Iconográfico

Taxonomía

Código

Nota(s) sobre el alcance

Nota(s) sobre el origen

Mostrar nota(s)

Términos jerárquicos

Iconográfico

Términos equivalentes

Iconográfico

Términos asociados

Iconográfico

2035 Descripción archivística results for Iconográfico

2035 resultados directamente relacionados Excluir términos relacionados

NOV.B.07 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-7
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em formato paisagem, colorida. A fotografia aérea destaca ao centro um canteiro de obras no Setor Bancário Sul onde observamos o andamento e início da construção de alguns edifícios. No canto esquerdo do canteiro uma laje no térreo e alguns pavimentos da torre em concreto do Edifício Seguradoras do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), sinalizado por essas iniciais em duas coberturas das estruturas de apoio à obra. Ao lado direito uma grande laje ao térreo indica a construção do bloco horizontal do edifício da futura Sede do Banco do Brasil, conectado ao Eixo L, já pavimentado, por uma passarela. Nota-se que o canteiro de obras em destaque está delimitado por grandes taludes de terra, localizando-se abaixo do nível do entorno. Esse fato se deve à nessevidade de rebaixamento do nível do solo para construção dos subsolos dos edifícios. A imagem retrata um contraste entre o solo exposto avermelhado do canteiro e a área com vegetação nativa do Cerrado (Cerrado Típico) na lateral direita da imagem. O eixo transversal no canto superior esquerdo retrata o futuro Eixo Monumental de Brasília com algumas vias internas de acesso aos canteiros de obra. Paralelo à via asfaltada ao centro do Eixo Monumental encontra-se um cículo marcado no chão rodeade de alguns barracões de obra, refere-se à marcação da futura Catedral de Brasília. Imagens complementares podem ser vistas nos itens itens B.7 (36), B.7 (37) e B.7 (43).

Sin título

NOV.B.07 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-8
  • Unidad documental simple
  • 22/04/1960
  • Parte deSin título

Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A imagem destaca ao centro pessoas bebendo café no trailer do comércio "Café Palheta" na Avenida W3 sul no dia de inauguração de Brasília, dia 22 de abril de 1960. As figuras masculinas ao redor do comércio vestem trajes sociais, dois deles de suspensório e um de terno, e olham diretamente pra foto. No letreiro do estabelecimento constam as frases: "UMA PROMOÇÃO do CAFÉ PALHETA" e "BEBA CAFÉ PALHETA". Em segundo plano observamos o cotidiano da avenidade a partir dos carros e pessoas em movimento. Ao fundo dois edifícios, à esquerda o edifício de Escritórios da NOVACAP, onde à frente algumas pessoas se aglomeram. Entre os edifícios dois postes em madeira conectados pela fiação elétrica. "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). A imagem também pode ser encontrada no livro NOVACAP 50 ANOS POR BRASÍLIA (NOVACAP,2010, p.120).

Sin título

NOV.B.07 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-9
  • Unidad documental simple
  • 22/04/1960
  • Parte deSin título

Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A imagem destacada ao longo do canteiro central, em terra batida, da Avenida W3 sul na altura da atual quadra 508 ambulantes com produtos alimentícios em carrocerias de caminhões, no dia 22 de abril de 1960, dia seguinte à inauguração de Brasília. Dentre os produtos algumas embalagens que se assemelham a doces regionais e uma carga de garrafões envolvidos por palha. À frente dos caminhões observamos alguns vendedores e uma figura infantil feminina negra. A menina usa um vestido branco e carrega uma leiteira de alumínio enquanto caminha em direção à via asfaltada da avenida. Ao fundo destaca-se uma árvore de grande porte nativa de Cerrado. Observam-se também alguns postes de madeira dispersos conectados pela fiação elétrica e edifícios concluídos ao longo da avenida. De acordo com o livro NOVACAP: 50 ANOS DE BRASÍLIA a Avenida W3 sul teve grande relevância comercial durante a construção da cidade: "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). Ver também o item B.7 (10).

Sin título

NOV.B.08 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-1
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta, ao centro, a cobertura do Espaço Cultural Renato Russo, localizado na W3 Sul, em formato de abóbada e estrutura de treliça metálica que é suportada por pilares robustos de concreto. A construção está localizada em meio ao cerrado típico (cerrado sentido restrito) com indícios de intervenções humanas (desmatamento), embora bastante preservado. Abaixo da cobertura, próximo ao canto esquerdo, encontram-se, figuras masculinas atrás de um emaranhado de galhos, sendo possível identificar apenas um homem de camisa clara e elemento de chapelaria. Ainda, são visualizados dois homens em posições distintas devido ao desnível do terreno, situados em pé com elemento de chapelaria e portando instrumentos de trabalho. O primeiro é apresentado na imagem somente por sua silhueta e o segundo está localizado em um nível abaixo, sendo viável visualizar apenas seu tronco superior. Ao lado direito desses trabalhadores há mais cinco operários em pé que são evidenciados por suas silhuetas. Atrás dos trabalhadores, há diversos materiais que constituem um conjunto de resíduos de construção, dentre estes, foi acessível perceber tábuas e ripas de madeiras, também existem outros materiais não-identificados. Atrás da estrutura coberta, próximo ao canto direito, encontra-se o fundo de uma placa de madeira que, possivelmente, apresenta a identificação da obra. "

