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NOV.B.2 (325)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-325
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista panorâmica da laje-cobertura do Congresso Nacional. Visualiza-se duas plataformas de madeira, um menor à esquerda, o qual está situado um operário negro apoiando seu braço em um pontalete de madeira de forma rígida. Em sua descendente, percebe-se um operário apoiando seu corpo em uma longa estaca vertical em meio a uma grande área contendo dezenas de toras de madeira que servem de pilares. Posteriormente, se faz pouco nítido um obreiro ereto em posição estática e outro mais afastado curvando-se em direção ao chão. Observa-se mais a leste, finas tábuas de madeira acopladas a essas estruturas mais frequentemente. À direita, dispõem-se outra plataforma amadeirada que ascende diagonalmente em suas extremidades. Em seu trecho inicial, um trabalhador agachado cortando uma tábua de madeira com um serrote. Logo após, verifica-se um funcionário inclinando verificando o chão ainda com vãos, adjunto, está outro obreiro de camisa xadrez com mão apoiada na calça. Mais distante, encontram-se dois funcionários assentando pisos de madeira em uma área triangular que detém apenas com as pontaletes horizontais, um profissional inclinado com martelo na mão, observado os pilares de madeira, no antepenúltimo, está outro trabalhador posicionando uma placa de madeira, seguida, um operário apoiando uma tábua de madeira, adiante, há dois indivíduos, um deles com a cabeça pra fora, estão observando as estruturas. À frente, um grande descampado com postes de iluminação espalhados na área condizente ao canteiro de obras do Congresso Nacional. No sentido leste, evidencia-se o Eixo Monumental, acima do muro de arrimo, o qual transitam três automóveis. No sentido oeste, há uma construção temporária de aspecto longitudinais, contornada por uma cerca de madeira, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, circunvizinho a sua fachada há duas caixas d 'água de tamanhos diferentes. À direita da edificação, percebe-se a presença de diversos entulhos espalhados pelo solo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (326)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-326
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato retrato registra a parte interna da fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. O enquadramento capta a magnitude das colunas a apoiar a laje curva do Palácio, na direção sul. Nota-se a diferença de nível entre a plataforma de acesso (terço inferior da fotografia) e a plataforma que separa as colunas do painel de vidro do bloco principal. Ao fundo do corredor formado pela segunda plataforma está o bloco de serviços semienterrado (visível entre as colunas parabolóides). Abaixo do Palácio da Alvorada vê-se uma grama plantada e um espelho d’água. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do lago Paranoá. Torna-se nítido a presença do Cerrado, com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, se estendendo na linha do horizonte. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (327)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-327
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista panorâmica da cobertura do Congresso Nacional em processo construtivo. Em primeiro plano, da esquerda para direita, verifica-se dois aprumadores endireitando uma forma de madeira que se assemelha a uma batente que detém uma tábua de madeira como contraventamento, localizada atrás de uma mureta que detém esperas verticalizadas. Ao lado, evidencia-se uma forma de madeira de dimensões expressivas, possivelmente corresponde às extremidades pontiagudas características do edifício principal, espaçada de outra forma com formato similar, a qual só visualizamos sua lateral. Entre as estruturas, nota-se a presença de vergalhões em posições verticais rentes a mureta. Adiante, pousam-se diversas formas de madeira fixas na plataforma. No sentido oeste-leste, observa-se um trabalhador apoiando sua perna em uma longilínea armadura para concreto armado de aço, o qual contém em sua extensão algumas armações inconclusa para pilares,tal obreiro está direcionando seu olhar para outro operário negro de macacão levantando sua perna próximo a outro colega que apenas visualizamos sua cabeça. Ao fundo, enxerga-se um indivíduo manipulando uma das formas próximo a outro profissional, o qual vemos apenas a silhueta, perto a uma simplória cobertura diminuta, posteriormente, pousa-se diversas tábuas de madeira verticais reunidas, adjacente, há um homem trazendo outra tábua para compor o conjunto. Diagonalmente, situa-se três obreiros inclinando-se para averiguar as condições dos materiais. É possível visualizar outro trio de operários mirando abaixo as instalações, destoa-se do grupo, um homem negro que está equilibrando-se acima das estruturas. Ao fundo, no extremo leste, presencia-se três funcionários de capacete dispostos em semicírculo vistoriando a obra. Logo em seguida, ressalta-se um grande muro de arrimo, que contém uma cerca de madeira que permeia toda a extensão do topo. Constata-se a aparição de duas concentrações possivelmente de brita que ocupa os dois extremos da trilha situada acima do muro.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (328)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-328
