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NOV.B.08 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-16
  • Item
  • 30/11/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica de uma cobra cascavel (Crotalus sp.) sobre terra batida com poucos vestígios de vegetação. O lréptil se encontra no Jardim Zoológico de Brasília. A respeito da criação da instituição, Daniel Silva (2001) afirma: “O Jardim Zoológico de Brasília foi concebido no bojo da própria criação do projeto do Plano Piloto de Brasília em 1956 e, desde então, tem passado por profundas modificações. Estas modificações incluem a alteração do local onde deveria ser implantado o parque, a redução da área que lhe foi efetivamente destinada e uma sucessão de mudanças em sua estrutura orgânica, até a criação em 1997 da Fundação Pólo Ecológico de Brasília. [...]”.
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
"

Untitled

NOV.B.08 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-17
  • Item
  • 30/11/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta um recinto cercado por uma mureta baixa com montantes de madeira e fechamento em tela métalica. Dentro da área delimitada existe um lago artificial de concreto, e nele encontra-se um grupo de pato-do-mato (família Anatidae) ou marrecos (Cairina moschata) dispersos na água e sobre a borda . À esquerda, atrás do lago, há um abrigo feito de pequenas toras de madeira com telhado de palha, material que também aparece no chão da parte interior do local coberto. Entre o abrigo e o lago, há uma árvore seca com um ninho de pássaros e também um pequeno grupo de patos no chão batido. Sobre os elementos que compõe esse ambiente, podem ser identificados: um arbusto, no canto inferior direito; três pedras grandes situadas de maneira aleatória ao redor da margem do lago artificial; também, observa-se gramíneas dispersas na terra batida e uma parte de gramado concentrado ao fundo do recinto. Atrás do cercado, há uma estrada de terra que separa o espaço destiano aos animais de uma área campestre de Cerrado (campo limpo), que marca a linha do horizonte, ligeiramente inclinada. No canto esquerdo, próximo ao horizonte, existe um cercamento feito de tábuas de madeira branca que cobre parte de uma jaula de madeira, permitindo a visualização apenas do fragmento superior do abrigo. Vale ressaltar que os elementos que compunham àquele ambiente tinha como intencionalidade deixar os animais em espaços em que pudessem ter objetos similares do local de onde foram removidos. Nessa imagem, os elementos foram: o lago artificial, que atualmente, se chama Lago do Pirarucu, devido a grande quantidade de peixes dessa espécie naquele local, pedras, arbustos, árvores e o abrigo.
Contexto histórico: A partir da análise de Daniel Silva (2001), Mestre em Desenvolvimento Sustentável, que descobriu terrenos desmatados na construção de Brasília quando estudou o Plano Diretor do Parque do Zoobotânico, a região apresentada ao fundo da fotografia é caracterizada por cerrado devastado. Assim, Silva (2001, p. 44) afirma: “[...] Elaborado antes da cidade completar dez anos, encontramos nele uma importância referência sobre o estado de degradação ambiental da região, destacando-se a destruição da mata de galeria do Riacho Fundo e Córrego Guará, assoreamento dos leitos, a poluição dos mananciais, erosão das margem e a presença de diferentes acampamento com milhares de pessoas ” (SILVA, 2001, p. 44).
Imagem associada à: NOV-D-4-4-B-8 (24); NOV-D-4-4-B-8 (27).
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

