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NOV.B.2 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-14
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista central da construção da Igreja Nossa Senhora de Fátima, em evidência, presença de três pilares, sendo um central, com altura de 450 cm e uma cruz em cima e as outras duas na lateral esquerda com a altura de 350 cm, que sustentam a Igrejinha, os quais são de concreto armado e trazem um aspecto de leveza à estrutura que faz a cobertura com área total de 362,5 m² foi dividida em seis lajes apoiadas em cinco vigas invertidas, com espessuras que variam de 10 cm no trecho curvo como uma catenária (curva que se assemelha a um arco parabólico) central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço composta por laje maciça e apoiada em três pilares, aumentando as solicitações de carga na estrutura, faz parecer um elemento desprovido de peso. A cobertura com espessura variável de 90 cm de altura no trecho central, diminuindo suavemente para 25 cm, à medida que se aproximam dos três pilares de apoio formada por materiais leves, apoiada em um conjunto de treliças metálicas suportadas por quatro pilares e dois muros de alvenaria de pedra. Há a presença de um homem com roupas sociais. As paredes laterais possuem azulejos do Athos Bulcão (1918-2008), primeira obra do autor em Brasília, nomeado “Natividade” composto por azulejos de 15 x 15 cm para o revestimento externo colocado em 1959. Os pilares da esquerda e direita se diferem do pilar central, uma vez que possuem a altura de 350 cm. Em primeiro plano, a escadaria central e na lateral gramado (incerto se plantado ou nativo). Ao fundo, à esquerda, a construção de um dos edifícios residenciais da 308 Sul e a Escola Parque da 308 Sul.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Sans titre

NOV.B.2 (139)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-139
  • Pièce
  • 1958 - 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista de um dos pilares com cruz posta paralelamente e um dos vértices da cobertura. A lua contrasta com a arquitetura modernista de Oscar Niemeyer (1907-2012).
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Sans titre

NOV.B.2 (138)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-138
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da fase de construção da fundação das cúpulas e do Edifício Principal do Palácio do Congresso Nacional a partir da fachada lateral do Palácio. Circundando todo o Congresso Nacional, chão de terra batida. Em primeiro plano, chão de terra batida com montes de materiais sobre o mesmo, um pequeno cercado de madeira, estrada de terra e um caminhão circulando sobre o que virá a ser o Eixo Monumental. À direita, alguns materiais sobre o chão de terra batida, um buraco para a fundação das torres anexas que serão implantadas neste local e uma construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Ao centro, a construção do Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. A cúpula da Câmara está localizada na parte inferior, com diversas formas de madeira para os pilares e laje concretada, e a cúpula do Senado na parte superior com uma forma circular que segue o traçado da cúpula. Entre as cúpulas, em direção a Esplanada dos Ministérios (à esquerda), a construção da rampa Solene do Congresso Nacional na fachada frontal (oeste) do referido edifício, levemente deslocada para a esquerda, que é a entrada principal tanto para o Salão Negro, hall social do Palácio, quanto para a laje de cobertura, embasamento das cúpulas, cujo acesso é restrito. Próximo a rampa, uma construção temporária provavelmente com o mesmo intuito da construção próxima a fundação das torres anexas. No quadrante superior, a outra pista do Eixo Monumental, mais construções temporárias, e mais ao fundo, provavelmente um acampamento e vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (137)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-137
  • Pièce
  • 1958 - 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista externa da Igrejinha no período noturno. Ao centro, a entrada da Igrejinha com o painel de madeira em treliça e nas laterais o painel de Athos Bulcão (1918-2008), primeira obra do autor em Brasília, nomeado “Natividade” composto por azulejos de 15 x 15 cm para o revestimento externo colocado em 1959. O pilar central, localizado na entrada do prédio, inicia-se com uma altura de 450 cm e os pilares posicionados nos fundos da edificação, começam com 350 cm. Os três elementos terminam, no encontro com as vigas da cobertura, com uma altura de 20 cm. Nas laterais, luzes de dois postes de iluminação pública com a Igrejinha ao centro da fotografia. Em sua fachada, porta principal de madeira e o vulto de duas pessoas. É possível visualizar o formato curvo da cobertura, em formato de catenária (curva que se assemelha a um arco parabólico) central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço composta por laje maciça e apoiada sobre os três pilares, aumentando as solicitações de carga na estrutura, faz parecer um elemento desprovido de peso. Ao fundo, iluminação de uma das fachadas da Escola Parque 308 Sul.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Sans titre

NOV.B.2 (136)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-136
  • Pièce
  • 1958
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em cores, no formato paisagem. Registro aéreo do canteiro de obras do Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. O palácio está em estágio inicial de construção, com algumas estruturas de madeira já posicionadas, no local onde será erguido o monumento. Próximo à estrutura em construção está a estrutura de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Nacional. Em último plano, ao fundo da imagem, vê-se a estrutura de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção, margeado por vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência (campo limpo) ou poucas árvores (campo sujo).

