Iconográfico

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NOV.D.1 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-8
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Em destaque, cinco figuras humanas masculinas com vestes formais (paletó, calça e gravata) estão posando para a foto, sendo que três estão usando óculos de grau e o que está ao centro segura um cigarro em sua mão esquerda. As duas figuras masculinas à esquerda estão olhando a Revista Módulo nº 8 (julho de 1957 - edição especial: “Brasília a nova capital”). Na parte inferior da fotografia, uma mesa com tampo de vidro tem montes de papéis e o que aparenta ser um cinzeiro de vidro sobre o mesmo. Ao fundo, atrás das figuras masculinas, uma fotografia da maquete física do que pressupõe-se ser o Setor Bancário Sul ou algum outro setor central de Brasília sobre uma parede branca.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA MÓDULO:
A Revista Módulo foi criada em 1955 pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), sendo o editor do mesmo e tendo como tema principal a arquitetura, mas também temas sobre artes, urbanismo, design e cultura de forma geral. Em 1965 a Revista Módulo acabou por ser proibida pela ditadura militar do Brasil que iniciou-se em 1964 e voltou a circular em 1975, acabando definitivamente em 1986.
Revista Módulo nº 8 (julho de 1957 - edição especial) “Brasília a nova capital”. Diretores responsáveis: Oscar Niemeyer e Marcos Jaimovich. Conselho de redação composto por Vinicius de Moraes. “Edição especial: Brasília, a nova capital do Brasil. Tiragem de 11.000 exemplares, texto em português e alemão, e uma separata em francês e inglês. Esta edição foi realizada com a colaboração da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil e da Divisão Cultural do Itamarati, representada por seus diretores, conselheiro Meira Penna e primeiro secretário Wladimir Murtinho.”
"

Untitled

NOV.D.1 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-49
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Em destaque, sete figuras humanas, sendo quatro masculinas e três femininas com vestes formais (paletó, calça e gravata; vestido midi, acessórios, luvas e chapéus brancos). Os dois homens à esquerda seguram a edição da Revista Brasília (percebe-se pela capa que o homem da direita segura a edição nº 15 do ano 2 de 1958). Ao fundo, fotografia da maquete física do Palácio do Congresso Nacional, mais figuras humanas, esquadrias metálicas e entre os homens à direita, aparenta ser a maquete física pressupõe-se ser o Setor Bancário Sul ou algum outro setor central de Brasília sobre um expositor de chão de madeira.
É possível observar a mesma figura humana masculina de terno preto à direita desta fotografia (com o rosto levemente para à direita) nos itens NOV-D-4-4-D-1 (47) e NOV-D-4-4-D-1 (48).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA BRASÍLIA:
Periódico criado pela Novacap – Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, publicado entre janeiro de 1957 e maio de 1963, mensalmente.

O objetivo da revista era documentar a construção da nova capital, como um boletim informativo, para abastecer a opinião pública nacional e internacional sobre o andamento das obras.
Com uma tiragem de aproximadamente 6.000 exemplares, a revista era gratuita e destinada aos assinantes, que em sua maioria eram bibliotecas, universidades e colégios. Uma remessa de 1.000 cópias era encaminhada para o exterior, principalmente às embaixadas.

A sede da Revista de Brasília sempre foi na capital federal, ou seja, até meados de 1959 era na cidade do Rio de Janeiro e entre 1959 até sua extinção foi a cidade de Brasília enquanto que todas as edições da revista foram impressas na editora Bloch, localizada na cidade carioca.