Untitled

NOV.B.08 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-18
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta uma vista aérea de um recinto com um elefante centralizado sobre terra batida. Assim, o espaço dedicado ao animal ocupa mais da metade da imagem, abrangindo tanto o canto inferior esquerdo quanto o centro horizontal e o canto inferior direito. O cercado de madeira, situa-se em parte do canto central esquerdo em direção diagonal e se encontra em uma quina do cercado, na parte superior esquerda; a continuidade do cercado na direção diagonal de cima para baixo, chega até o centro da margem vertical da fotografia. Na parte externa do fechamento, no canto superior esquerdo, existe um recinto de animal cercado em formato circular e gramado ralo (incerto se de gramíneas nativas ou exóticas); no canto superior direito também existe área campestre de Cerrado, porém nessa parte pode se identificar a modificação do ambiente pela ação humana, caracterizada tanto por um amontoado de terra, quanto por um caminho criado por rodas de automóveis, situado entre o cercado circular e o gramado. Na parte interna da cerca, encontra-se o elefante que está preso por uma corda amarrada em uma de suas patas e fixada em uma estaca de madeira. Ainda dentro do recinto, no canto inferior esquerdo, pode ser identificado um curso d’água que vai até o amontoado de terra, do lado de fora da cerca.
Sobre o momento que o mamífero chegou ao recinto, o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), contextualiza que: “[...] Nely, uma fêmea de elefante asiático (Elephas maximus), foi o segundo animal registrado, em 06 de dezembro do mesmo ano. Nely veio de um circo e seu nome original era Detefon” (SILVA, 2001, p. 43). Segundo Gizella Rodrigues, em um texto exposto no site da Agência Brasília, (RODRIGUES, 2019, p. 3) no cadastro do mamífero, presente na documentação da instituição, a fêmea foi “[...] citada [...] em uma folha rasgada escrita à mão [...]” no “Livro de Registros do Zoológico”.
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
Segundo Gizella Rodrigues no site da Agência Brasília (RODRIGUES, 2019, p. 3) informa sobre a origem da elefanta, nomeada por “Nely”, que foi trazida para o recinto expositivo, o site informa sobre o cadastro do mamífero na documentação da instituição, assim o animal foi “[...] citada [...] em uma folha rasgada escrita à mão [...]” no “Livro de Registros do Zoológico”.
As próximas informações adicionais, tratam-se de fragmentos de materiais de Jornais sobre a elefanta Nely, que foi encontrada no Acervo Institucional do Jardim Zoológico de Brasília, sendo o quantitativo de quatro sobre a temática, a primeira de Cristina Ávila (1997); o segundo de Heberth Gomes (1994); o terceiro o autor está sem identificação, mas o subtítulo “Elefanta foi artista de circo” (ZOOLÓGICO, 1993); o quarto com situação similar a anterior contém o título “Zôo festeja aniversário preocupado com limpeza”.
Ainda sobre o contexto da vida da elefante no Zoológico, Cristina Ávila (1997) apresentou em uma matéria de jornal sobre a morte da elefante ao afirmar: “Nely era indiana e viveu 37 anos nos Zoológico. Chegou em 18, em dezembro de 1957, antes da inauguração da cidade. Fazia shows para os operários que construíam a capital. Fez parte da infância de muita gente grande que, em janeiro de 1994, se comoveu com sua morte. ” (ÁVILA, 1997).
Em outro arquivo jornalístico, de autoria de Heberth Gomes (1994) apresenta: “A elefanta Nely, que agonizou durante 17 dias, vítima de uma artrose crônica que atacou sua pata dianteira, morreu ontem às 14h30, ao sofrer uma parada respiratória após ter sido colocada num jirau especial. A morte de Nely comoveu funcionários e veterinários do zoológico que vinham fazendo de tudo para salvar a elefanta. Nely tinha 54 anos e era o animal mais antigo e querido do zoológico, onde chegou em 1957 ao ser doado ao presidente Juscelino Kubitschek.
Nely foi enterrada ontem mesmo, às 18h, numa área reservada do zoológico. Por ser um animal do patrimônio público foi submetida a autópsia pelos veterinários Augusto Finageiv, Lúcia Magalhães e Adriana Melo. O enterro de Nely não pode ser acompanhado pela imprensa e nem pelas pessoas que visitavam o zoológico. O zoológico permanecerá aberto neste final de semana, apesar de Arthur Seabra, administrador interino ter cogitado em fechá-lo devido a morte da Nely.
