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NOV.B.19 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-32
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem da maquete física de uma residência moderna, provavelmente destinada para as áreas dos setores ilhados de casas individuais - atualmente correspondentes às regiões Lago Sul e Lago Norte -, projetados para Brasília por Lucio Costa. O projeto, não identificado, corresponde a uma residência térrea composta por dois volumes principais, conectados por uma área de circulação coberta. O terreno do lote é plano e a implantação do projeto possibilitou a presença de dois espaços de jardim: o maior, localizado na parte da frente da propriedade (onde há, também, uma piscina em formato irregular), e o menor, situado na lateral esquerda. Além disso, o acesso dos veículos é pela parte lateral posterior da casa, enquanto o acesso principal de pedestres é pela parte frontal do terreno. O telhado do volume principal é dividido em duas águas, embutido na platibanda, enquanto o do espaço secundário é em uma. Por último, deve-se mencionar que essa habitação é um exemplar da arquitetura moderna, e algumas características evidenciam isso, como a escolha projetual por volumes simples, fechamentos em pele de vidro, presença de cobogós e de janelas em fita.

Untitled

NOV.B.19 (31)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-31
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem superior da maquete física de uma residência moderna, provavelmente destinada para as áreas dos setores ilhados de casas individuais - atualmente correspondentes às regiões Lago Sul e Lago Norte -, projetados para Brasília por Lucio Costa. O projeto, não identificado, corresponde a uma residência térrea composta por dois volumes principais, conectados por uma área de circulação coberta. O terreno do lote é plano e a implantação do projeto possibilitou a presença de dois espaços de jardim: o maior, localizado na parte da frente da propriedade (onde há, também, uma piscina em formato irregular), e o menor, situado na lateral esquerda. Além disso, o acesso dos veículos é pela parte lateral posterior da casa, enquanto o acesso principal de pedestres é pela parte frontal do terreno. O telhado do volume principal é dividido em duas águas, embutido na platibanda, enquanto o do espaço secundário é em uma. Por último, deve-se mencionar que essa habitação é um exemplar da arquitetura moderna, e algumas características evidenciam isso, como a escolha projetual por volumes simples, fechamentos em pele de vidro, presença de cobogós e de janelas em fita.

Untitled

NOV.B.19 (123)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-123
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem da prancha de loteamento dos setores ilhados de casas individuais, projetados para Brasília por Lucio Costa. No canto inferior esquerdo encontra-se o carimbo do documento, em que consta as seguintes informações: número da prancha, 14; data do projeto, 14 de maio de 1957; escala, 1:1000; nome do projeto, Loteamento Represa; identificação do desenho técnico, 1º Trecho - Planta dos Lotes; a sigla NM; e nome da proprietária, NOVACAP. Ocupando a maior parte do documento, há três conjuntos de loteamentos idênticos, em formato trapezoidal e com uma via principal sem saída (Cul-de-sac), com afastamentos mínimos de 40 metros e máximos de 80 metros entre os fundos dos lotes. O empreendimento também está situado nas proximidades do Lago Paranoá, com afastamento de 80 metros entre o limite da última propriedade e a grande represa. Além disso, as áreas dos terrenos são variadas devido à forma projetual escolhida; portanto, as propriedades, localizadas no final das ruas, possuem quase o dobro de área em comparação com as demais. Um tipo similar de ocupação foi implantado nas áreas correspondentes às regiões administrativas Lago Sul e Lago Norte.

Untitled

NOV.B.19 (122)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-122
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem da prancha de locação do loteamento dos setores ilhados de casas individuais, projetados para Brasília por Lucio Costa. No canto inferior esquerdo encontra-se o carimbo do documento, em que consta as seguintes informações: número da prancha, 15; data do projeto, 14 de maio de 1957; escala, 1:5000; nome do projeto, Loteamento Represa; identificação do desenho técnico, 1º Trecho - Locação dos Lotes; a sigla NM; e nome da proprietária, NOVACAP. Ocupando a maior parte do documento, há seis conjuntos de loteamentos idênticos, em formato trapezoidal e com uma via principal sem saída (Cul-de-sac). O empreendimento também está situado nas proximidades do Lago Paranoá. Além disso, no canto inferior direito, consta uma nota indicando que as linhas de coordenadas presentes no desenho são referentes à planta de escala 1: 25.000. Um tipo similar de ocupação foi implantado nas áreas correspondentes às regiões administrativas Lago Sul e Lago Norte.

