Iconográfico

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NOV.B.19 (101)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-101
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato paisagem, representante digital constando riscos e marcas de deterioração temporal. Imagem digitalizada de uma prancha técnica da proposta projetual do Brasília Palace Hotel. No canto superior esquerdo destaca-se um carimbo com os transcritos “NC” referentes à Nova Capital. O Brasília Palace Hotel (BPH), construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF. O hotel tem 13.562 m² de área construída, contava com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão. A ilustração apresenta, em sua porção superior, a planta baixa do 2º e 3º pavimentos, com uma legenda ao lado direito com as seguintes transcrições:

  1. HALL
    1. CIRCULAÇÃO
    2. APARTAMENTO
    3. SERVIÇO
    4. TERRAÇO-JARDIM
    5. C. GOTAS
      Logo abaixo, a planta do pavimento térreo, com a legenda ao lado direito constando:
  2. ENTRADA
    1. PORTARIA
    2. HALL
    3. C. GOTAS
    4. RESTAURANTE
    5. BAR
    6. BARBEARIA
    7. B. HOMENS
    8. B. MULHERES
    9. CABELEIREIRO
    10. COPA-COZINHA
    11. DESPENSA
    12. LAVANDERIA
    13. ALMOXARIFADO
    14. ALOJAMENTO
    15. ENTRADA SERVIÇO
    16. PISCINA
    17. ESTACIONAMENTO
      Na lateral esquerda tem mais duas ilustrações menores, sendo a de cima um corte transversal do Brasília Palace e abaixo a planta de um modelo de apartamento do hotel, na escala 1:200, com a seguinte legenda ao lado direito:
  3. ENTRADA
    1. BANHEIRO
    2. QUARTO
    3. VARANDA
      "

Untitled

NOV.B.19 (100)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-100
  • Item
  • Part of Untitled

Item em branco. Fotografia corrompida.

Untitled

NOV.B.19 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-10
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, no formato paisagem. Fotografia com visão superior de uma maquete onde sugere tratar-se de algum setor (pela disposição dos edifícios assemelha-se ao bancário sul ou comercial sul). O uso de material cinza representando as vias de circulação, o material branco e acetato representando as volumetrias, e o laranja representando a terra avermelhada típica do cerrado. Centralizada na base da maquete em cinza no formato trapezoidal está a delimitação do setor, com as volumetrias retangulares e blocos idênticos, onde da metade para a esquerda esses blocos estão dispostos verticalmente e da metade para a direita estão dispostos horizontalmente; esses blocos contam com as duas fachadas vazadas seguindo os padrões do modernismo de janelas em fita. No entorno no trapézio vê-se algumas vias margeando o setor e na lateral esquerda da maquete passa a via de acesso; dispostos de maneira desordenada no material cinza estão pequenas representações de carros criando uma referência comparativa entre escala construtiva e veículos.

Untitled

NOV.B.19 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-1
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da maquete de estudo do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). A maquete está sobre uma superfície que aparenta ser uma mesa a qual cria um sombreamento na parte inferior da fotografia e o fundo da maquete (parte superior) uma claridade que vai escurecendo aos poucos para à direita. Percebe-se na maquete a cor verde para representar a grama e o monumento em branco, criando um contraste do branco com o fumê dos vidros da caixa de vidro central. Além do tom fumê nos vidros, há também a alternância das cores amarela e verde (que não foram implantadas na obra) próximo à cobertura do STF, remetendo a um certo patriotismo pelo uso de cores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF):
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

Untitled

NOV.B.19 (70)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-070
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato levemente retrato. Mapa geográfico do Brasil tendo a nova capital Brasília ao centro e as demais distâncias entre as capitais de cada estado brasileiro com os valores em quilômetros. Percebe-se que a antiga capital Rio de Janeiro está com o seu escrito mais escuro do que o das outras capitais. Próximo à Brasília, dois centros são destacados: centro geográfico (acima, em direção à Manaus e Boa Vista) e centro de gravidade demográfico (abaixo, em direção à Belo Horizonte e Vitória). O mapa reforça a centralidade de Brasília em relação ao país.
REVISTA BRASÍLIA:
Na edição nº 2 de fevereiro de 1957 (ano 1, número 2), na última página da Revista Brasília (pág. 17) há um mapa similar, porém com coloração em azul. O mesmo possui uma legenda escrita: “O gráfico mostra a posição de Brasília no Planalto Central Brasileiro e as distâncias a que se acha das Capitais e dos Estados e Territórios.”
"

Untitled

Plano Piloto

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19
  • Dossiê
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Untitled