Hoje, a documentação da NOVACAP, inclusive as 44 edições da Revista Brasília, integra um dos Fundos Públicos do Arquivo Público do Distrito Federal – ArPDF.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.D.1 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-10
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no Centro Cultural Brasil na Bolívia, La Paz, em 1959. Em destaque, três figuras humanas masculinas com vestes formais (paletó e calça) estão observando a exposição de fotografias com diversos dimensionamentos das fotos de maquetes físicas do Palácio do Congresso Nacional, Palácio da Alvorada, o que aparenta ser o Setor Bancário Sul ou algum setor central de Brasília (à direita), além de fotografias da construção desses monumentos (ao centro e à esquerda). Todas as fotografias estão fixadas na parede que possui revestimento amadeirado. O piso do ambiente é aparentemente de ardósia e no canto inferior esquerdo há um pequeno móvel sobre o mesmo.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Untitled

NOV.B.26 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-26-3
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem mostra a área destinada a representação diplomática do Iran (Irã), em meio ao Cerrado em expressão original. A Embaixada do Irã é notória por ter sido a primeira a ser oficialmente instalada em Brasília, cerca de dois meses após a inauguração da cidade em 21 de abril de 1960. O então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek de Oliveira, participou da inauguração da sede provisória, que era apenas com uma casa de madeira, no dia 7 de junho de 1960, quando sua embaixada no Rio de Janeiro, aberta em 1943, foi transferida para a cidade.
Conforme reportagem do periódico Correio Braziliense, em 22 de julho de 1961, a inauguração da sede definitiva ocorreu no dia 24 de julho de 1961, às 17 horas de uma segunda-feira. Localizada na Avenida das Nações, lote n. 31.
Conforme o arquiteto Paulo Roberto Alves dos Santos o projeto arquitetônico da chancelaria é de autoria de Holf Wener Huther, já o da casa do embaixador ficou a cargo de Mehdi Kazemi Did-hendi. Os prédios são construídos em estrutura de concreto e armação de alvenaria. Ocupa uma área total de 25 mil metros quadrados, sendo 1.949m² de área construída, dividida em dois pavimentos.
"

Untitled

NOV.B.22 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-22-2
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Mosaico aerofotogramétrico da construção do Plano Piloto e áreas periféricas. Data provável: a partir de 1957. No centro, observa-se as edificações ministeriais da Esplanada, e o Eixo Monumental em direção ao Vértice 8, em formato de círculo. No extremo do Eixo Monumental, é possível identificar a pista de aviação Vera Cruz, local que posteriormente seria a Rodoferroviária de Brasília (projeto de Oscar Niemeyer, 1973-1981) e que atualmente abriga o Shopping Popular e órgãos do governo local. Na parte superior, observa-se a delimitação da Asa Sul, constando as quadras 100, 200, 300, 500 e 700. Observa-se edificações das quadras 105, 106, 107, 108, 206, 207, 208, 305, 306, 307, 506, 507, sendo que nas quadras 708 a 713 se concentrava um conjunto de casas populares. Boa parte das casas foi construída pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP), que serviriam de residência para os servidores públicos advindos do Rio de Janeiro. As linhas indicam vias para tráfego de veículos. É possível identificar cursos d'água na imagem, como os córregos Riacho Fundo e Gama na parte superior e o Bananal na área inferior. Autor: GEOFOTO Fotografias Aéreas LTDA. Imagem mais ampla da mesma aerofotogrametria pode ser encontrada no B.22 (1) e outras imagens aérea no grupo/maço B.18.

Untitled

NOV.B.22 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-22-1
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Mosaico aerofotogramétrico da construção do Plano Piloto e arredores. Data provável: a partir de 1957. Do lado esquerdo, observa-se a delimitação da Asa Sul, constando as quadras 100, 200, 300, 500 e 700. Verifica-se edificações localizadas nas quadras 105, 106, 107, 108, 206, 207, 208, 305, 306, 307, 506, 507, sendo que nas quadras 708 a 713 concentravam-se conjuntos de casas populares. Boa parte das casas foram construídas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP), com o propósito de servirem de residências para os servidores públicos advindos do Rio de Janeiro. Ainda, ao lado esquerdo, canto superior, avista-se a Candangolandia, local do escritório e acampamento da NOVACAP e, ao centro, está o Aeroporto Internacional de Brasília (atual aeroporto internacional Presidente Juscelino Kubitschek) em sua fase inicial com o primeiro terminal de passageiros e a primeira pista de operações, obra realizada pela Companhia Metropolitana, coordenada pelo engenheiro Atahualpa Schmitz Prego (1926 - 2020). No centro da fotografia, na parte inferior, é possível observar as edificações ministeriais da Esplanada dos Ministérios, e o Eixo Monumental em direção ao Vértice 8, em formato de círculo. No extremo do Eixo Monumental é possível identificar a pista de aviação Vera Cruz (continha 2.700 metros) (SILVA, 2006, p. 105) que posteriormente seria a Rodoferroviária de Brasília (projeto de Oscar Niemeyer, 1973-1981) e que atualmente abriga o Shopping Popular e órgãos do governo local. As linhas indicam vias para tráfego de veículos. É possível identificar cursos d'água na imagem, como os córregos Riacho Fundo e Gama no lado esquerdo e o Bananal no lado direito. Autor: GEOFOTO Fotografias Aéreas LTDA (Revista Brasília, jun. 1958, p. 3). Imagem mais ampla da mesma aerofotogrametria pode ser encontrada no B.22 (2) e outras imagens aérea no grupo/maço B.18.