Segundo a veterinária Lúcia Magalhães, a elefanta Nely morreu de forma tranquila e em poucos segundos, após ter sofrido a parada respiratória. Ao presenciar a morte da elefanta. Valter Pereira que cuidava de Nely há 27 anos, teve uma crise nervosa e chorou abraçado ao animal. Várias tentativas para reanimar Nely foram realizadas pelos veterinários e ela não reagiu. Ao ficar de pé com ajuda de um guindaste. Nely estava com o lado esquerdo ferido por ter ficado deitada durante 17 dias.
A operação para pôr Nely em pé teve início às 6h. Cuidadosamente, os funcionários do zoológico, Nova Cap e da Fundação Zoobotânica içaram a elefanta diante dos olhares atentos dos veterinários. Às12h30, Nely foi colocada no jirau, onde ficaria por tempo indeterminado numa rede que manteria erguida e facilitaria a sua circulação sanguínea. Na nova posição, a elefanta teria também suas funções vitais ativadas, conforme o veterinário Augusto Finageiv.
Segundo a veterinária Lúcia Magalhães, colocar Nely de pé era a única alternativa dela reagir à doença. ” (GOMES, 1994).
Em um outro fragmento de jornal, do acervo do Jardim Zoológico de Brasília, intitulado “Elefanta foi artista de circo”, foi possível encontrar informações da origem da elefanta e como o animal se chamava antes de habitar o recinto do Zoológico.
“A Elefanta Nely teve seus dias de glória. Foi ‘garota propaganda’ do inseticida Detefon e chegou a Brasília em 1957 para inaugurar o Zoológico da cidade. No Zôo, Nely era atração no teatro de arena, exibindo tudo que tinha aprendido quando se apresentava no circo Sarrazini, em São Paulo. Nely nasceu em Zande, no Sudão, e chegou ao Brasil em 1930. Doada ao ex-presidente Juscelino Kubitschek, Nely passou a incorporar a história da nova capital e conquistou o carinho da criançada.
Na época, Nely era conhecida como a elefante Detefon. O nome não soava bem e o animal foi ‘rebatizado’ de Nely. Para os frequentadores do Zoológico, Nely simbolizava a longevidade e a sabedoria. Baseado nestes conceitos, um grupo de idosos da Assessoria Especial da Terceira Idade (Aeti), adotou Nely. Faceira, a elefanta foi atração de várias gerações que se divertiam com as estripulias do animal.
Porre – Certo dia, Nely saiu para um passeio no Zoológico e encontrou uma garrafa de cachaça camuflada numa moita. A bebida tinha sido escondida por um funcionário e Nely, utilizando sua habilidosa tromba, bebeu a cachaça. O resultado foi um ‘porre’ que ficou registrado com muito bom humor na história do Zoológico.
Ao completar 54 anos, ano passado, Nely teve bolo com velas e o tradicional ‘Parabéns pra você’. O viveiro de Nely foi caprichosamente enfeitado e ela agradecia a homenagem andando de um lado para outro balançando a tromba. Mas não era só a elefanta que estava empolgada com a festa. Uma animada platéia com crianças e idosos também estava feliz por comemorar o aniversário de Nely.
A elefanta tinha centenas de fãs. Entre eles, Valter Pereira que cuidava de Nely há 27 anos. O primeiro contato que Valter teve com a elefanta foi em 1957 quando ela viajava com destino a Brasília. Na época, Valter tinha 12 anos e residia em Anápolis. O animal parou na cidade parou na cidade e Valter se aproximou oferecendo-lhe uma banana. Nely o afastou pela tromba. Em 1967, Valter também chegou em Brasília. Desde então, ele passou a zelar por Nely, trabalhando no Zoológico. As histórias são muitas e o tempo se encarregou de contá-las. [...] um artesanal de remédios e correntes de orações em prol da saúde da elefanta foram desencadeadas por funcionários do Zoológico e por integrantes do Grupo da Terceira Idade. Nely, por ser o animal mais antigo do Zoológico de Brasília, era símbolo do pessoal da Terceira Idade, que todas as quartas-feiras se reunia no Zoológico para visitá-la.
Terapias alternativas para curar Nely também foram usadas pelos veterinários porque antes o animal tinha se recuperado de outras crises ao ser medicado com remédios homeopáticos. Os esforços para salvar Nely não pararam por aí. A elefanta foi submetida também à musicoterapia como forma de evitar stress e, segundo Augusto Finageiv, ficava calma.
Nely, deixava transparecer que estava entendendo tudo o que acontecia em sua volta, e teve sua alimentação reforçada com mamão, abacaxi, rapadura, melancia, maçã e outras frutas. Durante o período de agonia, o viveiro de Nely foi bastante visitado por crianças que queriam a todo custo ver a elefanta. ” (ZOOLÓGICO, 1993, grifos do autor).
Em outra matéria de jornal do Cidades-DF referente ao dia 3 de dezembro de 1993, cujo título: “Zôo festeja aniversário preocupado com limpeza” com o seguinte texto: “O Zoológico de Brasília comemora hoje os seus 35 anos de existência com o lançamento da campanha ‘Zoo Tá Limpo’ para conscientizar os visitantes a não sujaram o local. Patrocinada por empresários do Distrito Federal, a campanha irá distribuir calendários, cartazes e folhetos orientando os usuários a utilizarem as lixeiras. Na entrada os visitantes receberão saquinhos plásticos, um estímulo à participação de cada um na conservação do zoológico.
