Iconográfico

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NOV.A.02 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-2
  • Item
  • 1956 - 1957
  • Part of Untitled

"A fotografia em preto e branco, possui formato retrato, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta figuras masculinas, centralizada, que pousam para fotografia em frente a sede da Fazenda Gama, utilizando indumentária diversa (terno, calças e camisetas, e elementos de chapelaria podendo ser chapéu). Essas figuras humanas estão posicionadas em dois locais, sendo 19 figuras masculinas que estão em pé acompanhados por um cachorro ao chão; sendo que desse quantitativo, nove das figuras humanas estão na carroceria de um caminhão CITROËN, ano 1951.
A respeito da imagem há uma divergência de dados sobre as figuras masculinas que aparecem no retrato. No livro Inventário do Catetinho (GUIMARÃES, 2017, p. 50-53), a fotografia aparece com a seguinte legenda: "" Em pé, no chão, da esquerda para a direita: Sr. Eduardo de Campos Montandon, O Duca (e seu cachorro); José Juvêncio, o Marcha-ré (de chapéu e macacão escuro); Ramiro Moreira (de paletó com as mãos para trás); não identificado (com a mão esquerda no bolso); Rubens de Lucca; Paulo Müller; dois funcionários não identificados (ao lado da cabine do caminhão); não identificado (de braços cruzados); João Fausto Filho, o Joca; Dr. Roberto Penna (de chapéu); não identificado; Alberto Radespiel; Antônio Jacinto Duarte (de chapéu) e o último, não identificado. Em pé, em cima da carroceria do caminhão, da esquerda para direita, vêem-se: Abrão Vaz da Silva (de paletó); Francisco Batista da Costa, o Ipi (c/ o pé apoiado na carroceria do caminhão); não identificado; Dimas Mário (de chapéu) e o último, não identificado"". Entretanto, no livro Uma casa para o presidente, a imagem aprenseta a seguinte descrição: ""Pioneiros da primeira obra. Grande parte do grupo que edificou o Catetinho. O engenheiro 'Juca' Chaves, José Ferreira Chaves, é o 4º da esquerda para direita. Está ladeado por Camilo e Vivaldo Lyrio e, o mascote do grupo, o cachorro 'Lord'.""
"

Untitled

NOV.A.02 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-3
  • Item
  • 1956 - 1957
  • Part of Untitled

"Fotografia em Preto e Branco. Autor desconhecido. Formato horizontal.
Contexto: Chegada dos primeiros materiais para a construção do Catetinho na Fazenda Gama.
Na imagem há oito figuras masculinas descarregando ripas de madeiras de três caminhões estacionados ao lado da casa da Fazenda Gama.
Para informações adicionais, consultar mais sobre o processo da construção do Catetinho, em imagens fotográficas que se assemelham a esta.

Informações adicionais: No Diário de Brasília, Coleção Brasília IV (1956-1957) consta que no dia 21 de outubro de 1956 a seguinte informação: ""'Palácio Provisório'"" - Chegaram à área de Brasília os primeiros caminhões com material comprado em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro para construção da casa de residência próvisória para o Presidente Juscelino Kubitschek, junto à antiga Fazenda do Gama. (BRASIL, 1960, p. 36, grifos do Diário).
Ainda nesse coleção Brasília IV, apresenta informações outras sobre o Palácio Provisório: ""Segunda-feira, 22 de outubro de 1956"" (BRASIL, 1960, p. 36, grifos do Diário). ""'Palácio Provisório' - Iniciam-se na Fazenda Gama as obras de construção da residência presidencial provisória. Instala-se o motor gerador de 2,5 cavalos. A 'patrol' Cater-pillar faz a limpeza da área destinada à construção. [...]"" (BRASIL, 1956, p. 36, grifos do Diário).
O próximo dia que refere-se a residênica do presidente, está datada por: ""Terça-feira, 23 de outubro de 1956"" (BRASIL, 1960, p. 37, grifos do Diário) ""'Palácio Provisório' - Prosseguem em ritmo acelerado as obras de construção. Marca-se nesta data a fabricação do primeiro cpncreto ciclópico em Brasília."" (BRASIL, 1960, p. 37).
Continuando as notícias sobre a temática, na ""Quinta-feira, 25 de outubro de 1956"" (BRASIL, 1956, p. 37, grifos do Diário), contém a seguinte informação: ""'Palácio Provisório' - Instala-se na Fazenda Gama um gerador de 75 KWa.
Chegam a Brasília mais caminhões com materias, móveis e objetos para a residência presidencial, inclusive aquecedor elétrico e geladeira, na qual se produz gêlo (sic) em Brasília pela primeira vez."" (BRASIL, 1960, p. 37, grifos do Diário)."

Untitled

NOV.A.02 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-4
  • Item
  • 1950 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, autor desconhecido, formato horizontal. Vista de um terreno com alterações na paisagem que demostram o início das obras de infraestrutura e saneamento básico, onde corre um corpo d'água. Existe, portanto, a formação de uma estrada, onde é possível identificar gados na propriedade rural. Ainda, aparece um jeep Willys ao fundo, no canto esquerdo da imagem.

