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NOV.B.20 (34)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de escavação do subsolo o qual possui escoramento com tábuas de madeira para contenção de terra. Diversas figuras humanas estão próximas ao local e à direita há uma pequena construção com revestimento de tábuas de madeira horizontais posicionadas em escamas/sobrepostas Atrás do canteiro de obras, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) ou uma formação florestal (mata seca ou cerradão), devido ao porte das árvores.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (33)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea diagonal do edifício da Imprensa Nacional. O edifício possui um formato quadrado, mas que pelo ângulo da fotografia aparenta ser retangular. Este é de concreto armado com pelo menos quatro pavimentos com uma de suas fachadas revestida por esquadrias. Em sua cobertura percebe-se as seções das inclinações para escoamento de água. Ao redor do edifício, há diversas construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás das construções temporárias, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) que se estende pelo horizonte.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (32)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do aparenta ser o Setor Hoteleiro Sul de Brasília. Este possui diversos edifícios/hotéis longilíneos paralelos entre si com dois pavimentos e grandes esquadrias quadrangulares bem marcadas nas suas fachadas. Na parte inferior da fotografia, a vegetação possui aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por intervenção humana. Ao redor dos edifícios há construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás do conjunto de edifícios e entre as avenidas de terra batida, há vegetação de cerrado típico, que se estende pelo horizonte.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (31)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea de um edifício não identificado. Este é longilíneo com revestimento aparentemente de alvenaria e madeira com janelas em fita rente à cobertura e o telhado é de uma água com pequena inclinação. À frente do edifício há algumas figuras humanas, uma rotatória a qual está conectada ao asfalto no canto inferior direito e à direita da fotografia um pequeno canteiro com pavimentação. Atrás e nas laterais do cercado, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (30)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do Mário Fontenelle (1919-1986). Vista de um canteiro de obras da construção da base de um edifício com diversos tijolos cerâmicos empilhados ao fundo (à direita), materiais de construção, troncos de madeira utilizados para a obra e figuras humanas atuando na obra. Atrás da construção nota-se vegetação de cerrado típico e logo depois, há uma faixa mais adensada de vegetação que sugere ser uma possível mata de galeria que acompanha um curso d’água, com presença de algumas palmeiras que são popularmente conhecidas como buritis (Mauritia flexuosa). Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres com ausência de árvores (campo limpo) e trechos com adensamento de árvores (possivelmente cerrado sentido restrito).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (3)

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, terra batida com árvores de médio porte esparsas, o que aparenta ser uma parada de ônibus com quatro colunas de madeira e uma cobertura com uma água e um Jeep Willys à direita do mesmo. Atrás, um edifício longilíneo não identificado com revestimento de tábuas de madeira horizontais posicionadas em escamas/sobrepostas e janelas em fita rende a cobertura. O edifício é levemente elevado do solo provavelmente por causa da inclinação do terreno e para evitar umidade abaixo do piso. Ao fundo, vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (29)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do Mário Fontenelle (1919-1986). Vista de um canteiro de obras com diversos tijolos cerâmicos empilhados, materiais de construção, troncos de madeira utilizados para a obra e figuras humanas atuando na obra. Rodeando o canteiro de obras, há vegetação de cerrado típico. Ao fundo, uma faixa mais adensada de vegetação sugere uma possível mata de galeria que acompanha curso d’água, e atrás a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres com ausência de árvores (campo limpo) e trechos com adensamento de árvores (possivelmente cerrado sentido restrito).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (28)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, chão de terra batida. Um edifício longilíneo não identificado em fase de construção com revestimento de alvenaria e janelas em fita. À direita, construção de outro edifício similar o qual possui uma marquise interligando ambos os edifícios e figuras humanas estão atuando na construção do mesmo. Atrás das construções, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte. Continuação da fotografia item NOV-D-4-4-B-20’ (27).
Fotografia similar ao item NOV-D-4-4-B-27’ (3) com alteração de coloração e enquadramento.
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NOV.B.20 (27)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, chão de terra batida. Um edifício longilíneo não identificado em fase de construção com revestimento de alvenaria e janelas em fita. À direita, construção de uma marquise e figuras humanas estão atuando na construção do mesmo. Atrás do edifício, nos cantos direito e esquerdo, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Continuação da fotografia item NOV-D-4-4-B-20’ (28).
Fotografia similar ao item NOV-D-4-4-B-27’ (3) com alteração de coloração e enquadramento.
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NOV.B.20 (26)

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista diagonal de uma das fachadas do Edifício Gustavo Capanema no Rio de Janeiro, um marco da arquitetura moderna brasileira. É possível visualizar na fotografia o edifício longíneo com o alto pé direito do pilotis com colunas estruturas externas, o grande vão do pilotis e as janelas/esquadrias em fita no pavimento superior que vão do piso até a cobertura a qual possui vegetação (parte central superior da fotografia). Ao fundo, outros edifícios de 6 pavimentos, alguns veículos e figuras humanas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO EDIFÍCIO GUSTAVO CAPANEMA:
O Palácio Capanema foi construído entre 1937 e 1945, com inauguração realizada por Getúlio Vargas, então presidente. Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1948 e é um dos principais marcos da arquitetura moderna brasileira. A criação do MEC aconteceu no governo de Getúlio Vargas, com seu projeto de centralização da máquina pública. Lembrando que, na época, o Rio de Janeiro era a capital do Brasil. O nome do prédio é uma homenagem ao ministro Gustavo Capanema, um intelectual que era ligado a inúmeros artistas vanguardistas e tinha em mente um novo projeto cultural para o país. Ele buscava se apropriar das novas estéticas internacionais, como o modernismo, para refletir a busca pelo progresso e pela modernização do Brasil. (Archtrends Portobello, 2021).
O projeto para o então denominado Ministério da Educação e Saúde Pública foi elaborado no decorrer do ano de 1936 pela equipe integrada pelos arquitetos Oscar Niemeyer, Affonso Reidy, Jorge Moreira, Carlos Leão e Ernani Vasconcelos, sob coordenação de Lucio Costa. A pedido do então Ministro Gustavo Capanema e com orientação de Le Corbusier, a equipe de jovens modernistas brasileiros ficou incumbida de dar identidade nacional ao edifício que viria a se tornar um dos maiores ícones de nossa arquitetura, em frontal oposição à estética dominante. (Arquicast, 2022).
Mais do que um simples edifício público com funções administrativas, o Palácio Capanema, nome que hoje batiza o complexo, é um verdadeiro acervo do que de melhor produziu nossa cultura artística no início do século XX. Fazem parte de sua inovadora espacialidade esculturas de artistas como Lipchitz, Giorgi, Menezes e Adriana Janacopulos, pinturas, afrescos e painéis de azulejos de Portinari e paisagismo de Roberto Burle Marx. (Arquicast, 2022).
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