NOV.B.2 (616)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-616
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro aéreo da península do Lago Paranoá, entre os anos de 1959 e 1961, estando em evidência o Palácio da Alvorada (PA) e os seus demais elementos arquitetônicos (a capela e o acesso rampeado semienterrado, o espaço de bar e piscina). O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021. Em torno da península, tem-se a extensão do Lago Paranoá preenchido, este que só foi ser totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961, e foi então que Juscelino Kubitschek (1902-1961) se deu o prazer de mandar ao Corção (Gustavo, torcia contra, articulista de O Globo e filósofo) o telegrama com duas palavras mais do que suficientes: ‘Encheu, viu?” (ESNAL, 2015, p. 42). No registro, no trecho inicial da península, parte do terreno do Palácio da Alvorada que margeia o Lago Paranoá, sendo possível identificar alguns trechos ainda evidenciando os resquícios da obra recente, estando sem a presença de gramíneas, devido a ação antrópica realizada para as construções. Acima, o lago artificial do Alvorada preenchido. No quadrante direito, o PA em fase avançada de construção, havendo a presença dos principais elementos arquitetônicos que compõem o seu contexto construtivo – o próprio PA, a capela, o espaço de bar e piscina na fachada posterior e o bloco semienterrado de serviços, à esquerda. A frente do Alvorada, em sua fachada oeste, uma extensa área retangular circundada por parte da Via Presidencial, conectando a Estrada Hotéis e Turismo (STHN Trecho 1), que por sua vez, interliga-se ao Brasília Palace Hotel e ao Plano Piloto. A esquerda do terreno retangular, resquícios dos canteiros e acampamentos dos operários que realizaram a construção, sendo possível identificar apenas parte das suas fundações e vias vicinais que davam acesso a estes, facilitando o transporte de materiais e suprimentos. Em grande parte do registro, a vegetação é caracterizada por árvores esparsas nos arredores das edificações e mudanças abruptas de solo. No quadrante superior, à linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá, que contrasta com o solo do cerrado. Torna-se nítido a presença de uma vasta vegetação de Cerrado típico (Cerrado sentido restrito), com variações de densa, ralo e de médio porte, com gramíneas secas. O primeiro trecho da península caracteriza-se por uma vegetação de baixo porte, com gramíneas mais densas às margens do lago e secas nas áreas que configuram vias vicinais ou áreas descampadas - onde, anteriormente, estiveram os acampamentos e canteiros de obra. Diversas áreas desmatadas refletem o processo de obra recente.

Untitled

NOV.B.2 (610)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-610
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro aéreo da península do Lago Paranoá com os primeiros edifícios em alvenaria inaugurados de Brasília, durante os primeiros anos de construção da capital, entre os anos de 1958 e 1961. O Brasília Palace Hotel e o Palácio da Alvorada (PA), estando em evidência, em primeiro plano, o contexto construtivo do Palácio da Alvorada (a capela e o acesso rampeado semienterrado, o espaço de bar e piscina). Mais ao fundo, a fachada leste do Brasília Palace Hotel, estando os dois em processo avançado de obra, sendo estes inaugurados no dia 30/06/1958. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021. Em torno da península a extensão do Lago Paranoá preenchido, que só foi ser totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961, foi então que Juscelino Kubitschek (1902-1961) se deu o prazer de mandar ao Corção (Gustavo, torcia contra, articulista de O Globo e filósofo) o telegrama com duas palavras mais do que suficientes: ‘Encheu, viu?” (ESNAL, 2015, p. 42). No primeiro trecho da península em primeiro plano, parte do contexto do Palácio da Alvorada, sendo possível identificar alguns trechos ainda em processo de obra na ponta da península, estando sem a presença de gramíneas, devido a presença de ação antrópica realizada para as construções. A esquerda deste, o lago artificial do Alvorada preenchido, sendo possível identificar seu perímetro em forma abstrata. Seguindo a esquerda do lago artificial, o PA em fase avançada de construção, havendo a presença dos principais elementos arquitetônicos que compõem o seu contexto construtivo – o próprio Palácio da Alvorada, a capela, o espaço de bar e piscina na fachada posterior e o bloco semienterrado de serviços, à esquerda. O primeiro trecho da península caracteriza-se por uma vegetação de baixo porte, com gramíneas mais densas às margens do lago e secas nas áreas que configuram vias vicinais ou áreas descampadas - onde, anteriormente, estiveram os acampamentos e canteiros de obra. Áreas desmatadas refletem o processo de obra recente. A frente do Alvorada, em sua fachada oeste, uma extensa área retangular circundada por parte da Via Presidencial, conectando a Estrada Hotéis e Turismo (STHN Trecho 1), que por sua vez, interliga-se ao Brasília Palace Hotel presente em plano posterior, caracterizando processo avançado de obra, com a fachada leste em aparente fase final de obra, sendo possível identificar também um pequeno conjunto de instalações e alojamentos de apoio à obra entre o Alvorada e o Palace. A esquerda do Palace, uma torre treliçada para caixa d’água e um adensamento de árvores de médio porte. O Palace apresenta iminência de conclusão, com fachadas que aparentam apresentar esquadrias e cortinas, logo, em funcionamento. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Em todo o registro, a vegetação é caracterizada por árvores esparsas nos arredores das edificações, e mudanças abruptas de solo. Em todo o registro, a vegetação é caracterizada por árvores esparsas nos arredores das edificações, e mudanças abruptas de solo. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá, que contrasta com o solo do cerrado. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Untitled