As comemorações do aniversário do Zôo começaram ontem com a festa de 54 anos da elefanta Nely. Hoje, além da campanha Tá Limpo, a direção lança uma gincana de pesquisas do zoológico. No Teatro de Arena haverá a exposição de fotos ‘Quatro Décadas do Zôo’ que reúne trabalhos feitos em diferentes épocas por funcionários e outros profissionais. A Banda de Música dos Fuzileiros Navais fará uma apresentação, a partir de 10h, na área ao lado da Zôo Lanches.
O grupo de Gerência de Educação Ambiental do Instituto de Ecologia e Meio Ambiente da Sematec preparou ainda para a garotada um show de bonecos de pano. A partir de 11h, a mesma equipe do início às oficinas pedagógicas, uma de papel reciclado e a outra de pintura, na mesma área. As crianças e adultos poderão conhecer como se prepara fibras e papel velho para fazer um novo papel, além de pintar o que quiserem.
Segundo o diretor do Zoológico, Raul Gonzalez, a festa do Zôo é da comunidade, proporcionará visitantes atrações das 9h às 16h no Teatro de Arena. Os recém-chegados micos-leões deverão também atrair a atenção dos visitantes. São espécies em extinção expostos pela primeira vez num zoológico brasileiro. Neste domingo, os usuários encontrarão placas por todo o Zôo com a frase ‘Um animal de Zoológico é alvo fácil e indefeso a todo tipo de vandalismo. Respeite-o’.
As placas são parte da campanha ‘Tá Limpo’, que segundo Raul González distribuirá mais cem lixeiras na área de visitação do zoológico que contava apenas 60. A divisão do Zôo fará um trabalho ‘corpo a corpo’ para estimular a todos a se envolver com a campanha. O símbolo da ‘Zôo Tá Limpo’ é a girafa Raio de Luz que vivia ali. O animal morreu ao comer um sanduíche dentro de um saco plástico. O alimento foi dado por um visitante.
De acordo com Raul Gonzalez, a campanha será permanente e incluirá novas ações no decorrer do próximo ano. ‘O problema da limpeza dos zoológicos é cultural, por isso, teremos que mudar hábitos o que demanda muito tempo’, justificou. ”
Nesta mesma matéria, há um tópico especifico para mencionar sobre a comemoração do aniversário da elefanta, intitulada ‘Elefante Nely comemora 54° aniversário’, assim descreve:
“A elefanta Nely, o mais antigo animal do Zoológico de Brasília, comemorou ontem o seu aniversário cercada pelos amigos da terceira idade. Ao lado de uma mesa forrada com folhas de bananeira – uma das suas guloseimas prediletas – cheia de frutas e rapaduras, Nely teve que ouvir primeiro o ‘Pai Nosso’, o Hino do Idoso e o tradicional ‘Parabéns pra você’ antes de experimentar o bolo feito com melado sem manteiga, especialmente para a festa dos seus 54 anos.
O tratador Adelino Rodrigues da Silva cuidou de manter o charme da aniversariante dando a ela algumas rapaduras. Nely estava impaciente, como os demais contemporâneos da terceira idade. Mas foi só com a chegada do padrinho da elefanta, o empresário Luiz Estevão que a festa começou. Nely sacudia as orelhas e explorava a grama a sua volta com sua habilidosa tromba. Finalmente, após as rezas e as músicas, ela saboreou os presentes, começando por um abacaxi, antes o secretário de Meio Ambiente, Newton de Castro, e o empresário Luis Estevão apagaram a velas.
O aniversário de Nely que marcou o início das comemorações dos 36 anos do Zoológico, contou com a presença do diretor do Zôo, Raul Gonzales, do coordenador da Assessoria Especial da Terceira Idade, João Batista de Medeiros, do superintendente do Instituto de Ciência e Tecnologia, Paulo Alvim, e das representantes da Sociedade dos Amigos do Zoológico (Amezoo), entre outros.
Segundo João Batista de Medeiros, esta foi a primeira vez que os grupos da terceira idade são convidados para uma solenidade no Distrito Federal, o que vem demonstrar que, aos poucos, a luta pelos direitos dos idosos está sendo reconhecida.
Zôo – Com 36 anos de fundação de Brasília tornou-se referência para o País e o mundo. O tratamento dos animais só é comparado aos zoológicos de Primeiro Mundo, onde a prevenção e o tratamento de doenças valem-se de técnicas alternativas como a fitoterapia, musicoterapia, cromoterapia, acupuntura entre outras. Dezenas de projetos de pesquisa e educação ambiental pretendem avançar ainda mais no conhecimento do trato com animais em cativeiros. ” (CIDADES-DF, 1993, grifos do autor).
"