NOV.B.18 (99)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-99
  • Item
  • 01/06/1957
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas e riscos brancos. Registro aéreo dos Cruzamentos dos Eixos Monumental e Rodoviário, durante os primeiros anos da construção de Brasília, em 6/1957, rodeado por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que ocupa toda a fotografia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzam em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957) sobre o eixo, relata-se que, ""desse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Pinheiro, 1957, p.10). No registro, o Cruzamentos dos eixos é evidenciado, estando, até aquele momento, sem asfaltamento havendo apenas a demarcação destes. De modo geral, os Cruzamentos dos dois eixos foram propostos de forma a atender uma interação de quatro escalas urbanas, que foram denominadas: monumental, residencial, gregária e bucólica. De acordo com Lucio Costa (1987, p.5): a escala monumental é comandada pelo eixo retilíneo terraplenada sentido leste e oeste, onde se tem como referência as principais massas edificadas dos Ministérios (na Esplanada dos Ministérios) e Praça dos Três Poderes, integrando o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal, Palácio do Planalto; a escala residencial contempla as implantação das Superquadras residenciais e as Entrequadras, arranjadas ao longos de 6 km do eixo arqueado denominado Eixo Rodoviário-Residencial. Essa escala define-se pelo entrosamento com a escala monumental, “não apenas pelo gabarito das edificações como pela definição geométrica do território de cada quadra através da arborização densa da faixa verde que a delimita e lhe confere cunho de ""pátio interno"" urbano’ (p. 5); a escala gregária “surge, logicamente, em torno da interseção dos eixos” (p. 5), havendo a presença da plataforma rodoviário, ponto de importância fundamental para integração de Brasília com as outras cidades (cidades satélites); a escala bucólica é pertinente a paisagem que intervém dos espaços urbanos, delimitando os espaços da cidades “por áreas livres arborizadas”. No registro, o adensamento arbóreo em torno das vias é expressivo, havendo a presença de cerrado típico (cerrado sentido restrito) por toda a fitografia. Autor da Fotografia: Mario Fontenelle
"

Untitled

NOV.B.18 (98)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-98
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas e riscos brancos. Registro da terraplenagem, correspondente ao cenário de obras da construção de Brasília, DF, entre os anos de 1956-1960. É visível grande porção de terra revolvida e maquinários (sete) que transitam na região, sendo três destes maquinários similares à motoniveladoras. A primeira máquina, da esquerda para a direita, tem coloração clara e um operador em seu volante trajando camisa social clara e chapéu. Logo atrás deste maquinário mais claro, um outro se movimenta em direção oposta, pilotado por um outro operário que também tem chapéu e camisa clara. Ao lado direito dos dois maquinários, um grupo de aproximadamente sete trabalhadores se reúnem ao redor do maquinário, manuseando aparatos da máquina. O homem que está sobre a máquina veste uma calça escura, camisa clara e usa chapéu, enquanto puxa uma corda e olha para baixo. Em seguida está um operador na máquina central. Ao fundo, outro maquinário contém aproximadamente três operários sobre a máquina. No plano de fundo do registro, na linha do horizonte, há a presença da vasta vegetação de Cerrado, com densidade média a alta de árvores (fitofisionomia não identificável).
"

Untitled

NOV.B.18 (97)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-97
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção de uma pista do Eixo Monumental do Plano Piloto de Brasília, entre os anos de 1957-1960. Item similar ao item 4. O enquadramento foi pensado para retratar a construção do Congresso Nacional e, possivelmente, um dos ministérios da Esplanada. Nota-se o domo fechado correspondente ao Senado Federal na região central da imagem, a elevação de terreno e o platô, com a estrutura das duas torres do Congresso a subir. As obras do Congresso Nacional foram iniciadas no ano de 1957 e, no mesmo ano, também foi iniciado o trabalho de asfaltamento do Eixo Monumental. À esquerda, um plano a frente deste cenário, uma torre de caixa d’água com a vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) a circundar as laterais da estrada asfaltada. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento". Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.18 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-96
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a fiscalização das estradas do Plano Piloto, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém manchas escurecidas e pontos esbranquiçados. Um Jeep Willys está se deslocando para fora do limite esquerdo da fotografia, contendo dois homens de possível posição social elevada devido às suas vestimentas. O motorista veste um terno, calça social, óculos e leva um cigarro aos lábios. Atrás deste, um homem curvado e com a mão na cintura veste um suéter bege, brando e preto, calça e usa óculos escuros. Ambos parecem observar o que vem adiante. Na estrada de terra que percorrem está uma placa identificadora com inscrição “W5” indicando a demarcação da região da via W5, que passa por detrás dos comércios da W3. Na parte inferior da fotografia nota-se vegetação de Cerrado com presença de gramíneas, ervas e arbustos, sendo possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito), sendo a mesma vegetação da parte de trás da via de terra batida, porém logo atrás da via a vegetação parece ter sofrido intervenção humana, devido a ausência da parte aérea da vegetação. Atrás desta região, uma vegetação mais adensada com espécies arbóreas que correspondem ao Cerrado típico (cerrado sentido amplo). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. À época, a demarcação por estacas foi feita por uma equipe da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) para definir o traçado urbano da topografia de Brasília. As demarcações no Eixo Monumental foram realizadas no dia 20/04/1957, quando, “16 homens, entre topógrafos, ajudantes de topógrafos e motoristas [...] Naquele dia, íamos cravar o primeiro marco do Plano Piloto”, segundo os relatos, uma equipe de aproximadamente 10 homens foram “descendo com o teodolito, locando o Eixo Monumental até a Praça dos Três Poderes.” O responsável por ficar a Estaca Zero no chão foi o engenheiro e agrimensor Ronaldo de Alcântara Velloso (ARPDF, 2023).
"

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