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NOV.D.6 (13)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de uma reunião no Palácio da Alvorada, na localidade específica para essa funcionalidade. Em evidência, está um homem em pé de perfil, anotando informações em um grande bloco de notas, também levantado situa-se um rapaz de terno escuro observando a conversação. Sentados à mesa, de baixo para cima, enxerga-se um cidadão abrindo um livro e mostrando a um senhor, localizado ao centro,o qual só vemos suas costas. Ao seu lado, assenta-se outra figura masculina colega dele que no exato momento está com os olhos fechados ao direcionar a atenção ao colega. Adjacente a ele, está um homem de camisa branca analisando ideias contidas na folha, próximo a ele, vemos outro indivíduo de óculos escuros olhando investigando o material que carrega consigo. Lateralmente, se faz pouco nítido a presença de outro membros na reunião, apenas é possível observar a silhueta da parte superior de seus corpos, no centro, distanciado, presencia-se a sombra de um senhor em posição mais relaxada com a mão apoiado no queixo. Ulteriormente a ele, estão as cortinas rentes as janelas basculantes. À esquerda, ao fundo destaca-se a tapeçaria realizada pelo artista modernista Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976) em 1961 com o título de “Músicos”, sob uma parede de madeira, o qual homenageia a música brasileira e mostra um grupo de músicos tocando instrumentos típicos do samba raiz sob a parede amadeirada do Alvorada.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.6 (12)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de uma reunião no Palácio da Alvorada, na localidade específica para essa funcionalidade. Em destaque, há uma grande mesa de madeira com papéis sobre ela. Ao centro, está um senhor atento fechando seu óculos de grau, enquanto olha o rapaz na mesa à esquerda, o qual somente visualiza-se seu dois braços. Ao seu lado, em pé, verifica-se um cidadão anotando, focado, informações em um grande bloco de notas, adjacente a ele, há um outro homem observando o material anotado em outro grande bloco de notas. Sentados à direita, há um indivíduo com semblante neutro escutando as diretrizes passadas, adjunto a ele, há outra figura masculina segurando seus óculos, concomitantemente, analisar a situação com um aspecto mais sério. Ao fundo, nota-se duas grandes cortinas sob janelas basculantes destacando-se dentro do edifício, a presença de um pilar circular.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.6 (11)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de uma reunião no Palácio da Alvorada, na localidade específica para essa funcionalidade. Em destaque, há uma grande mesa de madeira com diversos papéis sobre ela. Em evidência, no lado esquerdo, está um senhor esticando seu corpo à esquerda, detendo um semblante feliz, enquanto segura uma caneta sobre papel, ao seu lado, está outro homem com expressão séria olhando fixamente para a pessoa do lado oposto da mesa. Concomitantemente, um indivíduo aperta sua camisa esboçando certa confusão, adjacente a ele, está uma figura masculina de óculos escuros em tom mais sisudo, adjunto a ele, está um cidadão de braços cruzados emanando mais serenidade, ao lado dele, há Israel Pinheiro com óculos de grau entrelaçando as mãos e esboçando surpresa. Ao final da mesa, é possível visualizar somente a silhueta de um trabalhador com aspecto mais serelepe olhando para o lado, junto a outro rapaz expressando tranquilamente apoiando a mão na testa. No outro lado da mesa, se faz pouco nítido, nas primeiras cadeiras, as mãos de outros indivíduos. Ao fundo, é possível enxergar algumas cadeiras brancas esparsas e apenas a parte inferior de um cidadão transitando pela sala que contém uma parede amadeirada.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.6 (10)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de três funcionários da Novacap sentados em um sofá baixo, da esquerda para direita, há um homem de terno escuro olhando seriamente para outro cidadão de óculos escuros que tenta emitir alguma informação. Ao centro está um senhor de cabelos brancos com um dos braços estendidos pelo sofá olhando fixamente para o centro. Ao fundo, evidencia-se um pilar circular dentro do edifício em meio às cortinas contidas sob as janelas basculantes do Palácio do Alvorada.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.6 (1)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de uma reunião no Palácio da Alvorada, na localidade específico para essa funcionalidade. Em primeiro plano, encontram-se três indivíduos sentados em uma mesa de madeira: um senhor transmite informações de forma energética, segurando um lápis em sua a mão direita, concomitantemente, apoia em sua mão esquerda , um conjunto de papéis, próximas a uma pasta catálogo ofício e um bloco de notas. No seu lado esquerdo, há um homem careca escutando passivamente as diretrizes passadas enquanto fuma um cigarro. Defronte a ele, observa-se na mesa, a presença de um livro aberto, próximo a uma pasta com aba elástica e um cinzeiro de vidro. Na cadeira situada ao lado nota-se dois livros esparsos em posição perpendicular. No lado oposto, é possível visualizar apenas a cabeça de um dos participantes da reunião, levando consigo um papel e uma taça de vidro, em sua lateral dois livros mais distanciados Ao fundo, visualiza-se um cidadão de cabeça baixa e mão no bolso, rente às cortinas contidas sob janelas basculantes do Alvorada.

