iconográfico

510 results directly related Exclude narrower terms

NOV.D.1 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-32
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, em Washington, D.C., nos Estados Unidos. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas circundando uma mesa de reunião aparentemente de madeira com diversos papéis, um cinzeiro e dois microfones sobre o mesmo. Uma dessas figuras é o militar e político brasileiro Ernâni do Amaral Peixoto (1904-1989), o qual está assinando papéis. Ele foi governador do Rio de Janeiro nas décadas de 30, 40 e 50 e senador pelo Rio de Janeiro de 1971 a 1987. Todos os homens vestem roupas formais (paletó, calça e gravata). Ao fundo, um painel que aparenta ser de metal perfurado com diversas fotografias da construção de Brasília, um mapa do Brasil mostrando a distância de Brasília para as demais capitais dos estados brasileiros, um mapa do Plano Piloto de Brasília, uma fotografia da maquete física do Palácio da Alvorada e parte de um texto escrito “The new capital of Brazil” (tradução: “A nova capital do Brasil”). À esquerda, há a bandeira dos Estados Unidos em haste de tripé.
Esta fotografia aparece na Revista Brasília nº 11 de 1957, página 18.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Untitled

NOV.D.1 (29)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-29
  • Item
  • 25/05/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, na Feira Internacional do Campo em Madri, Espanha, em 25 de maio de 1959. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas estão observando o expositor com o desenho do Plano Piloto de Brasília e de um mapa que pressupõe-se ser das rodovias que interligam Brasília. Uma dessas figuras é o embaixador brasileiro João Pizarro Gabizo Coelho Lisboa (1899-?) o qual está olhando e apontando para a expositor. Ele foi embaixador em Madri entre os períodos 02/07/1956 e 14/06/1963. Todas as figuras masculinas estão com vestes formais (paletó, calça e gravata). Ao fundo, uma fotografia da fachada frontal do Palácio da Alvorada e uma placa escrita “Brasil” logo acima.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA EXPOSIÇÃO NA FEIRA INTERNACIONAL DO CAMPO EM MADRI:
“Atendendo ao desejo de Juscelino em tornar internacionalmente conhecida a grande obra de seu governo, foi realizada em Madri a Exposição Brasília. Inaugurado na Feira Internacional do Campo, o stand brasileiro contou com a visita dos principais ministros do governo espanhol além da visita de Francisco Franco e sua esposa. Segundo o relatório diplomático do “Mês cultural”, o Generalísimo visitou demoradamente a exposição, “demonstrando grande interesse em conhecer pormenores de vários dos principais edifícios de Brasília.” Coelho Lisboa afirmou também que Franco teria observado que assim como Brasília, Madri era uma das raras, senão a única capital que ocupava o centro geográfico do país. A alegação oficial de que a nova capital promoveria a integração do país certamente chamou a atenção do Caudillo, que via a posição geográfica de Madri um símbolo do que almejava em termos culturais e políticos: unidade e centralismo.” (SOUZA, 2009, p.243).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Untitled

NOV.B.22 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-22-2
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Mosaico aerofotogramétrico da construção do Plano Piloto e áreas periféricas. Data provável: a partir de 1957. No centro, observa-se as edificações ministeriais da Esplanada, e o Eixo Monumental em direção ao Vértice 8, em formato de círculo. No extremo do Eixo Monumental, é possível identificar a pista de aviação Vera Cruz, local que posteriormente seria a Rodoferroviária de Brasília (projeto de Oscar Niemeyer, 1973-1981) e que atualmente abriga o Shopping Popular e órgãos do governo local. Na parte superior, observa-se a delimitação da Asa Sul, constando as quadras 100, 200, 300, 500 e 700. Observa-se edificações das quadras 105, 106, 107, 108, 206, 207, 208, 305, 306, 307, 506, 507, sendo que nas quadras 708 a 713 se concentrava um conjunto de casas populares. Boa parte das casas foi construída pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP), que serviriam de residência para os servidores públicos advindos do Rio de Janeiro. As linhas indicam vias para tráfego de veículos. É possível identificar cursos d'água na imagem, como os córregos Riacho Fundo e Gama na parte superior e o Bananal na área inferior. Autor: GEOFOTO Fotografias Aéreas LTDA. Imagem mais ampla da mesma aerofotogrametria pode ser encontrada no B.22 (1) e outras imagens aérea no grupo/maço B.18.