NOV.B.2 (601)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-601
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, contendo algumas manchas. Vista aérea da composição territorial do Palácio da Alvorada em construção. Em primeiro plano pode-se observar o acampamento dos trabalhadores da obra da Residência Oficial do Presidente da República Federativa do Brasil com suas edificações de apoio construídas em madeira e pintadas na cor branca onde é possível identificar as edificações mais à frente como alojamentos dos operários e as edificações mais ao fundo, onde podemos visualizar algumas edificações maiores, sendo algum tipo de galpão de marcenaria e armazenamento, juntamente com o protótipo em tamanho real da capela do alvorada mais a esquerda da imagem, que teve sua construção iniciada em 1957, o qual foi feito com objetivo de atestar se as placas de mármore da capela ficariam perfeitas.Ao lado dos alojamentos observa-se os banheiros coletivos dos alojamentos. Em segundo plano, dispõe-se da fachada oeste do Palácio da Alvorada na sua fase de construção, com alguns de seus emblemáticos pilares da fachada concluídos. À esquerda do palácio outra faixa territorial do Palácio da Alvorada acomodando as edificações de apoio dos trabalhadores construídas em madeira e pintadas na cor branca. Em terceiro plano vislumbra-se a presença de paisagem de cerrado nativo. Sendo uma das edificações mais importantes do modernismo arquitetônico brasileiro, o Palácio da Alvorada foi projetado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), projeto esse que foi apresentado à NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) e aprovado em 2 de dezembro de 1956, dois meses após a solicitação feita por Juscelino Kubitschek (1902-1976) no local onde Brasília seria construída. teve o jardim posterior e todo o projeto de paisagismo projetado pelo paisagista Yoichi Aikawa. A construção foi de responsabilidade da construtora Rabello, Darcy Amora Pinto (1921 -?) foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. As obras começaram no dia 03 de abril de 1957, durou 13 meses até ficar pronta em 31 de maio de 1958 e o palácio da Alvorada foi inaugurado em 30 de junho de 1958. Foi a primeira edificação de alvenaria de Brasília-DF. A capela anexa ao palácio guarda precedência na realização de Le Corbusier (1887-1965) para a “Chapelle Notre-Dame-du-Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na frança, faz referência às antigas casas de fazenda do Brasil, como por exemplo a “Fazenda Colubandê”, a qual é mencionada na tese de mestrado: (ALMEIDA, Guilherme Essvein de. Palácio da Alvorada: um resgate documental e analítico. 2012.) onde o autor cita mais de uma vez o precedente da Fazenda Colubandê que, como citado em sua obra, traz consigo a “capela anexa, colunata e horizontal dominante.”

Untitled

NOV.B.2 (586)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-586
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia empreto e branco, formato paisagem. Vista da fachada frontal do Palácio da Alvorada. Em destaque temos o helicóptero do modelo BELL 47J (H-13J) - RANGER, que transportava o então Presidente da República, Juscelino Kubitschek (1902-1976) com o objetivo de inspecionar as obras da nova capital federal juntamente com seu piloto Henrique Thomaz (?-2008). Em segundo plano o próprio Palácio da Alvorada com suas obras finalizadas.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Sendo uma das edificações mais importantes do modernismo arquitetônico brasileiro, o Palácio da Alvorada foi projetado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), projeto esse que foi apresentado à NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) e aprovado em 2 de dezembro de 1956, dois meses após a solicitação feita por Juscelino Kubitschek (1902-1976) no local onde Brasília seria construída. teve o jardim posterior e todo o projeto de paisagismo projetado pelo paisagista Yoichi Aikawa. A construção foi de responsabilidade da construtora Rabello, Darcy Amora Pinto (1921 -?) foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. As obras começaram no dia 03 de abril de 1957, durou 13 meses até ficar pronta em 31 de maio de 1958 e o palácio da Alvorada foi inaugurado em 30 de junho de 1958. Foi a primeira edificação de alvenaria de Brasília-DF. A capela anexa ao palácio guarda precedência na realização de Le Corbusier (1887-1965) para a “Chapelle Notre-Dame-du-Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na frança, faz referência às antigas casas de fazenda do Brasil, como por exemplo a “Fazenda Colubandê”, a qual é mencionada na tese de mestrado: (ALMEIDA, Guilherme Essvein de. Palácio da Alvorada: um resgate documental e analítico. 2012.) onde o autor cita mais de uma vez o precedente da Fazenda Colubandê que, como citado em sua obra, traz consigo a “capela anexa, colunata e horizontal dominante.”"