Sin título

NOV.B.08 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-10
  • Unidad documental simple
  • 30/11/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia Colorida, Formato paisagem, Autor desconhecido
Figura masculina alimentando uma cobra no Zoológico de Brasília, infere-se ser que o mesmo seja um tratados de animais.
O canteiro central, que está em destaque na foto, é localizado no meio de lagos de concreto cheios de água. Várias plantas baixas estão presentes. Todo esse conjunto está entre muretas também de concreto.
A cobra está no meio de pedras ornamentais, e o figura masculina de pele negra está agaixado, alimentando-a. O personagem usa elemento de chapelaria, chapéu, um uniforme macacão azul, aparentemente jeans, e uma blusa branca por baixo.
No plano da fotografia atrás da jaula há uma área campestre de Cerrado (campo limpo) com uma estrada de terra que o corta. Entre o canteiro central e o campo, há um lago artificial cercado por concreto.
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
"

Sin título

NOV.B.08 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-11
  • Unidad documental simple
  • 30/11/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia Colorida, Formato paisagem, Autor Desconhecido;
Recinto com mamífero, cachorro-vinagre (Speothos venaticus), visto lateralmente no Zoológico de Brasília. A divisória do recinto é feita com grade/cerca. O chão é coberto por areia clara, e o animal está se movimentando em direção à esquerda, perto da grade.
A jaula ao lado tem um pote com comida escrito ""40"". Há uma árvore no meio dela com algumas folhas, que tem o papel de enriquecimento ambiental. No canto superior esquerdo é visto um animal que aparenta ser um primata. Por esse ângulo é possível ver os quatro cantos desta jaula, todos com cercas quadriculadas.
Informações adicionais:O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

Sin título

NOV.B.08 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-12
  • Unidad documental simple
  • 30/11/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia Colorida, Formato paisagem, Autor Desconhecido;
Três animais da espécie Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), possivelmente a mãe e dois filhotes. O animal maior carrega o médio nas costas, e o menor está atrás. A fêmea carrega o filho nas costas por pelo menos seis meses, podendo se extender a mais tempo. O filhote encontra-se camuflado nos pêlos da mãe (SALOMÃO JUNIOR, 2021). O recinto é cercado por tábuas de madeira. No seu interior, de chão batido, há algumas rebrotas vegetais, e em primeiro plano uma elevação que protege plantas em crescimento. Atrás do recinto, observa-se área campestre de Cerrado (campo limpo).
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).

"

Sin título

NOV.B.08 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-13
  • Unidad documental simple
  • 30/11/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia Colorida, Formato paisagem, Autor Desconhecido;
Jaula com mamífero, cachorro-vinagre (Speothos venaticus) no Zoológico de Brasília. A divisória do recinto é feita com grade/cerca. A jaula ao lado abriga um mamífero que aparenta ser um primata. Há uma árvore no meio dela para enriquecimento ambiental, além de um bebedouro de metal com água.
As duas jaulas possuem pisos de terra de diferentes cores: o recinto do cachorro-vinagre tem areia de cor clara, enquanto a do primata é de terra batida, semelhante a da estrada atrás do recinto.
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

Sin título

NOV.B.08 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-14
  • Unidad documental simple
  • 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida, Formato paisagem, Autor Desconhecido;
Um animal quati (Nasua nasua) à frente de uma toca/abrigo feito de pedras empilhadas.Bandeja metálica para alimentação na parte inferior direita. Uma árvore seca na parte centro-esquerda, ao lado/frente da toca. O chão é de terra, com algumas elevações e buracos. No canto superior esquerdo há uma caixa de madeira com outro animal dentro.
O recinto é cercado ao fundo e à direita por cerca de tábua de madeira.
O foco principal da fotografia é o quati caminhando para entrar na toca de pedras.
Local: Zoológico de Brasília
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

Sin título

NOV.B.08 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-15
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A fotografia mostra a estrutura de um ambiente fechado, com duas colunas circulares, localizado no Jardim Zoológico de Brasília. O cenário possui uma cortina vermelha com detalhes de brilhos pratas que está sustentada por uma peça de madeira curvilínea, a qual contém, ainda, cinco luminárias pequenas amarelas e preta.
A estrutura possui um palco de dois degraus revestido com carpete de tom escuro, e sobre este estão lozalizadas duas cadeiras sem braços, de acento acolchoado, um instrumento musical com capa, de formato similar à um piano, objetos sonoros, microfone e iluminação.
A imagem fotográfica, ao fundo, apresenta o acesso para um espaço restrito com uma arandela fixada em uma parede lateral.
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
"

Sin título

Resultados 961 a 970 de 2035