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato retrato registra a parte interna da fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. O enquadramento capta a magnitude das colunas a apoiar a laje curva do Palácio. Nota-se a diferença de nível entre a plataforma de acesso (terço inferior da fotografia) e a plataforma que separa as colunas do painel de vidro do bloco principal. Ao fundo do corredor formado pela segunda plataforma está a Capela anexa do Alvorada, na qual sua abertura de acesso está visível. Abaixo do Palácio da Alvorada vê-se uma grama plantada e um espelho d’água. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do lago Paranoá. Torna-se nítido a presença do Cerrado, com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, se estendendo na linha do horizonte. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (329)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-329
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista lateral do terreno correspondente ao canteiro de obras. Em primeiro plano, nota-se pequenas estacas espalhadas pelo solo. À direita, situa-se a moderna bate-estaca da marca Franki, perto do local de perfuração, estão três trabalhadores conversando. Lateralmente, encontra-se outro operário agachado realizando funções da obra, ao seu lado, há um recurso de obra que desce até uma e uma construção temporária que abriga um gerador. Lateralmente, há três obreiros rente as cercas, próximo a materiais de construção. Mais ao fundo do canteiro, diagonalmente, situa-se outra bate-estaca, no entanto, de menor dimensão e menos elaborada. Perto de sua base há um trabalhador posicionando uma enxada ao solo.No sentido oeste, verifica-se um obreiro com carrinho de mão percorrendo uma via simples de terra, ao lado de uma cerca ainda inacabada que está delimitando uma pequena área retangular. Na região intermediária entre duas máquinas, observa-se dois postes perto de canos de concreto cortados, posteriormente a eles, está um gerador sob rodas. Ao fundo, repara-se que o talude contém algumas deformidades em sua extensão. Acima dele está a via S1, visualiza-se que parte do espaço desse percurso está densamente ocupado por acúmulos de recursos da obra.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-33
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores em formato paisagem. Vista interna da rampa externa do Congresso Nacional. No primeiro terço, está uma coluna de concreto ainda em processo de cura, situado na região que futuramente dará acesso ao Salão Negro, é possível visualizar ainda as imperfeições em seu revestimento, rente a coluna, estão dois tijolos acima um do outro. Mais a frente, reúnem-se diversos entulhos, destaca-se nessa localidade a presença de três estacas de madeira que . Ao fundo, nota-se um possível depósito, composto de madeira, que serviam alojamento para acúmulo de materiais , com vedação apenas da metade. No segundo terço, a rampa ensolarada localiza-se um trabalhador com capacete trajando uma camisa azul escura e calça clara deslocando ao centro. Posteriormente, está o Jeep Candango da Vemag adjunto de um poste de madeira. No terceiro terço, ressalta-se a coluna de concreto de larga dimensão que sustenta a laje do Congresso Nacional, mais próximo está uma coluna pequena com duas tábuas de madeira apoiadas no topo, sustentado a rampa externa acima. No lado direito, encontram-se barris de metal, ao lado, situam-se os entulhos no trecho inicial e no final. Ao redor, estão amontoados tijolos. Mais a frente, localiza-se uma extensa construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, acoplado a edificação, há um poste de madeira de maior dimensão, mais atrás, há outro de menor altura. Na entrada do mesmo edifício, localizam-se cinco operários reunidos circunvizinhos a um amontoado de terra, na extrema esquerda, verifica-se um ônibus Mercedes que era responsável por levar os trabalhadores para os canteiros. Nos arredores há se alastra mais terra de chão batida juntamente com materiais de obras e diversos postes, no talude direito, pousa o Eixo Monumental, ainda não finalizado completamente, um Caminhão Chevrolet, popularmente conhecido como “Boca de Sapo”, percorrendo a via. Pouco visível, mais a frente, está um grupo de operários agrupados perto de uma edificação.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (330)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-330
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da Capela do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, grama e uma luminária na grama apontada em direção ao Palácio da Alvorada. À direita da fotografia, parte de uma das colunas da fachada frontal e da cobertura do beiral do palácio residencial. Ao centro, a Capela já finalizada em concreto armado e na cor branca nas fachadas e nas rampas de acesso à obra. Abaixo de sua base, é possível visualizar uma janela em fita de vidro discreta. No horizonte, diversas fitofisionomias do Cerrado.