Untitled

NOV.B.08 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-19
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta a parte interna de um recinto de terra batida, com gramíneas, rebrotas de arbustos e árvores e pequenas pedras, cercado por tábuas de madeiras, que pode ser visualizado tanto em vista, em uma faixa horizontal na parte superior da fotografia, quanto em vista de topo, em uma faixa diagonal estreita em parte do canto do lado direito. No canto esquerdo, perto do cercado, existe um pequeno abrigo de palha e madeira, utilizado para abrigar um grupo de cerca de oito pombas-silvestre (Zenaida auriculata) ou juritis (Leptolila verreauxi), que estão posicionadas de forma dispersa no terreno de terra batida. No local há alguns arbustos ao fundo, próximo ao cercado, de espécies não identificadas. Ainda, nota-se sombras projetadas no chão batido: da cerca, de uma figura humana em pé na parte direita, possivelmente pertencente ao fotógrafo.
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

Untitled

NOV.B.08 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-2
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem apresenta outro ângulo da construção do Espaço Cultural Renato Russo, presente na imagem NOV-D-4-4-B-8 (1). Nesta é possível ver que cada um dois lados da construção existem 6 pilares de concreto. A estrutura da cobertura em forma de abóboda começou a ser coberta com telhas onduladas. O primeiro plano da fotografia tem uma enorme quantidade de tábuas que possivelmente serviram para as fôrmas dos pilares. Uma placa da Novacap está inserida no meio da construção à frente de pilhas de terra movimentada. Atrás da construção está um caminhão e cerrado típico (cerrado sentido restrito) na última camada da fotografia. Há pelo menos três trabalhadores em pé na caçamba deste caminhão. Ainda, dois trabalhadores encontram-se apoiados em duas escadas, cada um em uma, e fazem a colocação das telhas onduladas. Existem, por último, outros quatro trabalhadores, sendo dois deles localizados na frente da mesa de ferramentas. "