Untitled

NOV.B.22 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-22-1
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Mosaico aerofotogramétrico da construção do Plano Piloto e arredores. Data provável: a partir de 1957. Do lado esquerdo, observa-se a delimitação da Asa Sul, constando as quadras 100, 200, 300, 500 e 700. Verifica-se edificações localizadas nas quadras 105, 106, 107, 108, 206, 207, 208, 305, 306, 307, 506, 507, sendo que nas quadras 708 a 713 concentravam-se conjuntos de casas populares. Boa parte das casas foram construídas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP), com o propósito de servirem de residências para os servidores públicos advindos do Rio de Janeiro. Ainda, ao lado esquerdo, canto superior, avista-se a Candangolandia, local do escritório e acampamento da NOVACAP e, ao centro, está o Aeroporto Internacional de Brasília (atual aeroporto internacional Presidente Juscelino Kubitschek) em sua fase inicial com o primeiro terminal de passageiros e a primeira pista de operações, obra realizada pela Companhia Metropolitana, coordenada pelo engenheiro Atahualpa Schmitz Prego (1926 - 2020). No centro da fotografia, na parte inferior, é possível observar as edificações ministeriais da Esplanada dos Ministérios, e o Eixo Monumental em direção ao Vértice 8, em formato de círculo. No extremo do Eixo Monumental é possível identificar a pista de aviação Vera Cruz (continha 2.700 metros) (SILVA, 2006, p. 105) que posteriormente seria a Rodoferroviária de Brasília (projeto de Oscar Niemeyer, 1973-1981) e que atualmente abriga o Shopping Popular e órgãos do governo local. As linhas indicam vias para tráfego de veículos. É possível identificar cursos d'água na imagem, como os córregos Riacho Fundo e Gama no lado esquerdo e o Bananal no lado direito. Autor: GEOFOTO Fotografias Aéreas LTDA (Revista Brasília, jun. 1958, p. 3). Imagem mais ampla da mesma aerofotogrametria pode ser encontrada no B.22 (2) e outras imagens aérea no grupo/maço B.18.

Untitled

NOV.B.21 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-9
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via, se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e pequenos troncos sobre o solo. Na linha do horizonte, a presença de parte da vegetação do Cerrado, possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito).
"

Untitled

NOV.B.21 (52)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-52
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de parte das placas de identificação às margens de uma estrada interna ainda sem pavimentação, possivelmente responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 9 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, sendo possível identificar algumas, lê-se: Monac; Aço Torsima S.A.; Emulpress - Obras dos Ministérios; Construtora Planalto; Estacas Franki LTDA. - Acampamento Escritório; IRB - Instituto de Resseguros do Brasil - Edifício “Seguradoras”. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Atrás das placas, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparenta uso de maquinário para retirada e planificação de terra. Em plano de fundo, há a presença de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre a camada contínua de gramíneas.
"

Untitled

NOV.B.21 (50)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-50
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de operários às margens, possivelmente, à espera de transporte para serem levados ao ambientes de obra, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, um grupo de operários aguarda próximo as placas, provavelmente, esperando um transporte para levá-los aos canteiros de obras da construção de Brasília. As margens da via, os 8 operários são visíveis no registro, estando 5 de cócoras – 2 mais ao fundo e 3 mais à frente, próximos de uma maleta escura –, e outros 3 em pé, observando e interagindo. 6 placas de identificação em formato de seta apontam com sentido ao centro de Brasília, identificando principais obras e empreiteiras. A direita do registro, um Jeep Willys de cor escura estacionado às margens da via. A esquerda, a estrada em terra batida evidência, possivelmente, trata-se do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro.Em plano de fundo, às margens da via, pequenos aglomerados de terra separam a vegetação da estrada, sendo que em ambas as laterais da via há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007).

Untitled

NOV.B.21 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-49
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retirada em 1958. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de rebrotas, galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Ao fundo, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.21 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-48
  • Item
  • 30/09/1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retirada em 1958. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da placa, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via, se fazendo evidente devido à presença de rebrotas, galhos, aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra

Untitled

NOV.B.21 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-45
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada em 13/03/58. Registro de uma placa responsável por identificar o Ministério da Aeronáutica, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa retangular de madeira apresenta os dizeres: Ministério da Aeronáutica - Alojamento Piloto Base Aérea de Brasília. “ENAL” Eng. e Arquitetura. Eng. Alberto Giesbrecht LTDA. CREA 1497/D - 4ª Região. A placa está fixada em uma estrutura feita com ripas de madeira, às margens de duas estradas ainda em terra batida que se interseccionam, possivelmente, tratando do Eixo Monumental. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer, o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Toda a parte de concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) foi de responsabilidade da empresa Emulpress S/A, vencedora da concorrência. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Atrás da vegetação remexida, encontra-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

Results 1 to 10 of 510