Untitled

NOV.B.21 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-6
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem demonstra uma placa identificadora da região da Embaixada de Inglaterra. Representante digital contém riscos e pontos esverdeados. Na placa contém as inscrições: NOVACAP D.I Inglaterra Lote Nº 8. No canto esquerdo da placa, vê-se uma assinatura de A.Silva, artista gráfico da placa. Foi projetada por Alfred A.Couts, do Ministério de Obras Públicas da Inglaterra, com obras ocorridas entre os anos de 1978-1983. O paisagismo foi assinado por Ney Ururahy Dutra (1922-2013) e Derek Lovejoy (1925-2000). A Rainha Elizabeth II (1926-2022) visitou Brasília em novembro de 1968, saudando os representantes britânicos na nova capital. Após a transferência da Capital (anteriormente localizada no Rio de Janeiro), foi necessário também transferir o corpo diplomático para Brasília, assim viabilizando lotes localizados na Avenida das Nações, Setor de Embaixadas Sul, W3 Norte, Setor de Rádio e TV Norte, Asa Sul e Asa Norte. Mesmo após anos de inauguração de Brasília, a transferência dessas representações estrangeiras não foi feita de imediato, devido à resistência de alguns consulados, mas em 1973 foi concluída. Sobre o atraso da mudança das embaixadas para a nova capital, Mendes (1995, p.93) explicita um trecho inflamado retirado do Correio Braziliense de 15 de maio de 1969, redigido pelo jornalista Ari Cunha: “Isto, entretanto, é o resultado de muita preguiça entre muitos diplomatas, nacionais e estrangeiros. Se o governo for com ‘diplomacia’, não muda nunca. E a vergonha será sempre nossa. Três governos já marcaram a data da mudança do Itamaraty para Brasília. As Embaixadas já receberam, oficialmente, três comunicações diferentes, e nenhuma foi cumprida até agora. Este é o último desafio, porque depois restará apenas a desmoralização nossa diante dos governos estrangeiros, que nunca mais acreditarão em mudança, e estarão rindo dos papeis que fizeram investimentos monstruosos construindo Embaixadas numa cidade que o Itamaraty rejeita por princípio”. A primeira embaixada a concluir suas construções em Brasília foi a da Sérvia e Montenegro (antiga Iugoslávia) e a primeira nação a erguer a sua Chancelaria foi a dos Estados Unidos da América. As embaixadas, de modo geral, apresentam uma grande lista de edifícios e autores, o que explica a extensa variedade de soluções arquitetônicas adotadas – embora prevaleça a expressão brutalista –, sendo possível distinguir também traços típicos do país de origem. Apesar disso, parte das embaixadas precedem a intenção de retratar a modernidade – tanto de seu próprio país como a presente em Brasília e que, segundo Santos (2005, p. 157) “em algumas delas, no entanto, o objetivo é dar destaque à arquitetura tradicional e, finalmente, há aquelas em que ambas as alternativas foram harmonizadas ou convivem – bem ou mal – lado a lado”. Tais características não apenas ampliaram o interesse cultural nessas edificações, mas a tornaram significativas coleções de obras de arte, incorporando o patrimônio da cidade. Ao fundo está uma vegetação mais rasteira, contendo gramíneas, arbustivas e algumas árvores de pequeno porte correspondentes ao bioma Cerrado, especificamente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Na parte inferior da imagem, nota-se terra batida e logo atrás algumas rebrotas, cuja vegetação foi removida por intervenção humana.
"