Untitled

NOV.B.08 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-20
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Pavilhão arquitetônico de metas, de divulgação da Rodovia da Integração Nacional, também conhecida como Transbrasiliana e Rodovia Belém-Brasília. Localizada ao centro do registro, a construção moderna retangular, implantada abaixo do Congresso Nacional, é composta por uma laje plana, apoiada em seus dois lados menores por duas paredes de alvenaria branca, uma parede de aproximadamente 2 metros, um pouco recuada e localizada mais próxima ao lado direito da obra, e painéis brancos suportados por elementos pretos que contribuem para que pareça que essas peças estão suspensas e flutuando. No painel principal há três faixas, as duas primeiras alinhadas à esquerda e a terceira centralizada, com os seguintes dizeres, respectivamente: Bernardo Sayão; Rodovia da Integração Nacional; Belém Brasília. Na alvenaria branca recuada da fachada principal, aparecem expostas uma fotografia aérea da abertura da rodovia em uma área rural e uma faixa, alinhada à direita da imagem, com a sigla SPVEA em referência direta à Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia, atual Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM). Mais ao fundo, do lado direito da construção e atrás de uma mulher sentada em uma cadeira, posicionada de perfil em relação a posição do fotógrafo, encontra-se outro painel com duas grandes fotografias aéreas do novo empreendimento. Outros elementos como armários de madeira e folhagens de copa de palmeiras podem ser identificados dentro do pavilhão. Fixado na parte frontal da laje de cobertura, está um pequeno mastro metálico branco com a bandeira do Brasil hasteada. Dois caminhos de concreto, um em cada extremidade da fachada, direcionam o fluxo de acesso ao pavilhão. À frente, consta uma via de terra batida com marcas de transporte, dois pequenos amontoados de terra vermelha com um pedaço de madeira fixado no chão, uma pedra, e três mudas de palmeiras. Ao fundo da obra edificada, é possível observar a presença de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
Informações adicionais: As obras da rodovia Belém-Brasília iniciou-se em 1956, conforme consta no Diário de Brasília (1957), no dia 24 de janeiro de 1957, no trecho: ""Divulga-se que, em colaboração com o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, para execução do plano de ligação rodoviária Norte-Sul, a Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia construiu, em 1956, um trecho de 80km dessa rodovia, de Porangatu a Iracema do Norte, em Goiás, estrada que também facilitará as comunicações entre Brasília e o Norte do País"". Como o projeto era de suma prioridade, o Engenheiro Agrônomo Bernardo Sayão (1901-1959), escolhido por Juscelino Kubitschek (1902-1976) para ser o gerente responsável pela obra, distribuiu em três frentes - com bases em Belém, Imperatriz e Anápolis - cerca de 3.400 trabalhadores e mobilizou uma frota de 200 máquinas, entre elas caminhões e tratores (BRASIL, 1958). A primeira grande frente, no estado de Goiás, era comandada por Sayão, enquanto no extremo norte era dirigida pelo médico sanitarista Waldir Bouhid (1912-)Seu primeiro trecho foi inaugurado no dia 01 de fevereiro de 1959 e tinha como intuito formar um conjunto de rodovias federais que conectariam a capital brasileira à capital do estado do Pará, compondo parte do Plano de Metas de JK. A conclusão dos mais de 2 mil km só ocorreu durante o governo ditatorial de Emílio Médici (1905-1985), entre os anos de 1969 e 1974. Atualmente, com aproximadamente 2.130 Km (IBGE, 2016), o eixo rodoviário conecta cinco unidades federativas, sendo elas: Pará, Maranhão, Distrito Federal, Tocantins e Goiás.
A rodovia pode aparecer em diversos textos com variados nomes. Seu primeiro nome oficial foi ""BR-14"", também era inicialmente conhecida como ""Rodovia da Integração Nacional"", posteriormente foi nomeada informalmente pelo Coronel Lino Romulado Teixeira, subchefe do Gabinete Militar da Presidência da República, como ""Rodovia da Unidade Nacional"". Também conhecida popularmente como ""Rodovia Belém-Brasília"" ou ""Transbrasiliana"", a via expressa foi batizada como ""Rodovia Bernardo Sayão"" por Kubitschek, por meio do Decreto 47.763 de 02 de fevereiro de 1960, entretanto, esse decreto foi revogado por ato do Poder Executivo em 1991.
"

