Iconográfico

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NOV.B.19 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-60
  • Item
  • "1958 - construção 21/04/1960 - inaguração"
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem com marca de fitas nas laterais. Vista aproximada da maquete do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. A maquete em questão foi realizada para fins de estudo do monumento, mais precisamente, de uma de suas fachadas. Próximo ao monumento, há diversos calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão na Praça dos Três Poderes. À frente do Museu aparenta ter um mastro de bandeira e desenhos de croquis de Brasília dos monumentos e do desenvolvimento da capital na fachada, os quais não foram executados. No entanto, a rampa de acesso ao Museu, à direita, e o que aparenta ser a sugestão da escultura em pedra sabão da Cabeça do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) incrustada na parede externa do Museu da Cidade em construção com 1,5 tonelada e 1,40 metros de altura, de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002) foram realizados.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.19 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-6
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, é apresentada a vista aérea frontal da maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. As vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Untitled

NOV.B.19 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-59
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem com marcas de fitas nas extremidades. Maquete de um monumento não identificado e sem compreensão de seu uso. Este possui estrutura vazada curvilínea e 8 elementos verticais geométricos aparentemente triangulares maiores do que a estrutura curva. Há representação de vegetação com pequenas árvores pela maquete.

Untitled

NOV.B.19 (58)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-58
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Esta fotografia colorida, em formato paisagem, captura a vista aérea em perspectiva da maquete da Praça dos Três Poderes. A perspectiva abrange desde o Congresso Nacional até a área onde se encontram o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, destacando as vias S1, S2, N1 e N2 que circundam os imponentes edifícios.
O primeiro plano da imagem destaca a Praça dos Três Poderes, com os edifícios do Palácio do Planalto e do STF, ainda desprovido dos monumentos característicos, como o Museu Histórico de Brasília, o Espaço Lucio Costa e o Monumento aos Candangos. A Via N1, uma via contínua que contorna todo o Eixo Monumental, cria uma ruptura na praça ao cortar o Palácio do Planalto.
Na parte posterior da imagem, o Congresso Nacional se estende, embora não seja possível identificar qual projeto específico está representado. Observa-se a presença do Jardim das Palmeiras e do espelho d'água no edifício anexo ao Congresso Nacional, adicionando elementos de paisagismo à arquitetura.

Praça dos Três Poderes: praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23). Autoria: Iris Castro e Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (57)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-57
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem da maquete física, de materiais não identificados, da concepção do altar da primeira missa de Brasília. No registro há, na parte inferior, um corpo d’água e ao centro a construção do altar em meio a um gramado descampado. Uma grande cruz, provavelmente representando a cruz do Cruzeiro, encontra-se à frente do altar, próximo ao eixo central da obra, levemente deslocada para a esquerda.
A maquete contém bastante similaridade com o projeto presente nos desenhos arquitetônicos oficiais, disponíveis para consulta no Arquivo Público do Distrito Federal, em Brasília. Ela apresenta o mesmo posicionamento do painel de madeira do altar, ao centro; dos bancos, à esquerda; e do espaço de côro, à direita; e também dos pilares em formato de seta. A diferença está na disposição dos cabos de aço presos à lateral dos pilares, que tensionam e sustentam a cobertura de lona.

Informações adicionais: O projeto modernista do altar destinado à primeira missa de Brasília pode ser segmentado em três etapas: o desenho presente nas pranchas oficiais, a maquete elaborada e o projeto que foi materializado. Os dois primeiros momentos citados carregam similaridades, apesar de não serem iguais. Entretanto, a tenda construída para a cerimônia se difere bastante e tem caráter temporário e de improviso.
A obra foi elaborada por Oscar Niemeyer (1907-2012), em 10 de janeiro de 1957, data anterior à transferência da capital do Rio de Janeiro para Brasília, em 1º de outubro de 1957. O material contendo os desenhos originais está disposto em seis pranchas de papel vegetal desenhadas a grafite e encontram-se disponíveis no Arquivo Público do Distrito Federal, no fundo da SEDUMA (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente), mais precisamente, no escaninho 5. A ausência de carimbos em três das cinco folhas não permite saber se há mais desenhos que foram desenvolvidos para a ocasião.
"