Untitled

NOV.B.2 (266)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-266
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano temos o helicóptero do modelo BELL 47J (H-13J) - RANGER, que transportava o então Presidente da República, Juscelino Kubitschek com o objetivo de inspecionar as obras da nova capital federal. Em segundo plano à esquerda temos a Capela Nossa Senhora da Conceição, obra do Arquiteto Oscar Niemeyer, com suas obras concluídas e à direita o próprio Palácio da Alvorada.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Sendo uma das edificações mais importantes do modernismo arquitetônico brasileiro, o Palácio da Alvorada foi projetado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), projeto esse que foi apresentado à NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) e aprovado em 2 de dezembro de 1956, dois meses após a solicitação feita por Juscelino Kubitschek (1902-1976) no local onde Brasília seria construída. teve o jardim posterior e todo o projeto de paisagismo projetado pelo paisagista Yoichi Aikawa. A construção foi de responsabilidade da construtora Rabello, Darcy Amora Pinto (1921 -?) foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. As obras começaram no dia 03 de abril de 1957, durou 13 meses até ficar pronta em 31 de maio de 1958 e o palácio da Alvorada foi inaugurado em 30 de junho de 1958. Foi a primeira edificação de alvenaria de Brasília-DF. A capela anexa ao palácio guarda precedência na realização de Le Corbusier (1887-1965) para a “Chapelle Notre-Dame-du-Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na frança, faz referência às antigas casas de fazenda do Brasil, como por exemplo a “Fazenda Colubandê”, a qual é mencionada na tese de mestrado: (ALMEIDA, Guilherme Essvein de. Palácio da Alvorada: um resgate documental e analítico. 2012.) onde o autor cita mais de uma vez o precedente da Fazenda Colubandê que, como citado em sua obra, traz consigo a “capela anexa, colunata e horizontal dominante.”"

Untitled

NOV.B.2 (262)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-262
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem, contendo algumas manchas. Vista com foco na composição territorial da residência oficial do Presidente da República. Pode-se observar o terreno alterado em grande parte por conta da construção do Palácio da Alvorada, contendo áreas com vegetação nativa e áreas bastante desmatadas com terreno marcado por abertura de caminhos e movimentação de terra. Observa-se que a obra do Palácio da Alvorada está em fase de conclusão juntamente com sua capela anexa à esquerda. À esquerda da imagem pode-se observar o Lago Paranoá e a região onde hoje está situado o Núcleo Rural Tamanduá. À direita da imagem nota-se a presença de alguns automóveis. Em terceiro plano vislumbra-se a região onde hoje está situado o Setor de Mansões do Lago Sul e a Ermida Dom Bosco, obra de Oscar Niemeyer inaugurada em 24 de março de 1957. Sendo uma das edificações mais importantes do modernismo arquitetônico brasileiro, o Palácio da Alvorada foi projetado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), projeto esse que foi apresentado à NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) e aprovado em 2 de dezembro de 1956, dois meses após a solicitação feita por Juscelino Kubitschek (1902-1976) no local onde Brasília seria construída. teve o jardim posterior e todo o projeto de paisagismo projetado pelo paisagista Yoichi Aikawa. A construção foi de responsabilidade da construtora Rabello, Darcy Amora Pinto (1921 -?) foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. As obras começaram no dia 03 de abril de 1957, durou 13 meses até ficar pronta em 31 de maio de 1958 e o palácio da Alvorada foi inaugurado em 30 de junho de 1958. Foi a primeira edificação de alvenaria de Brasília-DF. A capela anexa ao palácio guarda precedência na realização de Le Corbusier (1887-1965) para a “Chapelle Notre-Dame-du-Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na frança, faz referência às antigas casas de fazenda do Brasil, como por exemplo a “Fazenda Colubandê”, a qual é mencionada na tese de mestrado: (ALMEIDA, Guilherme Essvein de. Palácio da Alvorada: um resgate documental e analítico. 2012.) onde o autor cita mais de uma vez o precedente da Fazenda Colubandê que, como citado em sua obra, traz consigo a “capela anexa, colunata e horizontal dominante.” Na parte inferior da fotografia, faixa de cerrado, com vegetação rala possivelmente devido e ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico.

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