Untitled

NOV.A.02 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-5
  • Item
  • 1950 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, autor desconhecido, formato horizontal.
Paisagem de capim exótico, também conhecido como capim colonião (Panicum maximum) de origem do continente africano, podendo ser utilizado para produção de alimentos para bovinos. Portanto, há alteração na paisagem natural de cerrado típico.
Informações adicionais:
Segundo Garcez et. al. (2016, p. 131) sobre o local que a vegetação foi transportada, afirmar que: ""[...] O capim-colonião (Panicum maximum Jacq. cv. Colonião) é originário da África, apresentando crescimento perene e limitado em solos inundados ou excessivamente úmidos, tendo maior adaptação aos arenosos férteis, em regiões com boa precipitação. [...]"""

Untitled

NOV.A.02 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-6
  • Item
  • 1950 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, autor desconhecido, formato horizontal.
Vista do curral (piquete) com fechamento em troncos de madeira. A fotografia apresenta oito bovinos e duas figuras masculinas, podendo ser dois funcionários, os quais não foram identificados. Sendo que uma das figuras masculinas, leva utensílio de chapelaria na cabeça e se encontra na posição em pé, no chão. A outra figura masculina encontra-se sentado sobre a cerca de madeira. Ao fundo aparece uma casa rural, com arquitetura colonial regional de Goiás, parte de uma vegetação, onde é possível identificar espécies como: mangueira (Mangifera indica L), bananeiras (Musa spp.) (MENDONÇA et al., 2013), bambu e buritis a esquerda e ao centro, e gramado plantado à direita.
Informação Adicional: Gados em fazenda são descritos no Livro ""A construção do Catetinho"" de Ahilton Guimarães (2008, p. 50). A raça do gado pode ser ""girolando"" devido a caraterização das orelhas e do formato da cara dos animais. "

Untitled

NOV.A.02 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-7
  • Item
  • 1950 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, autor desconhecido, formato horizontal. Vistas de três leitões no recinto cercado, ou chiqueiro. O cercado é formado toras de madeira e arame farpado, no chiqueiro em uma fazenda. Atrás dos animais e do cercado, há plantas ornamentais exóticas, usualmente conhecidas como sisal ou agave (Agave sp.), bastante utilizadas tanto para confecção de cordas quanto como elemento de cerca natural. À esquerda da imagem, do lado de fora da cerca, a presença de uma figura masculina que utiliza camiseta branca e utensílio de chapelaria na cabeça. Infere-se que a figura masculina realizava a função de um suinocultor. Ao fundo, atrás da figura masculina, parte de outro sisal e de uma árvore do tipo mangueira.
"

Untitled

NOV.A.02 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-8
  • Item
  • 1950 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, autor desconhecido, formato horizontal.
A imagem fotográfica exibe em primeiro plano plantio de alguma espécie alimentícia (espécie não identificada) em uma fazenda e ao fundo uma única linha de outro tipo de hortaliça (espécie não identificada). Em segundo plano, os limites da fazenda compreendidos por cerca com toras de madeira verticais e arame farpado. Ao fundo, se apresenta a vegetação do Cerrado, com diferentes fitofisionomias se distribuindo pela linha do horizonte, com buritis (Mauritia flexuosa) esparsos. Ainda, foi possível identificar árvores buritis e um corpo d'água. "

Untitled

NOV.A.02 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-02-9
  • Item
  • 1950 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem, autor desconhecido.
Fotografia de um leitão no chiqueiro de uma fazenda. O animal encontra-se deitado em uma poça de lama entre duas cercas formadas por toras de madeira e arame farpado. Em segundo plano, há plantas ornamentais exóticas, usualmente conhecidas como sisal ou agave (Agave sp.), bastante utilizadas tanto para confecção de cordas quanto como elemento de cerca natural. Ao fundo, observa-se diversas espécies arbóreas, sendo a mangueira (Mangifera sp.) uma delas. Ao fundo, formações geológicas do tipo chapada junto à linha do horizonte."

Untitled

Untitled

  • DFARPDF NOV-D-04.04-A-03
  • Dossiê
  • 1922 - 1960
  • Part of Untitled

Untitled

NOV.B.2 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-1
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) à esquerda e do Museu da Cidade à direita, finalizados. Em primeiro plano, chão de terra batida com elevação e tábuas de madeira sobre o mesmo; à direita, uma construção, provavelmente usada como depósito de materiais ou alojamento dos trabalhadores. Em segundo plano, máquina que aparenta ser de rolo vibratório pesado para nivelamento no asfalto. Ao centro, outra construção que fica localizada à frente do STF; o Palácio do Supremo Tribunal Federal finalizado (há uma torre vazada de madeira atrás do edifício); o asfalto da via S1 do Eixo Monumental em Brasília e o Museu da Cidade estão em execução. No horizonte, observa-se área de Cerrado aparentemente não modificada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

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