Untitled

NOV.B.19 (56)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-56
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem em preto e branco, apresentada no formato paisagem, apresenta a elevação sul e lateral da maquete do primeiro anteprojeto de Oscar Niemeyer em 1957, revelando uma versão das cúpulas do congresso nacional, sem aberturas.
Na composição visual, destacam-se nitidamente dois platôs no terreno. O primeiro, localizado em um nível inferior, abriga o imponente Congresso Nacional. Notavelmente, no canto esquerdo, uma abertura sugere o espaço destinado ao grande auditório que seria posicionado à frente do edifício principal do Congresso Nacional. Enquanto isso, o segundo platô, em posição mais elevada, abriga a esplanada dos ministérios e delineia a área circundante. Essa escolha arquitetônica ressalta a intenção dos projetistas de conferir grandiosidade ao edifício, enfatizando sua importância como centro de deliberação de leis e decisões governamentais.
A cena abrange as vias laterais, identificadas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional. Chama a atenção ainda uma rampa posicionada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Nesse estágio inicial do projeto, não se delineia uma via específica dedicada ao Congresso, como encontramos nos dias de hoje.
Ao comparar a maquete com a atualidade, destaca-se a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, um elemento incorporado posteriormente ao design, assim como o jardim de palmeiras localizado na parte posterior e ao lado do edifício. A perspectiva limitada da fotografia sugere que elementos como rampas, coberturas, cúpulas e o edifício anexo mantêm notáveis semelhanças com a configuração presente.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (55)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-55
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal da fachada posterior da maquete do Palácio da Alvorada. A maquete está sobre uma superfície que aparenta ser uma mesa coberta por lona a qual cria um fundo preto na parte inferior e superior da fotografia. Percebe-se todos os elementos implementados na obra atualmente como a representação da pavimentação asfáltica de acesso ao monumento, o renque de coqueiros adultos os quais foram propostos plantio de palmeiras imperiais na etapa de concepção do Palácio, o anexo de serviços semi enterrado (à esquerda), os espelhos d’água da fachada frontal que reforça a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989), a Capela do Palácio da Alvorada, a passagem subterrânea para a entrada do mesmo (à direita) e na fachada posterior, a piscina, a pérgola com bar e churrasqueira, composta por uma fina cobertura sustentada por dois núcleos periféricos de concreto. Porém, alguns elementos que não foram construídos e é possível visualizar na maquete são a laje de cobertura totalmente plana (a qual foi construída uma pequena platibanda - faixa vertical que emoldura a parte superior de um edifício e que tem a função de esconder o telhado), a fachada lateral fechada e a pequena plataforma circundada pela piscina.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
CURIOSIDADE SOBRE AS COLUNAS DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”.
A piscina, de 50m de comprimento por 18m de largura e profundidade que varia de 0,70m a 2,10m, com ilha de formato pontiagudo e a cobertura plana de apoio já estavam no anteprojeto da residência, publicado pela primeira vez na revista Módulo de fevereiro de 1957. Ainda, sobre essa área, na edição 12 da revista Brasília, de dezembro de 1957, é informado a conclusão da obra da piscina. Outro ponto importante é que o acesso do subsolo à piscina não pertence ao projeto original e foi concebido apenas no início de 1991 a partir de uma reforma (ALMEIDA, 2012).
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Untitled

NOV.B.19 (54)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-54
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, que retrata a fachada frontal da maquete do palácio presidencial (primeiro projeto - segunda versão), possivelmente elaborada entre os meses de agosto e dezembro de 1956.
A maquete exibe o palácio como um edifício de dois planos horizontais, destacando a elevação do solo e o nível do piso de acesso principal, marcado por uma rampa solene. A estrutura é composta por uma caixa de vidro de múltiplas alturas, que abriga os principais espaços do programa. A colunata, com sua composição particularizada, é um elemento central na arquitetura, apresentando variações em desenho e disposição que geram ambiguidades e dinamizam a percepção do observador. As colunas podem ser inteiras ou parciais, resultando em efeitos que permitem a leitura de arcos de suporte na parte inferior e arcos invertidos na parte superior. A disposição das colunas também contribui para a percepção variada, com uma sequência ininterrupta e regular na fachada norte, a supressão de colunas na fachada sul e a ausência da colunata nas fachadas leste e oeste.
Embora as fotografias da maquete da segunda versão mostram o edifício isolado, sem a referência do Hotel de Turismo ou da Residência oficial, a identificação de acessos de veículos, lago e espelho d’água indica que a implantação foi considerada a mesma da primeira versão.

A maquete do palácio presidencial (primeiro projeto - segunda versão) é apresentada em uma perspectiva que destaca a sua grandiosidade e importância. A escala humana é promovida pela presença de kalungas, que dão uma noção de proporção entre o edifício e as pessoas. Além disso, carros posicionados estrategicamente indicam as entradas e saídas, proporcionando uma visão mais realista do funcionamento do palácio. Uma escultura não identificada à frente do palácio adiciona um elemento de arte e cultura ao ambiente, enquanto palmeiras enfileiradas em pares ao lado do edifício contribuem para o paisagismo e embelezamento do local.