Untitled

NOV.B.08 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-21
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Vista da construção do Cine Brasília, localizado na entrequadra sul 106/107 (EQS 106/107), a partir da perspectiva do Eixo Rodoviário W. Na imagem, a obra encontra-se em estágio final, no processo de fechamento das fachadas com blocos cerâmicos. Andaimes circundam a fachada e a atividade parece ter iniciado na parte superior direita da construção, local no qual os vãos entre os elementos estruturais encontram-se fechados. No canteiro de obras, delimitado por uma cerca de toras de madeira e arames e identificado por uma grande placa da Companhia Construtora Pederneiras S.A., há, mais ao centro, um amontoado de areia e, no lado esquerdo, uma grande movimentação de terra. Em todo o canteiro são dispostos vários caibros e tábuas de madeira, provavelmente oriundos das fôrmas e do cimbramento das peças estruturais. À frente, está o Eixo Rodoviário W, pavimentado, e um grande gramado que separa o cinema e a via, onde hoje encontra-se o acesso ao metrô e o estacionamento do Cine Brasília. Ainda, são retratados diversos trabalhadores, não identificados, posicionados sobre os andaimes, na laje de cobertura da área de acesso ao interior do cinema e no chão, próximo as madeiras. No lado direito do canteiro de obras, podem ser identificados quatro módulos de construções provisórias, geralmente utilizados como sala de reuniões, refeitório e depósitos de materiais. Na lateral esquerda da imagem, é possível visualizar o bloco K, atrás de duas árvores retorcidas, a construção do bloco residencial H, com andaimes e em fase de finalização da fachada posterior, e, ao fundo, o bloco G, sendo todos eles localizados na Superquadra 107 Sul (SQS 107). Do outro lado da fotografia, no canto direito, encontram-se em obra os blocos residenciais G e F, da Superquadra 106 Sul (SQS 106), e, mais ao fundo, os blocos C, com uma grande placa da empresa ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A, e B da Superquadra 306 Sul (SQS 306).
O projeto do Cine Brasília é assinado por Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi inaugurado no dia 22 de abril de 1960. O cinema faz parte do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) que, em 1987, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A edificação, em si, foi tombada a nível distrital por meio do decreto nº 28.519, de 07 de fevereiro de 2007.
Sobre a construção do Cine Brasília, o Diário de Brasília de 1960 apresenta, no dia 8 de fevereiro, a seguinte informação: ""Antes de 21 de abril estará terminada a construção do Cine Unidade de Vizinhança, que se localiza entre os blocos IAPI e IAPETC e que começou a ser erguido em novembro do ano passado. Com uma tela de 15 metros por 7, uma fachada de 54 metros e tendo 60 metros da entrada à tela, o primeiro cinema de Brasília terá capacidade para 1.500 espectadores, e disporá de ar-refrigerado"". Embora essas informações apareçam no diário da construção, nem todas de fato foram concretizadas. Atualmente, o cinema possui 607 lugares e sua tela tem 14 metros de comprimento por 6,30 metros de altura. Inaugurado em 1960, o Cine Brasília passou por duas grandes reformas em 1975 e 2012. A primeira reforma foi realizada pela empresa Santa Bárbara Engenharia S.A., e tinha como responsável técnico Fernando Márcio Queiroz e como engenheiro Paulo de Paiva Fonseca. O valor estimado da obra foi de quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros, e o prazo de execução estabelecido foi de 150 dias a partir do dia 01 de julho de 1975, data da Ordem de Serviço, Nº 034/75-CFO.
Sobre os documentos referentes ao Cine Brasília, consultar mais informações no fundo NOVACAP, na seção B.9 (Presidência - Contratos/Propostas), nas caixas 273 a 275."