Untitled

NOV.B.21 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-59
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato retrato. Capturada em 1959 registra uma escrita feita com peças de letras em metal sobre uma estrutura de concreto que diz: “PONDO A SUA FÉ NO PATRIÓTICO/ EMPREENDIMENTO QUE É A CONSTRUÇÃO DE/ BRASILIA, A “AUTOMAR S.A.’,/ DE BELO HORIZONTE. E A SUA REPRESENTADA/ A GENERAL MOTORS DO BRASIL S.A./ VISTANDO ÊSTE LOCAL, EM 11 DE JULHO DE/ 1957, PLANTARAM ESTAS ÁRVORES./ ELAS CRESCERÃO COMO CRESCERÁ BRASILIA!”. Ao fundo um terreno de terra seca batida e a presença de rebrotas de vegetação do Cerrado, indicando remoção recente da vegetação devido a intervenção humana.

Untitled

NOV.B.21 (55)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-55
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato retrato. Capturada em 19/10/1958 pelo fotógrafo Mário Fontenelle, Registra uma placa de identificação das Obras da futura sede da Confederação Nacional do Comércio, entidade sindical de grau máximo do setor terciário brasileiro, que reúne 34 federações e mais de mil sindicatos patronais filiados em todo o território brasileiro. Fundada em 4 de setembro de 1945, teve a sua sede transferida para Brasília e passou a funcionar em imóvel próprio no Setor Comercial Sul, quadra 2, bloco C, nº 227, Edifício Presidente Dutra, em 16/07/1973. No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “OBRAS DA FUTURA SEDE DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO/ DIRETORIA/ Brasilio Machado Neto/ Charles Edgart Moritz/ Severino Maia Filho/ Manoel Alfeu Silva/ Nylton Moreira Veloso/ Arnaldo Menezes Paiva/ Rosario Humberto Stramandinou/ Ranulpho Torres Raposo/ Jessé Pinto Freire/ Coryntho de Arruda Falcão/ Antonio Julio de Moraes/ Deraldo Motta/ Francisco Guimarães e Souza/ José Ramos de Moraes/ João de Souza Vasconcelos/ CONSELHO FISCAL/ Clovis Arrais Maia/ José Luiz Guerra Regu/ José Ribeiro Soares/ SECRETÁRIA GERAL/ José Carlos Pereira de Souza/ DIRETORIA GERAL DO SESC/ Manoel Lopes Meirelles/ DIRETORIA GERAL DO SENAC/ Maurício Magalhães Carvalho” e mais afastado, no canto inferior direito da placa “MEDINA”. Atrás da placa, uma estrada ainda em terra batida e a presença de parte de vegetação campestre do Cerrado (campo limpo), que transiciona para um ambiente com maior densidade de árvores ao fundo. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

"

Untitled

NOV.B.21 (50)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-50
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de operários às margens, possivelmente, à espera de transporte para serem levados ao ambientes de obra, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, um grupo de operários aguarda próximo as placas, provavelmente, esperando um transporte para levá-los aos canteiros de obras da construção de Brasília. As margens da via, os 8 operários são visíveis no registro, estando 5 de cócoras – 2 mais ao fundo e 3 mais à frente, próximos de uma maleta escura –, e outros 3 em pé, observando e interagindo. 6 placas de identificação em formato de seta apontam com sentido ao centro de Brasília, identificando principais obras e empreiteiras. A direita do registro, um Jeep Willys de cor escura estacionado às margens da via. A esquerda, a estrada em terra batida evidência, possivelmente, trata-se do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro.Em plano de fundo, às margens da via, pequenos aglomerados de terra separam a vegetação da estrada, sendo que em ambas as laterais da via há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007).

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