Imagem semelhante à NOV-D-4-4-B-2 (605) com alteração de coloração e enquadramento alterado para a esquerda.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Untitled

NOV.B.2 (331)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-331
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia área, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano, destaca-se um pequeno alojamento,o qual detém um pequeno estacionamento em sua extremidade esquerda, com a bandeira do Brasil hasteado perto de sua lateral. À esquerda da edificação, é possível visualizar parte de uma pequena construção temporária.
Na sua parte posterior, observa-se vários entulhos espalhados pelo solo. À frente, visualiza-se um caminhão transitando pela região, próximo a dezenas de pontaletes de madeiras espalhados ao solo, fruto de um provável processo de desmonte de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Observa-se sutilmente a aparição de um diminuta construção de madeira em meio a tábuas de madeira. Lateralmente, localiza-se a rampa externa em fase construtiva inacabada, com escoras de madeira na base da rampa superior. No sentido leste, evidencia-se outra construção impermanente de dimensão considerável. Entre sua fachada e o edifício principal, o qual está em franco processo de cimbramento na porção esquerda, há diversos recursos da obra retidos ao chão. Na extremidade direita do canteiro de obras, pousa-se uma rampa simplória, ainda em processo de construção, de sustentação ainda frágil que leva a Câmara, a qual está em processo de fundação. Ao centro da plataforma, localiza-se um conjunto de construções temporárias,que provavelmente servem de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. À esquerda, o Senado em fase bem inicial de edificação envolta em uma forma circular que estende-se até uma edificação simplória fora da plataforma. Constituindo parte do sistema de locomoção: há a Via N1, o Eixo Monumental, com pavimentação inconclusa, o qual perpassa todo complexo que liga a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios. E no lado oposto situa-se a Via S1, ainda sem pavimentação. Apenas parte de seu trajeto planejado está efetuado, tal espaço está densamente ocupado por acúmulos de recursos da obra. Em seguida fora do edifício principal sobressai a constituição das torres anexas, ainda com pouquíssimos pavimentos e com suas estruturas de aço aparente, por meio da utilização de um guindaste, que somente aparece na parte superior, levantando os pilares para a constituição das torres anexas. No sentido leste, predomina um terreno bastante desgastado com recursos das obras espalhados como areia e tábuas de madeira. No sentido oeste, visualiza-se no terreno, ao centro, uma pequena área de formato elíptico com vários perfis metálicos posicionados, no lado direito da área, encontra-se um conjunto de oito trabalhadores reunidos próximo a um caminhão em sua perpendicular. Logo após, dispõem-se um alojamento de dimensão expressiva. percebe-se que parte estrutural da edificação à esquerda está incompleta sem vedação. Seguindo lateralmente após uma via tortuosa de terra de chão batido, concentra-se outra área com diversos perfis metálicos enfileirados ao solo.Subsequentemente a uma via tortuosa de terra de chão batido, concentra-se outra área com diversos perfis metálicos enfileirados ao solo sendo posicionados por outro guindaste. Na extremidade é possível ver outra construção impermanente. À direita, dispõem-se o grande complexo com diversos de depósitos e alojamentos de cor branca situados na área circundando a área de fundação do Supremo Tribunal Federal, assim como o Palácio do Planalto,o perímetro é delimitado por cercas de madeira. Ao fundo, alastra-se pelo território uma densa mata de Cerrado Nativo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (332)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-332
  • Item
  • 13/03/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da Capela do Palácio da Alvorada em fase de construção. Em primeiro plano, vista da construção do subsolo com tapumes de madeira e uma parede de concreto; este está sob uma elevação da rampa de acesso na fachada principal e da base da Capela. Ao centro, na base da obra, alguns postes de madeira, materiais de construção e trabalhadores homens atuando na construção. A Capela já com as paredes curvas de concreto armado com tábuas de madeira na entrada para sustentação. Ao fundo, diversas fitofisionomias do Cerrado.