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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.1 (9)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem com pequena marca de fita na parte superior da fotografia. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no Centro Cultural Brasil na Bolívia, La Paz, em 1959. Em destaque, três figuras humanas masculinas com vestes formais (paletó, calça e gravata) estão posando para a foto, sendo que o que está ao centro segura usa óculos de grau e está segurando um cigarro em sua mão esquerda. O ambiente possui paredes com revestimento amadeirado e piso aparentemente de ardósia. Atrás das figuras humanas masculinas, da esquerda para a direita, um painel suspenso do chão com diversas fotografias da construção de Brasília; uma figura humana aparentemente feminina com vestido sentada em um pequeno banco trás desse painel; pequenas janelas com persianas acima do painel; mais fotografias da construção de Brasília sobre a parede, um pequeno móvel e outra figura humana masculina com paletó, ao fundo.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.1 (8)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Em destaque, cinco figuras humanas masculinas com vestes formais (paletó, calça e gravata) estão posando para a foto, sendo que três estão usando óculos de grau e o que está ao centro segura um cigarro em sua mão esquerda. As duas figuras masculinas à esquerda estão olhando a Revista Módulo nº 8 (julho de 1957 - edição especial: “Brasília a nova capital”). Na parte inferior da fotografia, uma mesa com tampo de vidro tem montes de papéis e o que aparenta ser um cinzeiro de vidro sobre o mesmo. Ao fundo, atrás das figuras masculinas, uma fotografia da maquete física do que pressupõe-se ser o Setor Bancário Sul ou algum outro setor central de Brasília sobre uma parede branca.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA MÓDULO:
A Revista Módulo foi criada em 1955 pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), sendo o editor do mesmo e tendo como tema principal a arquitetura, mas também temas sobre artes, urbanismo, design e cultura de forma geral. Em 1965 a Revista Módulo acabou por ser proibida pela ditadura militar do Brasil que iniciou-se em 1964 e voltou a circular em 1975, acabando definitivamente em 1986.
Revista Módulo nº 8 (julho de 1957 - edição especial) “Brasília a nova capital”. Diretores responsáveis: Oscar Niemeyer e Marcos Jaimovich. Conselho de redação composto por Vinicius de Moraes. “Edição especial: Brasília, a nova capital do Brasil. Tiragem de 11.000 exemplares, texto em português e alemão, e uma separata em francês e inglês. Esta edição foi realizada com a colaboração da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil e da Divisão Cultural do Itamarati, representada por seus diretores, conselheiro Meira Penna e primeiro secretário Wladimir Murtinho.”
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.1 (7)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Percebe-se uma espécie de estande de exposição com pedras minerais sobre pequenas plataformas, além de documentos e propagandas emoldurados e posicionados e apoiados sobre a mesa. Quatro luminárias de teto estão direcionadas para o estante e este possui uma moldura azul que é possível visualizar à direita da fotografia. Próximo à moldura, duas figuras masculinas com vestes formais mais simples e o que aparenta ser uma propaganda na parede mais ao fundo fixado em uma parede ripada. Como cenário de fundo do estande, um mapa do Brasil avermelhado possui grades em branco, cinco quadrados coloridos (amarelo, azul, branco, vermelho e laranja), uma frase “Vaid - pioneira do Oeste” e a figura de um avião. À esquerda do mapa, duas figuras humanas masculinas com vestes formais estão próximas a uma parede de cobogó de vidro ao fundo.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.1 (6)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Em destaque, três figuras masculinas com vestes formais observando a maquete física da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida de Brasília intitulada “Catedral de Brasília” sobre o que aparenta ser um pequeno palco com revestimento de mármore. Atrás da maquete, poster do que aparenta ser um livro com o título de “Método de Harmonio”. Enquadrando a maquete, dois filetes metálicos dourados fixados no palco. À direita, duas setas grandes estão apontadas para à esquerda, em direção à maquete, e fixadas em um pequeno cano sobre o palco. Atrás das setas, um instrumento musical, aparentemente um órgão, com uma versão menor do poster/livro mencionado anteriormente (o mesmo que está atrás da maquete) e ao fundo um painel comprido do desenho da fachada do Palácio da Alvorada, residência do presidente, com uma cortina escura por trás e o desenho de quatro palmeiras com o pedaço de uma frase (“a música eleva o homem a…”). À esquerda, outro instrumento musical também com o mesmo livro, porém este órgão é maior.
Fotografia similar à NOV-D-4-4-D-1 (3).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASÍLIA:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

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