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NOV.B.08 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-22
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta a vista interna de uma jaula com a presença de um mamífero, identificado como cachorro-vinagre (Speothos venaticus), no Zoológico de Brasília. A estrutura é composta por madeira e a divisória entre recintos é feita com montantes de ferro e fechamento em tela metálica (gradil). A fotografia possui três planos, sendo que no primeiro plano há o chão de areia e, à esquerda, o compartimento alimentar e a estrutura madeira com grade metálica. No segundo plano, encontra-se o cachorro-vinagre, centralizado em pé. No último plano, está a grade de metal, separando o recinto do mamífero da jaula dos macacos-prego, onde pode-se identificar caules de árvores, terreno de terra batida e a delimitação do cercado desse último grupo de animais mencionado. É válido ressaltar que a perspectiva escolhida pelo fotógrafo no momento do registro, de ângulo baixo, permite ao observador ver os limites das jaulas subsequentes.
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF)[...]” (SILVA, 2001, p. 43).
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
"

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NOV.B.08 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-23
  • Item
  • 30/11/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta a vista interna de uma jaula com três mamíferos, sendo duas capivaras (Hydrochoerus hydracheris) e um cateto ou caititu (Pecari tajacu), no Zoológico de Brasília. No primeiro plano, há o caititu se locomovendo para frente, em direção ao fotógrafo, no chão de terra batida. No segundo plano, está o abrigo dos animais, formado por quatro pilares de madeira, que suportam a cobertura de tesoura de madeira com fechamento de palha. Abaixo do local, na seguinte ordem, de frente para trás, encontra-se um compartimento alimentar de tronco de madeira, uma capivara de perfil, outro compartimento e, em seguida, outra capivara de costa. Ao fundo, a cerca composta por montantes de madeiras e tela metálica delimita o recinto. No terceiro plano, pode ser visualizada área campestre de Cerrado (campo limpo) e ao fundo mata ciliar, indicando a existência de água natural no local. Ainda, há uma ponte no centro superior da fotografia.
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF)[...]” (SILVA, 2001, p. 43).
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

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NOV.B.08 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-24
  • Item
  • 30/11/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta um recinto cercado por uma mureta baixa com montantes de madeira e fechamento em tela métalica. Dentro da área delimitada existe um lago artificial de concreto, e nele encontra-se um grupo de pato-do-mato (família Anatidae) ou marrecos (Cairina moschata) dispersos na água e sobre a borda . À esquerda, atrás do lago, há um abrigo feito de pequenas toras de madeira com telhado de palha, material que também aparece no chão da parte interior do local coberto. Entre o abrigo e o lago, há uma árvore seca com um ninho de pássaros e também um pequeno grupo de patos no chão batido. Sobre os elementos que compõe esse ambiente, podem ser identificados: um arbusto, no canto inferior direito; três pedras grandes situadas de maneira aleatória ao redor da margem do lago artificial; também, observa-se gramíneas dispersas na terra batida e uma parte de gramado concentrado ao fundo do recinto. Atrás do cercado, há uma estrada de terra que separa o espaço destiano aos animais de uma área campestre de Cerrado (campo limpo úmido), que marca a linha do horizonte, ligeiramente inclinada. No canto esquerdo, próximo ao horizonte, existe um cercamento feito de tábuas de madeira branca que cobre parte de uma jaula de madeira, permitindo a visualização apenas do fragmento superior do abrigo. Vale ressaltar que os elementos que compunham àquele ambiente tinha como intencionalidade deixar os animais em espaços em que pudessem ter objetos similares do local de onde foram removidos. Nessa imagem, os elementos foram: o lago artificial, que atualmente, se chama Lago do Pirarucu, devido a grande quantidade de peixes dessa espécie naquele local, pedras, arbustos, árvores e o abrigo.
Contexto histórico: A partir da análise de Daniel Silva (2001), Mestre em Desenvolvimento Sustentável, que descobriu terrenos desmatados na construção de Brasília quando estudou o Plano Diretor do Parque do Zoobotânico, a região apresentada ao fundo da fotografia é caracterizada por cerrado devastado. Assim, Silva (2001, p. 44) afirma: “[...] Elaborado antes da cidade completar dez anos, encontramos nele uma importância referência sobre o estado de degradação ambiental da região, destacando-se a destruição da mata de galeria do Riacho Fundo e Córrego Guará, assoreamento dos leitos, a poluição dos mananciais, erosão das margem e a presença de diferentes acampamento com milhares de pessoas ” (SILVA, 2001, p. 44).
Imagem associada à: NOV-D-4-4-B-8 (17); NOV-D-4-4-B-8 (27).
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

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