Imagem semelhante à NOV-D-4-4-B-2 (606) com alteração de coloração e enquadramento levemente alterado com aproximação.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Untitled

NOV.B.2 (333)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-333
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia área, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano, verifica-se a via S1, ainda sem pavimentação. Apenas parte de seu trajeto planejado está efetuado, tal espaço está densamente ocupado por acúmulos de recursos da obras, principalmente, em suas laterais. Em segundo plano,destaca-se o edifício principal do Congresso Nacional com seu formato antigo de extremidades pontiagudas.Acima, na plataforma, repleta de perfurações no piso, visualiza-se a Câmara dos Deputados ainda em processo de fundação. Ao centro, pousa-se um conjunto de construções temporárias, que provavelmente servem de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, ao lado, localiza-se o Senado em fase bem inicial de edificação envolta em uma forma circular que estende-se até uma edificação simplória fora da plataforma. À esquerda, do edifício principal, situa-se o canteiro de obras, no sentido baixo-cima, visualiza-se uma rampa simplória. ainda em processo de construção, de sustentação ainda frágil que leva a Câmara e mais distante, é possível enxergar a rampa externa está também em fase construtiva inacabada, com escoras de madeira na base da rampa superior, ao lado é pouco perceptível as dezenas de pontaletes de madeiras espalhados ao solo fruto de um provável processo de desmonte de um cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. No lado direito do edifício principal, constata-se um guindaste levantando os pilares para a constituição das torres anexas ainda com pouquíssimos pavimentos e com suas estruturas de aço aparente, tal maquinário localiza-se perto da fundação deste monumento, ao seu lado, estão vigas e pilares posicionados ao chão enfileirados. Na parte posterior do guindaste, observa-se outras peças de aço posicionadas ao solo em meio a um terreno bastante desgastado com recursos das obras espalhados como areia e tábuas de madeira. No lado esquerdo das torres anexas, presencia-se um uma construção temporária que se assemelha a um alojamento de dimensão considerável, em sua diagonal, dispõem uma grande caixa d’água no perímetro do edifício principal. Já próximo a fachada da edificação impermanente, é possível observar a posterior de um veículo, deslocando-se perpendicularmente em relação a outro caminhão. Seguindo lateralmente após uma via tortuosa de terra de chão batido, concentra-se outra área com diversos perfis metálicos enfileirados ao solo. À esquerda deste perímetro, evidencia-se a via N1, está o Eixo Monumental, com pavimentação inconclusa, o qual perpassa todo complexo que liga a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios. Em terceiro plano, presencia-se uma expressiva área verde, cortada transversalmente por uma grande via de terra e diagonalmente por outra menor. À direita, grande cerca que delimita o canteiro de obras do Palácio do Planalto. Em sua porção inicial, localiza-se a uma grande construção temporária de cobertura íngreme sem beiral, frontalmente a ela, há uma pequena guarita com estrutura similar. Mais adiante, predomina-se a complexa estrutura embrionária do Palácio do Planalto, nota-se a presença de apenas uma coluna de concreto do Planalto que provavelmente serviu para um teste logístico. Ao fundo da região, situa no sentido oeste uma acúmulo de materiais de construção e no sentido leste, no canto direito, uma construção temporária de aspecto longitudinal, posteriormente a ela é possível identificar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

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