Sans titre

NOV.B.2 (135)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-135
  • Pièce
  • 1958 - 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Igrejinha, mais precisamente, do altar. Em primeiro plano, três pessoas rezando, duas mulheres brancas uma trajada com roupa listrada (à esquerda) e a outra vestindo uma camisa de manga comprida com seis botões na parte de trás, além disso está presente um homem branco com camisa polo social. Em segundo plano, no altar da Igreja, quatro castiçais, dois arranjos simples de flores e ao centro um sacrário (espaço onde se guarda objetos sagrados como a hóstia e relíquias) com uma cruz cristã sobre ela. Ao fundo, na parede do altar, o afresco de Alfredo Volpi (1896-1988) apresenta-se com doze bandeirinhas, identidade marcante do autor que representa apreço pelos objetos simples e populares, e à direita as figuras de Nossa Senhora de Fátima, segurando uma pequena flor na mão esquerda e o Menino Jesus ao seu lado direito, segurando um globo. Ambas as representações não possuem feições.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
CONTEXTO HISTÓRICO DA PINTURA DE ALFREDO VOLPI:
As pinturas do afresco de Alfredo Volpi foram destruídas nos anos 1960 e substituídas em 2009, nas obras do Iphan de restauro do templo, por pinturas de Francisco de Fátima Galeno. (RAMOS, 2023, p.168 e Instituto Alfredo Volpi de Arte Moderna, 2014, p. 142). Segundo o arquiteto Luiz Mario Xavier, que escutou de Ítalo Campofiorito (1933-2020), arquiteto e seu sócio e grande amigo e profissional de confiança de Oscar Niemeyer (1907-2012), que “O padre da Igrejinha procurou dona Sarah Kubitschek (1908-1996), disse que ninguém gostava das pinturas e pedia a liberação para pintar as paredes. Niemeyer concordou com o apagamento das pinturas. Ele falou pessoalmente com Volpi, explicando a questão. Em troca, prometeu que, na construção do Itamaraty, Volpi seria chamado para realizar uma pintura.” (RAMOS, 2023, p.121 - 122). Athos Bulcão (1918-2008) foi enfático em apontar a precariedade técnica dos afrescos volpianos. (RAMOS, 2023, p. 162). Relatos contam que as paredes com as pinturas foram atacadas por mofo. [...] Seja por questões vinculadas à iconografia, seja por questões técnicas - que um bom trabalho de restauro teria recuperado, importa sempre ressaltar -, o apagamento de Volpi da memória da Igrejinha ocorreu desde o princípio, o que indica dificuldades para o acolhimento de sua obra (RAMOS, 2023, p. 163). No processo da nova pintura, tomou-se cuidado ao colocar placas de MDF sobre as paredes e foi sobre essa superfície que as novas pinturas foram realizadas (RAMOS, 2023, p. 173)."

Sans titre

NOV.B.2 (134)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-134
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia área, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano, é possível visualizar sutilmente a base das torres anexas do Congresso Nacional, com sua empena cega sendo ainda construída, e sua sombra projetada. No sentido leste, é visível uma construção temporária de grande porte, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Acompanhada à frente, de mais duas edificações menores, no sentido oposto, há duas construções provisórias encadeadas. Adiante, pousa-se o edifício principal com seu formato característico de pontas pontiagudas. Observa-se que a plataforma com piso com pintura não concluída abriga: o Senado com estrutura quase completa com acabamento não finalizado e a Câmara com processo construtivo mais lento. Ressalta-se sua estética cobertura, apresentando -se com uma coroa circular interna. Em sua lateral é possível observar sutilmente algumas escoras de seu escoramento. Posteriormente, destaca-se a rampa externa, em meio a um canteiro de obras de solo desgastado, sem piso assentado na base e na rampa inferior. À sua direita, é visível a cavidade efetuada para realização do túnel que leva ao subsolo do Congresso Nacional, no lado oposto encontra-se a mesma estrutura, no entanto, no sentido leste, há quatro automóveis estacionados rente ao limite direito do túnel, fronte a uma construção temporária. Já no sentido oeste do túnel, há diversos acúmulos de areia e há uma escada provisória ancorada no pavimento acima. Mais à frente há uma construção não permanente de telhado não retilíneo. Ao lados, encontra-se a via S1,ainda sem pavimentação, apenas com parte de seu trajeto planejado está efetuado, próximo ao canteiro de obras, tal espaço está densamente ocupado por acúmulos de recursos da obra. No lado oposto, a via N1, já pavimentada, perpassa todo complexo que liga a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, se faz nítido apenas um automóvel.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (133)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-133
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Vista interna da Igrejinha, mais precisamente, do altar. Em primeiro plano, dois homens e uma mulher em frente ao altar de Nossa Senhora de Fátima. Escultura, figura de Nossa Senhora de Fátima com 2 m e 50 cm de altura, pesando 200 quilos, esculpida em cedro, ornada com ouro de libra e pedras preciosas pelo artista Antônio da Silva Antunes, sobre uma base de madeira com três vasos de flores simples. À esquerda abaixo do altar, um pequeno banco genuflexório, que é apropriado para orar de joelhos e ao lado direito, na placa abaixo da figura de Nossa Senhora de Fátima está escrito: “EIS AÍ TUA MÃE! Ao te ajoelhares a seus pés! Olhos de mãe te contemplam! Mãos de mãe te abençoam! Coração de mãe te consola! ”. Na parede da Igrejinha há uma iluminação com arandela simples e uma das janelas da lateral do edifício.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
CURIOSIDADES DA IMAGEM/ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:

  1. Foi doada ao Santuário de Brasília pela Revista Portugal- Brasil, de Lisboa, representada pelos Srs. Veloso de Carvalho e Aníbal Contreiras, objetivando estreitar os laços de amizade entre Portugal e o Brasil. (REVISTA BRASÍLIA, nº 28, p. 19)
  2. Quarta-feira, 13 de maio de 1959: [...] Do aeroporto, a imagem é conduzida em carro especial até o núcleo bandeirante, de onde ruma então para o Palácio da Alvorada e, finalmente, ao Santuário de Fátima, doado a Brasília pela Senhora Sarah Kubitschek (1908-1996), Lemos Kubitschek. (DIÁRIO DE BRASÍLIA, Coleção Brasília VI, p. 66, 1959).
    "

Sans titre

NOV.B.2 (132)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-132
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia área, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano,ressalta-se a densa mata de Cerrado Nativo, cortada abaixo por uma grande via de terra de chão batido e outras vias menores ao longo do terreno. Na extrema direita é possível visualizar, uma construção temporária, que poderiam servir de depósitos de materiais ou de alojamento, com duas menores adjacentes, uma paralela e outra perpendicular. À frente, há metade de uma construção temporária sendo ainda erigida, Adiante, há uma pequena área verde, em seguida, há outra edificação de madeira disposta diagonalmente no território, adjunta a outra área verde. Acima, localiza-se o Eixo Monumental, sem pavimentação. No sentido leste da pista, situa-se o canteiro de obras do Congresso Nacional. Na porção inicial pousam-se duas construções temporárias, as quais provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, um pouco distanciadas lateralmente. Paralelas as construções, se faz nítido outra edificação, de maior largura, adjunta a uma caixa d'água. Adiante, é possível visualizar um conjunto de mais quatro edificações temporárias de menor dimensão em meio a um terreno em leve declive. Em seguida, há uma longa construção impermanente que detém em sua perpendicular outro pequeno edifício, em paralelo, há mais duas edificações, lado a lado, de estrutura bastante similar. Ao centro, destaca-se, a rampa externa quase finalizada, à sua esquerda observa-se a formação da cavidade para realização do túnel que leva ao subsolo do Congresso Nacional com a movimentação de terra sendo posicionada ao lado, perto da varanda há dois postes próximos a um material de construção. No lado oposto, encontra-se uma construção provisória em meio a vários materiais de construção, nota-se que na extremidade direita, o outro túnel está em um estágio mais avançado de construção. Sobressaindo no canteiro de obra, visualiza-se o edifício principal que engloba o Senado com a estrutura quase completa e acabamento inconcluso com a Câmara ainda em período embrionário de efetivação, ainda com a fundação visível. Posteriormente, destaca-se as torres anexas com sua estrutura de aço aparente ainda com poucos pavimentos construídos, em sua cobertura, observa-se dois guindastes posicionando os pilares de aço para a realização de outro pavimento. Em terceiro plano, observa-se um grande descampado de chão de terra batida, bem no trecho final é possível enxergar um ajuntamento de edificações brancas. Vegetação do Cerrado na parte inferior e na parte superior, que se estende pela linha do horizonte. A vegetação é composta de diversas fitofisionomias em forma de mosaico, sendo possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (131)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-131
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista externa da construção da Igrejinha. Em destaque, evidencia-se o pilar central da Igrejinha, de altura de 450 cm, notabilizando sua leve curvatura. Em cima do pilar nota-se a cruz da Igreja de Nossa Senhora de Fátima e sua com área total de 362,5 m² com espessuras que variam de 10 cm no trecho curvo central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço, mais atrás destaca-se a sombra projetada da “Igrejinha” sobre um casal mirando os avisos da igreja e um homem olhando para trás, ambos estão escorados em três painéis de madeira de autoria de Athos Bulcão (1918-2008) e um pequeno vão que provavelmente serviu de entrada. Ao fundo, na extrema esquerda, dois homens na sombra aparentemente de meia idade, sentados em um banco de madeira e na extrema direita vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Imediatamente atrás um tronco de madeira retorcidas, uma cerca simples de madeira e três placas, uma delas pertencente à construção da Escola Parque da 308.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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