A segunda versão do mesmo projeto mantém a distribuição de níveis e funções, com predominância das áreas nobres e escritórios agrupados na mesma face do edifício. Os acessos internos são ratificados, mas há mudança na orientação da rampa que liga o térreo ao segundo pavimento. As mudanças mais significativas ocorrem nas dimensões e proporções do volume, que é reduzido em largura e altura, redefinindo a proporção da planta de quase quadrada para retangular. Outras modificações incluem a supressão do volume em casca para o auditório e adaptação na marquise para as novas dimensões do perímetro. Como resultado, o palácio passa a ter uma área total de 12.500m²."

Untitled

NOV.B.19 (53)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-53
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Fotografia com visão superior de uma maquete que retrata o projeto da primeira praça presidencial, idealizada por Oscar Niemeyer (1907-2012), uma proposta de praça cívica feita antes de Lucio Costa ganhar o concurso do Plano Piloto. O uso de material distintos representando as vias de circulação de veículos, volumetrias, arborizado, vias de circulação de pedestres e espelhos d’água e o lago (faixa contínua de ponta a ponta no fundo da maquete). Ao centro da imagem está a volumetria do Palácio Presidencial, onde os aspectos plásticos são a junção do Palácio do Planalto e do Palácio da Alvorada, intercalando entre cheios e vazios, apresentando colunas semelhantes aos do Palácio da Alvorada, com o parlatório logo à frente à direita da rampa, um mastro de bandeira mais à frente da rampa e à esquerda do mastro vê-se uma escultura de duas figuras humanas lado a lado; à direita do Palácio Presidencial, mais à frente, tem-se vista parcial da volumetria da capela cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França, que futuramente veio a ser incorporada ao palácio residencial; mais à direita da maquete está a volumetria do Museu de Arte de Brasília (MAB) ocupando área construída de 4.800 m², hoje situado às margens do Lago Paranoá, no Setor de Hotéis e Turismo Norte, com o acervo formado por obras de arte moderna e contemporânea, que vão da década de 1950 ao ano de 2001.

Untitled

NOV.B.19 (52)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-52
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, que retrata uma maquete em perspectiva do palácio presidencial (primeiro projeto - segunda versão), possivelmente elaborada entre os meses de agosto e dezembro de 1956.
A maquete exibe o palácio como um edifício de dois planos horizontais, destacando a elevação do solo e o nível do piso de acesso principal, marcado por uma rampa solene. A estrutura é composta por uma caixa de vidro de múltiplas alturas, que abriga os principais espaços do programa. A colunata, com sua composição particularizada, é um elemento central na arquitetura, apresentando variações em desenho e disposição que geram ambiguidades e dinamizam a percepção do observador. As colunas podem ser inteiras ou parciais, resultando em efeitos que permitem a leitura de arcos de suporte na parte inferior e arcos invertidos na parte superior. A disposição das colunas também contribui para a percepção variada, com uma sequência ininterrupta e regular na fachada norte, a supressão de colunas na fachada sul e a ausência da colunata nas fachadas leste e oeste.
Embora as fotografias da maquete da segunda versão mostram o edifício isolado, sem a referência do Hotel de Turismo ou da Residência oficial, a identificação de acessos de veículos, lago e espelho d’água indica que a implantação foi considerada a mesma da primeira versão.
A maquete do palácio presidencial (primeiro projeto - segunda versão) é apresentada em uma perspectiva que destaca a sua grandiosidade e importância. A escala humana é promovida pela presença de kalungas, que dão uma noção de proporção entre o edifício e as pessoas. Além disso, carros posicionados estrategicamente indicam as entradas e saídas, proporcionando uma visão mais realista do funcionamento do palácio. Uma escultura não identificada à frente do palácio adiciona um elemento de arte e cultura ao ambiente, enquanto palmeiras enfileiradas em pares ao lado do edifício contribuem para o paisagismo e embelezamento do local.

A segunda versão do mesmo projeto mantém a distribuição de níveis e funções, com predominância das áreas nobres e escritórios agrupados na mesma face do edifício. Os acessos internos são ratificados, mas há mudança na orientação da rampa que liga o térreo ao segundo pavimento. As mudanças mais significativas ocorrem nas dimensões e proporções do volume, que é reduzido em largura e altura, redefinindo a proporção da planta de quase quadrada para retangular. Outras modificações incluem a supressão do volume em casca para o auditório e adaptação na marquise para as novas dimensões do perímetro. Como resultado, o palácio passa a ter uma área total de 12.500m²."

Untitled

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